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Flávio Bolsonaro estava sendo investigado de forma ilegal, por isso recorreu ao STF

Flávio Bolsonaro estava sendo investigado de forma ilegal, por isso recorreu ao STF


Tudo o que a oposição ao governo Bolsonaro mais deseja está se desenhando com menos de um mês de gestão. Suspeita de atos ilícitos envolvendo o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, embora ainda não sejam suficientes para minar a credibilidade dos eleitores, atingem diretamente um dos grandes pilares da campanha do PSL, que é o combate à corrupção.

Contudo, a defesa de Flávio Bolsonaro emitiu um comunicado nesta quinta-feira (17) tentando explicar o motivo pelo qual o atual senador decidiu recorrer ao foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal.



Segundo a nota, o pedido para que às investigações fossem para o STF ocorreu porque Flávio, "desde o início estava sendo investigado", porém, de forma ilegal, como alvo de um processo que não diz respeito a ele, mas sim ao seu ex-assessor, Fabrício Queiroz.

A defesa disse que apesar de o investigado ser Queiroz, "constatou-se também ter havido a quebra dos sigilos fiscal e bancário" de Flávio Bolsonaro "sem prévia autorização judicial, em afronta aos mais básicos ditames constitucionais".

A nota também informa que o pedido feito à Suprema Corte não diz respeito às investigações envolvendo Queiroz, mas sim ao próprio Flávio Bolsonaro. Ou seja, diferente do que a grande mídia repercutiu ao longo do dia, o arquivamento das investigações dizem respeito ao senador eleito e não ao seu ex-assessor.



O pedido faz sentido, obviamente, porque Flávio Bolsonaro não é o investigado, e sim Queiroz. Uma vez que a defesa descobriu que seu cliente estava sendo investigado ao ponto de ter seu sigilo bancário violado ilegalmente, a alternativa foi recorrer ao STF e utilizar a prerrogativa do foro privilegiado.

"Foi esse fato, descoberto após a defesa ter acesso aos autos do inquérito, que fez com que o filho do presidente Jair Bolsonaro invocasse o direito ao foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal (STF)", informou a Veja nesta quinta.

Assim, alguns equívocos divulgados pela mídia devem ser esclarecidos:

01 - Flávio Bolsonaro não pediu o encerramento das investigações envolvendo Fabrício Queiroz. Elas continuam no Ministério Público do Rio de Janeiro;

02 - O pedido foi com relação ao nome de Flávio Bolsonaro, por ele não ter sido acusado formalmente de nenhuma ilegalidade e, consequentemente, não estar sendo investigado;

03 - A defesa recorreu ao STF porque identificou que Flávio Bolsonaro estava sendo investigado ilegalmente. Ao que tudo indica, essa foi uma medida de proteção, já que o próprio MP do Rio de Janeiro parece ter sido responsável pela autorização da investigação "clandestina" envolvendo o nome do senador.

Uma questão ética


Por outro lado, o pedido da defesa de Flávio Bolsonaro ao STF abriu margem para que a oposição acirre ainda mais o tom de suspeita envolvendo o atual senador. Mesmo que exista fundamento jurídico para isso, a decisão não pegou bem eticamente.



A defesa do senador deveria ter feito a denúncia formalmente contra o MP do Rio, antes de recorrer ao STF, deixando a Suprema Corte como última alternativa em seu arsenal. A iniciativa prévia, contudo, fez parecer que Flávio está querendo "fugir" de um processo do qual ele nem é investigado, dando motivo para a especulação da mídia e a confusão na cabeça do eleitor.

Invocar o foro privilegiado foi outro erro, não jurídico, mas ético, uma vez que o próprio Flávio ao lado do atual presidente divulgaram um vídeo em 2017 dizendo ser contra esse tipo de Foro. É compreensível que essa tenha sido a alternativa para escapar de um MP-RJ aparelhado, por exemplo, que a todo custo deseja achar "pelo em sapo" para acusar formalmente o senador de algum crime.

