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Crianças de mães que sofreram violência durante a gestação podem ser agressivas no futuro

Crianças de mães que sofreram violência durante a gestação podem ser agressivas no futuro

Pesquisadores relatam que crianças de mães que foram vítimas de abuso doméstico durante a gravidez são mais propensas a exibir agressividade em relação a suas mães na infância.


Os bebês cujas mães experimentam violência interpessoal durante a gravidez são mais propensos a exibir agressão e rebeldia em relação a suas mães na infância, de acordo com uma nova pesquisa de Laura Miller-Graff, professora assistente de psicologia e estudos sobre paz, e Jennifer Burke Lefever, diretora do William. J. Shaw Center for Children and Families, ambas da Universidade de Notre Dame.



Embora já saibamos que mulheres grávidas também correm o risco de sofrer violência doméstica, grande parte da pesquisa associada ao tema se concentra no impacto negativo dessa violência na gravidez, trabalho de parto e parto.

O estudo de Miller-Graff e Lefever, publicado em parceria com Amy Nuttall no Jornal Internacional de Desenvolvimento Comportamental, examina o impacto de curto e longo prazo da violência pré-natal (independentemente do perpetrador) nos resultados de comportamento posteriores das crianças.

Nuttall obteve seu doutorado na Notre Dame em 2015 e atualmente é professora assistente de desenvolvimento humano e estudos de família na Michigan State University. "Queríamos mapear como o impacto da violência ocorre ao longo do tempo", disse Miller-Graff. "A violência pré-natal afeta principalmente as crianças através de como isso afeta a mãe."


“A pesquisa mostrou que muitas mães que vivem em situações de violência doméstica têm habilidades parentais muito fortes, mas quando a violência afeta sua saúde mental, a criação de filhos pode se tornar mais difícil também. A infância e a primeira infância são tempos-chave para aprender algumas das principais habilidades de regulação das emoções - então, se as mães lutam, as crianças lutam”, disse ela.

Miller-Graff disse que o impacto nocivo da violência durante a gravidez é profundo e duradouro, com efeitos discerníveis sobre a criança até os dois anos de idade, embora a exposição inicial seja indireta.

“Nós medimos o comportamento agressivo das crianças no ambiente doméstico, que incluiu chutes e provocações contra crianças pequenas, conforme relatado por suas mães.”

Embora esse achado esteja de acordo com as previsões dos pesquisadores, eles ficaram surpresos ao descobrir que a violência interpessoal na gravidez não previa comportamentos agressivos das crianças em relação a seus pares - sugerindo que muitas crianças são capazes de demonstrar resiliência em relacionamentos sociais fora de casa.


Quando Miller-Graff estava na pós-graduação, sua pesquisa enfocou o impacto da violência por parceiro íntimo (IPV) em pré-escolares, e ela se perguntou se estudar uma fase anterior seria mais eficaz - não apenas com intervenção, mas também com prevenção de ciclos intergeracionais de abuso.

Segundo ela, “embora apoiar os pré-adolescentes expostos ao IPV seja extremamente importante, muitas vezes senti que chegaríamos tarde demais ao problema. O período da gravidez é um ponto ideal para a intervenção, não só porque você está intervindo cedo, mas também porque as mulheres estão frequentemente engajadas em um sistema de saúde com a maior regularidade de suas vidas. Isso proporciona uma janela única onde o risco das mulheres coincide com o acesso a sistemas de apoio - uma oportunidade muito rara”.

Quando há a oportunidade de criar apoios para gestantes em risco, é provável que o impacto negativo sobre as crianças diminua significativamente, de acordo com Miller-Graff. Ela observou que uma das muitas aplicações potenciais desta pesquisa é melhores padrões de rastreamento para a violência durante os exames pré-natais.

Comentário:

A pesquisa é de extrema importância e seus resultados são muito interessantes. Ainda assim, é preciso explorar mais como os efeitos negativos do abuso doméstico se repercutem no comportamento da criança após o nascimento. Ao que parece, as pesquisadoras acreditam em fatores químicos, talvez somados ao contexto emocional. Essa correlação precisa ser mais esclarecida.

Enxergando segundo a psicologia, no que diz respeito ao contexto da aprendizagem, é possível que tais efeitos não sejam frutos do período gestacional, mas sim do contexto familiar problemático, uma vez que ele existe desde o nascimento da criança.

