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ALERTA: Professor é investigado por dizer que homens e mulheres são diferentes biologicamente

ALERTA: Professor é investigado por dizer que homens e mulheres são diferentes biologicamente

Uma universidade sueca está investigando um professor por "anti-feminismo" e "transfobia", depois que ele disse que existem diferenças biológicas entre homens e mulheres. Ele está sendo pressionado apara se retratar dos comentários.


O professor, Germund Hesslow, que trabalha no setor de neurofisiologia na Universidade de Lund, foi acusado por uma estudante de fazer declarações "transfóbicas" e "anti-feministas" em uma palestra, mas ele negou as acusações.

Durante seu curso de "Patrimônio e Meio Ambiente" na universidade, Hesslow citou pesquisas empíricas que apoiam o conceito de que existem diferenças entre homens e mulheres que são "biologicamente fundamentadas" e, portanto, os gêneros não podem ser considerados apenas "construções sociais".


A aluna que denunciou afirmou que os comentários de Hesslow estavam em contradição com a “base de valores” sueca - um conceito que exige que todas as escolas e universidades na Suécia assumam uma política ética comum, incluindo valores como igualitarismo, liberdade individual e igualdade dos sexos.

Em entrevista à RT, Hesslow disse que alguns estudantes, “por razões ideológicas”, não gostam de ouvir certos fatos científicos sobre as diferenças biológicas entre homens e mulheres. Ele disse que os comentários que motivaram a queixa não eram necessariamente parte do material do curso, mas que eram respostas às perguntas dos alunos durante a palestra.

“Se você responder certas perguntas, está sob pressão severa. Você tem que ser extremamente curto - e eu usei palavras que acredito serem completamente inócuas”, disse Hesslow.

Hesslow foi convocado para uma reunião com Christer Larsson, o presidente do conselho do programa de educação médica, depois que uma aluna se queixou, alegando que professor havia expressado sua "agenda pessoal anti-feminista", relatou a Academic Rights Watch.

A universidade pediu a Hesslow que "se retratasse" de dois comentários específicos; que as mulheres gays têm uma “orientação sexual masculina” e que a transexualidade como orientação sexual é “uma questão de definição”.


O professor se recuou a abrir mão dos comentários, dizendo que já havia "falado o suficiente" para "explicar e defender" suas escolhas de palavras.

“Em algum momento, é preciso pedir um senso de proporção entre os envolvidos. Se fosse aceitável que os alunos gravassem palestras a fim de encontrar fórmulas comprometedoras e então envolvessem a equipe do corpo docente com reuniões e longas cartas, deveríamos deixar de lado toda a educação médica” , disse ele em uma resposta escrita para Larsson.

Em sua resposta, Hesslow também rejeitou a noção de que ele tinha uma "agenda política" e disse que sua única agenda era permitir que os fatos científicos, e não a nova sabedoria convencional, conduzissem os processos universitários. "Ideologia, política e preconceito formam a perspectiva convencionais, não a ciência", disse ele.

Perguntado se achava que o incidente tinha sido um "mal-entendido" ou parte de um acontecimento mais amplo, Hesslow disse à RT que acreditava que a aluna em questão era simplesmente "alguém que não gosta da palestra e estava tentando encontrar vários pretextos para atacá-la".

Hesslow também disse à RT que o reitor da universidade ordenou uma "investigação completa" sobre o caso e disse que "houve discussões sobre a tentativa de encerrar as palestra ou se livrar de mim, ou ter alguém para dar a palestra ou não falar sobre tudo”.



Ele também sugeriu que a universidade poderia usar sua idade como um ‘pretexto’ para retirá-lo do curso, porque é a idade estaria mais de acordo com uma visão antiga.

Comentário:

O acontecimento é tão estarrecedor que fica difícil até de saber o que destacar primeiro. O que temos nessa notícia é a materialização de tudo o que há anos alertamos no Brasil sobre "ditadura ideológica" em face da prostituição do pensamento científico.

Observe que a fato não aconteceu na Suécia por acaso. Este é considerado um dos maiores (senão o maior) países "progressistas" do mundo.

O nível de alienação ideológica no país está tão avançado, que a compreensão objetiva da realidade foi proibida. O professor apresentou dados objetivos, biológicos e mundialmente aceitos, mas o "politicamente correto" estabelecido como norma ética lhe proíbe de falar.

Isto é nada mais do que uma forma velada de ditadura que já não é mais ideológica, mas também judicial e cultural, pois certamente a liberdade de expressão no país já está comprometida. Note também que estamos falando de uma universidade, o ambiente onde mais se deveria haver liberdade de opinião, o que torna a situação imensamente mais grave.

Se não tomarmos cuidado, em pouco tempo o Brasil chegará nesse lamentável estágio de alienação, e isso é fato!

Fonte: RT
Comentário: Will R. Filho
"Vou acabar com a Lei Rouanet para artistas que já estão ricos", diz candidata no Paraná

"Vou acabar com a Lei Rouanet para artistas que já estão ricos", diz candidata no Paraná


A psicóloga cristã Marisa Lobo não está economizando nas críticas ao establishment brasileiro. Candidata a deputada federal pelo Paraná, ela vem aumentando o tom na reta final das eleições, divulgando suas pretensões caso consiga chegar ao Congresso.

Uma das propostas destacadas por Marisa é sobre uma das medidas que mais incomoda parte dos brasileiros atualmente, a Lei Federal de Incentivo à Cultura, nº 8.313 do dia 23 de dezembro de 1991, mais conhecida como "Lei Rouanet".

O motivo desse incômodo é porque anualmente são gastos milhões do dinheiro público para patrocinar eventos, obras e artistas que muitos consideram desnecessários e nada produtivos para a cultura do país.



Em um artigo publicado em sua coluna no Pleno News, na ocasião do incêndio ocorrido no Museu Nacional no dia 2 desse mês, Marisa Lobo fez questão de apontar o desperdício do dinheiro público utilizado em prol da Lei Rouanet, comparando ao estado de abandono do Museu:

"Desde que foi aprovada em 1991, a Lei Rouanet já gastou quase 16 bilhões de reais (até 2017), promovendo entre outras bizarrices o documentário acerca do ex-ministro petista, José Dirceu, condenado a mais de 30 anos de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. A pequena fortuna aprovada para o documentário sobre o presidiário foi de R$ 1.526.536,35!", escreveu Marisa.

"O cidadão que lamenta os danos irreparáveis no Museu Nacional, talvez não perceba que essa tragédia faz parte de um processo gradual de desvalorização da alta cultura e corrupção institucionalizada. Isso não tem a ver com dinheiro, mas com gestão e interesses", acrescenta.



"O incêndio no Museu Nacional é uma consequência da inversão de valores que vive o Brasil, em grande parte motivada pela classe 'artística', pela grande mídia e algumas personalidades, mais interessadas no próprio bolso do que no bem do país", conclui a psicóloga.

Lei Rouanet apenas para os que merecem


Seguindo essa mesma linha de raciocínio, Marisa Lobo fez uma publicação em suas redes sociais afirmando que vai lutar pela revogação da Lei Rouanet para artistas já estabilizados profissionalmente. A candidata não entrou em detalhes de como seria feito esse controle, mas deixou evidente a sua ideia.

"Como deputada Federal pelo Paraná, vou acabar com a Lei Rouanet para artistas que já estão estabelecidos (ricos). Lei Rouanet [será] somente incentivo [para] a verdadeira cultura e não para artistas globais extorquirem o Brasil", escreveu Marisa.

A proposta é de interesse público, pois interesse a todos nós, especialmente os que não concordam com a forma como os recursos do Estado vêm sendo aplicado na classe artística. Assim, esperamos sinceramente que, caso eleita, Marisa Lobo realmente consiga contribuir para modificar essa realidade.
"Eu chegando lá, nós quebraremos o sistema", diz Bolsonaro sobre monopólio partidário

"Eu chegando lá, nós quebraremos o sistema", diz Bolsonaro sobre monopólio partidário


Internado desde o início deste mês após levar uma facada na barriga, o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista exclusiva em vídeo ao jornalista Augusto Nunes.

Essa é a primeira entrevista em vídeo para um canal de comunicação após o atentado sofrido durante um agenda de campanha em Juiz de Fora (MG). Além de se emocionar em dado momento, Bolsonaro falou sobre o ataque e da sua desconfiança de que o agressor, Adélio Bispo, não agiu sozinho.



Como de costume por conta das suas declarações, o presidenciável do PSL também criticou parte da imprensa pela forma como vem abordando o atentado, ao que parece, por não apurar os fatos e divulgar às informações como deveria.

Apesar de não fazer acusações diretas e em tom afirmativo, Bolsonaro insinuou que interesses partidários podem estar por trás do atentado contra a sua vida, e que parte da imprensa pode estar contribuindo para abafar o caso.

"Sabe que tem parte da imprensa que... tenta acalmar o negócio ali, né?", disse o candidato para o jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan. "O que está em jogo é o poder, e eu chegando lá, nós quebraremos o sistema. Não é na ignorância não. É na lei", completa Bolsonaro.



Questionado sobre o que espera da punição de Adélio Bispo, Bolsonaro frisou que deve ser cumprido o que está na lei. Ou seja, uma pena por tentativa de assassinato, que chega a 30 anos de prisão, mas também defendeu acabar com o regime de progressão de pena caso seja eleito, assim como alguns privilégios oferecidos por conta dos "direitos humanos".

Assista a entrevista completa abaixo:



Território suíço aprova a proibição da burca islâmica e é acusado de "islamofobia"

Território suíço aprova a proibição da burca islâmica e é acusado de "islamofobia"


Um segundo território suíço [chamado lá de "cantão"] vai oficializar a "proibição da burca", depois que eleitores aprovaram a proibição de todas as vestimentas que cobrem o rosto em espaços públicos.


No cantão de St. Gallen, no nordeste do país, quase 67% dos eleitores votaram a favor da introdução da implícita "proibição da burca", segundo os resultados oficiais, após mostrar que o comparecimento foi de 36%.



Isso abre caminho para o cantão seguir o exemplo da região sul de Ticino, onde uma lei semelhante foi aprovada há dois anos. Três outros cantões - Zurique, Solothurn e Glarus - rejeitaram a aprovação de tais proibições nos últimos anos.

Um texto estipulando que “qualquer pessoa que se torne irreconhecível cobrindo seu rosto em um espaço público e, portanto, coloque em risco a segurança pública ou a paz social e religiosa será multada” foi adotado pelos legisladores em St. Gallen no final do ano passado.

Essa lei aprovou o parlamento regional com o apoio dos partidos populistas de direita e centro - mas a questão foi colocada para o povo depois que os partidos Liberal Verde e Verde exigiram um referendo.

Os defensores da proibição insistiram na literatura de campanha que "é essencial para a nossa cultura e nossos valores poder olhar uns aos outros nos olhos sem se esconder".

O Conselho Central Islâmico da Suíça, no domingo, criticou a proibição, chamando ela de "islamofóbica".



Outros opositores insistiram que a proibição era inútil, ressaltando que pouquíssimas mulheres usam burcas ou outros véus cobrindo o rosto em St. Gallen.

Os oponentes também apontaram que o cantão já tem uma lei proibindo a cobertura facial durante manifestações que exigem autorização da polícia, bem como em eventos esportivos.

O governo da Suíça, no ano passado, se opôs a uma iniciativa destinada a criar uma proibição nacional da burca, dizendo que deveria caber às regiões determinar se tais medidas são apropriadas.

É esperado que eleitores de toda a Suíça sejam convocados para votar a questão no ano que vem, após o Partido Popular Suíço, de direita, ter reunido as cem mil assinaturas necessárias para colocar qualquer assunto em um referendo como parte do famoso sistema democrático direto da Suíça.


A ideologia de gênero se tornou um "abuso infantil em grande escala", diz especialista

A ideologia de gênero se tornou um "abuso infantil em grande escala", diz especialista



Ocorreu no último dia 22, nos Estados Unidos, um evento da Heritage Foundation, para discutir os perigos associados aos argumentos da ideologia de gênero em nossos dias, a qual prega que a "autopercepção", e não a realidade biológica, é o que determina a identidade sexual de uma pessoa.

No evento estiveram presentes dois renomados especialistas no assunto, conhecidos mundialmente, sendo o psiquiatra Dr. Paul McHugh e a pediatra Dra. Michelle Cretella. Ambos atuam na área de pesquisa e possuem diversas publicações afirmando o caráter ideológico, e não científico, da ideologia de gênero.



"A América está envolvida em abuso infantil em grande escala", disse Cretella em seu pronunciamento. "E cúmplice nisso é o meu campo, minha área de pediatria, psiquiatria, nosso sistema educacional, mídia de massa e a mídia social".

Cretella, que atualmente atua como presidente do Colégio Americano de Pediatras em Gainesville, na Flórida, destacou que o sexo não é meramente uma atribuição cultural, vinda pelo discurso, mas sim um dado concreto da biologia.

"O sexo não é atribuído pelas pessoas. Eu não atribuo sexo aos meus pacientes quando os vejo na sala de parto. Ele se declara. Nós reconhecemos isso. Nossos corpos nos dizem quem somos", disse ela, ressaltando que o posicionamento contra a ideologia de gênero também diz respeito às liberdades individuais, uma vez que cresce o número de casos em que o Estado obriga os pais a submeterem seus filhos ao tratamento hormonal para a supressão da puberdade.

"Precisamos nos levantar não apenas por causa de nossos filhos, mas por nossas liberdades mais básicas ", disse ela segundo o Christian Post, seguida do Dr. McHugh, ao explicar que as evidências de sucesso do tratamento hormonal são menos confiáveis do que os critérios utilizados para legalizar uma simples aspirina.



"Estamos agora trabalhando para dar às crianças, particularmente hormônios e cirurgias, que não temos certeza se são os melhores para elas. Os dados de pesquisas disponíveis para esses tratamentos e hormônios foram descritos oficialmente na literatura como evidências de baixa qualidade", disse ele. "Com esse tipo de dado para evidenciar, você não usaria uma aspirina se tivesse essa qualidade".

A promoção da ideologia de gênero é um dos problemas de ordem cultural mais preocupantes do nosso tempo, pois diz respeito ao comportamento humano, sendo algo que foi abraçado por intenso ativismo político-ideológico, prejudicando, assim, toda a produção de conhecimento científico sobre o assunto.
Outro golpe na ideologia de gênero: Cérebros de bebês se diferenciam pelo sexo na gestação

Outro golpe na ideologia de gênero: Cérebros de bebês se diferenciam pelo sexo na gestação


Cérebros de bebês masculinos nascidos prematuramente são afetados de maneira diferente e mais severa do que os cérebros femininos. É o que revela um estudo publicado na revista Pediatric Research, da Springer Nature.


Os autores, Amanda Benavides e Peg Nopoulos, da Universidade de Iowa, nos EUA, usaram imagens de ressonância magnética como parte de um estudo em andamento sobre bebês prematuros para examinar como os cérebros de meninos e meninas mudaram e se desenvolveram.

Os pesquisadores fizeram exames de ressonância magnética de alta qualidade dos cérebros de 33 crianças cujas idades foram padronizadas em um ano. A amostra incluiu bebês com tempo de gestação normal (pelo menos 38 semanas) e prematuros (menos de 37 semanas). Os exames foram analisados ​​em conjunto com as informações coletadas de questionários preenchidos pelas mães dos bebês e outros dados coletados quando eles nasceram.



“O tempo entre o nascimento e um ano de idade é o momento mais importante em termos de desenvolvimento do cérebro. Portanto, estudar o cérebro durante este período é importante para entender melhor como o cérebro prematuro se desenvolve”, explica Benavides.

As medições do cérebro tiradas das ressonâncias magnéticas mostraram que, mesmo nesta idade muito jovem, há grandes diferenças sexuais na estrutura do cérebro, e estas são independentes dos efeitos da prematuridade.

O tecido cerebral é dividido em substância cinzenta cerebral que inclui regiões do cérebro que influenciam o controle muscular, os sentidos, a memória, a fala e a emoção, e a substância branca cerebral que ajuda a ligar diferentes partes da massa cinzenta umas às outras.

Enquanto os cérebros dos meninos eram em geral maiores em termos de volume, as meninas tinham volumes proporcionalmente maiores de massa cinzenta e os meninos tinham volumes proporcionalmente maiores de massa branca. Essas diferenças entre pessoas do mesmo sexo são vistas em crianças e adultos e, portanto, documentam como ainda cedo na vida essas diferenças são vistas.

Em relação aos efeitos da prematuridade, os pesquisadores descobriram que quanto mais cedo um bebê nasce, menor é o volume cerebral total. No entanto, o efeito da prematuridade sobre os tecidos específicos foi diferente, dependendo da idade gestacional do bebê em conjunto com o sexo.



Quanto mais cedo foi o nascimento do bebê, mais baixo foi o volume de córtex (massa cinzenta), segundo os pesquisadores. Quanto mais cedo foi o nascimento das meninas, menor foi o volume de matéria branca em seus cérebros. No geral, embora os efeitos da prematuridade tenham sido observados em meninos e meninas, esses efeitos foram mais severos para os meninos.

Segundo a equipe de pesquisa, é bem conhecido que os fetos do sexo masculino são mais vulneráveis ​​à aberração do desenvolvimento, e que isso poderia levar a outros desfechos desfavoráveis. As descobertas do estudo atual agora acrescentam isso ao mostrar como os cérebros de bebês nascidos prematuramente são afetados de maneira diferente em relação aos bebês do sexo feminino.

“Diante desse cenário, parece provável e até esperado que os efeitos da prematuridade no desenvolvimento do cérebro sejam mais graves nos homens. Os insultos ao cérebro prematuro incorridos nas primeiras semanas e meses de vida prepararam o terreno para uma trajetória de desenvolvimento alterada que se desenvolve ao longo do restante do desenvolvimento e da maturação", diz Nopoulos.

Comentário:

O leitor familiarizado com a discussão envolvendo a ideologia de gênero, deve saber que alguns ideólogos defendem a indiferenciação cerebral do homem e da mulher, desde a gestação, ou especificamente durante a gestação.



Essa falácia visa justificar a não conformidade de uma pessoa com o seu sexo biológico. Alegam, alguns defensores da ideologia de gênero, que não existe uma "natureza" sexual biológica pré-ordenada indicando o desenvolvimento masculino ou feminino, mas que essas definições são atribuições linguísticas da cultura. Para isso, dizem que o cérebro é indiferenciado, sendo exatamente o mesmo em bebês masculinos e femininos.

Vários estudos refutam essa ideologia, mas esse em questão é um dado mais atual, o que é muito importante devido ao contexto de prostituição científica em que vivemos. O estudo mostra que a reação no cérebro dos bebês prematuros se diferencia pelo sexo, confirmando então a natureza do desenvolvimento sexual humano desde a gestação. Ou seja, anterior à cultura!

Portanto, quem lida com esses assuntos deve se ancorar em estudos como esse para fundamentar a certeza de que homens e mulheres são, sim, naturalmente diferentes e sexualmente pré-orientados.


Por: Daryl A Lovell - Springer
Comentário: Will R. Filho
O meio ambiente é capaz de alterar estruturas genéticas e afetar a inteligência, aponta estudo

O meio ambiente é capaz de alterar estruturas genéticas e afetar a inteligência, aponta estudo


Pesquisadores da Charité Universitätsmedizin Berlin mostraram que modificações na estrutura de um gene específico têm um impacto negativo no desempenho dos testes de inteligência. Isso sugere que mudanças epigenéticas induzidas pelo ambiente em nosso material genético têm um impacto maior sobre o cérebro do que se pensava anteriormente.

Estresse e experiências adversas da vida são exemplos de fatores ambientais que podem afetar a atividade gênica, levando a mudanças estruturais em nosso material genético (genoma).

Essas 'mudanças epigenéticas' permitem que o genoma humano se adapte ao seu ambiente, permitindo que nosso DNA seja passado para a próxima geração de células, assim como transmitindo a informação que determina se, e sob quais condições, um gene em particular será ativado.



Esse estudo foi conduzido pelo Dr. Jakob Kaminski e pelo Prof. Dr. Andreas Heinz, do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia de Charité no Campus Charité Mitte.

A equipe internacional de pesquisadores comparou os resultados do teste de QI de cerca de 1.500 adolescentes com modificações epigenéticas. O estudo concentrou-se em testar genes que são importantes na transmissão de sinais baseados em dopamina (neurotransmissão da dopamina).

A dopamina desempenha um papel importante no sistema de recompensa do cérebro e é crucial na modulação do impulso e motivação de uma pessoa. Os pesquisadores conseguiram demonstrar uma ligação entre a regulação epigenética da neurotransmissão da dopamina e o desempenho do teste de QI de um indivíduo.

A modificação epigenética resultou no silenciamento do gene do receptor de dopamina: os neurónios transportaram menos receptores de dopamina e a transmissão do sinal foi reduzida.

Comentando os resultados do estudo, o Dr. Kaminski explica:

“Anteriormente, pudemos observar ligações entre estresse e desempenho cognitivo, particularmente em relação à atividade do sistema de recompensa controlado por dopamina. A atividade gênica induzida pelo ambiente agora se junta às fileiras de outros fatores conhecidos por influenciar o desempenho no teste de QI, como limitações e constituição genética.



Neste estudo, pudemos observar como as diferenças individuais nos resultados do teste de QI estão relacionadas tanto às mudanças epigenéticas quanto às diferenças na atividade cerebral, que são influências ambientais”.

Os pesquisadores esperam realizar estudos mais aprofundados para determinar a extensão da influência do ambiente, através de modificações neurobiológicas induzidas, bem como o grau em que essas modificações afetam o desempenho nos testes de QI.


Por: Jakob Kaminski - Charité
Pesquisadores descobriram células "zumbis" que contribuem para a degeneração cognitiva

Pesquisadores descobriram células "zumbis" que contribuem para a degeneração cognitiva


Células zumbis são aquelas que não podem morrer, mas são igualmente incapazes de executar as funções de uma célula normal. Essas células zumbis, ou senescentes, estão envolvidas em várias doenças relacionadas à idade, e uma nova publicação na Revista Nature revela que pesquisadores da Mayo Clinic expandiram essa lista.

Estudando a doença cerebral em ratos, os cientistas relataram que células senescentes se acumulam em certas células cerebrais antes da perda cognitiva. Ao impedir o acúmulo dessas células, eles foram capazes de diminuir a agregação de proteína tau [proteínas que estabilizam os microtúbulos], a morte neuronal e a perda de memória.


“Sabe-se que as células senescentes [zumbis] se acumulam com o avanço da idade natural e em locais relacionados a doenças do envelhecimento, incluindo a osteoartrite; aterosclerose; e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson”, disse o PhD. Darren Baker, biólogo molecular da Mayo Clinic e principal autor do estudo.

"Em estudos anteriores, descobrimos que a eliminação de células senescentes de camundongos naturalmente envelhecidos prolonga sua vida saudável", acrescenta o especialista.

No presente estudo, a equipe usou um modelo que imita aspectos da doença de Alzheimer.

"Nós usamos um modelo de camundongo que produz emaranhados pegajosos de teores de proteína tau em neurônios e tem modificações genéticas para permitir a eliminação de células senescentes", explica o outro autor, Tyler Bussian, estudante da Mayo Clinic Graduate School of Biomedical Sciences.


“Quando as células senescentes foram removidas, descobrimos que os animais doentes mantinham a capacidade de formar memórias, eliminavam sinais de inflamação, não desenvolviam emaranhados neurofibrilares e mantinham massa cerebral normal”, disse ele. Eles também relataram que a intervenção farmacológica para remover células senescentes modulou o agrupamento de proteínas tau.

Além disso, a equipe foi capaz de identificar o tipo específico de célula que se tornou senescente, diz o Dr. Baker.

"Dois diferentes tipos de células cerebrais chamados 'microglia' e 'astrócitos' foram encontradas para se tornar senescente, quando olhamos para o tecido cerebral sob o microscópio", diz Bussian. "Essas células são importantes apoiadoras da saúde e da sinalização neuronal, por isso faz sentido que a senescência de um dos dois tenha impacto negativo na saúde dos neurônios".

A descoberta foi um tanto surpreendente, explica o Dr. Baker, porque no momento em que sua pesquisa começou, não havia sido estabelecida uma ligação causal entre as células senescentes e a doença neurodegenerativa.



"Não sabíamos se as células senescentes contribuíam ativamente para a patologia da doença no cérebro, e descobrir que os astrócitos e a microglia são propensos à senescência é uma surpresa também", diz o Dr. Baker.

Em termos de trabalhos futuro, o Dr. Baker explica que esta pesquisa apresenta o melhor cenário possível, onde a prevenção de danos ao cérebro evitou o estado de doença.

"Claramente, essa mesma abordagem não pode ser aplicada clinicamente, por isso estamos começando a tratar os animais após o estabelecimento da doença e trabalhando em novos modelos para examinar as alterações moleculares específicas que ocorrem nas células afetadas", diz o Dr. Baker.


Por: Sara Tiner / Mayo Clinic