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"Contra a Idolatria do Estado" - Evento religioso visa combater o fanatismo político nas igrejas

"Contra a Idolatria do Estado" - Evento religioso visa combater o fanatismo político nas igrejas



Em 2018, o Fórum Nordestino de Cosmovisão Cristã terá sua quarta edição. Neste ano, o tema escolhido foi “Contra a Idolatria do Estado”. O evento, que nasceu em 2015, acontecerá mais uma vez na Igreja Presbiteriana de Fortaleza e contará com palestrantes de grande relevância para o assunto.

Em ano em que os brasileiros são eleger um novo presidente, o fórum pretende discutir sobre os limites do Estado em relação ao indivíduo. Na lista de palestrantes estão Franklin Ferreira, Norma Braga, Glauco Magalhães, André Venâncio, Vinícius Pimentel e Yago Martins.

O evento nasceu como um esforço por promover uma visão integral da vida sob as lentes do Evangelho. Organizado sempre no mês de maio de cada ano, o Fórum têm início no dia 30/05 (noite), com palestras durante todo o dia da quinta-feira (31), de sexta-feira (1/6) e de sábado (2/6), totalizando 18 palestras em quatro dias de evento.

Serviço:

Fórum Nordestino de Cosmovisão Cristã

Datas: 30 de Maio a 2 de Junho
Local: Igreja Presbiteriana de Fortaleza
Endereço: Avenida Visconde do Rio Branco, 1636, Centro (Fortaleza-CE)
Inscrição: R$ 60 (acesso total) e R$ 40 (acesso às palestras noturnas)
Mais informações: forumdecosmovisao.com.br


Fonte: Guiame
VITÓRIA: Marisa Lobo vence na justiça professor da Teoria Queer que tentou lhe calar

VITÓRIA: Marisa Lobo vence na justiça professor da Teoria Queer que tentou lhe calar

Marisa Lobo e Leandro Colling

A Psicóloga Marisa Lobo teve mais uma vitória na justiça em favor da liberdade de expressão, ao vencer um processo judicial onde estava sendo acusada de violar o direito de imagem de um professor da Universidade Federal da Bahia.


O processo foi movido pelo escritor e jornalista, Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, Leandro Colling. Conforme a explicação detalhada que fizemos do caso aqui, a intenção do docente era receber uma indenização de  R$ 37.280,00 por, supostamente, Marisa Lobo ter ofendido a moral do autor em uma palestra feita por ela em 2011, que teve por título: "Desmascarando a Ditadura Ideológica de gênero - Teoria Queer".


Durante a palestra, Marisa Lobo citou vários autores que defendem a ideologia de gênero e a "Teoria Queer", entre eles o professor Leando Colling, cujo nome apareceu associado à capa de um livro onde é posto como autor da obra.

Colling argumentou que não é o autor da obra e que a citação ao seu nome é inapropriada. Todavia, Marisa Lobo apenas fez a citação de uma fonte que até hoje está disponível na internet (veja aqui), fruto das suas pesquisas por materiais sobre o tema.

Com base nisso, a Advogada responsável pela defesa da Psicóloga, Drª Renata Gonçalves Cruz, da OAB de Rondônia, argumentou:


"Passados 08 (oito) meses da apresentação da Inicial, o Autor não tomou nenhuma providência contra o site onde está disponível o e-book. E claro, nem poderia, pois tanto a obra quanto a sua autoria restaram demasiadamente comprovadas", diz um trecho da defesa.

Ataques pessoais contra Marisa Lobo


A Drª Renata Gonçalves Cruz observou que por não comprovar a intenção de Marisa Lobo de denegrir a sua imagem, Leandro Colling, na verdade, agiu contra a pessoa da psicóloga, ao que parece, por razões ideológicas, tendo em vista que a Drª. Marisa é uma das principais vozes no Brasil contra o ativismo político-ideológico dos movimentos LGBTs e das "esquerdas" no país, segmentos que o docente parece representar:

"Não há elementos acerca de ofensa à imagem, nem ainda de que a Requerida tenha concorrido para tal, restou ao Autor, cujas alegações são desprovidas de provas, apelar para o ataque à pessoa da Requerida [Marisa Lobo]", alega a defesa.


Professor Leandro Colling com um adesivo de apoio a ex-Presidente Dilma Rousseff (Foto disponível na internet).

