Pedófilos, suicidas e viciados em drogas - Conheça a origem da Ideologia de Gênero


É como se alguém tivesse aberto as portas de um hospício e as teorias dos loucos mais famosos se tornassem a matéria principal das melhores escolas e universidades do mundo.


Não há nada de objetivo em seus pensamentos, nem mesmo a diferença biológica cromossômica XX e XY que determina os sexos masculino e feminino. Cada um é o que imagina ser!

Este é o argumento dos ideólogos de gênero e profetas do "pansexualismo", alguns cujas teorias foram divulgadas antes de entrarem em uma camisa de força. Entre eles estava a pedofilia, bestialidade, a toxicodependência de forma grave e, em alguns casos, o suicídio.

Quem conseguiu ter uma vida tranquila entre eles foi uma exceção.

O filósofo alemão Friedrich Nietzsche

Entre eles não esteve apenas uma revolta contra a família dita "tradicional", em especial contra os pais (figura paterna), a imposição do relativismo e do politicamente correto, mas principalmente uma guerra contra a natureza, ou seja: a realidade mais óbvia. Entre eles imperou o absolutismo do desejo, da vontade, das ideologias.

Não há nada fora de nós [de nossas mentes] que seja objetivo, disse Fiedrich Nietzsche, o filósofo a partir do qual todos os ideólogos de gênero [do sec. XX] deram início a suas teorias.

Terapia sexual


Deus está morto, disse o pensador alemão, e se Deus morreu, também morreu a natureza criada por Ele. Portanto, nada define o que sou, só eu posso definir isso. Nietzsche, aliás, acabou em um hospital psiquiátrico nos últimos anos da sua vida.

Ideólogos da sexualidade, alguns adeptos da filosofia nietzschiana, desenvolveram verdadeiras psicopatologias, terminando seus dias como internos psiquiátricos da mesma forma que o "grande mestre". Este foi o caso do médico alemão Wilhelm Reich, ícone da Psicologia moderna por ter sido o idealizador da abordagem teórica conhecida como "Bioenergética", uma versão "científica" de concepções místicas milenares importadas do Oriente.

O médico Wilhelm Reich abraçou sua sexualidade bem cedo, tentando, sem sucesso, fazer sexo com a babá de seu irmão quando tinha quatro anos e meio, e finalmente conseguindo com a cozinheira da família aos 11. Aos 12, Reich descobriu sua mãe fazendo sexo com um de seus tutores. Quando ele contou ao pai, o homem espancou repetidamente a mãe de Reich até que ela cometesse suicídio. Daí seu ódio posterior ao patriarcado. Reich se culpou pelo caso.

Reich e sua primeira esposa, Annie, que lhe conheceu aos 18 anos quando ainda era a sua paciente

Dos 15 aos 17, ele fez diversas visitas a bordéis e registraria fantasias sexualizadas com sua mãe em seu diário aos 22 anos. Lore Reich Rubin, a segunda filha de Reich, diria mais tarde ao jornalista Christopher Turner que acreditava que Reich tinha sido vítima de abuso sexual na infância.


Após vários conflitos com a justiça, com a comunidade científica e de relatar ter travado uma "batalha interplanetária em larga escala" para defender a terra de alienígenas interessados em uma máquina que criou, chamada "cloudbuster", ele também abusou de mulheres que participaram da sua "terapia sexual". Reich então morreu de ataque cardíaco na penitenciária de Lewisburg, na Pensilvânia, EUA, em 1957, após ser diagnosticado com esquizofrenia paranóide e progressiva.

Ortodoxia comunista


Uma vida semelhante levou o filósofo francês Michel Foucault, considerado uma das maiores referências da ideologia de gênero.

Homossexual, membro do Partido Comunista, teve uma juventude um pouco conturbada, durante a qual foi iniciado no sadomasoquismo e uso de drogas de todos os tipos durante seu tempo na União Soviética. Ele tentou o suicídio várias vezes e morreu de AIDS em 1984, aos 57 anos.

O filósofo comunista francês Louis Althusser

Outro filósofo comunista francês, Louis Althusser [acima], não terminou muito bem. Em 1980 ele estrangulou sua esposa Hélène, o que levou à sua internação em um hospital psiquiátrico.

