Posts em Destaque

Confira nossas últimas atualizações abaixo:

Marina Silva tentou lacrar com Bolsonaro, mas foi desmoralizada ao obter resposta cirúrgica

Marina Silva tentou lacrar com Bolsonaro, mas foi desmoralizada ao obter resposta cirúrgica


Marina Silva e Bolsonaro protagonizaram o episódio de maior tensão no debate presidencial realizado na última sexta-feira (17) na Rede TV!, quando a candidata da REDE resolveu confrontar o candidato do PSL e terminou ficando a ver navios com a resposta recebida


Marina Silva tentou se aproveitar de uma das pechas lançadas sobre o candidato Jair Messias Bolsonaro, a saber, de que ele teria defendido que mulheres deveriam ganhar menos que os homens em condições iguais de trabalho. Todavia, a resposta que a candidata da REDE recebeu acabou expondo o seu maior ponto falho diante do eleitorado, que é o equivocado conceito de Estado laico.



A grande mídia, como é de se esperar, está tratando o episódio em favor de Marina Silva, procurando transmitir para uma parcela da população (facilmente manipulável e com deficiência de análise crítica dos fatos) que Bolsonaro foi "colocado no seu devido lugar", como sugeriu no mesmo embate o candidato do PSOL, Guilherme Boulos.

Todavia, o que se pode observar com muita clareza foi que Marina Silva não apenas demonstrou perder o controle emocional durante o seu questionamento, tentando interromper a fala de Bolsonaro durante o seu tempo de resposta e sendo, por ele mesmo, obrigada a calar por advertência, como também acabou desmoralizada ao ser exposta a sua contradição acerca da posição sobre à legalização do aborto e da maconha.



Em nenhum outro momento do debate qualquer presidenciável interrompeu a fala do adversário. Marina Silva deixou transparecer a sua ira diante de Bolsonaro, provavelmente seguindo o conselho dos seus marqueteiros de que ela precisa, urgentemente, polemizar e criar situações midiáticas para conseguir aparecer na grande mídia e recuperar um pouco do eleitorado que vem perdendo gradualmente. 

Uma questão simples de entender


Questionado sobre a desigualdade salarial entre homens e mulheres, Bolsonaro havia respondido que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) já garante a igualdade salarial, não havendo motivo para se preocupar com isso, senão com o cumprimento das leis que já estão estabelecidas. Em outras ocasiões, como no debate realizado pela Rede Bandeirantes, o mesmo candidato citou o setor público como exemplo, argumentando que nenhum funcionário público é tratado com desigualdade, desde que alocado nas mesmas funções.

Bolsonaro argumenta que o setor privado, por outro lado, o Estado não deve interferir, pois é o empreendedor que define às regras e não o Governo. Resta nesse caso, segundo ele, o bom senso do empresariado e a disputa natural dos cargos, onde a maioria é definida por competência profissional e não pelo gênero sexual.



De fato, Bolsonaro está certo. Quem trabalha há anos no setor privado pode facilmente constatar que a meritocracia não enxerga gênero sexual, mas sim resultados. O empresário não está preocupado se quem vai ocupar um cargo em sua empresa é homem ou mulher, mas sim quem vai lhe dar lucro ou não, isso é algo estritamente relacionado à competência profissional, aliado ao perfil do cargo e interesse de quem o ocupa.

Oportunismo de Marina Silva


Após frisar que a questão sobre a desigualdade salarial é regulada pela CLT, Bolsonaro basicamente encerrou o assunto, deixando claro que o "não se preocupar com isso"diz respeito ao que já está garantido por lei. Sem ter como contra-argumentar, Marina Silva então parte para o apelo midiático, dizendo que o candidato deseja ganhar a eleição "no grito".

Os exemplos citados por Marina Silva, sobre preconceitos que a mulher ainda sofre no seu ambiente de trabalho, nada tem a ver com a questão objetiva sobre desigualdade salarial. Ela tentou dar outro contorno ao seu argumento, uma vez que o ponto central da sua pergunta já havia sido respondido com precisão. Neste caso, a pergunta não foi sobre os preconceitos no ambiente de trabalho contra a mulher, mas sim, sobre desigualdade salarial.

Uma vez que a pergunta foi respondida objetivamente, Marina Silva tentou engrenar outra problemática para constranger o candidato do PSL, tentando reforçar contra ele a pecha de "misógino".