Sentença em favor de Marisa Lobo


Após várias tentativas de conciliação, o juiz da 3ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais de Causas Comuns do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, Dr. Paulo Cesar Almeida Ribeiro, declarou que não há motivos para Landro Colling alegar ter sofrido "danos morais".

Segundo o magistrado, "não restou caracterizada significativa ofensa à honra ou esfera íntima da parte autora capaz de ensejar pagamento de indenização por dano moral, mas mero contratempo, fato corriqueiro no dia-a-dia de cada um de nós", diz um trecho da sentença.


O juiz argumenta que a definição de "dano moral" não pode ser banalizada e precisa ser diferenciada de coisas comuns, relativas ao dia-a-dia. Ele disse que a mera citação do nome do autor, considerando que se trata de uma pessoa pública, pode configurar apenas "aborrecimentos" e "dissabores" devido a possíveis críticas ao que o mesmo defende, mas que isso não é suficiente para caracterizar o dano moral, já que discordâncias ideológicas fazem parte da vida pública:

"As palestras da ré são de cunho religioso e ideológico e sendo o autor professor e autor de diversas obras, ainda que não da apontada em sua exordial, está sujeito a sofrer críticas e debates sobre os trabalhos defendidos em sua profissão", disse o juiz.

Liberdade de expressão e religião


Pelo fato de Marisa Lobo proferir palestras, também, durante eventos religiosos, o magistrado ressaltou que a possível condenação judicial por divergências de natureza pessoal caracterizaria o cerceamento da liberdade de expressão, incluindo a religiosa:


"Salienta-se que impedir a autora de realizar publicações de suas palestras, implicaria em óbice a liberdade de expressão e livre exercício de sua religião", explicou o juiz, após alegar também que a defesa da psicóloga comprovou a existência do livro com o nome de autoria atribuído ao professor Colling, conforme o link que já disponibilizamos acima.

Por fim, o juiz publicou a sua decisão na última quarta-feira (9), em favor de Marisa Lobo, sendo essa mais uma vitória judicial da psicóloga cristã e pró-vida:

"Isto posto, com base no inciso I do Art.487do Novo Código de Processo Civil, JULGO TOTALMENTE IMPROCEDENTES os pedidos realizados pela Autora na exordial", finaliza a sentença N. 0095385-64.2017.8.05.0001.
Elba Ramalho fala contra o aborto em Marcha pela Vida: "Fere o coração de Deus"

Elba Ramalho fala contra o aborto em Marcha pela Vida: "Fere o coração de Deus"

Elba Ramalho fala contra o aborto em Marcha pela Vida: "Fere o coração de Deus"

Aconteceu neste domingo (6) a sexta edição da Marcha pela Vida contra o Aborto, evento que atraiu pessoas de diversas religiões até a praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Organizada pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, a passeata teve como principal objetivo chamar a atenção da sociedade contra leis que visam negar os direitos do nascituro.

Representantes de diversos segmentos políticos e religiosos formaram uma verdadeira multidão e juntos protestaram contra a votação que está no Supremo Tribunal Federal, que pode permitir a realização do aborto até 12 semanas de gestação.

Entre as personalidades evangélicas que estavam no evento temos a cantora Flordelis, mãe de 55 filhos que é a favor da vida e contra o aborto. “Luto pelo direito à vida porque acredito que a liberação do aborto é um genocídio. Com a liberação do aborto, milhares de crianças serão assassinadas”, disse.

Muitos dos seus filhos foram abandonados por suas famílias após tentativas de aborto sem sucesso. Flordelis chegou a resgatar crianças do lixo e conseguiu dar amor e carinho a todos eles, formando uma grande família.

“Eu sou mãe de 55 filhos e muitos deles escaparam de tentativas de aborto, e mesmo depois de nascidos foram abandonados. Tenho filhos que foram jogados no lixo, em valões”, declarou ela ao site Pleno.News.

“Essa marcha é importante para conscientizar o povo e chamar a sociedade para essa luta que não pode ser só nossa, mas de todos”, completou Flordelis.

A cantora Elba Ramalho também participou da marcha, e citou uma frase da Madre Teresa de Calcutá, que diz que a paz não poderá prevalecer enquanto existir o aborto.

“O homem tem pensado equivocadamente e não sabe o quanto isso fere o coração de Deus. O aborto é um equívoco porque a mãe que deveria acolher seu filho, o rejeita. E os médicos, que deveriam salvar, matam. Está tudo equivocado. A vida não existe somente quando uma pessoa nasce, mas já começa no momento da concepção”, disse Elba.