Althusser escreveu a obra "Aparelhos Ideológicos do Estado", onde demonstra como uma ideologia é utilizada para subverter e controlar culturalmente uma nação, através de recursos (aparelhos) como às escolas, universidades, força policial, sindicatos, etc.

Planned Parenthood


Hoje todo mundo está falando sobre Planned Parenthood, a grande multinacional americana que promove o aborto em vários países. Apenas nos Estados Unidos, 530 milhões de dólares eram usados para financiar cerca de 324 mil abortos - por ano - no país, dinheiro esse que foi cortado em janeiro desse ano com a posse do Presidente Donald Trump.

A fundadora da Parenthood, Margaret Sanger, abandonou seus filhos por causa da sua ninfomania. Grande fã de eugenia e controle populacional, especialmente entre a população imigrante e as classes sociais mais pobres, chegou a flertar com a racista Ku Klux Klan. Ela morreu em 1966, quando era uma alcoólatra incontrolável.

A feminista "radical" Shulamith Firestone


Para Shulamith Firestone, outra grande referência do feminismo radical e da ideologia de gênero, a maternidade foi "a opressão radical das mulheres." Ela passou vários anos em uma clínica psiquiátrica devido ao tratamento da sua esquizofrenia, quando em 2012 foi encontrada morta em casa.

Além da iniciação sexual infantil, Firestone defende no livro "A Dialética do Sexo" a extinção total das diferenças sexuais, negando que a maternidade, por exemplo, seja exclusividade das mulheres e algo natural. Para isso ela propõe que novos métodos de reprodução sejam explorados, para que a mulher não precise mais dar a luz.

"Assim também a meta final da revolução feminista deve ser, ao contrário da meta do primeiro movimento feminista, não apenas a eliminação do privilégio do homem, mas também da própria distinção sexual: as diferenças genitais não mais significariam culturalmente", escreveu ela.



De resto, a contribuição da ideologia de gênero feminista tem sido muito ativa. Outra conhecida por seu radicalismo era Kate Millet, de ideias maoístas, que "se converteu" ao lesbianismo não meramente por uma questão sexual, mas pelo ódio aos homens.

Grande defensora do totalitarismo, ainda disse que "o privado também é político". No final da sua vida, ela foi internada em um hospital psiquiátrico e pediu vigilância 24 horas, porque ela mesma estava ciente do seu desejo incontrolável pelo suicídio.

Margaret Mead disse que os papéis sexuais eram construídos culturalmente a partir da sua experiência na região de Samoa, na Polinésia Oceania. Mas em seguida mostrou que a ilha não era representativa em relação ao conjunto da humanidade

Outra mulher e não menos importante do que Mead foi a filósofa feminista Simone de Beauvoir. A namorada do filósofo existencialista Jean Paul Sartre argumentou que ninguém nasce mulher, mas se torna. Segundo ela, isso é uma "construção social".

A morte dela por causas naturais foi uma exceção entre a multidão de suicídios cometidos por outros autores.

filósofa feminista Simone de Beauvoir

Além disso, ela tão pouco quis saber das conclusões de Margaret Mead. Dessa forma, sua grande contribuição para o progressismo e o marxismo cultural foi o conceito de gênero como uma construção social que seria introduzida na psicologia e sexologia dos anos 50.

Um refúgio do progressismo repressivo


Kinsey, um pedófilo e promotor do sadomasoquismo, havia reivindicado que 37% dos homens tinham experimentado orgasmo homossexual; em seguida, a fraude foi descoberta: fez a pesquisa somente entre a população prisional

O rigor científico não era a preocupação do sexólogo mais influente da Universidade de Indiana. As conclusões de Kinsey, alcançadas após a realização de 5.300 entrevistas pessoais, foram na verdade fraudadas por seus métodos e intenções. Além de fazer as entrevistas em contextos discrepantes da realidade social comum, como entre a população prisional, mais tarde soube-se também que Kinsey e sua equipe praticavam a pedofilia e promoviam o sadomasoquismo na Universidade de Indiana.