  O que estão aprendendo os nossos filhos


Outra tentativa da candidata da Rede foi lançar sobre Bolsonaro a ideia de que o mesmo está ensinando aos nossos filhos a violência. Ora essa, a citação desse tema por si mesmo já ilustra o desvio de argumentação de Marina em relação ao questionamento original.

Ao apelar para o exemplo de Bolsonaro ao gesticular com uma criança o desenho de uma arma em mãos, Marina Silva explora o lado emocional do telespectador. Ela simplesmente desviou o foco do questionamento anterior para especular a imagem que a grande mídia tem conferido ao candidato do PSL.

A verdade, no entanto, é que Marina Silva mais uma vez deu um tiro contra o próprio pé, pois a absoluta maioria da população desse país entende que é melhor ensinar uma criança a se defender no futuro utilizando uma arma, do que achar que tocar um homem nu em exposição de "arte", por exemplo, é algo bom. Onde estava a candidata da REDE quando tal episódio aconteceu?

Por fim, Marina Silva apelou para a grande mídia. Se a sua intenção foi criar manchetes, ela conseguiu. Mas se ela esperava com isso ganhar o apoio popular, certamente não teve sucesso, pois a população já não é mais refém de três ou quatro grandes veículos de comunicação. 

Por outro lado, Bolsonaro se manteve sereno e conseguiu atingir com precisão o calcanhar de Aquiles da candidata da REDE, o que não foi apenas suficiente para lhe desestabilizar, como para lhe deixar religiosamente desmoralizada.

Assista o momento do debate entre Bolsonaro e Marina, abaixo:


Após sofrer ameaças, candidatura de psicóloga "conservadora e cristã" dispara no Paraná

Após sofrer ameaças, candidatura de psicóloga "conservadora e cristã" dispara no Paraná

Se a intenção de alguns ativistas LGBT é "destruir" a candidatura da psicóloga Marisa Lobo ao cargo de deputada federal pelo estado do Paraná, o plano parece que não está dando nada certo


A psicóloga Marisa Lobo denunciou recentemente em suas redes sociais que estava sendo vítima de ameaças de um grupo LGBT que havia prometido lhe "destruir", principalmente, pelo anúncio da sua candidatura ao Congresso.



Nas imagens divulgadas pela psicóloga o grupo afirma em tom de ameaça que "a hora dela está chegando", fazendo referência também à presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), a petista Gleisi Hoffmann, como alternativa política contra Marisa Lobo.

Todavia, desde a publicação das denúncias e a oficialização da sua candidatura no último dia 15, Marisa Lobo disse ter ocorrido um aumento de 400% nas procuras por seu nome e em contatos para apresentar suas posições políticas.

"Agora podem gritar, sou oficialmente candidata a deputada federal pelo Paraná. Meu número é 7070. Paraná terá uma deputada a altura", escreveu ela em sua página, comemorando a oficialização do seu nome e a evolução da campanha.



Com pautas conservadoras e conhecida como "psicóloga cristã", Marisa Lobo também fez questão de manifestar apoio à Lava Jato, operação que é coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol, membro da mesma igreja frequentada por Marisa, no Paraná.

"Serei sim a voz da Lava Jato e das 70 medidas contra corrupção", destacou ela em outra ocasião, comemorando também o destaque positivo na campanha do seu correligionário e candidato ao Governo do Paraná, Ratinho Júnior.

"Obrigado Paraná pela confiança, já são 45% dos paranaenses que estão conosco. Cansados da velha política, das mesmas famílias governando nosso estado. É hora de enxugar a máquina pública para investir em segurança, saúde, educação e infraestrutura, melhorando nossa economia", escreveu a psicóloga.
VERGONHA: Rede TV! deixará púlpito vazio em referência a Lula em debate presidencial

VERGONHA: Rede TV! deixará púlpito vazio em referência a Lula em debate presidencial


A emissora de televisão RedeTV! e a revista IstoÉ realizam às 22 horas desta 6ª feira (17), debate com 8 candidatos a presidente, mas deixando um púlpito vazio em referência ao ex-presidente condenado por corrupção, Luis Inácio Lula da Silva.

Participam Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (Psol), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).



O candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva está preso em Curitiba pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Assim, segundo informações do jornal O Globo, a emissora deve deixar vazio o púlpito no qual ele ficaria durante a exibição do programa.

