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Após gibi, Convenção Batista lançará desenho animado contra a ideologia de gênero

Após gibi, Convenção Batista lançará desenho animado contra a ideologia de gênero


Após a Convenção Batista Brasileira (CBB) lançar o gibi Viva a Diferença, que aborda os perigos da ideologia de gênero de uma maneira que crianças consigam entender, a CBB produz um novo produto em formato de desenho animado.

O vídeo Viva a Diferença – Falando Biblicamente Sobre Ideologia de Gênero foi feito com apoio do deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ) em parceria com a psicóloga Marisa Lobo que explica, do ponto de vista científico, porque as diferenças naturais entre homens e mulheres devem ser celebradas.


 – O ser humano que tem a identidade firmada na natureza é um ser humano sem conflitos. Hoje as crianças ouvem muitas coisas, o que provoca uma confusão muito grande na cabeça delas, falando sobre vários gêneros. Isso causa muitos conflitos, provados cientificamente.

O gibi e, agora, o desenho, são feitas para eles entenderem que cada sexo tem o seu papel. Também falam sobre equidade. Pontuamos a questão biológica na escolha dos brinquedos, que também tem comprovações científicas – declarou a psicóloga ao Pleno News.

O intuito dos produtos é dar ferramentas aos pais e educadores para tratarem sobre o assunto com as crianças. A animação será lançada em breve.

Fonte: Pleno News
Mudei porque não tenho vergonha de pensar - A visão de um ex-"lulista"

Mudei porque não tenho vergonha de pensar - A visão de um ex-"lulista"


Considero uma tarefa fácil destruir a narrativa do PT. Os petistas criaram o que se chama “narrativa” e, no caso, é composta por alguns elementos:

1 – Lula é Inocente;

1.1 – Não há nenhuma prova contra Lula;

1.2 - Lula está sendo perseguido.

A resposta a estes dois pontos tem como base de partida o “complô” contra Lula. Existe mesmo um complô? Quem faz parte do complô? Em primeiro lugar a Procuradoria Geral da República e a Policia Federal seguidos pelo STF.

Então entra a mídia, particularmente a rede globo. Esta mesma que deu tanto apoio a Lula ao ponto de dizer que o Obama declarou: “Este é o cara”. Evidente que não há necessidade de saber muito inglês para saber que a frase foi: “Este é meu garoto".

Esta coisa, apesar de fragrante falsidade (Este é o cara não tem a mesma conotação de este é meu garoto) foi encampada por todos os professores universitários com os quais discuti na UFRPE.

Mas falta “alguém” ou alguma coisa neste “complô” contra Lula: A ONU. Mais precisamente a Comissão De Direitos Humanos – CDH- da ONU. Lembremos que antes do julgamento em segunda instância, o PT declarou que iria ao que, de fato, era confiável (Palavras da Gleisi Hoffman e de Lindbergh Farias).

Então Lula foi condenado em segunda instância e o PT recorreu ao que era confiável. O resultado é que, agora, pelas negativas da CDH, temos, por fim, o complô completo! O mundo é contra Lula. O mundo faz parte do complô.

Mas resta uma alternativa: o Papa! Balela. Lula preso como qualquer outro corrupto. E é bom lembrar que o Temer vai ser alvo da PGR quando sair do cargo.

2 – Dilma sofreu golpe. Mas que golpe? Esta narrativa não só é estúpida como, colocada por professores em sala de aula, apresenta ao alunado uma “versão” ignorante do que vem a ser um golpe.

Todo e qualquer dicionário que traga a palavra golpe no sentido de afastamento de governante, particularmente do presidente da república, vai dizer que a definição de golpe de Estado (a não ser que estejam falando de golpe enquanto substantivo) é o “fechamento das instituições”.

Golpe de Estado é derrubar ilegalmente um governo constitucionalmente legítimo. Os golpes de estado podem ser violentos ou não, e podem corresponder aos interesses da maioria ou de uma minoria, embora este tipo de ações normalmente só triunfa quando tem apoio popular.

Mas o seu aluno, colega, vai carregar na bagagem que golpe é afastar o presidente seja como for. A realidade é que, em qualquer regime presidencialista nos moldes do Brasil, se o presidente não tiver maioria no congresso ou uma popularidade como a de Lula no final de seu mandato, é afastado assim que os parlamentares desejarem.

Não importa se é culpado ou não. Digo sem medo: O Lula não teria sofrido Impeachment. Com base no quê? Lula foi o chefe do mensalão. Apenas o Ministro Marcos Aurélio disse isso com todas as letras. Mas, e então, porque o STF não entrou nesta seara? Porque o Procurador Geral da PGR, agora fazendo parte do “complô”, não o citou. O STF não foi provocado, como dizem os juristas.