A autora responsável por grande parte dessas denúncias foi Judith Reisman. Para o leitor(a) interessado, procure pela obra "Kinsey: crimes e consequências" e entenda como Reisman iniciou suas investigações.

Antropólogo francês Georges Bataille

Igualmente perturbado foi o antropólogo francês Georges Bataille. Embora inicialmente tenha estudado para o sacerdócio, muito cedo abandonou esse caminho afirmando que suas verdadeiras igrejas eram os bordéis de Paris.

Ele foi um defensor do satanismo orgiástico e fundou uma sociedade secreta para a prática de sacrifícios - não foram realizados, embora tivessem surgido voluntários - e sexo ritual.

Comentário:

A ideologia de gênero possui raízes e autores mais antigos que os citados pela matéria acima. A diferença está no delineamento e consolidação da concepção de "gênero" como uma ideologia. Para entender isso, saiba o que é uma ideologia clicando aqui.

O francês Abel Jenniere, por exemplo, autor de "Antropologia Sexual", foi um dos primeiros a dar os contornos dessa ideologia, ao tentar explicar por meio do pensamento antropológico o comportamento sexual humano. Os argumentos desse autor são rasos, mas ilustra com precisão o que seria dito décadas depois da sua obra por alguns dos autores citados acima, como Shulamith Firestone.

O arqueologista Timothy Taylor, professor da Universidade de Viena, defende que já na era glacial havia a concepção de "signos sexuais", o que podemos entender como equivalente à ideia de "gênero". Todavia, diferentemente da atualidade, a noção de gênero no passado servia para reforçar a diferença entre os sexos e não parar ignorá-las. O que vale entender aqui é que a noção de "gênero" não é fruto do século XX.

Os autores citados na matéria apenas desenvolveram a questão de "gênero" como uma ideologia e puseram nela uma maquiagem "científica", motivo pelo qual se tornaram mais conhecidos, bem como pelo avanço globalizado dos meios de comunicação.



Com informações: Actuall / Vice
Adaptação: Opinião Crítica
Comentário: Will R. Filho

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Anônimo
18 de agosto de 2017 10:08

ESTE seu texto muito mal escrito , so mostra que o seu conhecimento sobre a obra de Wilhelm Reich, michel Foucault e principalmente de como a sexualidade infantil se desenvolve e muito reduzido e cheio de equívocos, que para defender a sua ideia precisa atacar a vida pessoal deles e depreciar a sua contribuição para a sociedade. Amigo tem todo direito de defender o que acredita , mais antes vai estudar , pesquisar para não falar besteiras, principalmente quando se trata de psicanalise e de filosofia, não e enganado os seus leitores que vai conseguir seguidores para a sua luta.

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18 de agosto de 2017 11:08

Há equívocos na matéria. Principalmente em relação a Michel Foucault.

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18 de agosto de 2017 12:50

Olá, "Anônimo"!

Sua discordância e aparente desconforto intelectual provocados pela matéria é compreensível. É direito seu discordar, isso é bom, mas é importante que não confunda o propósito do texto, caso contrário o seu comentário perde o sentido.

Por exemplo: em qual trecho da matéria você identifica que o objetivo do texto foi fazer uma crítica às teorias de Reich ou Foucault? Onde você viu a intenção no texto de refutar a Psicanálise, ou será que você, erroneamente, mistura Bioenergética com Psicanálise, da qual Reich, não por acaso, foi rejeitado?

De onde você retirou a ideia de que o propósito do texto é discutir o desenvolvimento da sexualidade infantil? Por favor, cite.

Você sugeriu que a matéria engana os leitores(as), mas não apontou onde está o engano. Aliás, você não refutou nada na matéria. Onde está o engano da matéria? Aponte objetivamente de forma coerente ao propósito do texto.

O texto, amigo(a), para que fique claro, não é um artigo científico visando refutar nenhuma abordagem ou filosofia, mas tão somente uma exposição objetiva e, portanto, resumida, de alguns aspectos que envolveram a vida e conceitos de figuras PÚBLICAS, com a finalidade de apontar o contexto de onde a ideologia de gênero surgiu, através de alguns autores.