Representando os católicos que são contra o aborto estava o arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta que defendeu a vida. “A paz virá no momento que respeitarmos a vida. Estou aqui e faço desta caminhada uma resistência à cultura da morte, resistência em favor da vida”, declarou Dom Orani.

Fonte: JM Notícia
Relacionamento entre pais e filhos evita o abuso de drogas e de comida na idade adulta, aponta estudo

Relacionamento entre pais e filhos evita o abuso de drogas e de comida na idade adulta, aponta estudo


Crianças que possuem maior comunicação com os pais no início da adolescência fazem menos uso nocivo de álcool e comida por fatores emocionais na idade adulta, de acordo com um novo estudo em Psiquiatria Biológica.


O estudo de 14 anos, que acompanhou participantes de 11 a 25 anos, identificou que o grau de comunicação entre pais e filhos promove o desenvolvimento de uma rede cerebral envolvida no processamento de recompensas e outros estímulos que, por sua vez, protege contra o consumo excessivo de comida, álcool e drogas. Desta forma, a comunicação robusta entre pais e filhos tem um impacto sobre os comportamentos de saúde na idade adulta.

"Isso pode significar que as interações sociais realmente influenciam os padrões de conexão do cérebro na adolescência", disse John Krystal, MD, editor da Biological Psychiatry . "Isso aponta para um importante papel potencial das interações familiares no desenvolvimento do cérebro e o surgimento de comportamentos desadaptativos na idade adulta", acrescentou.

O estudo liderado por Christopher Holmes e colegas do Centro de Pesquisa da Família da Universidade da Geórgia, enfocou os afroamericanos rurais, uma população pouco estudada que pode estar desproporcionalmente em risco para esses comportamentos prejudiciais à saúde na idade adulta jovem. Em 2001, a equipe de pesquisa iniciou um estudo longitudinal envolvendo famílias rurais afro-americanas com uma criança de 11 anos de idade.

Entre as idades de 11 e 13 anos, os participantes relataram as interações com os pais, incluindo a frequência das discussões.

Quando os participantes atingiram 25 anos de idade, uma subamostra de 91 participantes foi recrutada de um estudo maior para participar de sessões de neuroimagem que media a atividade cerebral usando ressonância magnética funcional (fMRI). Especificamente, os pesquisadores usaram fMRI para estudar uma rede de conexões cerebrais chamada de rede de saliência anterior (ASN). Os participantes também responderam perguntas sobre o uso nocivo de álcool e alimentação emocional aos 25 anos.

A maior comunicação entre pais e filhos no início da adolescência previu uma maior conectividade do ASN aos 25 anos, apoiando a ideia de que a parentalidade de alta qualidade é importante para o desenvolvimento do cérebro a longo prazo.

A maior conectividade da ASN foi, por sua vez, associada com menor uso prejudicial de álcool e comida por razões emocionais aos 25 anos. Os resultados apontam para o ASN como um mecanismo do cérebro relacionado a parentalidade, capaz de repercutir na idade adulta.

"Essas descobertas destacam o valor dos esforços de prevenção e intervenção direcionados às habilidades parentais na infância como um meio de promover o desenvolvimento neurocognitivo adaptativo a longo prazo", disse o Dr. Allen Barton, autor corresponsável pelo estudo.

Comentário:

O que o estudo fez, foi traduzir em ressonância magnética o que é observado assiduamente na vida comum e na clínica psicológica. Os relacionamentos familiares são alicerces para quase tudo na vida dos filhos.

É impossível dissociar o abuso de drogas do ambiente familiar. A presença dos pais, como referências boas ou más, fazem toda a diferença no desencadeamento, manutenção ou cura da dependência "química" e outras formas de dependências.


Fonte: Elsevier
Comentário: Will R. Filho 
Modelagem cultural: Rede Globo vai colocar "transexual" em novela para adolescentes

Modelagem cultural: Rede Globo vai colocar "transexual" em novela para adolescentes


A Rede Globo não surpreende mais quem acompanha a tentativa constante de impôr sua agenda ideológica na sociedade, especialmente quando o assunto envolve sexualidade. Dessa vez, uma transexual servirá de "modelo" na novela Malhação, voltada para o público adolescente.

Quando falamos de "modelo" estamos nos referindo a técnica de induzir o pensamento e comportamento da sociedade através do condicionamento, reforço de contingência ou, como chamamos aqui de "modelagem cultural".

A novela é o principal instrumento de modelagem cultural utilizado pela Rede Globo. Em segundo lugar estão os programas de auditório.