Ou seja, uma vez que o bebê cresce tendo a violência como referência em sua própria casa, e violência contra sua mãe, pode haver uma correlação desse desenvolvimento emocional-psicológico distorcido com a tendência para a agressividade no futuro, o que não teria nada a ver com o período gestacional, mas sim com o ambiente familiar.



Por: Amanda Skofstad 
Comentário: Will R. Filho
Homens dominantes tomam decisões mais rápidas durante emergências, aponta estudo

Homens dominantes tomam decisões mais rápidas durante emergências, aponta estudo

Independentemente do contexto social, os homens altamente dominantes respondem mais rapidamente em situações em que as decisões precisam ser tomadas, aponta novo estudo.


Hierarquias existem em todas as sociedades humanas e animais, organizadas pelo que os cientistas comportamentais chamam de dominância. Indivíduos dominantes tendem a subir mais alto na hierarquia de sua sociedade particular, ganhando acesso prioritário aos recursos.


Mas o domínio em si depende, em parte, da capacidade de tomar decisões mais rapidamente do que outros. Isso permite que o indivíduo aja primeiro em situações sociais, o que pode conferir uma vantagem evolutiva. No entanto, os cientistas comportamentais não sabiam se os indivíduos dominantes demonstrariam essa rápida tomada de decisão fora dos contextos sociais.

Agora, os laboratórios de Carmen Sandi e Michael Herzog, na EPF, realizaram um grande estudo comportamental sobre os homens para examinar essa questão. O estudo mostra uma correlação clara entre maior dominância social e tomada de decisão mais rápida fora de um contexto de competição social.

O estudo envolveu 240 estudantes do sexo masculino na EPFL e na Universidade de Lausanne (UNIL). Os homens foram classificados em grupos de alta ou baixa dominância por um questionário padrão de "pontuação de dominância" que foi validado em muitos estudos anteriores.

A vel

ocidade de tomada de decisão foi medida com cinco experimentos (“tarefas”), testando a memória dos participantes, o reconhecimento, a capacidade de distinguir emoções, o aprendizado de rotas e a capacidade de resposta.

A primeira tarefa envolveu a discriminação entre emoções vistas em várias imagens de rostos. Então eles mudaram para uma tarefa de memória e reconhecimento, onde foram solicitados a lembrar e reconhecer uma série de rostos.

O terceiro experimento fez com que os participantes trabalhassem aprendendo e se lembrassem de um percurso, e o quarto, um experimento de controle, fez com que os participantes batessem na barra de espaço de um teclado assim que viram um quadrado cinza na tela. Nesta parte do estudo, nenhum dos dois grupos parecia ser mais rápido que o outro.

Os cientistas então realizaram um quinto experimento para identificar sinais neurais que pudessem mostrar diferenças de prontidão para responder entre participantes de alta e baixa dominância. Para fazer isso, os pesquisadores mediram os sinais cerebrais com um eletroencefalograma de alta densidade (EEG).

Os participantes foram convidados a distinguir entre rostos felizes e tristes e, em seguida, rostos com raiva e neutros, enquanto o EEG mediu como o sinal elétrico de seus cérebros mudou em relação a quão rápido ou devagar eles realizaram cada tarefa.



Esta parte do estudo descobriu que a prontidão para responder em homens de alta dominância do que em homens de baixa dominância era acompanhada por um sinal cerebral notavelmente amplificado em torno de 240 milissegundos depois de ver os rostos. Além disso, quando os pesquisadores analisaram as imagens EEG dos participantes de alta dominância, eles identificaram uma atividade mais alta em áreas do cérebro associadas à emoção e comportamento, em comparação com participantes de baixa dominância.

O estudo sugere que homens altamente dominantes respondem mais rapidamente em situações em que é necessária uma escolha, independentemente do contexto social. Essa prontidão na tomada de decisões pode atuar como um “biomarcador” para a disposição social.

“No futuro, será importante descobrir se sinais cerebrais ainda mais fortes são observados em indivíduos particularmente dominantes, como os CEOs”, diz Carmen Sandi.

“Também será relevante entender se essas diferenças de prontidão para responder e sinais cerebrais também são observadas em mulheres que diferem em dominância e se já estão presentes em crianças. Nossas descobertas podem abrir uma nova abordagem de pesquisa usando assinaturas de EEG como uma medida para a dominância social”.


Por: Nik Papageorgiou
Fonte: EPFL
Facebook cria ferramenta para medir a reputação dos usuários ao compartilhar "fake news"

Facebook cria ferramenta para medir a reputação dos usuários ao compartilhar "fake news"


O Facebook lançou uma ferramenta para mensurar a reputação dos usuários no que diz respeito ao compartilhamento de fake news, um problema que tem afetado a rede social nos últimos anos, segundo informou o jornal "The Washington Post" nesta terça-feira


De acordo com a publicação, a empresa desenvolveu um algoritmo que pontua a credibilidade dos usuários em uma escala de 0 a 1 como parte da estratégia para encontrar pessoas que compartilham notícias falsas equivocadamente ou de propósito.

Desde janeiro, os próprios usuários são capazes de avaliar e classificar notícias e veículos de imprensa pela veracidade, mas essa liberdade fez com que algumas pessoas se aproveitassem disso.


"Não é incomum que as pessoas nos digam que algo é falso simplesmente porque não estão de acordo com a história ou porque intencionalmente tentam atingir uma publicação específica", afirmou a gerente de produtos do Facebook, Tessa Lyons.

Segundo Lyons, a nova ferramenta "não pretende ser um indicador absoluto da credibilidade", apenas outro instrumento para erradicar as fake news do Facebook.

A medida servirá para que a plataforma identifique quais usuários têm propensão a marcar que o conteúdo divulgado por outros é problemático ou de "de confiança".

A executiva não detalhou os critérios que a rede social utiliza para determinar a pontuação do usuário nem disse se todos os usuários são avaliados.

Comentário:

Sempre que uma empresa ou qualquer agente do Estado disser que pretende avaliar a "reputação" de alguém, o sinal de alerta deve permanecer aceso constantemente, pois há uma grande probabilidade de que tal discurso seja utilizado de forma tendenciosa para a censura.


Aqui no Brasil, recentemente o Facebook excluiu quase 200 páginas que alegou serem falsas, porém, sendo a maioria de grupos de direita, fazendo com que o Ministério Público abrisse investigação para apurar os fatos.

A criação de algorítimos como esse apenas reforça a suspeita de uma ação orquestrada entre as grandes redes sociais para inibir o crescimento do conservadorismo no mundo, principalmente nos Estados Unidos (ponte de exportação ideológica para todo o planeta) e na Europa.


Fonte: EFE
Situação de venezuelanos é fruto da cumplicidade de Lula e a incompetência de Temer

Situação de venezuelanos é fruto da cumplicidade de Lula e a incompetência de Temer




No sábado, refugiados venezuelanos foram agredidos e expulsos das tendas que ocupavam em Pacaraima, em Roraima. A agressão aconteceu, de acordo com a Folha de SP, depois que um comerciante local foi agredido por quatro venezuelanos em uma tentativa de assalto. As autoridades brasileiras locais não intervieram.

Desde 2017, cerca de 130 mil venezuelanos já fugiram para Roraima do “excesso” de democracia que o ex-presidente Lula, preso por corrupção e lavagem de dinheiro, disse existir na Venezuela socialista sob o ditador Maduro.



Quem criou esta situação foi o presidente Michel Temer, o “estadista de garagem”, que ainda que condene a ditadura esquerdista que governa com mão-de-ferro a Venezuela, é leniente em relação ao problema de imigração.

Seria interessante saber se Aloysio Nunes, o chanceler do PSDB que liderou a aprovação da Lei de Imigração, que prejudica a nação, responderá por seus atos.

Aliás, aqueles que apoiaram a Lei de Imigração deveriam abrir suas casas para receber os venezuelanos, sob seu cuidado direto. É fácil apoiar tal lei e empurrar os imigrantes para abrigos do governo ou igrejas. Esgarçar as instituições brasileiras é fácil. Predar o estado de bem-estar social capenga de nosso país não implica sacrifício pessoal ou demonstração de verdadeira caridade cristã.



Aqueles a favor dos imigrantes deveriam abrigá-los em suas casas, sustentando-os com seu esforço pessoal. Se não for assim, o discurso de apoio à Lei de Imigração é só arrogante, inconsistente e hipócrita.

E o governo federal que cuide para que a insatisfação e a revolta popular que ocorreu em Roraima não tome conta de todo o país. Ninguém atura mais as decisões estúpidas de nossos governantes, como abrir as fronteiras em meio à maior crise econômica que o país enfrenta.

O Brasil está no ponto para entrar em ebulição.

Já temos 14 milhões de desempregados.
Cristãs e conservadoras - Futuro da bancada feminina no Congresso será o terror da esquerda

Cristãs e conservadoras - Futuro da bancada feminina no Congresso será o terror da esquerda


Se você acha que o cenário político no Brasil não está bom para a esquerda, tenha certeza que se depender de algumas mulheres, cristãs e conservadoras, isso vai piorar e muito.

O número de candidatos conservadores cresceu significativamente nas eleições desse ano, e entre eles estão mulheres que prometem defender com unhas e dentes interesses que passam longe das pautas promovidas pela bancada feminista atual no Congresso.

O ano de 2014 parece ter sido apenas um ensaio do que estaria por vir. Se naquela ocasião a esquerda foi derrotada na maioria dos pleitos que disputou, agora em 2018 a tendência é que este cenário se repita, porém, de forma avassaladora.



Nomes como Janaína Paschoal (PSL-SP), Marisa Lobo (AVANTE-PR), Priscila Costa (PRTB-CE) e Joice Hasselmann (PSL-SP), apenas ilustram o quanto a ala feminina também poderá se renovar, levando para o Congresso, ou parlamento, nomes de peso que há anos militam por causas sociais e já possuem milhares de seguidores no país.

Janaína Paschoal - A advogada do impeachment


A advogada e professora da Universidade de São Paulo (USP), Janaína Paschoal, foi uma das responsáveis por apresentar o pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, tornando-se uma figura marcante em todo o país por suas falas contundentes, expressão emocional e coerência jurídica na condução do processo que resultou na queda do Governo do PT em 2016.



Além disso, Janaína que é uma católica devota, também defende pautas conservadoras, sendo contrária, por exemplo, à legalização do aborto e das drogas. Não por acaso, ela foi convidada para se candidatar a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro esse ano, já tendo declarado o seu voto ao candidato, mas precisou recusar a oportunidade por motivos familiares.

Janaína concorre ao cargo de deputada estadual por São Paulo, com o número 17317.


Marisa Lobo - A principal voz contra a ideologia de gênero


Conhecida como "Psicóloga Cristã", Marisa Lobo se tornou famosa no país por comprar inúmeras brigas judiciais contra o Conselho Regional de Psicologia do seu estado, o Paraná, após ela se posicionar publicamente contra a distribuição do "kit-gay" nas escolas de ensino fundamental e também defender os ex-gays.



De lá para cá Marisa Lobo escreveu vários livros, se especializando no combate à "Ideologia de Gênero", o que lhe rendeu novas perseguições ideológicas e religiosas, em especial, promovidas por ativistas do movimento LGBT.

Atualmente Marisa viaja o Brasil inteiro dando palestras contra a ideologia de gênero, principalmente dentro das igrejas evangélicas. Aliada ao candidato Jair Bolsonaro, ela também defende pautas como a promoção do parto humanizado e a desburocratização da laqueadura tubária para mulheres, entre outros.

Marisa Lobo é candidata a deputada federal pelo Paraná, com o número 7070.

Priscila Costa - A "odiada por feministas"


Outra voz ativa contra a ideologia de esquerda no país é a vereadora de Fortaleza, Priscila Costa. Natural do Ceará e formada em jornalismo, Priscila Costa também é presidente do Movimento Força Jovem na cidade, iniciativa ligada à Assembleia de Deus, da qual é membro e atua com “fé e consciência para a juventude cristã do estado”.



Segundo Priscila, "é dentro de nós que está toda força para entrar na guerra contra as ideologias do atraso, a política do crime, a pedagogia da erotização infantil, a cultura do aborto e toda degradação socialista que, através de suas estruturas corruptas de poder, subjulgou nossas escolas, nossas famílias e nossas crianças".

A vereadora ganhou notoriedade em seu estado por se posicionar de forma contundente contra pautas liberais e confrontar o ativismo ideológico do movimento feminista e LGBT, além de apoiar a operação Lava Jato e a luta contra a corrupção.