Se existe depreciação, ela é uma conseqüência dos fatos. Saber a condição "psiquiátrica" de um autor, por exemplo, não condena sua obra, mas certamente alerta para a qualidade dos seus julgamentos.

Sendo assim, não houve aqui qualquer "ataque pessoal", mas apenas a divulgação, com base em outras fontes, de informações que pertencem ao domínio público, mas que muitos não conhecem, devido a doutrinação ideológica nas escolas e universidades.

Portanto, releia o texto e veja se não há um problema de interpretação do amigo(a).

Forte abraço.

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Anônimo
18 de agosto de 2017 19:58

Excelente texto!! Essa absurda ideologia saiu d mentes d pessoas perturbadas, e o pior é saber q devido a intensa massa d informação difundida pela grande midia todos os dias, a ideologia se propagou, e o q era loucura passoa a ser "normal".

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19 de agosto de 2017 13:29

Então descreva os erros e não simplesmente aponte vagamente.

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20 de agosto de 2017 12:32

Para o covarde anônimo do primeiro comentários acima.
Quando vc diz para alguém estudar à respeito de um assunto me diz o que vc contribuiu afinal com esse seu comentário a respeito do texto em termos de pesquisas, referências e informações mais objetivas para os leitores ? Ou vc é do tipo que contesta Baseado em um estreito conceito de experiências pessoais ou pela simples idolatria da ideologia de gênero ? O que quebra uma ideologia à respeito desse assunto abordado não é o estudo e opiniões de um homem mas estude vc a história social e comportamental da humanidade pelos séculos. De acordo com o comportamento que é de forma NATURAL as mulheres não são mulheres pq são forçadas a serem mulheres e nem tão poucos tb os homens nos seus papéis durante o percurso comportamental humano em todas as siciadades que se sabe. Contudo, não acontece assim com os idólatras da ideologia de gênero eles próprios lutam contra o que realmente nasceram e essas figuram filosofas doentes que surgiram aqui e ali no percurso da sua vã e aberradora existência morreram em crises piorem das quais tentaram resolver e a humanidade sobrevive à eles sem fazer força. Vc deveria calar a boca ao invés de ficar aí levantando bandeira da idiotice pra defender uma suposta "sabedoria filosofa" que morreram em papéis e livros que não ajudaram a salvar as crises da humanidade que abandonaram à Deus.
Devo dizer, querido, que esse seu comentário a respeito desse interessante texto tb não serve para nada assim como a existência de muitos que surgiram pela história pra contestar o óbvio. Por um acaso vc não sabe que até mesmo o tolo quando se cala é tido por sábio ? Pois,vc nem precisava se revelar guardasse a tolice para si mesmo.
Adriane Lima

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Anônimo
21 de agosto de 2017 12:33

Quanta baboseira! É interessante notar que mesmo com o advento da informação, do progresso científico e da razão ainda exista tanta gente bárbara. Quanta infantilidade! Realmente para essas pessoas que por uma condição infantil ainda tetam reviver os cadáveres da família tradicional deve ser muito angustiante viver nesse século. Então, uma solução para vocês , vão viver como os Amish e deixem as pessoas em paz. tenho certeza que não faram falta alguma e parem de chorar pelo deus morto, já que como disse Nietzsche, foram nós mesmos que o matamos.

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nbs
21 de agosto de 2017 17:34

Excelente texto, parabéns!

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21 de agosto de 2017 17:46

é fácil criticar e ter opinião no anonimato.

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21 de agosto de 2017 21:19

Gostei de sua resposta ao Anonimo. Tive essa mesma impressao. O texto e bom e merece ser divulgado por ser de facil assimilacao e mostra claramente os principais responsaveis pelo comeco dessa teoria danosa e devastadora para coma criacao divina.

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Anônimo
22 de agosto de 2017 10:17

ESSE TEXTO E MUITO BOM . PARA ESSE PRIMEIRO ANONIMO , OTARIO E DESINFORMADO , ATE A PSICANALISE E CONTRA ESSA CRUELDADE QUE TEM SIDO FEITO COM AS NOSSAS CRIANCAS,VAI LER FREUD, LACAN , ANTES DE VIR AQUI , FALAR O QUE NAO SABE .