Entretanto, se não há, realmente, qualquer crime, bataria deixar o MP fazer o seu papel (ainda que por viés ideológico) e denunciar em outras cortes qualquer ato de perseguição e violação de direitos. Assim, o público e a oposição não teria o arsenal que possui agora para acusar o senador de tentar omitir alguma ilegalidade, mesmo que não exista.
Até tu, Francisco? Papa enviou representante para posse de Maduro

Até tu, Francisco? Papa enviou representante para posse de Maduro


Enquanto muitos países — inclusive os EUA e a maioria das nações da América Latina e da Europa — boicotaram a posse do ditador venezuelano, o Vaticano enviou o monsenhor polonês George Koovakod para participar do evento. Maduro agradeceu a solidariedade do Vaticano.

O ditador Nicolás Maduro declarou-se o vencedor da eleição de maio passado, que foi amplamente rejeitada internacionalmente como fraudulenta.



Na quarta-feira, alguns bispos venezuelanos emitiram uma declaração denunciando o novo mandato de Maduro como “ilegítimo” e alertando-o para uma era de governo arbitrário, violando a constituição do país.

Mas essa nota é um progresso pálido, considerando que no passado líderes da Igreja Católica na Venezuela deram apoio forte à Teologia da Libertação, que possibilitou a vitória de Hugo Chavez e do socialismo.

De acordo com o Livro de Fatos da CIA de 2016, 96% dos venezuelanos são católicos e só 2% são evangélicos. Com uma Venezuela esmagadoramente católica, era impossível Chavez instalar o comunismo na Venezuela sem a colaboração de bispos e padres.

Mais do que ninguém, a Igreja Católica tem uma dívida enorme para com o povo venezuelano por todos os males e desastres do comunismo bolivariano.

Comentário:

A situação no Brasil não seria diferente sem a forte reação das igrejas evangélicas contra o avanço da agenda comunista no país. Felizmente, católicos brasileiros em sua maioria se uniram aos evangélicos para reagir e dar início ao fim de uma era sombria na política brasileira.



Por outro lado, a decisão do Vaticano (obviamente por autorização de Francisco) de enviar seu representante para a posse de Maduro é um verdadeiro golpe contra a liberdade democrática e até religiosa dos venezuelanos, um acinte aos milhões de refugiados do país.

Fonte: Breitbart
Comentário: Will R. Filho
Brasília se une às igrejas na assistência social: "Precisamos avançar"

Brasília se une às igrejas na assistência social: "Precisamos avançar"


O Governo do Distrito Federal vai trabalhar em parceria com o segmento religioso para enfrentar problemas sociais como a violência familiar, o combate às drogas, a evasão escolar e outros assuntos voltados à área da assistência social.

Nesta segunda-feira (7), Dia Nacional da Liberdade Religiosa, o governo anunciou a criação da Coordenação Assuntos Religiosos, que também terá a missão de ampliar o debate com as igrejas.



“Precisamos quebrar paradigmas. Acabar com a dualidade: Estado e Sociedade Civil. Somos um governo de diálogo com todos os segmentos. O Estado é laico, mas não podemos excluir o diálogo com as igrejas, que têm historicamente um papel social importante”, afirmou o responsável pela nova pasta, dr. Kildare Araújo Meira, que por mais de três anos presidiu a Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/DF.

Meira afirmou que o Governo pretende usar a experiência das igrejas e do terceiro setor na área social. “Queremos trazer essas organizações religiosas para ajudar nos problemas existentes. Vamos conversar, mapear os problemas, ouvir as propostas de soluções”, disse.

Outra preocupação do governo é a questão fundiária dos templos. “Precisamos avançar na regularização dos lotes para trazer mais segurança jurídica para todos”, sentenciou.
Governador Ibaneis anuncia criação da Coordenação de Assuntos Religiosos para ampliar diálogo com segmento. Foto: Divulgação/GDF



O novo coordenador de Assuntos Religiosos também ressaltou a necessidade de ações voltadas ao enfrentamento da intolerância.

“Vivemos num Brasil onde tudo é motivo de divisão e questionamento. As ideias e convicções, ao invés de unir, estão separando. Nós enxergamos a sociedade como um todo, sem segmentação. E assim vamos trabalhar. Queremos uma Brasília unida e com mais qualidade de vida para todos”, sentenciou.

O governador Ibaneis Rocha afirmou que a Coordenação é um passo importante para unir todas as religiões em torno da sociedade do DF.

“Dr. Kildare é uma pessoa de minha total confiança, um advogado preparado e com conhecimento enorme de todas as religiões do Distrito Federal. A indicação teve todo o apoio de Dom Sérgio e Dom Marcone. Vamos juntos trabalhar para fazer da nossa cidade uma cidade melhor, e as religiões são parte fundamental nesse projeto”, disse o governador.

Comentário:

A iniciativa de Ibaneis Rocha é um diferencial na área pública, especialmente no atual contexto político do país, onde diversos grupos progressistas pregam de forma exaustiva a separação entre Igreja e Estado.

Todavia, como bem dito na matéria, a união se concentra na assistência social, algo que já deveria ser melhor explorado no Brasil, tendo em vista o grande papel que às igrejas desempenham, por exemplo, no combate à dependência química, e ao número de denominações que existem em nosso território.



Aproveitar o trabalho já realizado e experiência dessas instituições na área social é potencializar o alcance do poder público, facilitar a vida dos cidadãos e valorizar o que realmente precisa ser valorizado em nosso país. Brasília realmente avança nesse quesito. Tomara que seu exemplo seja copiado para outros estados da União.

Comentário: Will R. Filho

Globo é condenada a indenizar psicólogos por manipular matéria sobre "cura gay"

Globo é condenada a indenizar psicólogos por manipular matéria sobre "cura gay"


Uma decisão deferida pela 25ª Vara Cível de Brasília condenou a Rede Globo de Televisão a indenizar um grupo de psicólogos que moveu uma ação contra a emissora, devido a exibição de uma reportagem em que o tema "cura gay" foi tratado de forma manipuladora e preconceituosa, manchando a credibilidade desses profissionais.

A reportagem foi ao ar no Jornal Nacional do dia 18 de setembro de 2017, intitulada “Cura gay”, onde a chamada "Terapia de Reversão Sexual" foi abordada após a decisão do juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara do Distrito Federal, acatar uma ação de psicólogos que pediram a revogação da Resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia.


Essa Resolução restringe a liberdade profissional dos psicólogos no tocante ao acolhimento psicoterapêutico de homossexuais, uma vez que desconsidera a possibilidade de a orientação homossexual trazer sofrimento e o desejo de mudança, assim como ocorre com alguns heterossexuais, por motivos diversos.

A Rede Globo, todavia, não exibiu a justificativa científica da ação movida pelo grupo de psicólogos, apresentando a reportagem de modo parcial e traçando o perfil dos profissionais como preconceituosos. Assim, o grupo entrou com uma ação na justiça pedindo o direito de resposta à reportagem e a condenação da emissora por danos à imagem dos profissionais.

Vitória dos psicólogos


Na sentença de condenação, de número 0715706-80.2018.8.07.0001, o juiz responsável pelo caso deixou claro que a Globo "maculou" a imagem dos psicólogos que moveram a ação contra a Resolução 01/99.


“No campo científico da sexualidade, os profissionais podem exercer o direito de ação para buscar o reconhecimento ao direito de investigar e orientar pacientes que buscam ajuda profissional, de modo que as reportagens da empresa demandada, abusaram do direito de crítica ou de expressão, maculando a reputação dos autores”, diz um trecho.

Por fim, o juiz condenou a Rede Globo a indenizar os psicólogos envolvidos no valor de R$ 30.000,00 cada, como segue o final da sentença, segundo informações do grupo Movimento Psicólogos em Ação.

"Diante de tais fundamentos, JULGO PROCEDENTE EM PARTE os pedidos para reputar prejudicado o pedido de retratação e condenar a empresa demandada ao pagamento de danos morais no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) para a primeira demandante Rozangela Alves Justino e R$ 10.000,00 (dez mil reais) a cada um dos demais autores, cujos valores serão corrigidos monetariamente e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês a contar da data da publicação da sentença até o efetivo pagamento. Por conseguinte, resolvo o processo, com fundamento no art. 487, I do CPC. A ação vitoriosa foi defendida pelo advogado Leonardo Loiola Cavalcanti", conclui o juiz.


"Devolvemos aos cidadãos a liberdade de decidir”, diz Bolsonaro sobre posse de armas

"Devolvemos aos cidadãos a liberdade de decidir”, diz Bolsonaro sobre posse de armas


O presidente Jair Bolsonaro disse que o decreto assinado hoje (15), no Palácio do Planalto, devolve à população a liberdade de decidir sobre a compra de armas de fogo.

“Por muito tempo, coube ao Estado determinar quem tinha ou não direito de defender a si mesmo, à sua família e à sua propriedade. Hoje, respeitando a vontade popular manifestada no referendo de 2005, devolvemos aos cidadãos brasileiros a liberdade de decidir”, afirmou.

Bolsonaro usou o Twitter para reforçar o discurso que fez no fim da manhã, ao assinar o decreto. Na rede social, o presidente afirmou que o decreto “respeita a vontade popular” expressa no referendo de 2005.



Naquele ano, os brasileiros foram às urnas para decidir se o comércio de armas deveria ser proibido. Na ocasião, o voto “não” venceu, com a população decidindo por manter o comércio de armas com as restrições que já vigoravam à época.

O presidente também lembrou o dispositivo que aumenta para dez anos o prazo para renovação de armas de fogo.

O decreto anterior estabelecia que o registro deveria ser renovado a cada três anos, nos casos em que o Exército é responsável pela expedição, e a cada cinco anos, nas situações sob responsabilidade da Polícia Federal. O decreto publicado hoje unifica esses prazos em 10 anos.

Comentário

Concordar ou discordar da facilidade para o posse de porte de armas é uma coisa. Negar a decisão democrática da maioria da população, em 2005, para a não proibição do acesso é outra, bastante diferente. Esse é o grande valor do Estado democrático de direito, saber reconhecer coisas que parecem boas ou ruins, mas que são legítimas do ponto de vista constitucional.



O governo Bolsonaro nada fez além do que simplesmente reconhecer a vontade popular, baseado no resultado do referendo em 2005. Ampliar a facilidade de acesso às armas de fogo é uma consequência desse resultado.

O mérito aqui não é sobre possíveis consequências. O mérito é tão somente a soberania de um resultado fruto de um processo democrático.

O regime democrático possui ferramentas próprias para lidar com os resultados das suas decisões, ruim seria se não a tivéssemos. Todavia, temos e podemos colocar em prática o que a população em sua maioria deseja, cientes de que o povo é soberano para discernir o que lhe faz bem ou mal.

Por fim, a decisão de Bolsonaro apenas legitima o Estado Democrático de Direito, contrariando o que a era petista tentou fazer, ao negar a soberania popular para implementar por via do autoritarismo governamental sua própria visão de segurança pública, que diga-se de passagem foi um verdadeiro fracasso.

Com informações: Agência Brasil
Psicólogos devem combater a "masculinidade tradicional", recomenda APA

Psicólogos devem combater a "masculinidade tradicional", recomenda APA


A American Psychological Association (Associação Americana de Psicologia) publicou novas diretrizes para os psicólogos dos Estados Unidos explicando como a "masculinidade tradicional" é "prejudicial" para homens e meninos. O documento já atraiu críticas consideráveis.

As diretrizes profissionais, que supostamente levaram 13 anos para serem desenvolvidas, são às primeiras do tipo que o grupo publicou para os profissionais que trabalham com homens e meninos.

