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A "profecia Sílvio Santos" - Já é possível sonhar com um futuro Governo Moro?

A "profecia Sílvio Santos" - Já é possível sonhar com um futuro Governo Moro?


No momento em que o presidente leito, Jair Messias Bolsonaro, anunciou ter convidado o juiz federal Sérgio Moro para assumir o cargo de Ministro da Justiça, o pensamento que passou pela cabeça de milhões de brasileiros certamente foi a imagem do maior nome da Operação Lava Jato sendo o futuro presidente do Brasil, entre eles o apresentador Sílvio Santos, do SBT.

A verdade é que apesar de muito cedo para especular tal possibilidade, no mundo da política estratégias são traçadas e pensadas muito antes do que imaginamos. Diferente do que muitos pensam, a cogitação de Sérgio Moro presidente do Brasil, futuramente, é plenamente real e fundamentada nos fatos que cercam o cenário político atual.



"Nunca antes na história desse país..." (eita!) o brasileiro se envolveu tanto com política. Leia-se aqui, todas às camadas sociais e não apenas setores específicos, como era no passado. Antes mesmo de Jair Bolsonaro ter sido oficializado candidato esse ano, Sérgio Moro já aparecia na lista de possíveis candidatos ao pleito em 2016, fruto da imensa aprovação popular ao seu trabalho na Lava Jato.

Apesar de já ter afirmado que jamais assumiria um cargo político (e de fato, ser Ministro da Justiça não é assumir cargo político), ao aceitar o cargo de Ministro da Justiça, Moro demonstra seu desejo de contribuir com o país, sinalizando que é possível, sim, haver mudança de pensamento no futuro.

Se Bolsonaro fizer um bom governo, o que muitos esperam, certamente quatro anos será pouco para "consertar" o Brasil. A reeleição dele ou de um indicado (por eventual impossibilidade) estará garantida, abrindo caminho para um novo nome em 2026 e reforçando, assim, os que já estão na sua equipe.



Se apenas metade do trabalho feito por Sérgio Moro na Lava Jato for realizado no Ministério da Justiça nos próximos anos, seu nome sairá fortalecido como nunca. Existe Eduardo Bolsonaro, o filho de maior projeção - política - do atual Presidente, mas seu nome até então parece soar muito mais como alguém das trincheiras, capacitado para atuar na linha de frente da Câmara ou do Senado. Mudanças são possíveis, mas diante de um Moro mais maduro e aprovado é difícil imaginar um quadro diferente.

Profecia Sílvio Santos


Recentemente o apresentador Sílvio Santos recebeu a ligação do Presidente Bolsonaro durante o programa que anualmente levanta dinheiro para as AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente), transmitido ao longo do último sábado (10).

“Nesses vinte e poucos anos que apresento o Teleton, é a primeira vez que um presidente faz a gentileza de ligar para o programa”, disse o apresentador, que em seguida cantou a pedra ressoada por muitos brasileiros:



”Sei que o Brasil não é um peso leve. Sei que o Brasil precisa de um presidente que tenha vontade de acertar e o senhor, nas primeiras medidas que tomou, já começou acertando. Aliás, eu não vou falar aquilo que penso, mas acho que nos próximos oito anos o senhor vai ficar no nosso governo e depois nos outros oito anos, tenho a impressão, é um palpite, não sou político, mas a sua escolha do juiz Moro… então eu acho que você pode ficar oito anos, depois passando para o Moro e ele fica mais oito. Então, o Brasil vai ter 16 anos de homens com vontade de fazer o Brasil caminhar", disse o profeta Sílvio.

Assista:


Conselho de Psicologia será investigado em CPI após cassação de psicóloga em SC

Conselho de Psicologia será investigado em CPI após cassação de psicóloga em SC


A psicóloga e escritora, Marisa Lobo, tomou conhecimento do caso envolvendo a também psicóloga do município de Tubarão, em Santa Catarina, Patrícia de Sousa Teixeira, que teve o seu registro profissional cassado pelo Conselho Regional de Psicologia do seu estado, após a divulgação de um vídeo onde aparece falando contra a ideologia de gênero e em defesa da "família tradicional".