Não, não é apenas a emissora dos marinhos que utiliza esses recursos. Todas às mídias são responsáveis por esse processo. A Rede Globo, no entanto, se destaca nesse aspecto, uma vez que serve de referência para às demais.

Para entender melhor o conceito de modelagem, leia: Modelagem Cultural - Como seu pensamento, comportamento e identidade são manipulados diariamente

A questão mais objetiva nisso é saber que a intenção visa atingir o público jovem. Segundo a atriz transexual Gabriela Loran, 24 anos, que interpretará uma professora de dança e principal incentivadora do personagem Leandro (Dhonata Augusto), homossexual que gosta de se vestir de mulher e sofre preconceito por isso, "desconstruir" questões de gênero é o foco:

“Vai acontecer uma desconstrução muito bonita da questão do gênero no que diz respeito à dança”, disse ela, segundo informações do jornal O Globo. Loran ressalta que ser uma "referência" para os adolescentes é um diferencial:

“Acho muito interessante que seja no horário em que os adolescentes estão assistindo. Eu, quando jovem, não tive essa referência. Quando a pessoa vê uma mulher trans e empoderada, ocupando um espaço de respeito, ela acredita que existe, sim, uma oportunidade”, declarou.

A opinião de Loran corrobora com o que já publicamos sobre o conceito não apenas de modelagem cultural, mas de construção da identidade de gênero nas crianças. Isto é, muitos pais não compreendem o motivo pelo qual filhos, desde muito novos, demonstram sinais de "homossexualidade" ou "transexualidade".

Vários são os motivos, mas todos possuem explicação. Além das relações familiares e das experiências sexuais ao longo da vida como principais norteadores do desenvolvimento psicossexual, a modelagem cultural é, atualmente, uma das explicações mais contundentes.

Sempre que tais "referências" são exibidas e postas como modelos ideais na TV e outros meios considerados "espaços de respeito", como diz Loran, são criados símbolos de identificação para as crianças e adolescentes.  Uma vez que é - natural - do desenvolvimento infantil a identificação com os símbolos sociais, a consequência pode ser a construção de uma identidade conforme esses modelos.

A forma de lidar com isso é reforçando os modelos familiares. O que, na verdade, os pais desejam para seus filhos. A falta deles potencializa a presença dos modelos indesejados. Isso tudo, claro, considerando o controle dos pais sobre o conteúdo que seus filhos têm acesso. A Rede Globo, por exemplo, não possui utilidade alguma para quem preza por boas referências.

No final das contas, o controle é sempre da família. Novelas como "Malhação" e inúmeras outras, sempre alvos de polêmicas sazonais, não continuam existindo por acaso. Elas refletem a inércia intelectual da própria sociedade ou, se preferir: ignorância.

O fim do namoro - Como a pornografia e aplicativos como o Tinder estão alienando os jovens

O fim do namoro - Como a pornografia e aplicativos como o Tinder estão alienando os jovens


Enquanto estava de férias em um ambiente bonito, notei que um dos caras com quem eu estava olhava para o seu telefone, em vez de apreciar a paisagem. "Não pode ser tão interessante assim", pensei, "já que ele está passando o dedo continuamente".

Eu olhei para ver se ele estava no Tinder, dando a cada perfil menos de meio segundo de olhar antes de clicar em sim ou não. "É como um jogo", disse ele quando lhe perguntei sobre a velocidade com que estava julgando as mulheres, "é apenas algo para passar o tempo".

O que isso nos diz sobre como vemos namoro e uns aos outros quando fazemos julgamentos tão superficiais e instantâneos? O que isso mostra sobre o que valorizamos?

Os robôs sexuais podem ainda não estar no mercado, mas as máquinas já estão mediando nossa sexualidade na forma de aplicativos de namoro. E, como acontece com robôs sexuais, quando uma solução tecnológica é criada para um problema fundamentalmente humano - nossa necessidade de amor, intimidade e companheirismo -, o resultado é que seres humanos individuais e insubstituíveis são tratados como objetos ou forragem de algoritmos.

Pegue um aplicativo como Tinder ou Grindr. Quando você desliza para a direita ou para a esquerda para indicar o seu interesse ou a falta dele, a coisa que responde ao seu toque não é a pessoa representada, mas o telefone.

O humano é representado apenas pela imagem bidimensional, cega para a resposta do usuário se for negativa, enquanto é o telefone que tem presença material e é tratado como se fosse consciente. Os usuários se comunicam uns com os outros digitalmente, e somente mais tarde (se cada pessoa se apresentou para o gosto do outro, satisfazendo vários critérios mentais) eles interagem como pessoas corporificadas.

Como o mito de Pygmalion, usado regularmente para analisar bonecas e robôs sexuais, a pessoa na foto só "ganha vida" (do ponto de vista do outro usuário) na disposição do parceiro em potencial.

“A falta de interação cara a cara em aplicativos de namoro parece se prestar a tratar os outros como objetos”

Os paralelos com as compras online atingiram muitos usuários de aplicativos de namoro: um procura através de um mar aparentemente infinito de fotos, julgando cada um em sua aparência física ou quão bem eles se comercializam [se identificam] com seu perfil cadastrado.

A satisfação pessoal está à frente, com o resultado de que as mensagens recebidas daqueles que não atendem às nossas listas de verificação mentais nem recebem uma resposta. Perguntei ao meu amigo por que ele estava ignorando as mulheres que eu achava bonitas. "Eu não gostei do corte de cabelo dela", disse ele sobre uma delas.

"Muita maquiagem nos olhos", disse ele sobre outra. Parecia que estava procurando o produto perfeito para comprar, em vez de tentar discernir se a mulher em questão compartilhava valores, interesses e aspirações semelhantes a ele.

No final, ele apenas disse "sim" às mulheres ao menos uma década mais jovem que ele, e me perguntei se achava que aquelas mulheres estariam aplicando critérios estéticos similarmente rigorosos aos dele. Claramente ele achava que regras diferentes se aplicavam a ele, indicando a centralidade do ego quando saímos de trás de uma tela.

Por outro lado, uma das minhas amigas excluiu o aplicativo de seu celular várias vezes na primeira semana após a instalação:

"Eu me senti tão insegura. Eu continuei me vendo através dos olhos dos caras que eu estava tentando atrair. Foi totalmente desmoralizante. Mas eu continuei voltando porque eu não sei mais como encontrar alguém”, disse ela. O anseio por intimidade, então, nos leva a usar tecnologias que nos fazem sentir ainda mais alienados dos outros e de nós mesmos.

De fato, um estudo da Universidade do Norte do Texas descobriu que o uso de Tinder foi buscado para ser associado com a insatisfação corporal, vergonha do corpo, monitoramento do corpo e internalizar as expectativas sociais de beleza.

O fundador do Tinder, Sean Rad, estava equivocado quando afirmou: "Eliminamos o medo da rejeição". Mas, assim como as indústrias de beleza e dietas, outras pessoas lucram com nossas inseguranças e fome de amor. E quanto mais olhamos para a tecnologia para atender às nossas necessidades humanas mais fundamentais, maior é o lucro. O Tinder, por exemplo, foi avaliado em US $ 3 bilhões em agosto de 2017.

A atração física sempre desempenhou um papel no namoro, mas é improvável que nós nem falássemos com aqueles que se aproximaram de nós em um bar, por exemplo, só porque eles não tinham o penteado, a altura ou o estilo de escrita espirituoso que tínhamos em mente. Dessa forma, a falta de interação face a face em aplicativos de namoro parece se prestar a tratar os outros como objetos - uma característica de nossa cultura relacional que a Campanha contra Robôs Sexuais procura resistir.


Repórter da BBC chora ao ver fabricação de bonecas sexuais infantis, no Japão

Repórter da BBC chora ao ver fabricação de bonecas sexuais infantis, no Japão

sexbots

Enquanto visitava uma fábrica de “brinquedos para adultos” no Japão, onde se fabrica “sexbots” - robôs em tamanho real criados para o propósito de satisfação sexual - um jovem jornalista da BBC se deparou com uma seção do prédio onde “sexbots” infantis estavam sendo montados.

O jornalista da BBC James Young estava "visivelmente abalado", segundo um relatório do Daily Star, dizendo depois que "o encontro foi horrível. Eu só tive que sair de lá".

Enquanto alguns afirmam que bonecas sexuais infantis cada vez mais parecidas com “sexbots” servirão como um impedimento para atos sexuais criminosos contra crianças por pedófilos, muitos especialistas acreditam que a nascente indústria incentivará a exploração sexual, levando a um aumento e não a diminuição do abuso sexual infantil.

Leia também: Em nome da diversidade empresa cria boneca sexual de criança e incentiva a pedofilia


Algumas dessas bonecas lembram crianças de até três anos de idade e podem ser personalizadas para apresentar expressões faciais realistas, incluindo tristeza e medo.

Ainda mais preocupante, os clientes podem personalizar seu pedido de bonecas para se parecerem com crianças que eles realmente conhecem, fornecendo fotografias para o fabricante.

No caso de “sexbots” de crianças atualmente em desenvolvimento, os clientes pedófilos também terão a opção de fornecer amostras de gravações de voz para criar ainda mais a ilusão de obter gratificação sexual com uma criança específica e real conhecida por ele.

Repórter da BBC, James Young não conteve a tristeza ao se deparar com bonecas sexuais infantis, segundo Daily Star



“Bonecos que foram confiscados nas fronteiras do Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Canadá, entre outros, contêm partes do corpo e orifícios anatomicamente corretos (boca, vagina e ânus) que podem ser usados ​​para acomodar um pênis masculino adulto ”, de acordo com a organização The Crime Report.

YouTube, Instagram, Twitter e Pinterest são cúmplices tangenciais


Os gigantes das mídias sociais - que muitas vezes são rápidos em censurar mensagens cristãs e conservadoras como “ofensivas” ou “violando os padrões da comunidade” - não ficaram tão alertas quando se trata de censurar a promoção dessas bonecas sexuais e sexbots em suas plataformas.


"Do YouTube ao Instagram, do Twitter ao Pinterest, vídeos e links para os mercados on-line de bonecas sexuais infantis estão sendo postados nos maiores sites de mídia social", informou a filial da NBC em Nova York neste fim de semana.

"Em um canal do YouTube chamado Pretty Dolls, que já foi removido, vídeos sobre bonecas em tamanho natural que parecem crianças e são vendidas para um propósito sombrio foram assistidos mais de 100 mil vezes", continua a matéria.

Enquanto o YouTube e o Twitter rapidamente removiam links e sites ofensivos em resposta à investigação da NBC, outras promoções de bonecas sexuais infantis apareceram, revelando a difusão do problema e a determinação de fornecedores e clientes para fazer negócios.

Legislação para proibir a venda e distribuição de sexbots de crianças nos Estados Unidos


A Lei de Repressão de Robótica Pedofílica Eletrônica Exploratória Realista (CREEPER), que visa proibir a importação e distribuição de bonecas sexuais infantis, foi apresentada pelo congressista de Nova York Dan Donovan, juntamente com uma coalizão bipartidária de 32 co-patrocinadores.


"É uma pessoa excepcionalmente vil que ataca as crianças para satisfazer desejos horríveis de pedofilia", disse o deputado Donovan.

“Durante meus 20 anos como promotor, prendi animais [pedófilos] que jogavam suas fantasias repugnantes sobre crianças inocentes. O que vi e ouvi foi o suficiente para deixar alguém doente. Agora, como legislador no Congresso, estou apresentando um projeto de lei para proibir o mais novo ponto de venda para pedófilos: bonecas sexuais infantis. Eles não pertencem às nossas comunidades", disse ele.

Importados da China, Hong Kong e Japão, os bonecos são propositalmente rotulados erroneamente como manequins ou modelos para evitar serem detectados pelas autoridades postais.

Agentes da lei observam uma correlação entre as compras de bonecas sexuais infantis por indivíduos que têm histórico de ofensas contra crianças.

“Dos 128 bonecos apreendidos no Reino Unido, 85% dos homens que os importaram também foram encontrados em posse de pornografia infantil”, observou um comunicado de imprensa do gabinete do deputado Donovan. “Além disso, psicólogos e pesquisadores acreditam que esses bonecos reforçam, normalizam e encorajam o comportamento pedófilo, potencialmente colocando em risco mais crianças”.


"De fato, a psicologia emergente no tópico diz que essas bonecas obscenas encorajam o abuso de crianças reais", disse o deputado Donovan em um editorial do The Hill. “Peter Fagan, da Escola de Medicina Johns Hopkins, disse recentemente ao The Atlantic que bonecas sexuais infantis provavelmente têm um 'efeito reforçador' sobre os pedófilos ev“em muitos casos, causam (o desejo) de maior urgência ”.

Uma coalizão de especialistas em robótica, especialistas em ética e defensores da proteção infantil se uniram para apoiar a legislação proposta.

"O abuso sexual infantil é um crime hediondo, que nenhuma criança deveria sofrer", disse Michael Polenberg, vice-presidente de assuntos governamentais da Safe Horizon, uma organização líder em assistência às vítimas.

“Como, então, reconciliar a aversão da sociedade civil ao abuso infantil com a produção e importação de bonecos de crianças em tamanho natural para uso sexual? Isso é profundamente preocupante em muitos níveis ”, disse ele.

"Há atualmente um aumento dramático no desenvolvimento de robôs sexuais falantes alimentados por Inteligência Artificial", explicou Noel Sharkey, co-diretor da Fundação para Robótica Responsável.


“A possibilidade de fazer réplicas robóticas anatomicamente detalhadas de crianças específicas para gratificação sexual está agora aqui e é certamente um passo longe demais. Tais dispositivos terão, no mínimo, um impacto pernicioso em nossa sociedade e criarão uma ameaça à segurança sexual de nossos filhos”, acrescenta.

“As apreensões de bonecas sexuais infantis ilustram que os criminosos sexuais e os pedófilos não vão parar em nada até chegar às crianças”, disse Stacie Rumenap, presidente da Stop Child Predators. "Não há dúvida de que essas bonecas serão usadas para atrair e seduzir crianças, e acabarão levando a mais abuso sexual e exploração de crianças reais".

Melanie Blow, CO da Stop Abuse Campaign, disse: “O abuso sexual infantil é uma epidemia em nossa sociedade, afetando um quinto das crianças de nossa nação. Uma epidemia com enormes custos humanos e financeiros. Qualquer coisa que normalize a atração sexual adulta em relação a crianças só piorará essa epidemia. Bonecas sexuais infantis e robôs que fazem isso são perfeitamente legais, e isso é um problema”.

Kathleen Richardson, fundadora da Campanha contra Robôs do Sexo e Professora de Ética e Cultura de Robôs e IA da Universidade De Montfort, disse:

“Eu escutei as histórias de sobreviventes de abusos sexuais na infância em primeira mão, e nós devemos fazer de tudo para evitar futuros incidentes. Dar bonecas e robôs sexuais infantis a pedófilos não fará nada além de encorajar atos prejudiciais a crianças inocentes. A segurança de uma criança nunca deve ser colocada abaixo de um desejo sexual ou lucros de empresas comerciais”.



Os robôs sexuais infantis impediriam a pedofilia?


Alguns sugerem que os “sexbots de crianças” (CSBs) fornecerão uma saída segura para indivíduos que são sexualmente atraídos por crianças.

"Eles imaginam um futuro em que pedófilos serão receitados para o uso das CSBs, para que eles possam satisfazer seus impulsos sem vitimar ninguém", afirma um relatório da NBC .

"Há amplo consenso entre os especialistas de que nem bonecas sexuais infantis nem CSBs devem estar disponíveis gratuitamente para compra", continua o relatório. “Mas alguns especialistas dizem que chegou a hora de realizar pesquisas científicas para avaliar seu possível uso como impedimento à pedofilia, um distúrbio psiquiátrico que causa atração sexual a crianças pré-púberes e que agora é tratado com psicoterapia ou, em alguns casos, com drogas inibidoras da libido”.



"Sexbots"  provavelmente levarão à normalização do sexo com crianças


Embora os defensores da fabricação e do uso desses bonecos e robôs sexuais infantis afirmem que podem ter valor clínico na redução de atos sexuais criminosos contra crianças reais, a ciência e a medicina sugerem que isso é uma ilusão.

De acordo com uma reportagem publicada na Harvard Health, a sociedade tem boas razões para ser pessimista em relação à pedofilia, que “continua a ser um desafio para clínicos e funcionários públicos.” O relatório afirma: “Pedofilia é uma orientação sexual e é improvável que mude”.

Há um “medo de que os CSBs possam normalizar o comportamento desviante - e levar os pedófilos a cruzar a linha com vítimas reais. De acordo com a Campanha Contra os Robôs Sexuais com sede no Reino Unido, não há evidências de que bonecas sexuais adultas ou sexbots tenham restringido a demanda por prostitutas”, afirma o relatório da NBC.

A diretora da campanha, Dra. Kathleen Richardson, professora de ética e cultura de robôs na Universidade De Montfort, em Leicester, observou:


“Eu falei com adultos que foram abusados ​​quando crianças, e eles não apoiam o uso de CSBs. Dizem que os pedófilos que ofendem estão tão distantes de sua própria humanidade que dar a eles uma máquina não resolveria o problema subjacente”.

"Para o bem das crianças de nosso país", disse o deputado Donovan, "não podemos permitir bonecos sexuais infantis em nossas comunidades".

Comentário:

Já publicamos um texto alertando para esse perigo. O título: Em nome da diversidade empresa cria boneca sexual de criança e incentiva a pedofilia. É importante a leitura para complementar a matéria acima.

Outro ponto que precisa ser destacado é o conceito de pedofilia como "doença" ou "transtorno psiquiátrico". Também já argumentamos que tal conceito é falacioso, sendo utilizado estrategicamente para no futuro próximo convertê-lo em uma "orientação sexual" aceitável.

Leia: Pedofilia é doença? Entenda a estratégia do ativismo pedófilo por trás dessa mentira teórica


Por: Doug Mainwaring / Life Site News
Comentário: Will R. Filho
Paraguai reconhecerá Jerusalém a Capital de Israel ao mover embaixada para Jerusalém

Paraguai reconhecerá Jerusalém a Capital de Israel ao mover embaixada para Jerusalém

O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, quer mover a embaixada do seu país em Israel de Tel Aviv para Jerusalém antes do final desta legislatura e está aguardando um "sinal" do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para prosseguir com a mudança de local, segundo o jornal paraguaio ABC.


Durante a celebração do 70º aniversário da criação do Estado de Israel, que teve lugar na última quinta-feira no Banco Central do Paraguai, Cartes disse que a mudança da embaixada responde a um "compromisso político" e um desejo pessoal.


O presidente paraguaio também destacou o bom tratamento que, segundo ele, tinha dado a Israel e Paraguai, em particular a Netanyahu, e salientou que só espera "um sinal" do governo israelense para ordenar a transferência.

Cartes não mencionou uma data específica, mas insistiu em sua intenção de fazer a mudança antes do final de seu mandato. Este movimento é o prelúdio do reconhecimento oficial de Jerusalém como capital do Estado de Israel por Assunção.

Uma medida controversa

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou em dezembro sua polêmica decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e iniciar o processo de transferência da embaixada dos EUA para aquela cidade.

O anúncio da Casa Branca significava o cumprimento de uma promessa de campanha de Trump, interrompendo o trabalho diplomático e décadas de política externa dos EUA na disputada cidade. Desde então, outros países, como Guatemala, Romênia, Honduras e República Tcheca anunciaram medidas semelhantes [de reconhecer Jerusalém como a Capital de Israel].


As consequências foram quase imediatas: o movimento palestino Hamas chegou a chamar uma Terceira Intifada, ou levante popular, enquanto Hasan Nasrallah, líder do grupo político e militar Hezbollah, que opera a partir do Líbano, onde milhares de refugiados palestinos vivem, juntou ao pedido em um ato multitudinário nas ruas de Beirute.

Houve também dezenas de manifestações em vários países ao redor do mundo repudiando a posição de Trump e expressões de rejeição de outros líderes, como o turco Recep Tayyip Erdogan, que descreveu a decisão dos EUA como "nula e inválida". Por outro lado, o presidente palestino, Mahmoud Abbas, classificou o passo dado por Washington de "presente ao movimento sionista".

Em Jerusalém Ocidental está o governo de Israel, mas os palestinos veem Jerusalém Oriental como a capital de um futuro Estado palestino. Por essa razão, todos os presidentes dos EUA e outros países, localizaram suas embaixadas desde a fundação de Israel em 1948 em Tel Aviv.

Comentário:

Jerusalém é a Capital de Israel, de fato, e o reconhecimento dos EUA e outros países dessa realidade histórica, política, cultural e geográfica é nada mais do que uma decisão sensata e justa para com o povo judeu, que por milênios luta por sua sobrevivência contra os povos inimigos que visam a sua total destruição.


O fato de o Paraguai ser o primeiro país da América do Sul a reconhecer Jerusalém como a Capital de Israel é uma vergonha para nós, brasileiros. O Brasil como maior potência econômica e militar (14ª no mundo) deveria demonstrar pioneirismo e assumir a mesma posição, se colocando ao lado da verdade histórica e não do "politicamente correto".

Todavia, não é surpresa alguma a omissão do nosso governo atual quanto à essa questão, dado o aparelhamento ideológico de "esquerda" em nosso Estado. A única possibilidade de o Brasil reconhecer Jerusalém como sua Capital, de fato, é na posse de um governo não acovardado e comprometido com a Nação que é, por excelência, o berço da nossa herança judaico-cristã.


Fonte da matéria: Sputnik
Comentário: Will R. Filho