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ALERTA: Haddad e Ciro fazem manobra jurídica para tentar impugnar Jair Bolsonaro

ALERTA: Haddad e Ciro fazem manobra jurídica para tentar impugnar Jair Bolsonaro


Na iminência de uma derrota cada vez mais consolidada, a esquerda brasileira está fazendo de tudo para impedir que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, suba o Palácio do Planalto no dia 1 de janeiro de 2019. Após uma série de ataques coordenados pela grande mídia ter fracassado, opositores do capitão reformado agora apelam para o judiciário como última tentativa de barrar a sua eleição.

Com base em uma reportagem feita pelo jornal Folha de São Paulo, mídia já bastante conhecida pelo elevado grau de tendenciosidade das suas reportagens e ativismo contra candidatos conservadores, Fernando Haddad (PT) e o PDT, partido de Ciro Gomes que o apoia no segundo turno, vão entrar na Justiça para pedir a punição de Jair Bolsonaro (PSL) e a impugnação.



A alegação é de que a chapa Bolsonaro teria cometido crime eleitoral, por ter supostamente consentido com a disseminação de notícias falsas e marketing (mensagens) em massa pelas redes sociais, feito por empresas particulares, sem a devida prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral.

“Em qualquer lugar do mundo isso seria um escândalo de proporções avassaladoras, poderia encerrar até com a impugnação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno”, disse o petista Fernando Haddad, segundo informações da VEJA.

Estratégia jurídica premeditada?


A disseminação de "fake news" existe desde a popularização das redes sociais e está presente na campanha de todos os candidatos. Tanto apoiadores de Bolsonaro como de Haddad disseminam informações falsas. Isso ocorre em grande escala devido ao baixo nível de informação da própria população, assim como pela malícia de alguns opositores. Ou seja, este não é um fato anormal, mas já bastante conhecido no mundo inteiro.



O que parece estar ocorrendo nesse momento, no entanto, é uma tentativa da esquerda em utilizar a narrativa das "fake news" e propaganda voluntária em massa para realizar uma manobra jurídica contra a candidatura de Jair Bolsonaro. O principal motivo seria a adesão de empresários na campanha do PSL, como Luiciano Hang, dono da rede de lojas Havan.

A verdade, porém, é que qualquer pessoa pode deliberadamente fazer campanha para o candidato que preferir. Não é crime eleitoral promover o seu candidato, desde que o ato seja realizado pessoalmente, sem a participação de pessoas jurídicas de forma direta. Luciano Hang, por exemplo, não se manifesta em nome do seu CNPJ, mas dele próprio.

O nível de influência que um empresário tem é o mesmo que um artista famoso possui. Assim como um ator da Rede Globo, por exemplo, ou jornalista, que possui CNPJ individual, pode gravar um vídeo em defesa de algum candidato (como fazem assiduamente), um empresário também pode.



No caso da campanha de Jair Bolsonaro, seria impossível tal monitoramento, pois ela foi e continua sendo realizada por milhões de pessoas, voluntariamente, sem qualquer filiação partidária. Ainda que empresários tenham errado ao investir como pessoas jurídicas na campanha, isso não necessariamente tem relação com a campanha oficial do PSL, porque pode ter sido apenas por iniciativa própria.

Para haver punição e possível impugnação é necessário existir vínculo entre o apoiador e a campanha oficial. Ou seja, a acusação de alguma forma precisa - obrigatoriamente - comprovar a existência de relação do partido com a prática ilegal. Caso contrário, qualquer opositor poderia facilmente forjar atos ilegais de campanha e dizer que foi contratado pelo seu adversário, acusando-o, assim, de crime eleitoral.

Ataques em massa coordenados


Após o resultado do primeiro turno, uma série de denúncias de agressão envolvendo o nome de Jair Bolsonaro vieram à tona. Alguns jornais e a campanha do PT estamparam nas manchetes: "Apoiadores de Bolsonaro realizam pelo menos 50 ataques em todo o Brasil".

Um verdadeiro surto! Não tem outra definição, senão essa. Aos poucos os casos foram caindo no esquecimento, mas não por acaso. Denúncias de agressão feitas em delegacias foram desfeitas. Por que será? Tudo indica que elas simplesmente foram forjadas. Rabiscos em banheiros, paredes e suásticas "arranhadas" na própria pele, supostas "provas" sem qualquer identificação de agressores, algo típico de uma ação coordenada por militantes.