Noticiamos o caso de Patrícia Teixeira aqui, alertando contra o que parece ter sido mais um caso de perseguição político-ideológica de ativistas infiltrados no Sistema Conselho de Psicologia do país, contra os profissionais que discordam das pautas ideológicas promovidas por esses, notadamente alinhados com políticas de esquerda.

Com base nisso, a psicóloga Marisa Lobo, que por diversas vezes já precisou lutar na justiça contra o Conselho Regional de Psicologia de Curitiba, se encontrou esta semana com o deputado federal Marco Feliciano, para lhe entregar um "dossiê" contra o Conselho Federal de Psicologia, pedindo a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o "aparelhamento político e ideológico" nessa autarquia.



"Entreguei ao Deputado Marco Feliciano um dossiê contra o Conselho de psicologia, provando seu aparelhamento político. Em reunião, o deputado prometeu tomar providências, e garantiu que vai pedir uma CPI, audiências públicas para discutir sobre a perseguição política, religiosa e ideológica contra psicólogos que não aceitam serem doutrinados por conselhos e universidades", escreveu Marisa em sua rede social.

A psicóloga também abordou a questão dos alunos em sala de aula, dizendo que muitos estão sendo coagidos por professores "doutrinadores":

"Entreguei também prints com várias denúncias, pedido de ajuda de alunos de psicologia que tem sido oprimidos por professores que igualmente os persegue em sala de aula, impedindo o verdadeiro conhecimento científico", acrescenta.

Caso Patrícia Teixeira


A cassação da psicóloga Patrícia Teixeira parece ter sido o estopim para a iniciativa de investigar o aparelhamento ideológico no Sistema Conselho de Psicologia. Marisa Lobo garantiu que este caso também será analisado na CPI, que tem como objetivo apurar denúncias e propor soluções, se necessário jurídicas, contra o ativismo nesses órgãos públicos.

Assista baixo o momento em que Marisa se encontra com Marco Feliciano:


Irmão de Bolsonaro diz que ele pescava de canoa e vendia peixes na praça, em Eldorado

Irmão de Bolsonaro diz que ele pescava de canoa e vendia peixes na praça, em Eldorado


Nos limites do Vale do Ribeira se encontra Eldorado, a cidade no qual o presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi criado pescando e buscando ouro no rio com seus amigos de infância, que lembram dele como um jovem curioso, brincalhão e aplicado na escola.

Bolsonaro chegou com 10 anos a esta remota cidade no sul do estado de São Paulo, rodeada de reservas naturais e que se sustenta de pequenos cultivos de banana e palmito e um turismo ainda incipiente.



Neste local foi criado o futuro chefe de Estado brasileiro, em plena ditadura militar e perto então de uma área de treinamento da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), uma guerrilha de extrema esquerda que lutou contra o regime.

Os vizinhos que conviveram com o presidente eleito lembram dele como um "menino normal" de "família humilde", desmontam a imagem de machista, racista e homofóbico que carregou durante a campanha eleitoral e rejeitam a ideia de que represente uma ameaça à democracia por ser um nostálgico da ditadura.

Seu pai ganhava a vida como dentista prático, ou seja, sem formação oficial. Com esse trabalho, alimentou Jair e seus cinco irmãos, outros dois homens e três mulheres (um sétimo morreu pouco depois de nascer).


Vários deles vivem ainda em Eldorado. O mais velho, Angelo Guido Bolsonaro, cuida de uma modesta loja de produtos eletrônicos (Eletrônica Bolsonaro) situada em frente a uma delegacia.

"Sou consciente de que por quatro anos não vou ver meu irmão", afirmou resignado Angelo Guido.

Angelo lembra que Jair passava bastante tempo no rio que rodeia a cidade, o Ribeira de Iguape, buscando o ouro narravado nas lendas locais, mas do qual nunca viu um rastro.

Também pescava com rede e canoa e, se o dia fosse produtivo, vendia uma parte na praça da cidade. Nessas aventuras, era acompanhado de Haroldo Sebastião Coutinho, que hoje tem 68 anos e nunca pensou que seu amigo de infância fosse se tornar presidente.

'Bastião', como era chamado por Bolsonaro, descreve o amigo de infância como "muito observador" e "estudioso", e, ao mesmo tempo, que gostava de brincar com seus companheiros e pôr apelidos em todo mundo.