O debate vai passar na RedeTV! e a mediação será dos jornalistas Amanda Klein, Boris Casoy e Mariana Godoy.

O pais da corrupção endossado pela mídia


A fama internacional de que o Brasil é o "país da corrupção" não é por acaso. A própria mídia colabora para que sejamos um povo manipulado por criminosos, como possivelmente fará a Rede TV! no debate de hoje, ao deixar um espaço vazio em referência à Lula.



O registro de candidatura de Lula no TSE não o torna candidato de imediato. Há um prazo para recursos e posterior impugnação dos registros, para só então os candidatos serem oficialmente reconhecidos como tal.

Além disso, todos sabem que Lula está inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa. O que vai além disso não passa de especulação e baderna midiática do Partido dos Trabalhadores na intenção de salvar a própria pele no futuro.

A mensagem que a Rede TV! transmite para o país, ao deixar um espaço vazio em referência a um presidiário, no mais importante debate da nação, é que a justiça brasileira não possui qualquer credibilidade. Que às leis e a garantia da ordem são piadas. Além disso, que o debate é nada mais do que um "showmício", e não uma oportunidade séria de contribuir para o futuro do país através da informação.

Qualquer empresa de comunicação deve possuir bom senso e ter responsabilidade com o que transmite. Insinuar, através de uma cadeira vazia, que um presidiário é um candidato legítimo ao cargo de Presidente do país, é definitivamente uma chacota com o poder público e principalmente com o povo brasileiro.

Por: Will R. Filho
"Transgênero é, na verdade, um transtorno delirante", diz médico endocrinologista

"Transgênero é, na verdade, um transtorno delirante", diz médico endocrinologista

Mais de 6.000 estudantes exigiram que a Universidade da Austrália Ocidental (UWA) cancele um discurso do Dr. Quentin Van Meter, onde o mesmo critica a ideologia de gênero, mas a universidade decidiu manter a palestra

Van Meter é um endocrinologista pediátrico e presidente do Colégio Americano de Pediatria (ACPeds), um grupo social de profissionais de saúde e especialistas em saúde infantil. Ele foi agendado para falar nesta sexta-feira na universidade UWA como parte de uma turnê nacional patrocinada pela Australian Family Association.



Segundo o jornal inglês The Guardian, no entanto, um grupo de estudantes notavelmente de esquerda conseguiu coletar mais de 6.000 assinaturas para uma petição exigindo que a universidade cancele a palestra do Dr. Van Meter, por conta das suas críticas à ideologia de gênero.

"Transgênero é, na verdade, um transtorno delirante", disse Van Meter. "É um estado de espírito sem base biológica". Ele também argumentou que o uso de bloqueadores da puberdade em crianças confusas quanto ao gênero era semelhante ao abuso infantil.

Em fevereiro, Van Meter detalhou vários problemas com um estudo do National Institute of Health sobre o tratamento de crianças confusas com seu gênero, realizado em um período de cinco anos, dizendo que a pesquisa falhou por não avaliar a saúde mental e emocional das crianças “transicionadas” ao longo dos anos.



“A falha vai aparecer com o tempo", prevê Van Meter. "Dez, vinte ou trinta anos depois, quando as crianças se tornarem adultas e perceberem que devem viver o resto de suas vidas lutando para se encaixar em uma sociedade que não se reformulará para acomodar suas vidas a essa situação”, escreveu Jane Robbins, colaboradora da American Principles Project, resumindo a análise de Van Meter.

"E elas deverão passar por isso com infertilidade e, potencialmente, até condições médicas com risco de vida resultantes dos tratamentos com hormônios e, se continuarem com a cirurgia de redesignação sexual, com corpos mutilados", conclui ela.

Estudos indicam que entre 80% e 90% das crianças que sofrem de disforia de gênero deixam de ter o conflito até o final da adolescência. Nos casos em que persiste, até mesmo a cirurgia completa de “redesignação” de gênero muitas vezes não consegue resolver a tendência acentuada dos indivíduos de se envolverem em autoflagelação.



O relatório Stonewall, da Universidade de Cambridge em 2017, descobriu que 96% dos estudantes trans na Escócia tentaram se auto-flagelar por meio de ações como se cortar, e 40% tentaram o suicídio. 40% nos Estados Unidos também tentaram o suicídio, de acordo com uma pesquisa de 2016 do Centro Nacional de Igualdade de Transgêneros (NCTE).