Desta forma o que temos? Uma presidente legalmente afastada, um vice-presidente legítimo no poder, como determina a constituição, e um ex-presidente na cadeia, como deve ser.

Nós seremos um país sério? É possível. É possível quando as seitas tais quais o PT não mais existirem. Muita coisa mudou para melhor com este processo todo, a história de quem viveu estes tempos pode não ser a historia oficial. Mas é a verdadeira história, a história da maioria das pessoas que se dignam a pensar.

Fui lulista de carteirinha, e mudei. Mas já dizia Göth: “mudei porque não tenho vergonha de pensar”.

ONU pede "ações urgentes" contra a discriminação de LGBTs no mundo, em Genebra

ONU pede "ações urgentes" contra a discriminação de LGBTs no mundo, em Genebra

Um especialista em direitos humanos da ONU pediu nesta segunda-feira a todos os Estados-membros que tomem "ações urgentes" para erradicar a violência e discriminação contra a comunidade LGBT.


Assim afirmou o novo relator especial da ONU para a proteção contra a violência e a discriminação baseada na orientação de gênero e identidade sexual, Victor Madrigal-Borloz, em seu primeiro discurso oficial perante a 38ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que começou hoje em Genebra.


"A cada dia milhões de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e pessoas com outras identidades sexuais são submetidas a ações de grande crueldade unicamente baseadas em quem são ou ao que desejam ser", sustentou Madrigal-Borloz.

"Negar este fato é ofensivo para a dignidade de todos os que estão sujeitos à discriminação, assim como para a consciência global", acrescentou.

Neste sentido, defendeu que "se opor a criar ações para proteger este coletivo desafia a lógica e qualquer justificativa".

O relator opinou que o estigma e os preconceitos, reforçados por leis e regulações discriminatórias, são "a raiz" da violência e da discriminação e garantiu que "nenhum país e nem região do mundo estão isentas desta praga".


O especialista denunciou que mais de 3 bilhões de pessoas vivem em países nos quais as leis ou outras medidas criminalizam seus cidadãos pela sua orientação sexual, por isso que considera que o reconhecimento do problema e a adoção de medidas efetivas comportariam uma "diferença significativa".

Por isso, pediu a todos os membros das Nações Unidas que escutem o testemunho de pessoas afetadas pela discriminação e que "empreendam ações".

Comentário:

O tal "especialista" da ONU esqueceu de falar contra a discriminação praticada nos países de maioria muçulmana, onde homossexuais são presos e até assassinados por sua condição sexual. Nestas regiões, onde a orientação homossexual é criminalizada, sim, existe grande discriminação.


Todavia, como a ONU não possui interesse algum na proteção da pessoa humana, ma sim no cumprimento estratégico da sua engenharia social, ela ignora a realidade sobre como são tratados os homossexuais pela religião que mais cresce no mundo e está, aos poucos, modificando a cultura européia.

No mais, atentem para o que o representante da ONU diz no trecho "...e pessoas com outras identidades sexuais". Ora, quantas identidades sexuais existem? Note que a declaração vem logo após o mesmo especificar que existem "lésbicas, gays, bissexuais, transexuais...", sugerindo que, na verdade, ele está se referindo a outra categoria de "identidades"


Seria, por exemplo, uma defesa prévia de "identidade pedófila?". Ou, Zoófila? Esse é o caminho para o qual a ONU e os defensores da ideologia de gênero estão apontando há anos. Para saber mais, leia: "Toda forma de amor vale a pena - Entenda a armadilha ideológica por trás dessa afirmação".


Fonte: EFE
Comentário: Will R. Filho
FIFA abre processo contra torcida mexicana por "cantos homofóbicos" em jogo com Alemanha

FIFA abre processo contra torcida mexicana por "cantos homofóbicos" em jogo com Alemanha


A Fifa abriu nesta segunda-feira um procedimento disciplinar contra a Federação Mexicana de Futebol (Femexfut) pelos cantos de torcedores do país durante a vitória da 'Tri' sobre a Alemanha, por 1 a 0, no Estádio Luzhniki, em Moscou, na estreia das duas seleções pelo grupo F da Copa do Mundo.

Durante a partida, os torcedores entoaram o conhecido grito de "puto", que significa "bicha" em espanhol, quando o goleiro alemão, Manuel Neuer, cobrava tiros de meta.

A seleção mexicana já tinha sido punida por motivo similar na Copa das Confederações, na própria Rússia, no ano passado, e Copa do Mundo de 2014, no Brasil, onde os torcedores também repetiram os cantos homofóbicos a cada tiro de meta cobrado pelos goleiros adversários.

A Femexfut tem pedido para os torcedores do país para evitar esse tipo de cântico, sem sucesso.

Comentário:

Quem conhece o futebol e principalmente frequenta estádios, sabe com perfeição de que esse é um ambiente onde palavrões e xingamentos de todos os tipos existem aos montes.

Julgando meramente a questão ética, sem dúvida alguma o árbitro de futebol é a figura mais achincalhada durante os jogos, e os jogadores, evidentemente, não escapam disso.

Sob nenhuma hipótese xingamentos e ofensas são justificáveis em dado contexto. Isso parte da ignorância dos próprios torcedores e da alienação provocada pelo próprio futebol.

A torcida mexicana está tão errada quanto outras que utilizam palavrões semelhantes contra os árbitros, jogadores, bandeirinhas e muitos outros. O fato que chama atenção é o policiamento seletivo da FIFA, já que outros xingamentos também são ofensivos.

 Ao que parece, há uma preocupação muito mais em parecer politicamente correto para o mundo do que combater a verdadeira ignorância que permeia os estádios de futebol.

Fonte: EFE
Comentário: Will R. Filho
Hospitais católicos serão obrigados a realizar abortos, após aprovação na Irlanda

Hospitais católicos serão obrigados a realizar abortos, após aprovação na Irlanda


Espera-se que hospitais irlandeses de tradição católica realizem abortos quando novas leis sobre rescisões entrarem em vigor, disse o primeiro-ministro irlandês.

Leo Varadkar disse que os médicos, enfermeiras ou parteiras poderiam optar por não realizar procedimentos por motivos de consciência. No entanto, instituições inteiras não terão essa opção.

Varadkar estava abordando as preocupações sobre abortos cirúrgicos levantados no Dáil (parlamento irlandês).

O governo está elaborando uma legislação que permitirá que qualquer mulher solicite um aborto em até 12 semanas, sujeito a um período de reflexão, e permitirá o aborto em casos extremos entre 12 e 24 semanas.

O taoiseach [chefe de Governo] disse que a legislação seguiria o modelo de 2013, do Ato de Proteção à Vida Durante a Gravidez, que permitia o aborto em circunstâncias médicas extremas e permitiria que os médicos [neguem fazer o procedimento por conta própria].

"Não será, no entanto, possível para os hospitais financiados pelo Estado, independentemente de quem seja o seu patrono ou proprietário, optar por não fornecer estes serviços necessários que serão legais neste estado uma vez que esta legislação seja aprovada pelo Dáil e Seanad  senado)", acrescentou. "Estou feliz em lhe dar essa garantia."

O Sr. Varadkar acrescentou: "Essa legislação permitirá que os indivíduos se retirem com base em suas consciências ou em suas convicções religiosas, mas não permitirão que as instituições não realizem.

"Assim, tal como acontece agora na legislação para a Lei de Proteção da Vida Durante a Gravidez de 2013, hospitais como, por exemplo, a Holles Street, que é um hospital tradicional católico, o Mater, São Vicente e outros serão obrigados e espera-se que realizem qualquer procedimento que seja legal neste estado e esse é o modelo que vamos seguir".

Comentário:

Alguns cristãos favoráveis ao aborto e outras pautas liberais, como a união de pessoas do mesmo sexo reconhecida oficialmente pelo Estado, alegam que sua posição diz respeito aos direitos individuais. Isto é, que defendem, na verdade, não a prática em si, mas o direito de cada pessoa de assumir a responsabilidade por suas decisões.

A Irlanda prova que esse argumento é um fracasso. No momento em que você abre mão da sua posição em nome de alguns direitos, esses mesmos direitos se voltarão contra você ou, no mínimo, exigirá a sua cumplicidade com a decisão do outro.

Se você defende o "direito de escolha da mulher" em abortar, por exemplo, mas afirma não defender o aborto em si, está sendo automaticamente cúmplice pelas consequências que essa mulher trará sobre a sua vida (e a do bebê), porque você se torna parte da decisão dela quando financia com seus impostos os materiais que serão utilizados pelo sistema de saúde para a realização do aborto.

A obrigação que os hospitais católicos irlandeses terão é um exemplo disso. O voto de quem defende o "direito de escolha" faz parte dessa obrigatoriedade, pois foi ele que deu ao Estado o poder de obrigar. Por isso é de extrema importância a participação política, de forma consciente.


Fonte: BBC 
Comentário: Will R. Filho
Copa? Mas, que Copa? O antes e depois do Brasil durante a Lava Jato

Copa? Mas, que Copa? O antes e depois do Brasil durante a Lava Jato


Quem diria! Começou o campeonato de futebol mais importante do mundo, mas ainda assim o clima festivo no Brasil parece estar praticamente inalterado. A Copa do Mundo de Futebol perdeu a fantasia na mente do brasileiro ou é só uma questão de momento?

O Brasil é conhecido como o "país do futebol", mas também o "país da corrupção" e do "carnaval", não por acaso. Nos últimos cinco anos, porém, a Operação Lava Jato, posta em prática pela Polícia Federal, mudou o quadro cultural e político em terras tupiniquins.


Pela primeira vez na história o Brasil se tornou conhecido internacionalmente pelo combate ao crime organizado. Personalidades como o juiz Sérgio Moro e a equipe de procuradores do Ministério Público Federal, chefiadas por Deltan Dallagnol, se tornaram grandes ícones do povo, inspirando uma geração cansada da corrupção que por décadas assola o país.

Sem dúvida o brasileiro mudou. Estamos mais conscientizados politicamente e isso faz com que velhas estruturas de modelagem cultural, como a Rede Globo e toda a TV aberta, percam poder de influência sobre nós.


Às redes sociais e o acesso mais facilitado às mídias alternativas, como o Opinião Crítica e inúmeros outros sites independentes, também ajudou muito na construção desse novo cidadão, cada vez mais crítico e exigente, o que é ótimo!

Há poucos dias da Copa do Mundo de Futebol, várias pessoas não sabiam a data de abertura do evento ou mesmo quando seria o primeiro jogo da seleção brasileira. Se não fossem os ambulantes que vendem bandeirinhas e outros acessórios da seleção nas ruas, talvez o conhecimento ficasse ainda mais difícil. Os amistosos da seleção, então, passaram despercebidos para muitos.

O antes e depois da Lava Jato


A mudança na cultura política do Brasil iniciou em junho de 2013, na ocasião dos protestos pelo "passe livre", em São Paulo. Na ocasião, a ex-Presidente Dilma Rousseff teve o seu governo abalado e a possibilidade do impeachment surgiu pela primeira vez, bem como o pedido por uma nova constituinte.


Em 2014, ano de eleição presidencial, a disputa acirrada acompanhada por inúmeras denúncias de corrupção envolvendo lideranças do Partido dos Trabalhadores, no caso conhecido como "mensalão", aumentou o interesse do brasileiro pela política. Àquele foi o ano em que surgiu a Lava Jato, deflagrada em março.

O resultado das eleições presidenciais não agradou boa parte dos brasileiros, desconfiados de fraude nas urnas eletrônicas. Isso fez com que já em março de 2015, mais precisamente no dia 15, cerca de 1 milhão de pessoas fossem às ruas protestar contra o Governo.

2015 foi um ano de protestos constantes e aumento da insatisfação com o rumo econômico do Brasil. A bola de neve cresceu, até que em 2016, também em março, novas manifestações reuniram milhões de pessoas pedindo a concretização do impeachment de Dilma Rousseff, aberto em dezembro de 2015 e finalizado em 31 de agosto do ano seguinte.


Enquanto isso, a Lava Jato não parou de deflagrar novas fases, revelando cada vez mais os bastidores do maior esquema de corrupção que o mundo já viu. Grandes empresários, lideranças políticas e até um ex-Presidente da República se tornaram réus, resultando na condenação e prisão de Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção e lavagem de dinheiro em 7 de abril de 2018.

Quem diria que o combate a corrupção no Brasil se tornasse o principal interesse do brasileiro? Que a situação econômica e política fossem, de fato, tratados com mais seriedade pelo cidadão, independentemente da classe econômica? Que assuntos envolvendo a moralidade, a família, drogas, aborto, a educação e até a liberdade religiosa fossem mais importantes do que 22 homens disputando uma bola no "país do futebol"?

Quem diria?


Por: Will R. Filho
Projeto para legalização do aborto até a 14ª semana é aprovado na Argentina

Projeto para legalização do aborto até a 14ª semana é aprovado na Argentina


A Câmara de Deputados da Argentina aprovou nesta quinta-feira um projeto de lei que procura descriminalizar o aborto até a 14ª semana de gestação, que passará agora ao Senado para eventual sanção definitiva.

A iniciativa, aprovada com 129 votos a favor, 125 contra e uma abstenção, teve até o último momento um final incerto pelas posturas opostas tanto dentro do oficialismo como na oposição - os líderes partidários tinham dado liberdade de consciência -, que marcaram um debate que começou às 11h local de quarta-feira e se estendeu por mais de 23 horas.

Entre outros aspectos, o projeto despenaliza qualquer aborto até a 14ª semana de gestação - e não só por estupro e perigo de saúde à mãe -, e estabelece que se a pessoa gestante é menor de 16 anos, deve realizar com seu consentimento.

"No Uruguai há uma lei de 2012, ali caíram os abortos e as mortes por aborto, porque há um Estado que procura resolver este problema. É uma decisão política, encarar um problema e encontrar uma solução", relatou Darío Martínez, da Frente para a Vitória (Partido Justicialista), em uma das últimas intervenções da longa sessão.

Por parte dos governista Mudemos, Silvia Lospenato considerou que "não dá para voltar atrás" diante do avanço da lei, já que "a sociedade já não é a mesma" e é possível "confunir a dor profunda e silenciada do aborto com a culpa, desigualdade e criminalização, e que se ampara na ausência do Estado".

Apesar de o projeto ter sido apresentado em até sete ocasiões, nas quais nem sequer chegou a ser debatido, em 1 de março o presidente Mauricio Macri - contrário ao aborto - optou por facilitar um debate que foi considerado "histórico" entre o leque político e social.

"É uma aberração a mulher poder abortar. Com esta lei, os médicos e enfermeiras também são obrigados a abortar. A Argentina pode destinar esse dinheiro que seria usado para o aborto gratuito, para conter essas mulheres que passam por uma gravidez não desejada. Temos que resguardar as duas vidas", considerou Karina Molina, de Mudemos.

Também contra, Silvina Frana, do FPV-PJ, afirmou que o problema "deve ser resolvido de outro modo", acompanhando às mulheres.

"A causa do tema é a vulnerabilidade e a pobreza. Ninguém ganha com o debate enquanto seguir havendo morte no nosso país. Quando são legalizados os abortos, vira uma prática habitual e isso é o que não compartilho", sentenciou.

Há dois meses, grupos a favor e contra o projeto - que chegou à Câmara pelas mãos da Campanha Nacional pelo Direito ao Aborto Legal, Seguro e Gratuito - realizaram intensas campanhas com grandes manifestações de um e outro lado.

É portanto há duas noites milhares de pessoas se reuniram na porta do Congresso, separadas por uma cerca entre as que querem o sim e as que se inclinam pelo não, aguardando a decisão dos legisladores.

No geral, as posturas favoráveis à descriminalização destacam que trata-se de "uma questão de saúde pública" para os mais vulneráveis, pelos cerca de 500 mil abortos clandestinos que ocorrem a cada ano na Argentina, principal causa de morte materna em 17 das 24 províncias, assim como a "liberdade" da mulher para decidir.

Além disso, as vozes contrárias se inclinam pela "defesa da vida", respeitando as duas vidas reforçando a educação sexual.


Fonte: EFE
CONFIRMADO: Gás sarin foi utilizado em ataque na Síria, segundo equipe da ONU

CONFIRMADO: Gás sarin foi utilizado em ataque na Síria, segundo equipe da ONU

CONFIRMADO: Gás sarin foi utilizado em ataque na Síria, segundo equipe da ONU

A missão de investigação da Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) confirmou nesta quarta-feira o uso de gás sarin e cloro contra a população civil no norte da província de Hama, no oeste da Síria, em 24 de março de 2017.

Os investigadores também consideraram como "muito provável" o uso do cloro como arma química contra um hospital da cidade de Al Ltamenah, também no norte Hama, no dia seguinte ao primeiro ataque.

As conclusões sobre os ambos os incidentes, segundo a Opaq, têm como base declarações de diferentes testemunhas, análises epidemiológicas e amostras colhidas na região.

A Opaq ressaltou, sem explicar o motivo, que a análise das informações recolhidas no terreno demorou mais tempo do que o normal para que a organização pudesse chegar às conclusões divulgadas hoje.

"O uso confirmado de sarin e cloro é profundamente preocupante. É fundamental que a comunidade internacional adote uma postura clara e firme contra o uso contínuo destas armas desumanas", alertou o diretor-geral da Opaq, Ahmet Üzümcü.

O diretor da Opaq ressaltou a necessidade de uma "grande resolução" para garantir a eficácia da Convenção contra as Armas Químicas como uma barreira permanente contra o uso e a fabricação deste tipo de armamento proibido.


Fonte: EFE