A APA [não confundir com a Associação de Psiquiatria, que apesar de usar a mesma sigla, é outra organização] conta com 40 anos de pesquisa "mostrando que a masculinidade tradicional é psicologicamente prejudicial e que socializar meninos para reprimir suas emoções causa danos que repercutem tanto interna quanto externamente", explica o comunicado de imprensa divulgado agora em janeiro.


Entre as afirmações feitas pela APA, "quanto mais os homens se conformam com as normas masculinas, maior é a probabilidade de considerarem comportamentos de risco normais, como beber exagerado, usar tabaco e evitar verduras, e se envolver nesses comportamentos de risco".

"O que é gênero na década de 2010?", pergunta Ryon McDermott, um psicólogo da Universidade do Sul do Alabama, que ajudou a elaborar às diretrizes sobre a masculinidade dos homens. "Não é mais apenas esse binário masculino-feminino", responde ele no documento.

O papel do clínico, diz ele, pode ser encorajar os homens a "descartar as ideologias nocivas da masculinidade tradicional (violência, sexismo) e encontrar flexibilidade nos aspectos potencialmente positivos (coragem, liderança)".

McDermott e sua equipe estão trabalhando em uma "escala de masculinidades positivas" para capturar a adesão das pessoas às características pró-sociais esperadas dos homens, algo que ainda não foi medido sistematicamente.


A masculinidade "tradicional" nunca é definida precisamente no relatório. Mas os autores dizem que ela é "marcada por estoicismo, competitividade, domínio e agressão [e] é, no todo, prejudicial".

Até agora, algumas reações, abrangendo o espectro político e profissional, disseram que a APA é uma organização indigna de confiança e de viés ideológico.

O escritor conservador e apresentador de rádio Ben Shapiro observou na segunda-feira que a APA "tem sido um órgão abertamente político há anos. Essas diretrizes são apenas o mais recente sintoma".

Da mesma forma, o comentarista Erick Erickson disse que as novas diretrizes têm "muito mais a ver com a esquerda capturando uma instituição do que com preocupações médicas legítimas".

Jesse Singal, do The Atlantic, conhecido por sua matéria profunda sobre a disforia de gênero, argumentou no sentido de que não é bom para uma organização como a APA ir além das evidências [científicas] apenas para promover uma causa que muitos progressistas desejam ser verdade, mas permanece discutível.



O psicólogo evolucionista e professor da Universidade do Novo México, Geoffrey Miller, também não ficou impressionado.

"A APA usou seu exército de psicólogos clínicos para travar uma guerra pseudoterapêutica contra a masculinidade tradicional, o patriarcado, o estoicismo masculino e as rígidas normas de gênero", comentou no Twitter.

Escrevendo para a National Review, David French comentou que as escolas já vão longe demais ao suprimir aspectos saudáveis ​​da masculinidade nos meninos.

"Crianças do sexo masculino estão ficando para trás nas escolas, não porque as escolas deixaram de realizar brincadeiras envolvendo riscos e aventuras, mas muitas vezes porque reprimem implacavelmente os meninos e às vezes punem a natureza essencial dos meninos, desde o início até o final do dia, especialmente em lares sem pai", disse ele.

"As experiências de ensino fundamental aparelhadas geralmente significam que os meninos são expostos a poucos modelos de comportamento masculinos, e a inquietação masculina é, portanto, vista quase inteiramente como um problema a ser resolvido, em vez de um potencial a ser moldado", completou.



O relatório explica que os homens cometem a esmagadora maioria dos homicídios, são o grupo em maior risco de serem vítimas de crimes violentos, são 3,5 vezes mais propensos a cometer suicídio e sua expectativa de vida é quase 5 anos mais curta que a das mulheres.

A APA, então, parece concluir que normas rígidas de gênero e noções tradicionais de masculinidade são em parte culpadas, e incentiva os psicólogos à evitar esses padrões, para que eles possam se "concentrar em apoiar os homens a se libertarem das regras de masculinidade", escreve McDermott, segundo o relatório.

Comentário:

É importante frisar que a Associação Americana de Psicologia não funciona como o Conselho Federal de Psicologia, aqui no Brasil. Nos Estados Unidos o que existe é uma associação, onde os profissionais se inscrevem voluntariamente, mais por prestígio, enquanto em nosso país o CFP é uma autarquia e, portanto, um órgão público, no qual todos os psicólogos precisam estar registrados para exercer a profissão.


Na prática, isto significa que apesar de possuir peso nas orientações profissionais, a APA não determina a maneira como cada psicólogo deve abordar e entender determinado assunto. Os profissionais possuem plena liberdade para criticar e contrariar às diretrizes do órgão, diferentemente do Brasil, que apesar da crítica ser livre e um direito assegurado constitucionalmente, a contrariedade de algumas normas no tocante ao - exercício profissional - não são possíveis, devido ao risco de punição por violação das técnicas "reconhecidas".

O problema dessas diretrizes acerca da masculinidade é diverso. Está evidente que não se trata de alertar quanto aos estereótipos, de fato, nocivos sobre o que se entende ser "macho", pois caso contrário não se falava da masculinidade por si mesma, e sim dos estereótipos.

A intenção, portanto, é ir além dos estereótipos, atingindo, sim, o conjunto de características culturais e até mesmo biológicas que modelam a masculinidade do homem. O objetivo disso é criar uma geração de pessoas de "gênero neutro" ou "fluido", desprezando completamente o papel biológico da sexualidade humana, que por si mesma possui identidade (e orientação) imutável.

Para quem acompanha o tema da "ideologia de gênero" sabe que essa baboseira não é uma novidade, mas apenas a confirmação do que acontece quando ideologia e ciência se misturam. Assim como observou Shapiro, o mesmo ocorre no Brasil, com o Sistema Conselho de Psicologia, aparelhado politicamente nos últimos anos.

É um mal que causa estragos, mas tem solução.

Comentário: Will R. Filho
Fora de controle: Traficantes criam call centers para vender drogas na Europa

Fora de controle: Traficantes criam call centers para vender drogas na Europa


Um envelope branco utilizado para enviar encomendas mereceu a atenção dos inspetores da polícia. Quando o abriram encontraram centenas de comprimidos de MDMA (mais conhecida como ecstasy) e uma embalagem com o equivalente a mil doses individuais da mesma substância em pó.

Esta apreensão, que aconteceu no final do ano passado e levou à detenção de duas pessoas, é o exemplo de uma das novas formas de tráfico de drogas que estão se desenvolvendo na Europa.

Essa tendência já está implantada em Portugal, como confirmou ao jornal Diário de Notícias o responsável pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Entorpecentes da Polícia Judiciária, Artur Vaz. Todavia, há outra que ainda não chegou no país europeu, mas já existe por lá: a criação de call centers para onde se pode telefonar a pedir a entrega de uma determinada quantidade de drogas em local combinado.


Ligar e encomendar droga


É a entrega "mais rápida em qualquer lugar, a qualquer hora", como lhe chama o Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência num documento em que analisa as "Mudanças recentes no mercado europeu de cocaína".

E essas alterações passam pela possibilidade de um consumidor de cocaína - que tem na Europa o seu segundo mercado depois dos EUA - fazer a encomenda por telefone e indicar o local onde quer que lhe seja entregue.

São centrais telefônicas, segundo o Observatório, com sede nos Balcãs e na Espanha, com ligações com outros países onde estão os correios que transportam e entregam a droga. Ou enviam os entorpecentes como encomenda postal.


O relatório adianta que as autoridades francesas também já detiveram serviços desse tipo em Paris e no Reino Unido, onde se estima que existam mais de mil linhas telefônicas para este tipo de serviço.

Redes sociais como Twitter, Facebook, WhatsApp e Telegram também são utilizadas para essa finalidade, o que torna as investigações das autoridades difíceis.

Mapa da evolução e comércio do consumo de drogas na Europa (Fonte: Diário de Notícias)


Dificuldades agravadas com o aumento da utilização pelas redes criminosas da Dark Web - redes encriptadas que só se acessa com software e configurações específicas, e muito utilizadas em países como Portugal, como também informou Artur Vaz: "Não temos call centers, mas há utilização da Dark Web, não só para a cocaína", disse ele.

Mais redes, mais violência


Os elevados lucros do tráfico de cocaína - a produção tem batido recordes nos últimos anos, principalmente na Colômbia - faz com que existam cada vez mais redes criminosas entrando no negócio do tráfico.



No documento desta agência europeia se reconhece que há cada vez mais redes organizadas envolvidas - incluindo às famílias da máfia italiana, Ndrangheta e a Camorra. Estas têm até uma especificidade: criaram às próprias redes de tráfico na América do Sul.

Há, porém, grupos ingleses, holandeses, irlandeses e espanhóis que procuram criar suas rotas indo comprar a cocaína aos produtores e depois transportando-as para a Europa, onde aproveitam a livre circulação de pessoas e bens para levar a droga de um país para o outro.

Uma concorrência [entre os cartéis] que está a provocando um aumento da violência, pois o mercado, segundo o relatório, está altamente competitivo.

O relatório aponta que os maiores centros de tráfico estão localizados em Amsterdã, Antuérpia, Algeciras (Espanha - rotas de Marrocos, pois há grupos locais que também estão se envolvendo no tráfico de cocaína), Le Havre (França) e Hamburgo (Alemanha).

Comentário:

A proliferação dos métodos de tráfico em países onde a descriminalização do uso recreativo da droga existe, demonstra o quanto a falácia da liberação reduziria o consumo, assim como a disputa entre os cartéis. Como é possível observar através do Observatório, os traficantes apenas se adaptam, "evoluem" e passam a exercer novas modalidades de tráfico, dessa vez, se aproveitando das brechas institucionais.

O abuso de drogas e seus efeitos danosos para a população só podem ser combatidos com a proibição do consumo das substâncias mais letais e de maior potencial nocivo, a criação de medidas públicas de conscientização e alternativas recreativas que não passam pela promoção das drogas como uma "escolha" entre outras. Caso contrário, a descriminalização apenas cria margem para se "legalizar o tráfico" e favorecer novas modalidades de comércio e consumo.

Com informações: Diário de Notícias.
Comentário: Will R. Filho
Lutadora do UFC reage a assalto e mostra "empoderamento" de verdade a bandido

Lutadora do UFC reage a assalto e mostra "empoderamento" de verdade a bandido


A lutadora do UFC, Polyana Viana, reagiu a um assalto no último fim de semana, no Rio de Janeiro, e deu uma verdadeira lição no bandido, que tentava levar o seu celular. A brasileira, de 27 anos, esperava um Uber em frente ao condomínio onde mora, quando foi abordada pelo indivíduo.

Segundo relatos feitos pela própria atleta ao site MMA Junkie, ela deu dois socos, um chute e dominou o bandido com um mata-leão. O rapaz ficou dominado pela lutadora até a chegada da polícia.

Com dez vitórias e apenas duas derrotas na carreira, Polyana não luta desde agosto do ano passado, quando acabou sendo vencida por JJ Aldrich.


Comentário:

Se por um lado a primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, ensina como é ser mulher "empoderada" fazendo uso da sua insubstituível elegância, delicadeza e postura como mulher e profissional sem precisar dizer uma só palavra, por outro, Polyana Viana ensina o mesmo conceito ao demonstrar que mulheres também podem se defender sozinhas.

Duas faces da mesma moeda, onde a figura feminina continua presente e a força e virtude da mulher se revela por seus próprios méritos, sendo ambas reconhecidas como tal, sem a necessidade de autoafirmação por meio de gritarias, seios à mostra e perturbação do espaço coletivo.

Isso que é "empoderamento"!

Com informações: Tribuna PR
Comentário: Will R. Filho