O que garante que o disparo de notícias falsas e a suposta contratação de empresas para essa finalidade não tenham sido, também, forjados? O histórico de ataques contra a candidatura de Jair Bolsonaro, incluindo uma tentativa de assassinato, abre larga margem para essa possibilidade. Isso é real e muito grave!

O que mais precisa acontecer para que os "inocentes" entendam de uma vez por todas que o Brasil está em guerra?
Psicóloga lança nota de repúdio contra Haddad por tentar "manipular os evangélicos"

Psicóloga lança nota de repúdio contra Haddad por tentar "manipular os evangélicos"


A psicóloga cristã Marisa Lobo, membro da Igreja Batista Brasileira, em Curitiba, e presidente do AVANTE em seu estado, lançou uma nota de repúdio contra o candidato à Presidência da República, Fernando Haddad, acusando-o de tentar manipular o eleitorado evangélico usando a figura de pastores de esquerda, como o Ariovaldo Ramos.

Na última quarta-feira Haddad se reuniu com algumas lideranças evangélicas, no entanto, que já são alinhadas com os ideais de esquerda, como o presbiteriano Ariovaldo Ramos, que é um notório esquerdista, defensor do ex-presidente Lula e apoiador de regimes socialistas como o da Venezuela.



"Você mente que os batistas apoiam sua candidatura, nos usa de forma desonesta. Jamais um batista convertido se aliaria ao PT, o partido mais corrupto da história do Brasil, onde seu líder maior está preso por corrupção", escreveu a psicóloga em sua nota.

"É uma manipulação vergonhosa, desonestidade moral e intelectual tentar confundir o eleitor evangélico, nos ofendendo, acreditando que somos idiotas úteis ou massa de manobra politica. Essa tentativa de enganar o povo brasileiro em época de eleição é típica de coronéis da politica, típico de quem pratica corrupção moral, é a prática socialista, se fingir de bom moço, acusar o adversário daquilo que se é. Não aceitamos essa mentira", acrescenta o texto.

A nota foi publicada junto com uma imagem onde a psicóloga diz que "é impossível um batista legítimo apoiar sua candidatura. Seu partido é o mais corrupto do Brasil", destacando que os evangélicos apoiam a operação Lava Jato, às 10 medidas contra a corrupção e a prisão do ex-presidente Lula.



O texto destaca o que Marisa Lobo considera uma tentativa de manipular o eleitorado evangélico, mas que os batistas, em especial (segmento), apoiam a luta contra a corrupção e são contrários às pautas da esquerda que defendem a legalização do aborto, drogas e a ideologia de gênero.

"Como igreja nós, os Batistas, somos referência na luta contra a corrupção, como podemos apoiar corruptos? Impossível, isso é mais uma artimanha do seu partido PT, que por estar em desespero temendo a derrota, inventa mais um fake news e, pior, está promovendo evangélicos fakes. Não comungamos com aborto, drogas, ideologia de gênero. Não comungamos com kit gay, que foi sim pago pelo Mec, quando o senhor foi ministro. Eu lutei e luto pessoalmente contra ele, como psicóloga", ressalta o texto.




DENÚNCIA: Psicólogo detona o Conselho de Psicologia por intimidar eleitores de Bolsonaro

DENÚNCIA: Psicólogo detona o Conselho de Psicologia por intimidar eleitores de Bolsonaro


Que o Conselho Federal de Psicologia foi aparelhado por ativistas políticos, isso já não é mais novidade para quem vem acompanhando o Opinião Crítica. Todavia, a manifestação cada vez mais contundente e explícita contra essa autarquia, partindo de profissionais renomados, isto sim tem chamado atenção.

Um desses profissionais é o professor e psicólogo, pesquisador da Universidade de São Paulo, Adriano Lima. Ele é conhecido não apenas por suas palestras sobre saúde mental, como por participar de audiências públicas e dar entrevistas sobre temas relacionados.



Mestre em psicologia, Adriano publicou um vídeo fazendo graves denúncias contra o Sistema Conselho de Psicologia (unidade federal e regionais), dizendo que recebeu de uma colega a publicação de uma unidade regional com insinuações direcionadas aos psicólogos favoráveis ao candidato Jair Bolsonaro.

Ele disse que o material visa intimidar os psicólogos que votam em Bolsonaro e que isto é resultado do "aparelhamento ideológico" da esquerda no Sistema Conselho. Apesar disso, o profissional fez questão de frisar que o Conselho Federal de Psicologia não tem o poder de perseguir os profissionais e que tal conduta viola a sua competência legal, que é de regulamentar e fiscalizar o exercício da profissão.

Assista a denúncia completa abaixo:


Franklin Ferreira sobre cristãos progressistas: "Não podem ser reconhecidos como cristãos"

Franklin Ferreira sobre cristãos progressistas: "Não podem ser reconhecidos como cristãos"


Os assim chamados “cristãos progressistas” se notabilizam, hoje, no Brasil, seguindo a Nova Esquerda, por entender que a classe que salvará o mundo será a dos “excluídos” e das minorias: mulheres, negros, homossexuais, índios, etc. E dão status de dogma a temas como união civil de pessoas do mesmo sexo, aborto, maioridade penal e todo tipo de estatismo. São adeptos devotos da igreja vermelha do politicamente correto, se veem como parte de um tipo de nova ordem religiosa, totalmente leais ao Partido e ao santo graal da Ideia. Todos aqueles que não concordam com eles são tratados, simplesmente, como “não-pessoas”.

E alguns de seus autores prediletos são Jürgen Moltmann, Hans Küng, Paul Tillich, Rob Bell, Brian McLaren, John Howard Yoder, Rosemary Radford Ruether, Leonardo Boff, Frei Betto, Gustavo Gutiérrez, Severino Croatto, entre outros.


Mas a defesa veemente desses temas são sinais de um mal maior. Até que ponto esses “cristãos progressistas” não têm reinterpretado profundamente a fé cristã, tornando-a em algo amorfo, totalmente distinto daquilo que se pode receber como revelação de Deus nas Escrituras Sagradas?

Parece que há, da parte desses “cristãos progressistas”, uma ruptura com “aquilo que foi crido em todo lugar, em todo tempo e por todos [os fiéis]” (Vicente de Lérins, Commonitorium II,3); isto é, esses “cristãos progressistas” se caracterizam não só por um afastamento, mas por uma rejeição de todo o ensino consensual entre os cristãos legítimos: a crença no Deus uno e trino; em sua revelação infalível e autoritativa nas Escrituras Sagradas; no pecado original e pessoal; na salvação exclusiva pela livre graça; no nascimento virginal de Cristo Jesus; em seu sacrifício sangrento na cruz, expiatório e substitutivo; em sua ressurreição corporal e em sua segunda vinda, única, visível e pessoal.

Havendo, de fato, tal cisão, perguntamos: como reconhecer esses ditos “progressistas” como cristãos? Até que ponto — uma vez que há um afastamento do ensino consensual cristão, como resumido nos antigos credos, aceitos por todos os ramos da fé cristã — não se deve considerá-los “cavalos de Tróia”? Pois estes têm por alvo subverter os alicerces mais básicos da fé e da ética cristã para que a Igreja seja controlada (Gleichschaltung), subordinando-a à agenda do Partido/Estado, com sua agenda inflexível e colossal.


Parece-me que, com a derrocada da esquerda na esfera pública, esses “cristãos progressistas” dobraram a aposta, sobretudo, na esfera eclesial, propagandeando com virulência militante suas crenças e valores. Quando confrontados, ao invés de tentar demonstrar que suas ideias são cristãs, partem para o ataque pessoal.

Porém, toda noção de cristianismo foi subvertida pelos “cristãos progressistas”, subordinados que estão a uma Ideia. Se isso é assim, estes não podem ser reconhecidos como cristãos, pois colocaram fé na Ideia, não na Revelação. Ao fazerem isto, tornaram-se gnósticos, e nunca é demais lembrar que gnosticismo não é cristianismo.

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregue um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja maldito. Conforme disse antes, digo outra vez agora: Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja maldito.” (Gl 1.8-9)

“Depois de exortar a primeira e a segunda vez alguém que causa divisões, passa a evitá-lo. Sabes que tal indivíduo perverteu-se, vive pecando e já condenou a si mesmo.” (Tt 3.10-11)

Numericamente Bolsonaro já está eleito, salvo uma verdadeira e improvável catástrofe

Numericamente Bolsonaro já está eleito, salvo uma verdadeira e improvável catástrofe


É improvável que haja surpresas no segundo turno presidencial. O espírito plebiscitário manifestou-se já no primeiro turno, visível na escassez de votos a candidatos outrora competitivos, de grandes partidos, como PSDB, PMDB e PDT.

O eleitor percebeu, desde o início, que havia – e há – apenas dois lados em disputa, projetos antagônicos. E antecipou sua escolha.

A diferença expressiva de votos pró-Bolsonaro não se reverterá. É impensável que alguém que abraçou o seu ideário venha a fazer opção oposta, já que o voto, de ambos os lados, teve o sentido de legítima defesa. Foi – e é – uma eleição binária.



Resta saber de onde os dois finalistas poderão buscar votos suplementares. E aí a vantagem também é de Bolsonaro.

O fiasco dos partidos de esquerda, aqueles cujos votos podem reverter em massa para Haddad – Psol, Rede e PDT –, indica que essa transferência já ocorreu no primeiro turno.

A votação somada desses partidos não muda o destino eleitoral de Haddad, que precisa crescer mais de 20 pontos percentuais para que sua votação em primeiro turno atinja a maioria absoluta. Já Bolsonaro, considerando-se os números do primeiro turno, está a 4,5 pontos percentuais da vitória.

Bastam-lhe os votos dados a João Amoedo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles, que guardam perfil claramente antipetista.

Há ainda os votos do PSDB, que devem se dividir, dado o perfil centrista do partido. FHC quer apoio ao PT; Dória, que disputará em segundo turno o governo de São Paulo, e Anastasia, que disputará o de Minas, já declararam apoio a Bolsonaro.



Idem a candidata a vice de Alckmin, senadora Ana Amélia. O Centrão, que se aliou aos tucanos, já avisou que não apoiará o PT (seu companheiro de viagem ao longo dos governos Lula e Dilma).

O PDT, de Ciro Gomes, embora aparentado ideologicamente ao PT, fez exigências tais a Haddad que sugerem que não quer se comprometer. Pediu apenas, para começar, a Casa Civil, o Ministério do Planejamento e o Banco do Nordeste.

São cofres que o PT seguramente não dispensará. Ciro, magoado com Lula, por não tê-lo escolhido, optou por sair de cena.

A tentativa desesperada do PT de obter votos fora de sua seara, buscando atrair os eleitores que se abstiveram – e que somam 29 milhões -, fez com que, no espaço de três dias após o primeiro turno, adotasse uma estratégia patética, que beira o ridículo e rompe com todo o seu passado: “renunciou” a seus símbolos e programa.

Mudou as cores do partido, trocando o vermelho pelo verde-amarelo, tirou Lula da campanha e dos panfletos e adotou parte do discurso de Bolsonaro, passando a defender o porte de armas, o cristianismo e a família tradicional.

Nesse ritmo, acaba por perder seus próprios eleitores.



O que essas eleições estão mostrando é que os meios tradicionais de persuasão, via marqueteiros e grande mídia, perderam a relevância do passado. O candidato favorito não tinha sequer comitê de campanha; não tinha um CEP. Valeu-se das redes sociais, que o blindaram da hostilidade dos veículos tradicionais e das fake news e deram-lhe o protagonismo de que desfruta.

A brusca mudança de personalidade do PT esbarra na memória da internet. Lá estão, ainda frescas, declarações de Haddad em sentido diametralmente oposto ao que diz agora.

Entre outras, a de que subiria a rampa com “o presidente Lula” e que promoveria o desencarceramento em massa.

Em relação a Bolsonaro, não há novidade: “fascista, homofóbico, racista, misógino etc.”. Ele continua onde sempre esteve e, a menos que uma situação inteiramente nova se apresente, e que o mostre diferente do que é (algo já tentado sem êxito), está eleito.

Uma questão meramente matemática.

À espera de um milagre, Haddad tenta seduzir evangélicos com um prato de lentilhas

À espera de um milagre, Haddad tenta seduzir evangélicos com um prato de lentilhas

À espera de um milagre, Haddad tenta seduzir evangélicos com um prato de lentilhas

Após chamar o bispo Edir Macedo de “charlatão” que “só pensa em dinheiro”, o candidato do PT, Fernando Haddad, preparou uma carta de compromisso para buscar lideranças evangélicas na busca de conquistar votos que hoje são de Jair Bolsonaro (PSL).

No texto, o candidato petista se compromete a, em um eventual governo, não aprovar nenhum projeto para legalização do aborto. O PT e seu partidos coligados, são favoráveis à prática e buscam aprovar a interrupção da gravidez para solucionar o que eles chamam de “problema de saúde pública”.


Haddad tem um encontro com líderes evangélicos na quarta-feira (17) em um hotel em São Paulo. Na carta que será entregue, o candidato do PT também se comprometerá a não legalizar as drogas. O documento deve ser lido durante a reunião com os pastores.

O ex-ministro da Educação tenta, sem sucesso, separar sua imagem do chamado “kit gay”, o material anti-homofobia que seria distribuído nas escolas públicas, mas que foi recolhido pelo Governo de Dilma Rousseff após pressão da Bancada Evangélica.