"Naquele tempo era assim, hoje se fala bullying, mas era uma brincadeira, de boa", contou o homem que foi também companheiro de classe de Bolsonaro no colégio Dr. Jayme Almeida Paiva, onde o presidente estudou durante toda sua adolescência no turno da noite.

Seu professor de Física e Química era Valdemir Roque Vegini, já aposentado aos 72 anos e que recorda do jovem Bolsonaro como um aluno como os outros, mas destacado.

"Era um menino que perguntava bastante, não eram perguntas de 'pergunto por perguntar', ele queria aprender, percebemos sua vontade de querer mais. Foi um ótimo aluno de notas 9, 8 e 10. Respeitoso", detalhou Vegini à Efe.

Valdemir acredita que Bolsonaro "tem tudo para ser um bom presidente", o que para ele, como seu antigo professor, representa "um orgulho tremendo".

O atual diretor da escola, Domingos Felix Pontes, de quem o pai de Bolsonaro tirou um molar quando era criança, guarda em uma gaveta o último e amarelado boletim de notas do capitão da reserva do exército.

A melhor nota foi de Matemática (9,6) e a pior (7,6) na matéria denominada OSPB (Organização Social e Política Brasileira), que transmitia a ideologia conservadora do regime militar e exaltava o nacionalismo.

"Aparentemente, se o comparamos com os alunos que temos hoje, não seria o melhor da escola, mas estaria entre os bons alunos", assegurou Pontes.

Dali, o hoje governante eleito saiu para ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, no Rio de Janeiro, já que nesses anos fazer carreira no exército era visto como algo bom e um emprego garantido para "uma cidade que não tinha nada", comentou o professor.

Antes de se alistar, Bolsonaro, conhecedor das trilhas da região, ajudou os soldados na busca pelo capitão Carlos Lamarca, que desertou como militar para se transformar em guerrilheiro da VPR.

Segundo Valdemir, que também deu aula às suas três irmãs, Bolsonaro defendeu depois o ambiente político "no qual ele sempre esteve", mas acredita que "entre o dizer e o fazer existe uma distância grande".

"Tenho certeza que não vai usar o exército para manter a ordem. Não há necessidade porque o Brasil não precisa disso hoje", completou.

Bolsonaro prometeu a seu irmão Angelo e a seu amigo Haroldo que sua primeira viagem depois que assumir a presidência, no próximo dia 1º de janeiro, será para Eldorado, que já costumava visitar uma vez por ano para se reunir com família e não perder as raízes da cidade que lhe viu crescer.


Por: Carlos Meneses Sánchez / EFE
URGENTE: Psicóloga é cassada por Conselho após falar contra a ideologia de gênero

URGENTE: Psicóloga é cassada por Conselho após falar contra a ideologia de gênero


Recebemos a denúncia de que a psicóloga Patrícia de Souza Teixeira (CRP-12/06777), de Santa Catarina, teve o seu registro profissional cassado esta semana pelo Conselho Regional de Psicologia do estado (12º regiãõ), devido a divulgação de um vídeo em que a profissional aparece falando em defesa da "família tradicional" e contra a "ideologia de gênero".

Se trata do processo disciplinar ético número 401/15, denunciado pela Comissão de Orientação e Fiscalização do CRP-12, que teve como relator o psicólogo Nasser Haidar Barbosa.

De antemão já identificamos uma absurda contradição nos argumentos apresentados pelo CRP-12, em especial o relator do processo, contra a psicóloga. Isso, porque, se tais "argumentos" devem ser suficientes para cassar o registro profissional, o próximo cassado deverá ser o da psicóloga Ana Mercês Bahia Bock.

Para entender o motivo dessa afirmação, leia a denúncia que fizemos meses atrás, com esse título: "Psicóloga Ana Bock convoca para vigília 'Lula Livre' e viola a ética profissional".



O processo contra Patrícia Teixeira vem se arrastando desde 2015, quando um vídeo onde a psicóloga aparece falando contra a ideologia de gênero e em defesa da família tradicional foi divulgado nas redes sociais, na intenção de combater um projeto de lei estadual que pretendia abordar questões de gênero nas escolas públicas.

O vídeo é a peça chave do processo. Ele, segundo o parecer "técnico" que tivemos acesso, é o motivo da cassação da psicóloga. Veja abaixo, retornamos seguida:


A psicóloga Patrícia Teixeira não falou absolutamente nada diferente do que diversos especialistas no - mundo inteiro - também já falam, há anos. Isto é, que a ideologia de gênero é real e uma ameaça para a sociedade, uma vez que ela despreza a realidade biológica da sexualidade humana, e que por consequência contraria o que se entende por "família tradicional".

A família tradicional aqui, certamente, diz respeito a constituição familiar heteronormativa, referindo-se ao quesito biológico. Nesse aspecto, Patrícia Teixeira também está correta, pois diferentemente da homossexualidade, a heterossexualidade é um padrão biológico pré-ordenado e não - apenas - uma construção cultural, como alguns querem fazer pensar. Quem nos assegura disso é a ciência.



Por ora, essa matéria apenas noticia mais esse trágico episódio da psicologia brasileira, onde a perseguição ideológica e partidária se mostra gritante e anticientífica. Em outra ocasião, faremos um texto dissecando e refutando em detalhes o parecer do relator que julgou a necessidade de cassação da psicóloga, mostrando que a sua posição [do relator] é vergonhosa do ponto de vista científico e também constitucional.

Todavia, desde já afirmamos que a posição de Patrícia Teixeira acerca da "família tradicional" e da "ideologia de gênero" possui amplo fundamento científico (além de jurídico) e que por isso ela não violou qualquer código de ética da sua profissão.

Aguardem nossa atualização nos próximos dias.
HISTÓRICO: Vitória de Bolsonaro fecha a sepultura da esquerda na América Latina

HISTÓRICO: Vitória de Bolsonaro fecha a sepultura da esquerda na América Latina


A eleição de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente do Brasil fortaleceu ainda mais a guinada à direita começada há pouco tempo na América Latina, região em que a esquerda era hegemônica há uma década e na qual Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Cuba ficaram isoladas.

A vitória de Bolsonaro com cerca de 55% dos votos, contra quase 45% de Fernando Haddad (PT), deixou claramente a região inclinada à direita, devido ao peso e à influência do Brasil na América do Sul, da qual representa praticamente a metade tanto em população e território como em PIB.


As últimas nove eleições presidenciais na América Latina foram vencidas por candidatos liberais identificados com a direita (Argentina, Colômbia, Costa Rica, Chile, Equador, Honduras, o Paraguai e Peru), com a única exceção do esquerdista Andrés Manuel López Obrador, que ganhou em julho deste ano no México.

Há exatamente 11 anos, em novembro de 2007 e no ápice da influência da esquerda na região, a Cúpula Ibero-Americana de Santiago reuniu líderes emblemáticos como Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil), Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Cristina Kirchner (Argentina), Michelle Bachelet (Chile), Rafael Correa (Equador), Alan García (Peru), Tabaré Vazquez (Uruguai), José Manuel Zelaya (Honduras) e Daniel Ortega (Nicarágua).

Aquela reunião não contou com Fidel Castro (Cuba), e o único que contrastou em meio à elite esquerdista foi o colombiano Álvaro Uribe.

A virada da América Latina rumo à direita começou em novembro de 2015, com a vitória de Mauricio Macri na Argentina.


Em fevereiro de 2017, os equatorianos elegeram presidente Lenín Moreno, que, apesar de ser afilhado político de Rafael Correa, se distanciou da administração do esquerdista, se aliou à direita e até se aproximou dos Estados Unidos.

Em novembro de 2017, a vitória do conservador Sebastián Piñera no Chile pôs fim à liderança de Bachelet.

Em fevereiro deste ano, a Costa Rica optou pelo governista Carlos Alvarado, e Honduras, pelo conservador Juan Orlando Hernández.

O também conservador Mario Abdo Benítez, filho do secretário particular do ditador Alfredo Stroessner, assumiu a presidência do Paraguai em abril, e o colombiano Iván Duque, apadrinhado pelo direitista Álvaro Uribe, assumiu em agosto a chefia de Estado no segundo país mais povoado da América do Sul, após vencer no segundo turno o esquerdista Gustavo Petro.

O Peru é governado desde março por Martín Vizcarra, um político independente de ideias conservadoras e que foi escolhido para concluir o mandato do empresário liberal Pedro Pablo Kuczynski, cassado por causa de um escândalo de corrupção.

Segundo analistas consultados pela Agência Efe, a onda conservadora chegou à América Latina precedida por uma grave crise econômica em vários dos seus países, provocada pela queda dos preços das matérias-primas, principal produto de exportação, e pelos escândalos de corrupção protagonizados por vários governantes de esquerda.



Com a crise, o apoio que os governos de esquerda tiveram durante a bonança econômica praticamente desapareceu.

No novo contexto, a Venezuela quase ficou isolada e agora pode sofrer a pressão de seus dois principais vizinhos.

"Bolsonaro pode, assim como fez Iván Duque, deixar a Unasul (União de Nações Sul-Americanas) por considerá-la defensora da Venezuela, e se juntar a ele para pressionar medidas mais fortes contra o governo de (Nicolás) Maduro", disse à Efe a analista Andrea Hoffman, pesquisadora do Pontifícia Universidade Católica (PUC).

Comentário:

O plano da esquerda, através do Foro de São Paulo, era criar um bloco econômico, político e cultural unificado, segundo à ideologia socialista, tendo o Brasil como sua principal referência e fonte de recursos, contrastando o seu maior rival, até então os Estados Unidos.

A esquerda já vinha sofrendo derrotas significativas na América Latina, como bem demonstrado na matéria acima, mas ainda tinha a esperança de reaver seu controle com uma possível vitória do Partido dos Trabalhadores (PT) na presidência do Brasil. A eleição de Bolsonaro, todavia, enterra de vez essa possibilidade e confirma a "onda conservadora" que vem tomando força no mundo, em todos os continentes.

É fato que a esquerda vai continuar tentando resistir, mas não terá mais a mesma força. Não poderá contar com esquemas de corrupção em troca de favores e ampliação de poderes. Não terá mais a hegemonia nas universidades e repartições públicas.

Os remanescentes Cuba, Venezuela, Bolívia e Nicarágua não terão força econômica e cultural para contrapor o avanço da nova lógica administrativa em curso no continente. A tendência é que o regime socialista nesses países também caiam em seguida, pressionados internacionalmente, mas principalmente pela própria crise econômica e política em que já se encontram.

Novos e bons ventos deverão soprar a América Latina nos próximos anos.


Fonte: EFE
Comentário: Will R. Filho

Governo da Itália parabeniza Bolsonaro e pede extradição do comunista Cesare Battisti

Governo da Itália parabeniza Bolsonaro e pede extradição do comunista Cesare Battisti


O vice-presidente do Governo da Itália e ministro de Interior, Matteo Salvini, aplaudiu nesta segunda-feira a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente do Brasil e afirmou que também neste país "os cidadãos mandaram a esquerda para casa".

"Bom trabalho ao presidente Bolsonaro, a amizade entre nossos povos e nossos Governos será ainda mais forte. E depois de anos de palavras e mais palavras pedirei que nos devolvam à Itália o terrorista vermelho (Cesare) Battisti", escreveu Salvini na sua conta do Twitter.



Bolsonaro antecipou que, caso vencesse as eleições, extraditaria "imediatamente" Battisti, o que tinha sido vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia do seu mandato em 2010.

O italiano vive no Brasil e é condenado à prisão perpétua no seu país por quatro assassinatos cometidos há cerca de 40 anos, quando integrava o grupo Proletário Armado pelo Comunismo (PAC).

Comentário:

A vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais é a instalação de um clima de pânico nos planos da esquerda na América Latina, que antes almejava a dominação econômica e cultural do continente, obviamente, contando com os recursos do país mais rico da região, o Brasil. No entanto, a influência administrativa do Governo Bolsonaro já é maior do que se pensa, e ela pode ser vista na promessa de extradição de Cesare Battisti.


Até mesmo Nicolás Maduro, ditador venezuelano, já sinalizou interesse na abertura do diálogo com o Brasil. Isso, porque, ele sabe da oposição ferrenha de Bolsonaro ao regime socialista do seu país, o que poderá aprofundar ainda mais sua crise, caso o Brasil decida estabelecer sanções econômicas, isolando de uma vez por todas o regime de Maduro.

Fonte: EFE
Comentário: Will R. Filho
Bolsonaro marca o início de uma nova era política, econômica e cultural para o Brasil

Bolsonaro marca o início de uma nova era política, econômica e cultural para o Brasil


O dia 28/10/2018 se tornou histórico para o Brasil. Isso, porque, a população resolveu por fim a uma alternância de poder político-ideológico que vinha dominando o país desde a segunda redemocratização da República, em 1985. De lá para cá, os governos Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma apenas se revesaram, mantendo velhas práticas administrativas e uma luta pelo poder que resultou no desmanche da moralidade política e bilhões desviados dos cofres públicos.

A eleição de Jair Messias Bolsonaro para a Presidência do Brasil em 2018, no entanto, representa o grito de "basta" de milhões de brasileiros que cansaram dos velhos marajás da política nacional. Colocaram no poder um homem que contraria boa parte da lógica administrativa do "politicamente correto", e que apesar de estar na vida pública há 30 anos, sempre foi um ponto fora da curva, rejeitado pelo grande sistema.


A sinceridade marcou a campanha de Jair Bolsonaro. A naturalidade com que o então candidato afirmou não dominar certos conteúdos, como economia, foi crucial para conquistar a confiança da população. Dizer que depende de uma equipe capacitada e que seu papel será atuar como técnico, fez com que o povo identificasse uma postura honesta no candidato.

A franqueza acerca do que pensa em pontos vitais para a população também contribuíram muito para a eleição de Jair Bolsonaro. Ser declaradamente contrário ao aborto, ideologia de gênero, descriminalização das drogas, doutrinação escolar, foi um diferencial marcante se comparado aos seus principais adversários, sempre muito receosos acerca dessas questões. Defender a família tradicional, a cultura judaica-cristã e valores conservadores também foram determinantes.

Economicamente, Bolsonaro disse ter evoluído em seus conceitos. Se aliou ao mundialmente renomado economista Paulo Guedes e de pronto anunciou um plano de Governo economicamente liberal, chamando atenção dos investidores internacionais antes mesmo da sua eleição.


O Brasil que, desde Getúlio Vargas, vinha sendo administrado por uma lógica econômica paternalista, onde quanto maior o Estado, melhor, agora almeja um horizonte contrário a tudo isso. É o Estado que precisa diminuir. Estatais deficitárias serão privatizadas. Cargos que servem como cabide de emprego para troca de interesses partidários serão eliminados. O Brasil, em fim, poderá espirar mais aliviado.

O renomado astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, tenente-coronel da Força Aérea Brasileira, deverá assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, função inquestionavelmente merecida para alguém da sua envergadura. Pontes é uma referência científica dentro e fora do Brasil, antes pouco destacado nacionalmente. Apenas esta possível nomeação sinaliza uma mudança de perspectiva monumental em um Governo brasileiro.

Finalmente, ao brasileiro resta aguardar para ver como Jair Bolsonaro e sua equipe de governo vai conseguir lidar com os problemas da nação. Corrupção, criminalidade, aparelhamento das repartições públicas e da grande mídia, tudo no mesmo cenário. Mas a população mostrou que está atenta e vacinada contra muita coisa ruim. Às redes sociais se consagraram como uma força que não se pode mais subestimar, e é dessa forma que muitos esperam continuar contribuindo para um Brasil melhor.
ALERTA: Haddad e Ciro fazem manobra jurídica para tentar impugnar Jair Bolsonaro

ALERTA: Haddad e Ciro fazem manobra jurídica para tentar impugnar Jair Bolsonaro


Na iminência de uma derrota cada vez mais consolidada, a esquerda brasileira está fazendo de tudo para impedir que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, suba o Palácio do Planalto no dia 1 de janeiro de 2019. Após uma série de ataques coordenados pela grande mídia ter fracassado, opositores do capitão reformado agora apelam para o judiciário como última tentativa de barrar a sua eleição.

Com base em uma reportagem feita pelo jornal Folha de São Paulo, mídia já bastante conhecida pelo elevado grau de tendenciosidade das suas reportagens e ativismo contra candidatos conservadores, Fernando Haddad (PT) e o PDT, partido de Ciro Gomes que o apoia no segundo turno, vão entrar na Justiça para pedir a punição de Jair Bolsonaro (PSL) e a impugnação.



A alegação é de que a chapa Bolsonaro teria cometido crime eleitoral, por ter supostamente consentido com a disseminação de notícias falsas e marketing (mensagens) em massa pelas redes sociais, feito por empresas particulares, sem a devida prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral.

“Em qualquer lugar do mundo isso seria um escândalo de proporções avassaladoras, poderia encerrar até com a impugnação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno”, disse o petista Fernando Haddad, segundo informações da VEJA.

Estratégia jurídica premeditada?


A disseminação de "fake news" existe desde a popularização das redes sociais e está presente na campanha de todos os candidatos. Tanto apoiadores de Bolsonaro como de Haddad disseminam informações falsas. Isso ocorre em grande escala devido ao baixo nível de informação da própria população, assim como pela malícia de alguns opositores. Ou seja, este não é um fato anormal, mas já bastante conhecido no mundo inteiro.



O que parece estar ocorrendo nesse momento, no entanto, é uma tentativa da esquerda em utilizar a narrativa das "fake news" e propaganda voluntária em massa para realizar uma manobra jurídica contra a candidatura de Jair Bolsonaro. O principal motivo seria a adesão de empresários na campanha do PSL, como Luiciano Hang, dono da rede de lojas Havan.

A verdade, porém, é que qualquer pessoa pode deliberadamente fazer campanha para o candidato que preferir. Não é crime eleitoral promover o seu candidato, desde que o ato seja realizado pessoalmente, sem a participação de pessoas jurídicas de forma direta. Luciano Hang, por exemplo, não se manifesta em nome do seu CNPJ, mas dele próprio.

O nível de influência que um empresário tem é o mesmo que um artista famoso possui. Assim como um ator da Rede Globo, por exemplo, ou jornalista, que possui CNPJ individual, pode gravar um vídeo em defesa de algum candidato (como fazem assiduamente), um empresário também pode.



No caso da campanha de Jair Bolsonaro, seria impossível tal monitoramento, pois ela foi e continua sendo realizada por milhões de pessoas, voluntariamente, sem qualquer filiação partidária. Ainda que empresários tenham errado ao investir como pessoas jurídicas na campanha, isso não necessariamente tem relação com a campanha oficial do PSL, porque pode ter sido apenas por iniciativa própria.

Para haver punição e possível impugnação é necessário existir vínculo entre o apoiador e a campanha oficial. Ou seja, a acusação de alguma forma precisa - obrigatoriamente - comprovar a existência de relação do partido com a prática ilegal. Caso contrário, qualquer opositor poderia facilmente forjar atos ilegais de campanha e dizer que foi contratado pelo seu adversário, acusando-o, assim, de crime eleitoral.

Ataques em massa coordenados


Após o resultado do primeiro turno, uma série de denúncias de agressão envolvendo o nome de Jair Bolsonaro vieram à tona. Alguns jornais e a campanha do PT estamparam nas manchetes: "Apoiadores de Bolsonaro realizam pelo menos 50 ataques em todo o Brasil".

Um verdadeiro surto! Não tem outra definição, senão essa. Aos poucos os casos foram caindo no esquecimento, mas não por acaso. Denúncias de agressão feitas em delegacias foram desfeitas. Por que será? Tudo indica que elas simplesmente foram forjadas. Rabiscos em banheiros, paredes e suásticas "arranhadas" na própria pele, supostas "provas" sem qualquer identificação de agressores, algo típico de uma ação coordenada por militantes.

O que garante que o disparo de notícias falsas e a suposta contratação de empresas para essa finalidade não tenham sido, também, forjados? O histórico de ataques contra a candidatura de Jair Bolsonaro, incluindo uma tentativa de assassinato, abre larga margem para essa possibilidade. Isso é real e muito grave!

O que mais precisa acontecer para que os "inocentes" entendam de uma vez por todas que o Brasil está em guerra?