De acordo com um estudo realizado em 2011 na Suécia, às pessoas trans permanecem 19 vezes mais propensas a se matar do que a população em geral, mesmo após a cirurgia de redesignação sexual.

“Na melhor das hipóteses, cooperando com a fantasia ou ilusão [da criança com disforia de gênero] de estar presa no corpo errado, isso apenas silencia temporariamente o impacto dos problemas emocionais e psicológicos subjacentes, mas não significa que em última análise vai resolver o que está causando a disforia de gênero", disse a Drª. Michelle Cretella, ex-presidente da Associação Americana de Pediatria.

Procuradora Geral da República pede a impugnação da candidatura de Lula ao Planalto

Procuradora Geral da República pede a impugnação da candidatura de Lula ao Planalto


A procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, apresentou no início da noite desta quarta-feira (15) impugnação ao registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de presidente da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT) 


Em petição encaminhada ao relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, Raquel Dodge afirma que o requerente não é elegível. Em janeiro de 2018, o ex-presidente foi condenado criminalmente em segunda instância, no âmbito da operação Lava Jato. Segundo a Lei da Ficha Limpa, esse fato retirou dele a capacidade eleitoral passiva.



No documento, a procuradora-geral Eleitoral apresenta certidão emitida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que confirmou a condenação determinada em primeira instância, e aumentou a pena para 12 anos e 1 mês de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Com essa decisão, a situação do ex-presidente enquadra-se na lista de condicionantes de inelegibilidade prevista na Lei Complementar 64/1990, considerando a redação dada pela Lei da Ficha Limpa (135/2010). Segundo o texto legal, não podem se candidatar condenados em decisão proferida por órgão judicial colegiado por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção.

Em outro trecho da impugnação, Raquel Dodge lembra que o Tribunal Superior Eleitoral já consolidou o entendimento de que condenações como a do TRF4 são causa de inelegibilidade. De acordo com a Súmula 61 da Corte, o condenado só retoma a capacidade eleitoral passiva oito anos após o término do cumprimento da pena. No caso do ex-presidente, a pena começou a ser cumprida em abril deste ano, após determinação da Justiça Federal.



Por entender que faltam ao pedido os pressupostos de validade e eficácia, o Ministério Público Eleitoral pede ao relator que o registro seja indeferido. Sustenta ainda que não há hipótese de candidatura sub judice.“Disso (da falta de capacidade eleitoral passiva) deve decorrer a rejeição liminar do requerimento, sem qualquer outro efeito jurídico que habilite o impugnado a ser considerado candidato sub judice ou a pretender o financiamento de sua candidatura com recursos públicos, que são destinados apenas a financiar campanhas dos elegíveis”, completou.


Fonte: MPF
Estudo: 70% dos gays que fizeram "terapia de conversão" tiveram redução na atração homossexual

Estudo: 70% dos gays que fizeram "terapia de conversão" tiveram redução na atração homossexual


Um novo estudo está desafiando a alegação da American Psychological Association (APA) de que terapias para atração sexual indesejada por pessoas do mesmo sexo são prejudiciais


O estudo "Efeitos da Terapia em Homens Religiosos que Não Gostam da Atração pelo Mesmo Sexo" [tradução livre], publicado pela primeira vez em 23 de julho no The Linacre Quarterly, revela que os esforços de mudança de orientação sexual (SOCE), muitas vezes chamados de "terapia de conversão", não prejudica a saúde mental dos participantes.

Pesquisadores entrevistaram 125 homens residentes nos Estados Unidos. Os homens, em sua maioria cristãos, se encontravam em vários períodos distintos da vida quando sentiram atração indesejada por pessoas do mesmo sexo. Alguns eram sexualmente ativos, enquanto outros se abstinham do sexo.


89% dos entrevistados eram cristãos de uma variedade de denominações; 13,6% se identificaram como "cristãos não denominacionais"; 5% disseram que eram católicos romanos; 28% eram mórmons; e 9,6% eram judeus e 55% da amostra relatou que frequentava serviços religiosos semanalmente.

54% dos participantes eram solteiros; 46% eram casados; e a amostra tinha aproximadamente o mesmo número daqueles que eram homossexualmente ativos em relação aos não ativos. Mais de 80% relataram ter algum grau de depressão e pensamento suicida no início da terapia.

Quase 70% dos entrevistados relataram "pouca" ou "muita" redução em sua atração pelo mesmo sexo e um aumento na atração pelo comportamento e sexo oposto.