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22 de agosto de 2017 10:28

SERES BESTIALIZADOS, QUE FORAM IDOLATRADOS POR CRIATURAS QUE NÃO FIZERAM QUESTIONAMENTOS MORAIS. A HUMANIDADE PRECISA VOLTAR A ACREDITAR NA FAMÍLIA, NO AMOR E NA FRATERNIDADE.

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22 de agosto de 2017 16:06

Quase todos ficaram doentes ou já eram, coincidência morrerem doidos ou desorientados? Aqui neste breve espaço de tempo em que vivemos para melhorar nossa conduta espiritual cada um recebe aquilo que espalha, se espalhar o bem colherá os frutos do saber mas se espalhar o mal e desafiar a criação divina fatalmente pagará o preço da equidade.

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Anônimo
22 de agosto de 2017 22:35

Eco já dizia: "a internet dá voz a uma multidão de imbecis."
https://www.terra.com.br/noticias/educacao/redes-sociais-deram-voz-a-legiao-de-imbecis-diz-umberto-eco,6fc187c948a383255d784b70cab16129m6t0RCRD.html

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Anônimo
23 de agosto de 2017 14:29

Ataques ad hominem a filósofos em vez de combater argumentos com argumentos = artigo lixo. Procure ao invés disso uma lista de pessoas conservadoras e reprimidas que se suicidaram ou faziam em segredo o que diziam não fazer de todo. Nada a haver com desconstruir a concepção de género.

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Anônimo
23 de agosto de 2017 17:55

Louvo a Deus por ter sido criado como homem, ter espelhos em minha família de homens íntegros, respeito a individualidade de cada um, sua opção sexual e etc. Em que ponto essas pessoas contribuirão para melhorar as famílias, deturpar crianças com estas ideologias, sei não! Arrependam-se de seus pecados. Cristo está voltando. Quem fala que Deus está morto! É porque já o está também. Deus tenha piedade de quem partilha está atrocidade. Eu escolhi o Deus vivo, creio nele e tenho me maravilhado a cada dia com Tua misericórdia.

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Anônimo
23 de agosto de 2017 18:41

Parabens will r filho por combater essa ideologia de generos, que Deus ti abencoe. Nos cristaos precisamos ter mais psicologos serios, competentes, eticos como voce.

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24 de agosto de 2017 02:16

O TEXTO ESTÁ MUITO BOM E DIDÁTICO, ESSA É A LÓGICA DA CLEPTOCRACIA, QUANTO MAIS DIVIDIDA FOR A SOCIEDADE MAIS FÁCIL SERÁ ROUBA-LA, E O POVO TROUXA QUE NÃO REAGE, QUE SE FODA E PAGUE A CONTA.

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28 de agosto de 2017 14:28

Acho lamentável tentar desconstruir as teses acadêmicas dos autores expondo a vida pessoal deles. Qualquer crítica que se preze deve partir de pressupostos metodológicos. Este texto não passa de ataques pessoais à vida privada dos autores citados. Todos cometem erros em suas vidas particulares.
É desonestidade inserir a vida pessoal dos pensadores como parte de seu próprio trabalho.

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Anônimo
29 de agosto de 2017 09:48

Este texto mostra como algumas informações sobre a vida destes brilhantes personagens da história foram manipuladas induzindo à deturpação. Justamente por se dedicarem à subversão de valores que apregoam desigualdade e preconceitos é que se desgraçada. Muito mais condenáveis que eles são aqueles que se calam diante das injustiças deste mundo.

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GUSTAVO
5 de setembro de 2017 11:12

Anônimo (engraçado, ele ou ela ESCONDE o nome...) você sugere o autor ir "ISTUDÁ", mas não sabe a diferença entre "mas" e "mais", caso soubesse não teria grafado "MAIS", quando na verdade deveria ter escrito "MAS", no sentido de "porém"... Fazer o quê... Minha sugestão é para que VOCÊ, "anônimo", que tem medo de se identificar, vá ESTUDAR !!! Estude a nossa amada Língua Portuguesa e macro políticas DESTRUIDORAS das sociedades no pós segunda guerra, seu atores e sua teleologia.

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