Priscila é candidata a deputada federal pelo Ceará, com o número 2828.

Joice Hasselmann - A jornalista do impeachment 


A jornalista Joice Hasselmann trabalhou na rádio CBN, na BandNews FM, na revista VEJA como apresentadora do TVEJA e em vários outros veículos de comunicação, como a Jovem Pan, onde ficou bastante conhecida durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, por suas críticas precisas e abertamente opositoras ao Governo do PT.



Hasselmann é uma apoiadora sagaz do combate à corrupção, fiel defensora da operação Lava Jato e aliada ao candidato Jair Bolsonaro, dividindo com ele pautas como a revogação do Estatuto do Desarmamento e o combate à ideologia de gênero, entre outros.

Hasselmann é candidata a deputada federal por São Paulo, com o número 1771.

O que elas possuem em comum?

Seria possível citar outros exemplos de mulheres notavelmente conservadoras em destaque no cenário político atual, como a procuradora Bia Kicis, candidata a deputada federal por Brasília, e Ana Caroline Campagnolo, candidata a deputada estadual em Santa Catarina, ambas declaradamente "antimarxistas" e "antifeministas".

Mas, o que essas mulheres possuem em comum?

Primeiramente, é fácil observar que todas são aliadas ao presidenciável Jair Messias Bolsonaro. Algumas fazem questão de demonstrar isso em suas redes sociais. Consequentemente, também é fácil saber que pautas centrais como o combate à corrupção, facilitação no direito ao porte de armas e liberdade econômica são temas comuns.



A luta contra a ideologia de gênero, o ativismo feminista e LGBT também são destaques em todos os exemplos. Além disso, a presença da vida religiosa, especialmente a cristã, e a valorização da família tradicional são outras pautas defendidas por elas.

Oportunidade de renovação


O fato mais importante nisso tudo é a oportunidade de renovação política. Por décadas o Brasil foi majoritariamente influenciado pela ideologia de esquerda, especialmente durante a era petista. A população agora possui a chance de realizar mudanças profundas nesse cenário, elegendo representantes novos e com força de articulação.

Talvez algumas das candidatas mencionadas aqui não ganhem às eleições, mas o simples fato de entrarem na disputa já mostra a força que o pensamento conservador e cristão obteve nos últimos anos. Se trata de uma evolução e e ela por si mesma é uma vitória, tendo em vista a pressão que exerce sobre os que já estão no poder.

No final das contas é a população que decide. Resta saber se faremos jus ao que reivindicamos ao longo dos anos ou se seremos, mais uma vez, irresponsáveis o bastante para votar errado.
Marina Silva tentou lacrar com Bolsonaro, mas foi desmoralizada ao obter resposta cirúrgica

Marina Silva tentou lacrar com Bolsonaro, mas foi desmoralizada ao obter resposta cirúrgica


Marina Silva e Bolsonaro protagonizaram o episódio de maior tensão no debate presidencial realizado na última sexta-feira (17) na Rede TV!, quando a candidata da REDE resolveu confrontar o candidato do PSL e terminou ficando a ver navios com a resposta recebida


Marina Silva tentou se aproveitar de uma das pechas lançadas sobre o candidato Jair Messias Bolsonaro, a saber, de que ele teria defendido que mulheres deveriam ganhar menos que os homens em condições iguais de trabalho. Todavia, a resposta que a candidata da REDE recebeu acabou expondo o seu maior ponto falho diante do eleitorado, que é o equivocado conceito de Estado laico.



A grande mídia, como é de se esperar, está tratando o episódio em favor de Marina Silva, procurando transmitir para uma parcela da população (facilmente manipulável e com deficiência de análise crítica dos fatos) que Bolsonaro foi "colocado no seu devido lugar", como sugeriu no mesmo embate o candidato do PSOL, Guilherme Boulos.

Todavia, o que se pode observar com muita clareza foi que Marina Silva não apenas demonstrou perder o controle emocional durante o seu questionamento, tentando interromper a fala de Bolsonaro durante o seu tempo de resposta e sendo, por ele mesmo, obrigada a calar por advertência, como também acabou desmoralizada ao ser exposta a sua contradição acerca da posição sobre à legalização do aborto e da maconha.



Em nenhum outro momento do debate qualquer presidenciável interrompeu a fala do adversário. Marina Silva deixou transparecer a sua ira diante de Bolsonaro, provavelmente seguindo o conselho dos seus marqueteiros de que ela precisa, urgentemente, polemizar e criar situações midiáticas para conseguir aparecer na grande mídia e recuperar um pouco do eleitorado que vem perdendo gradualmente. 

Uma questão simples de entender


Questionado sobre a desigualdade salarial entre homens e mulheres, Bolsonaro havia respondido que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já garante a igualdade salarial, não havendo motivo para se preocupar com isso, senão com o cumprimento das leis que já estão estabelecidas. Em outras ocasiões, como no debate realizado pela Rede Bandeirantes, o mesmo candidato citou o setor público como exemplo, argumentando que nenhum funcionário público é tratado com desigualdade, desde que alocado nas mesmas funções.

Bolsonaro argumenta que o setor privado, por outro lado, o Estado não deve interferir, pois é o empreendedor que define às regras e não o Governo. Resta nesse caso, segundo ele, o bom senso do empresariado e a disputa natural dos cargos, onde a maioria é definida por competência profissional e não pelo gênero sexual.



De fato, Bolsonaro está certo. Quem trabalha há anos no setor privado pode facilmente constatar que a meritocracia não enxerga gênero sexual, mas sim resultados. O empresário não está preocupado se quem vai ocupar um cargo em sua empresa é homem ou mulher, mas sim quem vai lhe dar lucro ou não, isso é algo estritamente relacionado à competência profissional, aliado ao perfil do cargo e interesse de quem o ocupa.

Oportunismo de Marina Silva


Após frisar que a questão sobre a desigualdade salarial é regulada pela CLT, Bolsonaro basicamente encerrou o assunto, deixando claro que o "não se preocupar com isso"diz respeito ao que já está garantido por lei. Sem ter como contra-argumentar, Marina Silva então parte para o apelo midiático, dizendo que o candidato deseja ganhar a eleição "no grito".

Os exemplos citados por Marina Silva, sobre preconceitos que a mulher ainda sofre no seu ambiente de trabalho, nada tem a ver com a questão objetiva sobre desigualdade salarial. Ela tentou dar outro contorno ao seu argumento, uma vez que o ponto central da sua pergunta já havia sido respondido com precisão. Neste caso, a pergunta não foi sobre os preconceitos no ambiente de trabalho contra a mulher, mas sim, sobre desigualdade salarial.

Uma vez que a pergunta foi respondida objetivamente, Marina Silva tentou engrenar outra problemática para constranger o candidato do PSL, tentando reforçar contra ele a pecha de "misógino".



  O que estão aprendendo os nossos filhos


Outra tentativa da candidata da Rede foi lançar sobre Bolsonaro a ideia de que o mesmo está ensinando aos nossos filhos a violência. Ora essa, a citação desse tema por si mesmo já ilustra o desvio de argumentação de Marina em relação ao questionamento original.

Ao apelar para o exemplo de Bolsonaro ao gesticular com uma criança o desenho de uma arma em mãos, Marina Silva explora o lado emocional do telespectador. Ela simplesmente desviou o foco do questionamento anterior para especular a imagem que a grande mídia tem conferido ao candidato do PSL.

A verdade, no entanto, é que Marina Silva mais uma vez deu um tiro contra o próprio pé, pois a absoluta maioria da população desse país entende que é melhor ensinar uma criança a se defender no futuro utilizando uma arma, do que achar que tocar um homem nu em exposição de "arte", por exemplo, é algo bom. Onde estava a candidata da REDE quando tal episódio aconteceu?

Por fim, Marina Silva apelou para a grande mídia. Se a sua intenção foi criar manchetes, ela conseguiu. Mas se ela esperava com isso ganhar o apoio popular, certamente não teve sucesso, pois a população já não é mais refém de três ou quatro grandes veículos de comunicação. 

Por outro lado, Bolsonaro se manteve sereno e conseguiu atingir com precisão o calcanhar de Aquiles da candidata da REDE, o que não foi apenas suficiente para lhe desestabilizar, como para lhe deixar religiosamente desmoralizada.

Assista o momento do debate entre Bolsonaro e Marina, abaixo:


Após sofrer ameaças, candidatura de psicóloga "conservadora e cristã" dispara no Paraná

Após sofrer ameaças, candidatura de psicóloga "conservadora e cristã" dispara no Paraná

Se a intenção de alguns ativistas LGBT é "destruir" a candidatura da psicóloga Marisa Lobo ao cargo de deputada federal pelo estado do Paraná, o plano parece que não está dando nada certo


A psicóloga Marisa Lobo denunciou recentemente em suas redes sociais que estava sendo vítima de ameaças de um grupo LGBT que havia prometido lhe "destruir", principalmente, pelo anúncio da sua candidatura ao Congresso.



Nas imagens divulgadas pela psicóloga o grupo afirma em tom de ameaça que "a hora dela está chegando", fazendo referência também à presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), a petista Gleisi Hoffmann, como alternativa política contra Marisa Lobo.

Todavia, desde a publicação das denúncias e a oficialização da sua candidatura no último dia 15, Marisa Lobo disse ter ocorrido um aumento de 400% nas procuras por seu nome e em contatos para apresentar suas posições políticas.

"Agora podem gritar, sou oficialmente candidata a deputada federal pelo Paraná. Meu número é 7070. Paraná terá uma deputada a altura", escreveu ela em sua página, comemorando a oficialização do seu nome e a evolução da campanha.



Com pautas conservadoras e conhecida como "psicóloga cristã", Marisa Lobo também fez questão de manifestar apoio à Lava Jato, operação que é coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol, membro da mesma igreja frequentada por Marisa, no Paraná.

"Serei sim a voz da Lava Jato e das 70 medidas contra corrupção", destacou ela em outra ocasião, comemorando também o destaque positivo na campanha do seu correligionário e candidato ao Governo do Paraná, Ratinho Júnior.

"Obrigado Paraná pela confiança, já são 45% dos paranaenses que estão conosco. Cansados da velha política, das mesmas famílias governando nosso estado. É hora de enxugar a máquina pública para investir em segurança, saúde, educação e infraestrutura, melhorando nossa economia", escreveu a psicóloga.
VERGONHA: Rede TV! deixará púlpito vazio em referência a Lula em debate presidencial

VERGONHA: Rede TV! deixará púlpito vazio em referência a Lula em debate presidencial


A emissora de televisão RedeTV! e a revista IstoÉ realizam às 22 horas desta 6ª feira (17), debate com 8 candidatos a presidente, mas deixando um púlpito vazio em referência ao ex-presidente condenado por corrupção, Luis Inácio Lula da Silva.

Participam Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (Psol), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).



O candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Assim, segundo informações do jornal O Globo, a emissora deve deixar vazio o púlpito no qual ele ficaria durante a exibição do programa.

O debate vai passar na RedeTV! e a mediação será dos jornalistas Amanda Klein, Boris Casoy e Mariana Godoy.

O pais da corrupção endossado pela mídia


A fama internacional de que o Brasil é o "país da corrupção" não é por acaso. A própria mídia colabora para que sejamos um povo manipulado por criminosos, como possivelmente fará a Rede TV! no debate de hoje, ao deixar um espaço vazio em referência à Lula.



O registro de candidatura de Lula no TSE não o torna candidato de imediato. Há um prazo para recursos e posterior impugnação dos registros, para só então os candidatos serem oficialmente reconhecidos como tal.

Além disso, todos sabem que Lula está inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa. O que vai além disso não passa de especulação e baderna midiática do Partido dos Trabalhadores na intenção de salvar a própria pele no futuro.

A mensagem que a Rede TV! transmite para o país, ao deixar um espaço vazio em referência a um presidiário, no mais importante debate da nação, é que a justiça brasileira não possui qualquer credibilidade. Que às leis e a garantia da ordem são piadas. Além disso, que o debate é nada mais do que um "showmício", e não uma oportunidade séria de contribuir para o futuro do país através da informação.

Qualquer empresa de comunicação deve possuir bom senso e ter responsabilidade com o que transmite. Insinuar, através de uma cadeira vazia, que um presidiário é um candidato legítimo ao cargo de Presidente do país, é definitivamente uma chacota com o poder público e principalmente com o povo brasileiro.

Por: Will R. Filho