O estudo contraria as afirmações e recomendações da APA de que os esforços destinados a reduzir as atrações pelo mesmo sexo são inseguros e prejudiciais à saúde mental e ao bem-estar.

De todas as técnicas SOCE representadas, mais de três quartos dos participantes da pesquisa disseram ter sido especialmente úteis, com classificações que variam entre "extremamente", "marcadamente" e "moderadamente".



Os participantes da pesquisa também relataram melhorias "na auto-estima e funcionamento social, da mesma forma diminuindo pensamentos suicidas, abuso de substâncias, depressão e auto-mutilação. Antes da terapia, eles tinham experimentado uma média de três desses problemas", diz um trecho do estudo.

"Para este grupo de pesquisa, ao contrário das hipóteses nulas, a SOCE não é nem ineficaz nem prejudicial, conflitando com as alegações da APA. Com base nessa pesquisa, os clientes religiosos podem ser informados de que é possível conseguir algum grau de mudança durante a terapia, sendo positiva contra o pensamento suicida,depressão, autoflagelação, abuso de substâncias, favorecendo o funcionamento social e autoestima.Também, ao contrário de outras hipóteses, as pressões sociais não predominam como razões para entrar na terapia, e os resultados dos efeitos não são consideravelmente menores do que outras psicoterapias", conclui o estudo.

Comentário:

Não é necessário haver algo tratável para que uma pessoa busque ajuda através da psicoterapia. Basta haver algo que lhe traga desconforto emocional/psicológico, e isso não significa que tal conflito seja fruto de alguma "doença".

Também não é necessário haver uma técnica psicoterápica específica para cada tipo de dilema humano. Do contrário, nenhuma abordagem psicológica em uso na atualidade daria conta dos vários conflitos humanos existentes.

A possibilidade de mudança de orientação sexual reside no simples fato de, a) não sabemos até que ponto o comportamento e mente humanos são mutáveis, mas sabemos que são; b) cada indivíduo possui experiências singulares em relação à sua própria orientação; c) a determinação de mudança quem dá é o sujeito com base na sua vontade e d) a psicologia está sempre em evolução e aprendizado, não podendo ser uma ciência fechada ao novo.


Em outras palavras, mesmo que não exista uma técnica específica de "conversão", como alguns dizem pejorativamente, a psicologia atual possui abordagens que auxiliam e podem, sim, ajudar pessoas que por algum motivo desejam compreender melhor a si mesmas e possivelmente querer alterar seu comportamento.

Negar isso é negar a própria psicologia e a subjetividade das pessoas, a existência dos conflitos e a experiência de quem já disse ter obtido sucesso em tais processos.

Quanto ao estudo em questão, é preciso mais profundidade, amplitude e um arcabouço teórico variado, menos associado a experiência religiosa, por mais que seja compreensível a ligação dessas pessoas com a fé, uma vez que ela serve de suporte diante da sociedade.


Comentário: Will R. FIlho
"Casamento gay" - Plano de Governo de Marina Silva defende a união civil homossexual

"Casamento gay" - Plano de Governo de Marina Silva defende a união civil homossexual


O programa de governo da candidata da Rede à Presidência, Marina Silva, apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), representou uma mudança de posição da ex-senadora em dois temas que foram controversos durante a sua campanha pelo PSB em 2014: a união civil entre pessoas do mesmo sexo e a relação entre o governo federal e o Banco Central (BC).



No caso da união gay, Marina retoma a sua posição original de quatro anos atrás, defendendo que o casamento de dois homens ou de duas mulheres seja “protegido por lei”. Durante a campanha, depois de ser alvo de ataques de lideranças evangélicas, como o pastor Silas Malafaia, ela voltou atrás e retirou o tema do seu projeto, um dia depois de lançá-lo. Ela é evangélica, fiel da Assembleia de Deus.

Agora, ela ressalta que a união civil de homossexuais já foi regulamentada por uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e, portanto, deve ter respaldo na legislação. “Acataremos a demanda de que os direitos decorrentes dessa decisão sejam protegidos por lei”, diz trecho do documento. Neste ano, se comparado ao original alterado em 2014, a proposta vai além e defende os mesmos direitos em casos de adoção para casais homossexuais e heterossexuais.