Comentário:

A tentativa de persuadir o eleitorado evangélico com base no engano é tão gritante e vergonhosa quanto a mudança repentina no logo da campanha petista, retirando menções ao ex-presidente Lula e modificando suas cores.



O aceno aos líderes (esquerdistas) evangélicos não passa de mais um ato de desespero da esquerda, que já visualiza a sua derrota no próximo dia 28. Somente um acontecimento drástico mudaria o resultado das urnas, o que dificilmente ocorrerá.

O eleitorado de Bolsonaro já se mostrou fiel, e não é de hoje. Ele existe desde quando o candidato cogitou a sua candidatura em 2014. De lá para cá o capitão reformado apenas somou apoio, muitos dos quais saídos dos outros candidatos por vontade própria, não por manipulação, como tenta fazer o PT.

Comentário: Will R. Filho
Bolsonaro diz que vai nomear alguém "livre do viés ideológico de esquerda" para a PGR, se eleito

Bolsonaro diz que vai nomear alguém "livre do viés ideológico de esquerda" para a PGR, se eleito


Jair Bolsonaro pretende submeter a chefia do Ministério Público Federal a uma patrulha ideológica. Se for eleito, não cogita nomear um procurador-geral da República esquerdista. “O critério é a isenção”, disse ao Jornal Nacional. “É alguém que esteja livre do viés ideológico de esquerda, que não tenha feito carreira em cima disso. Que não seja um ativista no passado por certas questões nacionais”.

O mandato da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, vence em setembro de 2019. Como de hábito, a corporação fará uma eleição interna e enviará ao Planalto uma lista com os nomes dos três procuradores mais votados. Bolsonaro avisou desde logo que, se estiver na poltrona de presidente, não se sentirá obrigado a selecionar um dos nomes da lista tríplice.


“Eu quero alguém no MP, caso eu seja presidente, deles, obviamente. Não vai ser do Ministério Público Militar, como tem sido dito por aí. Mas que tenha realmente uma visão macro. E que respeite também a Constituição e os parlamentares, que têm imunidade por suas opiniões palavras e votos”.

Em tese, Raquel Dodge poderia ser reconduzida ao cargo. Entretanto, ao citar a imunidade dos parlamentares, Bolsonaro sinalizou que não concederá um segundo mandato à atual chefe do Ministério Público. Dodge denunciou Bolsonaro no Supremo por [supostamente] racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Acusou-o de usar “expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais” numa palestra feita no Rio.


Bolsonaro criticou Dodge, alegando que a procuradora-geral não levou em conta o fato de que ele, como parlamentar, dispõe de “imunidade total por quaisquer palavras, opiniões e votos.” No mês passado, a Primeira Turma do Supremo arquivou a denúncia num julgamento de placar apertado: 3 votos a 2. [...].

Comentário:

A iniciativa de Bolsonaro, caso eleito, visa desaparelhar o Estado, garantindo ao funcionalismo público judicial neutralidade em sua atuação. O candidato não defendeu a nomeação de direitistas, como sugerem alguns críticos, mas sim de pessoas "isentas" de viés ideológico, o que é fundamental para a democracia do país.

Comentário: Will R. Filho
URGENTE: Cid Gomes detona o PT em pleno comício pró Haddad: "Vão perder feio"

URGENTE: Cid Gomes detona o PT em pleno comício pró Haddad: "Vão perder feio"


O ex-governador e senador eleito Cid Gomes discursou agora à noite, no hotel Marina Park, durante encontro do Partido dos Trabalhadores no lançamento da campanha pró Haddad, mas durante o evento o irmão de Ciro Gomes, candidato à Presidência derrotado no primeiro turno, bateu boca com os militantes ao denunciar os erros do partido.



A fala de Cid surpreendeu aliados, sendo criticada por muitos militantes, mas aplaudida por outros. Ao fazer uma avaliação do primeiro turno Cid não poupou críticas:

“Se quiser dar exemplo pro país tem que fazer mea culpa, tem que pedir desculpas, tem que ter humildade, reconhecer que fizeram muita besteira", disse ele, ressaltando que esse tipo de postura, como "donos do país", só tem contribuído para a queda da sigla na corrida presidencial.


"Não admitiu mea culpa, não admitiu os erros que cometeram, isso é pra perder a eleição e é bem feito. Vão perder feio porque fizeram muita besteira, porque aparelharam as repartições públicas, porque acharam que eram dono de um país, mas o Brasil não aceita ter dono. O Brasil é um país democrático. Quem criou o Bolsonaro foram essas figuras que acham que são donos da verdade”, disse Cid.

Assista o vídeo abaixo: