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Líder cristão é condenado em Cuba por criticar funeral de Fidel Castro

Líder cristão é condenado em Cuba por criticar funeral de Fidel Castro


Eduardo Cardet, chefe do Movimento Cristão de Libertação (MCL), foi condenado a três anos de prisão após a sua violenta detenção na frente dos filhos, depois da morte de Fidel Castro, em novembro.

Algumas testemunhas dizem que Cardet foi ouvido criticando o governo por forçar os cubanos a assinarem notas de adeus exageradas em "livros de condolências" emitidos pelo governo. O governo cubano impôs um período de luto de nove dias após a morte do falecido Castro, no final de novembro de 2016, aos que ousaram desafiá-lo.

Na terça-feira, os tribunais cubanos condenaram Cardet por agressão contra um oficial do Estado, um crime que sua família que testemunhou sua prisão diz que ele não cometeu. "A sentença é baseada em dados manipulados, sem levar em consideração o testemunho de testemunhas de defesa", disse a esposa de Cardet, Yaimaris Vecino, em um comunicado divulgado pelo MCL.


"Como imaginamos, esta foi outra tentativa de prendê-lo o maior tempo possível." Segundo a esposa sua família apelará a sentença.

Vecino testemunhou a prisão do seu marido. A polícia cubana o prendeu e espancou, disse ela, enquanto mantinha seus filhos longe da cena. A polícia  arrastou Cardet para longe  e desde então negou-lhe fiança em três ocasiões.

A Anistia Internacional declarou Cardet prisioneiro de consciência. "O doutor Cardet está confinado a uma prisão de Holguín apenas por ter criticado Fidel Castro", disse um comunicado divulgado quarta-feira pela ONG.

Cardet é um médico. "Dr. Cardet é um prisioneiro de consciência que deve ser libertado imediatamente." A Anistia declarou Cardet prisioneiro de consciência em fevereiro desse ano.

Durante sua estadia na prisão, Cardet, de 47 anos, sofreu graves problemas de saúde, particularmente um ataque violento com asma. Vecino disse à emissora de Miami  Martí Noticias que ele havia desenvolvido uma infecção respiratória na prisão e começou a desenvolver uma tosse grave.
Cardet está longe de ser o primeiro a ver sua saúde se deteriorar nas condições brutais das prisões cubanas.

O artista cubano Danilo Maldonado Machado, conhecido por seu nome artístico "El Sexto", também disse a repórteres e ONGs de direitos humanos que ele havia sofrido ataques agudos de asma enquanto estava na prisão. Maldonado foi preso na mesma semana que Cardet por celebrar ativamente a morte de Fidel Castro nas ruas de Havana em um vídeo do Facebook Live.

Ao contrário de Cardet, uma campanha internacional para libertar Maldonado foi bem sucedida, e ele está atualmente em uma campanha de defesa dos direitos humanos no exterior.

No início deste mês, outro dissidente cubano, Hamell Santiago Maz Hernández, morreu em circunstâncias misteriosas em uma prisão cubana. Ele não foi condenado, mas cumpriu oito meses de prisão aguardando julgamento por "desrespeito" ao governo comunista, um crime em Cuba.

Funcionários cubanos disseram à família de Maz que ele havia morrido de "parada cardíaca", mas os membros do grupo dissidente União Patriótica de Cuba (UNPACU) rejeitaram a explicação oficial. Muitos membros da UNPACU atrás das grades exigiram garantias para sua segurança após o incidente.

Cardet estava entre as mais de 10 mil prisões motivadas por motivos políticos cometidas em Cuba em 2016, segundo a Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional (CCDHRN), uma ONG que controla a opressão política em Cuba.

A polícia cubana cometeu mais de 2.000 prisões em 2015 do que em 2016, ano em que o presidente Barack Obama fez sua histórica visita à ilha. Muitas das vítimas dessas prisões são membros do grupo dissidente Ladies in White, que participam de missas católicas carregando fotos de prisioneiros políticos como um ato de protesto. As mesmas mulheres são muitas vezes presas semanalmente, após espancamentos e agressões verbais humilhantes.

Cardet assumiu o MCL após a morte de seu fundador, Oswaldo Payá, em 2012. Payá morreu em um acidente de carro em circunstâncias misteriosas, e muitos dissidentes cubanos acreditam que o governo agiu para causar o acidente e matá-lo. Payá e a organização MCL exigem eleições livres e justas para uma transição que visa livrar o país do comunismo.


Fonte: Breit Bart

"Impossível não ligar o terrorismo à política de migração", diz Primeira-Ministra

"Impossível não ligar o terrorismo à política de migração", diz Primeira-Ministra

Líder polonesa faz ligação de imigrantes com terrorismo

A Primeira-Ministra polonesa, Beata Szydło, estabeleceu um vínculo claro entre a política de migração permissiva da União Européia a eventos terroristas como os ataques de Westminster.

"Muitas vezes ouço na Europa: não ligue a política de migração ao terrorismo, mas é impossível não conectá-los", disse o Primeira-Ministra polonesa à rede de TV N24.

Ela se refere a uma lei que está em "pá de guerra" com o executivo na Polônia, após ser aprovada pela UE, na Comissão Europeia. Grande parte dos poloneses se recusam aceitar os 6.200 imigrantes no âmbito de um sistema obrigatório de quotas, imposta pelo bloco, apesar da resistência de grande parte da A Europa Central.


O Comissário para as Migrações, Dimitris Avramopoulos, disse que "é importante que os governos compreendam que devem fazer parte do sistema de quotas", numa visita a Varsóvia em 21 de Março; "Se alguns deles não obedecerem", advertiu, "a Comissão tem o poder [e] as ferramentas para convencer esses países".

O bloco quer multar os Estados-Membros em € 250.000 euros por cada imigrante que eles se recusarem a receber - uma sanção que custaria à Polônia bilhões, o que seria difícil arcar.

A eurodeputada sueca Cecilia Wikström propôs simplesmente reter fundos de países "problemáticos", - uma punição que seria mais fácil de implementar.

Szydło marcou uma postura desafiadora em seus comentários para a TV N24.

"O Comissário deve concentrar-se no que fazer para evitar atos como ontem em Londres (...) A Polônia não sucumbirá à chantagem tal como a manifestada pelo Comissário", afirmou.

"O Comissário está para chegar a Varsóvia e está tentando nos dizer: tem de fazer o que a UE decidiu, tem que acolher esses imigrantes (...) Dois dias depois ocorre outro ataque terrorista em Londres", questionou.

A Polônia tomou uma postura parecida depois de outros eventos terroristas europeus, com o ministro do Interior, Mariusz Błaszczak, declarando em termos inequívocos que "marchas bem organizadas" e "flores pintadas nas calçadas" não são solução para a crise terrorista na Europa após o Dia da Bastilha, [quando um terrorista utilizou um caminhão durante um] ataque em Nice, na França.

"Devemos rejeitar a correção política e chamar as coisas por seus nomes verdadeiros", disse ele. "Em vez de derramar lágrimas como [a Alta Representante da União Européia, Mogherini] e organizar marchas que não resolvem nada, as autoridades devem garantir a segurança dos cidadãos", disse ele.

Comentário:

Não resta dúvida alguma que a crise migratória tem favorecido o avanço do terrorismo islâmico. Muitos acreditam que o surgimento dela pode ter sido provocado até com a intenção de "descentralizar" o terror, criar um "cisma" entre o Ocidente e o Oriente para dividir as nações e enfraquecer os grandes acordos políticos econômicos e militares.

O fato é que é inegável a preocupação cada vez maior de países como a Alemanha, Inglaterra, França e agora a Polônia. Sua população tem o total direito de negar o avanço migratório, uma vez que é soberana e em ternos de nacionalidade sua população é a grande prioridade, mesmo que para isso precise romper com a UE.

Com informações: Breit Bart
Comentário: Opinião Crítica

Grávida que lutava contra o câncer morreu um dia após dar a luz dois filhos

Grávida que lutava contra o câncer morreu um dia após dar a luz dois filhos

Ela lutou contra o câncer durante a gravidez

Uma mãe da Califórnia que lutava contra o câncer enquanto estava grávida de gêmeos, morreu de insuficiência cardíaca um dia depois de ter dado à luz dois filhos.

Jamie Snider, de 30 anos, foi submetida a tratamento e quimioterapia para uma forma agressiva de câncer cervical enquanto estava grávida de gêmeos, informou o Daily Mail.

Snider já tinha vencido o câncer antes, quando precisou ter os ovários removidos. Ela ficou surpresa e feliz quando ficou grávida de gêmeos.

Snider já tinha duas filhas, Aubrey e Maddie, e estava pronta para lutar contra o câncer mais uma vez.


Ela passou por tratamento intensivo no Stanford Medical Center, enquanto estava grávida, e a doença entrou em remissão mais uma vez.

Snider postou uma foto de si mesma no Facebook, otimista sobre sua gravidez e coisas por vir.

A amiga de Snider, Larina Campanile, disse à KFSN  sobre o último post de Snider no Facebook antes da cirurgia.

- Amanhã será um grande dia - disse Campanile sobre a postagem. "Deus esteve ao meu lado o tempo todo. Todas as suas orações e amor me mantiveram forte também. Me deseje sorte (...) Eu vou ficar bem. Obrigado, Deus, por me manter positiva em todos os momentos difíceis." E esse foi o seu último post.

Snider sobreviveu às cirurgia cesariana em 16 de março, mas morreu de insuficiência cardíaca na manhã seguinte.

Os bebês, chamados Camila e Nico, nasceram prematuramente, às 33 semanas, mas estão saudáveis, de acordo com os familiares.

"O que me dá paz no coração é que ela pode ver aqueles bebês, segurá-los nos braços e estar com eles um pouco", disse a amiga Campanile.

Família e amigos levantaram dinheiro no GoFundMe para despesas funerárias de Snider e ajudar com as crianças.

Com informações: Breit Bart
"Eu era um zumbi", disse ex-transgênero durante entrevista polêmica com Psicóloga

"Eu era um zumbi", disse ex-transgênero durante entrevista polêmica com Psicóloga

Juliana Ferron é entrevistada por Marisa Lobo

Contrariando a expectativa da grande mídia acerca do tema "transgêneros" e a concepção de imutabilidade da orientação sexual homossexual, a escritora do livro "Cansei de Ser Gay", Juliana Ferron, que também é palestrante e formada em Teologia, afirmou durante uma entrevista polêmica com a Psicóloga Marisa Lobo, que parecia um "zumbi" e que "vegetava", se referindo à época de quando ainda militava em prol do movimento feminista e homossexual.

A entrevista com Juliana Ferron aconteceu na última quarta feira (22), no programa da Psicóloga Marisa Lobo chamado "Lobo Entrevista", conforme noticiamos aqui. Com a participação ainda tímida, porém, gradual de internautas interessados em temas delicados abordados por outras perspectivas, a entrevista que durou pouco mais de uma hora contou com a participação de várias pessoas fazendo perguntas e até com sorteio de livros.

A seguir, apresentamos um breve resumo da entrevista.

A militância em prol da causa feminista e LGBT


"Eu fiquei 12 anos vivendo na homossexualidade", disse Juliana; "desses 12 anos eu promovia festas para o movimento LGBT da cidade em que eu morava". Quando questionada sobre os motivos que a fizeram ingressar no movimento, ela disse que foi porque realmente acreditava estar fazendo a coisa certa; "eu realmente acreditava na causa", e que "...acreditava ter nascido homossexual e acreditava que aquela era a minha vida, meu universo, meu mundo e não havia outro".


Outro aspecto destacado por Juliana foi que vários fatores "externos" tiveram influência no seu interesse pela militância, mas que isso não determinou a orientação dos seus desejos sexuais. Para ela, o fator decisivo disso foi "uma confusão interna (...) é uma confusão de gênero, uma confusão de identidade, uma confusão de desejos", disse a autora.

A diferença entre transgênero e homossexual


Nesse momento a Psicóloga Marisa Lobo fez separação entre orientação sexual homossexual e questão de gênero, especificando que são coisas diferentes, apesar de haver controvérsias. Perguntada sobre a compreensão disso, Juliana afirma que no início (entre 16 e 17 anos) não conhecia o termo "transgênero", mas apenas "homossexual":

"Depois que eu estava na homossexualidade que eu fui entender, ou fui perceber, que eu estava no corpo errado, ai veio a confusão da minha identidade de gênero. Eu já estava na homossexualidade", disse ela, se referindo ao momento que começou a transformar seu corpo; "eu não me reconhecia mais como uma mulher", declarou.

Influência da mídia sobre a questão de gênero


Perguntada por uma internauta sobre a influência da mídia a respeito disso, Juliana Ferron declarou: "o que é que a mídia fala? A mídia só mostra o arco-iris, mas o pote de 'bosta' no final do arco-iris não aparece, né?", arrancando risadas do público. "Mas eu posso falar porque eu vivi (...) eu deslizei sobre o arco-iris e eu cai no pote", acrescentou sorrindo.

"Quando você lida com a mentira, porque falar de ideologia de gênero é falar de mentira, você tem que encontrar um meio de convencer as pessoas, e eu acho que o que a gente está vendo hoje na mídia, nas novelas, é um convencimento pela comoção e não pela verdade. Então o público que está do outro lado se comove, óbvio, sem informação nenhuma, recebe aquela informação como verdadeira e toma um partido", acrescentou.

Causas para o desenvolvimento da atração homossexual segundo Juliana Ferron


Também questionada por uma internauta sobre quais às principais causas que ela teria identificado para explicar a sua atração sexual pelo mesmo sexo, Juliana vai na linha de alguns autores já citados aqui no Opinião Crítica:

"Essa pergunta é interessante. Eu descobri alguns fatores em comum", disse ela, ressaltando que nem todos que passaram ou passam pelo mesmo que ela desenvolvem a homossexualidade; "eu identifiquei em mim alguns fatores, como por exemplo a ausência paterna, rejeição paterna, uma família 'disfuncional'. Família disfuncional é palco para vulnerabilizar uma criança para qualquer disfunção. Eu acredito nisso", disse Juliana.

"Não estou dizendo que todas as famílias 'disfuncionais' gerarão filhos com problemas", explicou ela, enquanto a Psicóloga Marisa Lobo frisou estar se tratando de um relato particular; "mesmo porque estamos falando de você, da Juliana. Nós não estamos mostrando receitas para outras pessoas. Cada pessoa é uma pessoa. Cada pessoa é de um jeito", disse a Psicóloga.

O antes e depois: "eu era um zumbi"


Perguntada também por internautas sobre a mudança de comportamento, Juliana fez uma comparação do antes e depois, dizendo que hoje ela sabe quem é, não há mais conflito de identidade. Referindo-se ao momento de quando vivia confusa e chegou a ter depressão, ela disse que "vegetava" e parecia um "zumbi", mas que a mudança é "de dentro para fora".

Outro aspecto destacado por ela é que após sua mudança não há mais contato com os antigos colegas e militantes. Segundo ela, o movimento LGBT "não quer diálogo". Nessa perspectiva ela se considera "excluída" por eles. Até alguns dos seus familiares lhe chamaram de "homofóbica" por ter quisto mudar, enquanto os mais próximos lhe apoiaram.

Por fim, para adquirir o livro de Juliana Ferron, "Cansei de Ser Gay", clique AQUI. Para saber mais e assistir a entrevista completa com todos os detalhes, veja a gravação no vídeo abaixo:




Bebê que nasceu com 4 pernas e 2 espinhas passa por cirurgia de correção

Bebê que nasceu com 4 pernas e 2 espinhas passa por cirurgia de correção

Bebê nasceu com quatro braços e duas espinhas

Uma menina de 10 meses de idade, nascida com quatro pernas e duas espinhas está se recuperando depois que os médicos removeram com sucesso o que eles identificaram como sendo o corpo parcialmente formado de seu irmão gêmeo. A menina, identificada apenas por Dominique, nasceu na Costa do Marfim e foi levada para o Advocate Children's Hospital, em Park Ridge, Illinois, para o procedimento.

"Um gêmeo parasita é um gêmeo idêntico que não se separa completamente no desenvolvimento", disse John Ruge, um neurocirurgião pediátrico do hospital, à Reuters. "Em outras palavras, não é um outro gêmeo independente, mas um gêmeo que era dependente de seu sistema de corpo, tal que o coração e os pulmões de Dominique forneceram a nutrição."


Em 8 de março, cinco cirurgiões trabalharam por seis horas para remover as duas pernas extras perto de seus ombros, bem como a segunda coluna. Depois de passar cinco dias no hospital, ela foi liberada para uma família de acolhimento em Chicago, que cuidará dela até retornar à África Ocidental, informou a Reuters.

"Está indo muito bem", disse Frank Vicari, um cirurgião pediátrico e reconstrutivo, à Reuters. "Ela está em casa com 'madrasta' e está passando muito, muito bem."

A família de Dominique não foi identificada, mas sua família adotiva disse à Reuters que eles estavam tirando fotos de sua recuperação.





Com informações: Fox News
POLÊMICO: Psicóloga entrevista ex-transgênero autora do livro "Cansei de Ser Gay"

POLÊMICO: Psicóloga entrevista ex-transgênero autora do livro "Cansei de Ser Gay"

Entrevista com a escritora Juliana Ferron, autora do livro cansei de ser gay

Após duas semanas veiculando notícias e informações abordando a farsa do Fantástico sobre "transgêneros", confrontando a forma desonesta como o programa da TV Globo tratou o assunto, a Psicóloga Marisa Lobo, que também rebateu a reportagem envolvendo a ideologia de gênero, decidiu entrevistar a escritora Juliana Ferron, autora do livro "Cansei de Ser Gay", no seu programa através do YouTube chamado "Lobo Entrevista".

Segundo informações publicadas pela editora Central Gospel, o livro "narra as marcantes experiências de uma menina que foi rejeitada por seu pai e negligenciada por sua mãe, e conheceu, como substitutas de suas carências, colegas que lhe proporcionaram experiências homo afetivas. Ao tornar-se moça, ela resvalou para o caminho do lesbianismo, e envolveu-se em situações de alto risco de morte".


Esse é o segundo programa de entrevistas da Psicóloga Marisa Lobo, que já abordou anteriormente o tema  "Eutanásia: suicídio assistido ou assassinato consentido?".

Exibido sempre na quarta-feira com início às 21h, o programa "Lobo Entrevista" visa oferecer informações alternativas para a população, tratando questões delicadas, porém, de forma responsável e relevante.

Para assistir a entrevista de hoje acesse o link: http://www.bit.ly/canseidesergay e para saber mais sobre Juliana Ferron, clique AQUI 
Transtorno de Personalidade - Suas características e como lidar com o sofrimento

Transtorno de Personalidade - Suas características e como lidar com o sofrimento

O que é o transtorno de personalidade

Alguma vez você já se perguntou se seu colega de trabalho ou membro da família distante poderia estar sofrendo de um transtorno de personalidade? Por que eles são tão difíceis de lidar? Saiba mais sobre as 3 categorias de transtornos de personalidade.

Muito provavelmente, você já teve que lidar com alguém que parecia apenas um pouco "fora da linha" em algum momento de sua vida. Talvez um colega de trabalho muito incômodo tornando a vida de todos irritante? Ou um membro da família considerado frequentemente a "ovelha negra" que ninguém consegue se controlar ao seu redor? Alguma vez você já se perguntou se havia algo realmente errado com essa pessoa, mas você simplesmente não conseguia identificar exatamente o que era?


Acredite ou não, "transtornos de personalidade" são desordens clínicas reais. E mais do que provável, alguém que você conhece sofre de um. Vamos aprender sobre eles para que possamos nos familiarizar melhor sobre como lidar com essas pessoas.

O que é um Transtorno de Personalidade?


Acredite ou não, até 15% das pessoas têm pelo menos um transtorno de personalidade clínica. Os transtornos de personalidade clínica devem atender aos seguintes critérios para o diagnóstico:

01 - O padrão de comportamento é inflexível / imutável.

02 - O padrão de comportamento é penetrante em uma ampla gama de situações pessoais e sociais (por exemplo, não é apenas no trabalho ou apenas em casa).

03 - O padrão de comportamento leva a angústia significativa e / ou diminuição no funcionamento social ou ocupacional.

04 - O comportamento geralmente começa na adolescência.

De modo geral, o transtorno de personalidade pode ser dividido em três grandes grupos, são eles:

Grupo A - Caracterizado como estranho ou excêntrico


Paranoide: Estes pacientes têm uma desconfiança generalizada de outros. Eles muitas vezes se sentem como se os outros estivessem tentando feri-los e frequentemente questionam a lealdade das pessoas em suas vidas. Eles muitas vezes interpretam interações benignas e observações como maliciosas e ameaçadoras.

Esquizóide: Pacientes com transtorno de personalidade esquizóide não gostam de outras pessoas. Mas além disso, eles realmente não desfrutam de qualquer interação social, nem mesmo com os membros da família. Eles preferem estar sozinhos e ter prazer em poucas atividades sociais, se houver. Eles muitas vezes parecem frios, sem emoção.

Schizotypal [esquizotípico]: Não só estes pacientes sofrem de déficits interpessoais, mas também têm crenças excêntricas. Eles podem ter "pensamento mágico" (como superstição) ou acreditam que são clarividentes. Eles são frequentemente descritos como sendo "estranhos" ou "peculiares".

Grupo B - Caracterizado como emocional, dramático ou errático


Histriônico: Os pacientes muitas vezes são muito emocionais e excessivamente dramáticos. Eles têm uma necessidade intensa de serem o centro das atenções e podem usar sua sexualidade para alcançar isso.

Narcisista: O narcisista tem uma ilusão de grandiosidade, o que significa que eles acreditam que são mais importantes do que outros. Eles acreditam que são especiais e são sempre melhores. Eles exigem que os outros possam ir além de suas necessidades e muitas vezes menosprezam os outros. Eles têm uma grande necessidade de serem admirados, geralmente associada por uma baixa auto-estima.

Borderline: São frequentemente considerados instáveis ​​ou impulsivos. Eles acreditam que as pessoas podem ser absolutamente horríveis. Tudo é em excesso ou muito pouco. Eles muitas vezes ameaçam se machucar para ganhar atenção. Possuem pensamento muito dualista [é isso ou nada]. Eles têm problemas com a auto-imagem e identidade. Sem tratamento, às vezes em situações extremas seu comportamento pode levar a tentativas de suicídio (realmente assustador).

Antisocial: Isso não significa que eles são simplesmente não se relacionem, mas que possuem um completo desrespeito pelos direitos dos outros. Eles vão mentir, enganar os outros para conseguirem o que desejam. Eles muitas vezes têm problemas de controle das emoções, também. Os criminosos são frequentemente descritos como sendo anti-sociais.

Grupo C - Caracterizado como temeroso ou ansioso


Dependente: Estes pacientes têm uma necessidade intensa de serem cuidados. Muitas vezes se tornam submissos e passivos, procurando relacionamentos onde possam ser controlados. Eles são "pegajosos" e possuem medo da separação.

Obsessivo Compulsivo: O transtorno obsessivo compulsivo da personalidade é realmente um diagnóstico diferente do Transtorno Obsessivo Compulsivo (ou TOC) , então não confunda os dois. Estes pacientes estão preocupados com a ordem e são muitas vezes descritos como perfeccionistas, tanto que eles sacrificam a eficiência e pode levar mais tempo para concluir projetos e alcançar resultados.

Eles podem ser difíceis de trabalhar, exigindo que as tarefas sejam concluídas exatamente como desejam. São rígidos, teimosos e perseguidores das regras. Ao contrário dos pacientes com TOC, aqueles que têm transtorno obsessivo-compulsivo da personalidade podem não exibir obsessões ou compulsões além disso.

Avoidant [evasivo]: Eles evitam interações sociais, não porque não possuem o desejo (ao contrário do esquizóide), mas sim porque possuem uma grande sensação de inadequação. Eles temem a rejeição e não conseguem lidar com o sentimento de não serem valorizados. Eles são hipersensíveis a qualquer crítica. 

Como lidar com o sofrimento de pessoas com transtornos de personalidade? 

Ao interagir com alguém que tem um transtorno de personalidade, o ponto importante a lembrar é que essas características são difusas e muitas vezes difíceis de mudar. Reconhecer que seu comportamento é o resultado de uma desordem, em vez de uma escolha, e tentar gerenciar sua interação com essa pessoa é um fato que você precisa ter em mente.

O tratamento para o transtornos de personalidade são muito difíceis - porque a personalidade é muito incorporada e construída com base em causas genética e do ambiente [relacionamentos]. Não é fácil de mudar, infelizmente. A única esperança real de fazer qualquer mudança é através de terapia e aconselhamento constante, mas como você já deve imaginar, às vezes é difícil convencer alguém com um transtorno de personalidade a procurar ajuda.

Por: Drª Sanaz Majd
Novo filme dos Power Ranges tem personagem gay e segue exemplo da Disney

Novo filme dos Power Ranges tem personagem gay e segue exemplo da Disney


Pouco depois do lançamento do filme "A Bela e a Fera" com personagem e cena exclusivamente gay, pela Disney, dessa vez outro personagem gay foi lançado em mais uma produção infantil, a dos Power Rangers, da empresa americana Saban Entertainment. "Trini" é o nome do Power Ranger homossexual, franquia que existe desde 1993 inspirada na série japonesa Super Sentai.


Pessoas que viram o novo filme dos Power Rangers já estão considerando Trini, o Ranger Amarelo, o primeiro protagonista gay em um filme de super-herói.

"Para Trini, ela realmente está questionando muito sobre quem ela é", disse o diretor Dean Israelite durante entrevista para o Hollywood Reporter, em uma matéria publicada na Heat Street. "Ela ainda não se descobriu completamente. Eu acho que o que é ótimo sobre essa cena e o que a cena promove para o resto do filme é; 'tá ok'. O filme está dizendo; 'tudo bem,' todas as crianças têm que saber quem são e encontrar sua tribo", acrescentou ele.

Comentário:

Como também comentamos no alerta do filme "A Bela e a Fera", a questão principal de veicular personagens homossexuais em produções infantis não é tratar a questão social da existência de pessoas gays, mas sim de transmitir para crianças à ideologia de gênero, na intenção de que elas absorvam essa percepção de mundo.

A cultura molda comportamentos e a maneira de pensar. Tratamos disso em "A Modelagem Cultural", para que você entenda melhor a engenharia social por trás dos símbolos sociais.

Não é o retrato da natureza social. É a criação de uma nova concepção de cultura, sendo esse é o grande embate da nossa geração; uma guerra de discursos que visa controlar a maneira de pensar e agir das pessoas como um todo.