Comentário:

Após escolher como seu candidato a vice-presidente Eduardo Jorge, uma pessoa declaradamente a favor do aborto e legalização da maconha, Marina Silva mais uma vez decepciona a maior parte do seu eleitorado cativo desde 2010, os evangélicos, ao declara em seu plano de governo que é favorável ao "casamento gay".



É verdade que ela pessoalmente irá negar, justificando tal decisão meramente do ponto de vista jurídico, alegando que se trata apenas de garantir o cumprimento do que já foi estabelecido por lei. Na prática, é a mesma estratégia utilizada por ela com o argumento do plebiscito. Ou seja, tirar seu corpo fora para colocar a responsabilidade por uma decisão em outra coisa: Plebiscito ou CNJ.

Ocorre, todavia, que a decisão do Conselho Nacional de Justiça não oficializa a união civil entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. Ela apenas cria uma jurisprudência para tal, e é dessa abertura que alguns homossexuais se beneficiam para o reconhecimento civil das suas uniões.

Para o reconhecimento oficial do "casamento gay" no Brasil, é necessário um Projeto de Emenda Constitucional que proponha alterar o que a Constituição reconhece apenas como união entre um homem e uma mulher, algo que poderá existir com mais facilidade na ocasião de um presidente favorável a essa medida.

Engolida pelo Estado laico


O equivocado conceito de Estado laico proposto por Marina Silva está dando os seus frutos muito antes do esperado. Sobre o tema do aborto, Marina já disse que, em nome do Estado laico, irá propor um plebiscito, abrindo mão da sua posição pessoal contrária ao aborto.



Como já podemos observar em seu plano de governo, Marina Silva está sendo engolida por seu próprio conceito. Isso é inevitável, pois ela na verdade está deixando de representar a si mesma e todos os demais eleitores que desejariam dela uma posição firme acerta do que pensa sobre os temas morais da sociedade.

Como resultado, quem passa a governar e decidir por ela são seus correligionários, assessores e influenciadores, que terminam invadindo o espaço de decisão deixado por ela acerca do que considera sensível para a sociedade. E isso não é feito de uma hora para a outra, mas gradualmente, como ocorreu de 2014 para cá.

Se colocar pessoalmente contra ou a favor de algo, mas ao mesmo tempo abrir mão da sua visão para delegar à sociedade a responsabilidade por decidir, significa - invalidar - o voto dos seus eleitores. Se para cada tema delicado for necessário propor um plebiscito, qual é a utilidade de um representante?

O povo não vota em fantoches, mas em pessoas com a capacidade de fazer valer o que - pessoalmente - acredita ser o melhor para a nação.


Com informações: VEJA
Comentário: Will R. Filho
Vereadora denuncia livro sobre gênero nas escolas: “Menino brinca de boneca?"

Vereadora denuncia livro sobre gênero nas escolas: “Menino brinca de boneca?"

A vereadora e candidata a deputada federal pelo Ceará, Priscila Costa, fez uma denúncia em sua rede social afirmando que escolas particulares de Fortaleza estão distribuindo livros didáticos que questionam os valores dos pais


Priscila inicia sua transmissão ao vivo dizendo que "esses comunistas" não descansam e que pretendem encurralar as crianças nas escolas, sabotando a educação das famílias.



"Eu quero que você preste bastante atenção... Porque, isso aqui é muito grave. Está nas minhas mãos um livro que está sendo indicado, gente, não em escola pública, mas em escolas particulares de Fortaleza", diz a vereadora.

"O seu filho recebeu esse livro aqui, 'O Menino Brinca de Boneca?", questiona ela, citando o título do livro que faz alusão às questões de gênero na brincadeira infantil. "A princípio parece um livrinho bem razoável, né...", diz Priscila, ressaltando logo em seguida que o conteúdo do livro contraria a educação familiar.

"O livro vai ensinando as crianças a questionarem as convicções dos seus pais", explica. "Se o seu pai diz que menino não pode usar brinco, isso não é verdade", ilustra Priscila, lendo trechos do material.



Ela explica que não se trata de um material que faz apologia à ideologia de gênero de forma explícita, mas que sutilmente incita as crianças a questionarem a educação dos pais com relação às questões de gênero.

"A intenção desse autor Marcos Ribeiro é: Os seus pais não devem ser obedecidos. Os seus pais devem ser questionados. A autoridade dos seus pais não deve ser vista como autoridade suprema", destaca a candidata.

Assista o vídeo completo abaixo: