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A Cultura do Estupro tem Nome: Pornografia! Quer ver o Vídeo?


Se você acha uma monstruosidade o estupro coletivo praticado por 33 criminosos contra uma adolescente de 16 anos em uma comunidade da Zona Oeste do Rio, e classifica isso como algo absurdo, estarrecedor, desumano, aterrorizante, está completamente certa a sua opinião. Porém, se os indivíduos que praticaram essa atrocidade a fizeram porque antes de tudo são criminosos da pior espécie, qual é a definição que podemos dar às pessoas que ASSISTIRAM e COMPARTILHARAM o vídeo? Se eu lhe disser que o estupro pode ser, também, uma consequência não só da índole criminosa de pessoas "moralmente doentes", mas também uma CULTURA que produz, sustenta e incentiva esse tipo de crime a partir da INDÚSTRIA PORNOGRÁFICA, qual seria a sua opinião?


Vi nas redes sociais e sites de notícias a típica reação de feministas que de forma muito sutil, porém, clara ao entendimento de quem estuda o tema, sugerindo que é preciso combater essa tal "cultura do estupro", algo que nas entrelinhas dessa afirmação está implícita a concepção de uma cultura ocasionada pelo empoderamento sexual dos homens sobre as mulheres. Em outras palavras, é como dizer que o resultado dos estupros são uma consequência direta da cultura machista onde o homem possui "poder" sobre o corpo da mulher.

Poderíamos ir fundo na questão, resgatando os motivos para essa reflexão que dá margem a interpretação feminista nos diferentes contextos históricos onde, de fato, a prática sexual entre homem e mulher, numa perspectiva cultural abrangente, era uma expressão de poder e prazer quase exclusivamente do homem! O "estupro silenciado", ou seja; a prática sexual contra a vontade da mulher, mas feita por "dever social", via de regra, por casamentos arranjados e relacionamentos conturbados, constituíram ao longo do tempo a principal forma de estupro que até hoje é possível encontrar. Todavia, a relação entre os crimes atuais de estupro e as velhas concepções de sexo como dever estão muito distantes de possuir uma correlação cultural. O motivo dessa afirmação é muito simples: existe outro elemento modelador na cultura do sexo, com impacto psicológico, comportamental, de alcance mundial e instantâneo que supera, e muito, os efeitos de qualquer outra cultura capaz de influenciar o relacionamento entre homem e mulher, é a PORNOGRAFIA!

Vamos falar sobre a cultura do estupro? Ótimo! Então comecemos por onde ela é produzida e alimentada, mas duma forma onde as maquiagens, o dinheiro, o tráfico humano e as drogas não deixam aparentar como sendo crimes. Onde a indústria bilionária, perdendo apenas para a de armas (01 - tráfico humano; 02 - armas; 03 - drogas) dita os "padrões do sexo", definindo de forma sutil o que são fantasias sexuais aceitáveis, transformando perversões e parafilias em fetiches "sadios" e CULTURAIS, objetos de desejo por todos que se dispõem a serem escravizados e desconstruídos afetivamente pelo modelo de prazer divulgados em filmes e revistas pornôs ao redor do mundo.

Cultura do estupro? Ok! Vamos começar questionando a razão de ser "aceitável" mulheres serem transformadas em "esgoto de sêmen", marionetes e "bonecas de perversão" de homens, cachorros e cavalos (sim, nesse caso até os animais são estuprados por àqueles que se dizem mais racionais do que eles), em filmes pornográficos, apesar de postas como ARTISTAS e PROFISSIONAIS DO SEXO, desejadas e "perfeitas" na cama, quando na verdade não passam de meras IMAGENS ou, no máximo, objetos descartáveis por qualquer sujeito após o gozo! Você ficou chocado(a) ou incomodado(a) com minhas palavras? Por qual motivo? Essa não é a realidade de todos os dias? Ou será que o motivo dos criminosos terem filmado, postado e suas atrocidades ASSISTIDAS e COMPARTILHADAS, não é uma pequena demonstração da tendência implantada pela indústria pornô nos seus telespectadores de querer assistir perversão? Caso você tenha visto, saiba que mesmo que essa atitude não tivesse a intenção de obter "prazer", ela é, possivelmente, uma consequência de outras visualizações suas no meio pornográfico, suficientemente marcantes para lhe gerar o "impulso" de querer assistir o vídeo, constituindo um "padrão repetitivo de atração".

Talvez você, leitor, mulher ou homem, que se mostrou indignado com o estupro coletivo noticiado na TV aberta, já tenha, no mínimo, ouvido falar de pornografias onde o mesmo estupro acontece uma, duas, três, MILHARES de vezes, em todo mundo, mas que por serem "apenas" filmes ou quem sabe uma balada com amigos, e haver ali, supostamente, o consentimento da mulher, seja algo aceitável, certo? Se você nunca parou para pensar que em termos comparativos O ESTUPRO É O MESMO, mudando apenas as nuances do fato, saiba que é exatamente isso o que muitos por trás da indústria pornô esperam de você: uma inércia mental, incapaz de correlacionar fantasia e realidade, para que ela se misture, e em dada oportunidade você reproduza no seu comportamento o que vê e ouve como sendo tudo "aceitável"!

Muitos casos de estupro podem refletir um padrão repetitivo do que esses criminosos aprendem, advinha onde? Assim como alimentamos o surto psicótico de assassinos que tiveram inspiração em filmes e jogos de terror, produzidos para simples "entretenimento", não tenha dúvida de que estupradores alimentam sua cultura com o que é produzido para ser "aceitável". O estupro é apresentado como sendo apenas mais uma forma de fetiche em muitos redutos pornográficos. Vídeos de pessoas sendo estupradas são compartilhados por quem sente atração por esse tipo de perversão, e a indústria pornô incentiva tal comportamento ao reproduzir de forma fictícia essas cenas, afim de "satisfazer" essas pessoas. Todavia, O CÉREBRO NÃO DISTINGUE FANTASIA E REALIDADE, absorvendo tudo o que processa como REAL. Resta ao "filtro moral" do indivíduo a responsabilidade por fazer esta separação, algo que, em dado contexto, por várias influências, pode não existir ou, pior ainda, ser modificado ao ponto de tornar moralmente ACEITO e, portanto, PRATICADO.

A sociedade, em especial os movimentos de luta por direitos humanos, precisam ser coerentes. Nunca vi qualquer manifestação feminista contra a cultura de exploração das mulheres em filmes pornográficos, onde é incentivado não só o estupro, mas uma série de perversidades. Isso porque os interesses políticos e as aberrações ideológicas incoerentes de movimentos politizados falam mais do que as reais necessidades de representação e luta das mulheres contra a opressão. Para as feministas idiotizadas pelo discurso da luta de classes trazida ao conceito de gênero, a pornografia é só mais uma ferramenta para "libertação da sexualidade", possível de ser usada como exemplo de "empoderamento sexual". Hipócritas! Na prática a realidade é outra e precisa ser denunciada! Como podemos repudiar um crime local, "escondido", lhe associando a um tipo de cultura, sem repudiar a cultura global que lhe define abertamente? A verdadeira cultura do estupro na atualidade é a cultura da pornografia. O que muitos jovens aprendem com filmes pornôs é o que praticam ou, no mínimo, fantasiam, em festas noturnas, onde o limiar entre o aceitável e o perverso pode ser apenas mais uma dose de álcool ou carreira de cocaína, pior se combinados com uma índole criminosa.

Finalmente, para quem não leu os textos publicados aqui no blog que descrevem os bastidores da indústria pornô, revelados por uma ex-atriz, clique AQUI. Recomendo muito que leia, porque não há outra forma de falar sobre a cultura do estupro, se não for combatendo a perversa cultura da pornografia. Não adianta repudiar apenas crimes isolados e fazer disso um viés ideológico que não aborda o problema como um todo, em sua origem e no contexto onde ocorrem. A maioria dos crimes combatemos com punição, mas isso não faz voltar atrás, não soluciona o estrago que já foi praticado. Nesses casos a solução, de fato, está na cultura, e se o tema é estupro ela começa na PORNOGRAFIA!

#nãoahipocrisiasocial
#nãoaculturapornográfica 
#nãoaculturadoestupro 

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Abraço e até a próxima...

Qual é a Função do Milagre? Não Somos a Geração do Sinal!



 
A geração do sinal atualmente é àquele povo que tem sua fé condicionada a eventos "sobrenaturais", fundados em experiências "místicas" e de emoções fortes (uia!). Uma geração que não compreende à Deus como Senhor de suas vidas, mas sim como mordomo de suas necessidades. O milagre para essa geração, não é sinal de autenticidade da mensagem de Deus ao humano, mas sim, e apenas, um meio de aquisição e demonstração de um suposto "poder", personificado na figura de alguém dizendo-se mensageiro de Deus. 

Na versão mais tradicionalmente aceita, milagre é algo que temos "direito", porque em Cristo "...tudo posso", certo? Uma manifestação de poder que chega a ser por muitos o principal objetivo de culto à Deus, ou seja: a busca do milagre! Algo bem doutrinado por canções "gospels" famosas. Mas, afinal, qual será a verdadeira função do milagre? Longe de aprofundar o tema teologicamente, esse texto é uma pequena reflexão, simples e objetiva, para dizer resumidamente que a função do milagre na antiguidade não foi a mesma da atualidade, e que na atualidade o milagre não é mais uma necessidade! O que restará ao final é você se questionar sobre qual geração você faz parte; a geração do sinal ou a geração da fé? Vejamos:

 Acreditar no milagre de Deus é antes de tudo acreditar que Deus é soberano sobre nossas vidas ao ponto de fazer conosco o que bem achar melhor, assim como permitir acontecer o que de forma natural todos os humanos estão sujeitos nesta vida. Acredite, esse entendimento confronta nossa ideia convencional de fé, porque sempre que pensamos em atos de fé, associamos ela a um desejo que é NOSSO, e não de Deus, muito embora tenhamos a consciência de que “seja feita a vontade de Deus”

Entregar a Deus nossa vida, depositando nEle nossa fé através de Cristo como autor e consumador, é primeiramente estar consciente de que a maior prova de amor de Deus para conosco já foi dada na cruz, quando pelo sacrifício imensurável de Cristo fomos salvos espiritualmente, libertos da condição eterna do pecado. Ao contrário do que se imagina, os milagres de Cristo não objetivaram livrar o humano da sua condição de sofrimento físico, mas sim testificar a autoridade espiritual de Deus SOBRE Cristo, afim de que por meio disso os humanos cressem e fossem por Ele “sarados” da morte espiritual. 

Dessa forma, é importante compreender que os milagres nas escrituras tiveram uma função específica, contextualizada na época em que Cristo ainda não fora reconhecido como o Messias prometido, antes e depois do seu nascimento, tendo sido morto e ressuscitado. Os milagres, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, serviram como testemunhos do agir de Deus em meio a um povo incrédulo, respaldando a mensagem dos Profetas e cumprindo em Cristo a função de autoridade, tão reivindicada por eles; “Mestre, dá-nos um sinal...”. Àquela geração pedia um sinal porque não possuía FUNDAMENTOS que dessem sustentação a fé. A única forma de tornar possível a fé de um povo "sem fundamento", era através de sinais. A própria linguagem (compreensão intelectual) e cultura religiosa demandava um tipo de conhecimento religioso vinculado a eventos "mágicos", que pudessem diferenciar os "deuses" em acordo com seus sinais. A encarnação virginal de Cristo, por exemplo, como "logos de Deus", constitui um sinal miraculoso, que também serviu de mensagem aos gregos adeptos da filosofia, onde o conceito de logos já tinha sentido como sendo algo de onde tudo tem início!

Por outro lado, os milagres em nossa geração não são mais uma necessidade de fé, sinais, símbolo de autoridade, uma vez que agora temos o testemunho dos Apóstolos e o cumprimento da vinda do Messias testificados, ambos registrados como “Escrituras Sagradas”. Ou seja, crer em Deus não está mais condicionado a manifestação de milagres numa conjuntura cívica de mitos e lendas que precisavam ser diferenciadas por sinais miraculosos. Cristo passou a ser o "autor e consumador da nossa fé", uma vez que nEle foram cumpridas todas as profecias. Não há, portanto, um único sinal que possa falar e testificar mais acerca de Deus e sua relação com a humanidade, que não esteja personificado na pessoa de Cristo e sua obra salvífica. É por essa razão que não temos mais motivos para "pedir sinais..." 

Então significa que os milagres descritos na bíblia deixaram de existir?

Seria muita prepotência afirmar que os milagres deixaram de existir, pois isso constituiria uma negação da soberania de Deus e, portanto, uma contradição bíblica, especialmente porque há passagens bíblicas que nos dão base para continuar acreditando na continuidade dos milagres. Ora, os sinais seguem “...aos que crêem”, porém, como atos deliberados de Deus em favor dos seus, mediante sua soberania, como favor IMERECIDO, possível através da graça, segundo a sua vontade, sem qualquer relação com a necessidade outrora nos tempos bíblicos de autenticidade da mensagem transmitida aos Profetas, e por Cristo, através de sinais. O que diferencia o antes e depois quanto a existência de milagres, não é o mero fato de poder existir ou não, mas sim o MOTIVO, presente e futuro!
 
O cristão que deseja buscar os sinais de Deus, milagres, deve achá-los primeiramente nas escrituras e na experiência diária de uma vida que, mesmo pecaminosa, pode ser “achada” por Cristo mediante sua expiação. Por essa perspectiva, milagres como a cura de paralíticos, cegos, ressurreições, transposições, se tornam detalhes, possíveis, porém não mais objetivos em si mesmos com vistas à fé! Àquela geração pedia um sinal, e Cristo foi à consumação dos sinais que seguiram antes dele, culminando também, nEle, no ápice de todos os sinais, a ressurreição!

Em nossa geração o sinal é Cristo, tendo as escrituras como seu maior testemunho. Somos, portanto, a geração da fé, porque temos Cristo como fundamento. Se você, portanto, deseja alcançar um milagre, olhe para Cristo, querendo conhecer seus ensinamentos, a fim de que possa se assemelhar a Ele, até que seus desejos, assim como os de Cristo, não tenham mais lugar de prioridade em sua vida, senão a vontade de Deus. Acredite, se você entender e viver isso, fará parte de uma geração que não precisa mais pedir “sinais”, porque os verá diariamente, a cada vez que acordar e puder agradecer à Deus por mais um dia de vida!

Abraço e até a próxima...

Vai Comentar sobre o Impeachment e Política? Bom Senso por Favor!


 
Uma leitura conjuntural dos fatos políticos é o mínimo que se espera de qualquer cidadão que opina de forma contundente sobre política. Me refiro ao tema política, em especial, porque dela partem as decisões que afetam a vida de todos nós. Para isso é preciso ao menos acompanhar política, conhecer os políticos e seus projetos, sua atuação, opinião, histórico, etc. A filosofia dos partidos a qual pertencem e, da mesma forma, sua atuação e contribuição ao longo dos ANOS de forma clara e objetiva. Fazer separação entre políticos e "políticos", papéis e personagens, opinião e prática, dentre várias outras coisas. Essas são características BÁSICAS de um comentarista que se dê ouvidos, além é claro, da indispensável honestidade intelectual para interpretação da realidade.

Mas infelizmente esse não é o COSTUME da absoluta maioria das pessoas que em situações muito delicadas (como essa do impeachment), emitem juízos baseados no "disse me disse", impressões, fatos isolados, paixão partidária, e tantos outros motivos "rasos", que não tratam da problemática como um todo, e quando opinam, fazem de "recortes" o modelo de julgamento para um cenário inteiro. É trágico saber, por exemplo, que muitos "experts facebookianos e twiteiros" nunca leram uma MP (medida provisória), EC (emenda constitucional), resoluções, Estatutos ou a própria CONSTITUIÇÃO completos

Qual é o resultado disso?

A multiplicação de informações que atrapalham muito mais do que ajudam e criam um cenário de ignorância e preconceito. O fato do Brasil estar passando pelo seu segundo impeachment em apenas 24 anos só comprova o quanto somos mal educados politicamente. Por outro lado, também demonstra o quanto nossa jovem democracia é robusta e funcional. 

Podemos consertar as coisas, mas para isso é importante refletir sobre nossa responsabilidade como cidadãos de sermos coerentes com a lógica dos acontecimentos, o bom senso, a educação uns com os outros e o conhecimento que temos sobre os assuntos. Penso que se não for para ser assim é melhor ficar CALADO, buscar se interessar mais, estudar mais, ler mais do que as legendas da TV e do próprio círculo de comentaristas unânimes!

O Brasil vive uma crise grave, política e econômica, onde milhares de pessoas SOFREM e precisam com urgência de mudança. Ao falar de política estamos tratando de VIDAS e não de jogos de futebol ou capítulos de uma novela. Lamentavelmente os episódios algumas vezes CÔMICOS e vergonhosos que assistimos no Congresso durante a votação do impeachment é REFLEXO DO POVO que os elegeu, mas isso não deslegitima a seriedade do acontecimento, que precisa tratado com pesar e, principalmente, uma visão CRÍTICA dos fatos que acarretaram esse contexto. 

Por fim, mediante tantos comentários "deslocados", meramente "soprados" por ai, penso que o momento atual merece muito mais responsabilidade da nossa parte. 

Abraço e até a próxima...

Suicídio Político, SIM! Contrários ao Impeachment ou Sócios da Corrupção?


Como todos sabem, o brasileiro tem memória curta quando o assunto é política, mas há uma nova consciência política em andamento nos últimos anos surgindo nesse país, graças ao desenvolvimento da informação através da internet, especialmente das redes sociais. Aliás, diga-se de passagem, esse é um fenômeno mundial que já depôs vários governos, revolucionando a visão de mundo de povos outrora mergulhados em regimes totalitários, desenhando na história o processo hoje conhecido como "Primavera Árabe". No Brasil o efeito desse "boom" de acessibilidade está atingindo seu ápice com o processo de impeachment de Dilma Rousseff, resultado indiscutivelmente influenciado pela articulação popular, via internet, duma adesão política proporcionalmente muito maior do que a de 1992.

Certamente este cenário onde as informações são expostas e compartilhadas mundialmente em fração de segundos, prolongará, e muito,  a memória política do brasileiro, fazendo com que não esqueça dos políticos que hoje atuam CONTRA o Brasil, em favor da corrupção, cerceamento de direitos (expressão, opinião, crenças), banalização das instituições (especialmente o judiciário), posicionando-se ao lado de governos marcados por denúncias de crimes e alianças com regimes totalitários. Esse é o desgoverno do PT e seus cúmplices. Sem dúvida alguma o SUICÍDIO POLÍTICO é real, porque PT está virando sinônimo de corrupção, sempre que o nome de um representante da legenda é anunciado em MAIS UM esquema criminoso. Sempre que seu "chefe" máximo, o Lula, berra contra a legitimidade e competência já reconhecida mundialmente da operação anticorrupção mais conceituada na história do Brasil, a "Lava Jato", por ser ele apontado como suspeito de ser o principal articulador dos crimes praticados por seu partido e aliados. 

Os que foram contrários ao impeachment e, portanto, cúmplices do PT na votação ocorrida em 11/04/2016, são esses abaixo:

Na imagem temos um pequeno exemplo de como a memória política do brasileiro está ficando longa, com o auxílio de recursos digitais, compartilhados sempre que necessários, por uma rede que sempre manifestará posição em favor do que acredita, a exemplo deste blog. Por essa razão reitero por convicção, em face aos inúmeros indícios apontados pelas investigações, primeiramente do Tribunal de Contas da União e em segundo pela Operação Lava Jato, contextualizando então um cenário político de absurda corrupção do governo petista, que os políticos acima que votaram contra o impeachment foram os primeiros a cometer suicídio político, pois se tornaram SÓCIOS DA CORRUPÇÃO!

Esses nomes e outros serão lembrados assiduamente nas eleições dos próximos anos, especialmente quando tivermos um Brasil economicamente estabilizado, enxergando os fatos de hoje como um passado triste, vergonhoso, mas SUPERADO em nossa história.

Abraço e até a próxima...

A Tristeza Perdida - Um condicionamento cultural da Depressão?



Muitas vezes a vida se resume a um passo de cada vez, não importa a quantidade de responsabilidades que você possui, metas e desafios, pois nenhum significado se torna maior do que a capacidade de enfrentar as circunstâncias que tentam lhe impedir de tocar o cotidiano. Um pacote fechado de sonhos não é suficiente para lhe dar motivo a tomar atitudes quando alguns sintomas minam sua força emocional, esperanças, substituindo a determinação, iniciativa e coragem pelo medo, tristeza, angustias, sentimento de morte. Neste cenário os sonhos se tornam pesadelos e você se acha refém diante da situação. Mas, o que fazer, então? Como entender o que para muitos atualmente são considerados casos típicos de depressão?

Vivemos numa sociedade que vem perdendo a capacidade de lidar com a tristeza, angústias, frustrações, irritação, elementos típicos de um organismo sujeito a variação emocional constante. Quanto mais, supostamente, "evoluímos", menos aprendemos a reconhecer em nós o que são sintomas produtos de um contexto criado não para nos tornar mais conscientes da nossa == humanidade ==, tão marcada por dilemas éticos, morais, sentimentais, mas sim para nos treinar e condicionar a sermos, SEMPRE, pessoas focadas em atingir METAS! Estas, as metas, quase sempre resultado de uma visão imperativa da vida, onde não há margem para falhas. Até mesmo o que consideramos possibilidades de falhas são idealizações prévias, para que a sensação de poder "controlar as falhas" nos dê algum conforto perante o inesperado. Um emprego não alcançado, faculdade, relacionamento amoroso, amizades, família perfeita, estilo de vida e tantos outros PROJETOS que desenvolvemos, quando confrontados pelas dificuldades reveladas no percurso, surtem em nós um efeito que, nesta geração, parece tão devastador ao ponto de causar sofrimento intenso e sensação de fracasso, desânimo, incapacidade, cansaço...

Ora, não é difícil entender a razão dessa inabilidade para o sofrimento. Não é pelo fato de não podermos sofrer, pois o sofrimento faz parte da CONDIÇÃO HUMANA. Aliás, é justamente pela experiência do sofrimento que mais nos percebemos na dimensão humana, quando por ela, por exemplo, nos reunimos em velório para consolo em face da morte, algo exclusivo da nossa espécie. Quando movemos recursos para diante das mais diversas tragédias, podermos ajudar os que foram atingidos, seja na casa ao lado ou no país do outro lado do mundo, ou quando simplesmente sentamos para ouvir, auxiliar, refletir, agir em favor de quem precisa externar uma angústia através do diálogo, da companhia. 

O sofrimento, portanto, está patente aos nosso olhos e sua experiência, quando pessoal, nos dá recursos para lidar com as dos outros também, de forma que isso caracteriza o pilar mais fundamental da condição humana; o RELACIONAMENTO.

Para entender melhor a inabilidade para o sofrimento dessa geração, basta entrar numa livraria e ver a quantidade de livros de MOTIVAÇÃO, autoajuda e "mil e uma maneiras de ser vencedor". Obras na sua absoluta maioria baseadas num único conceito, o POSITIVISMO! No texto chamado "A Morte das Utopias e o Reinado da Solidão Compartilhada", me refiro ao termo "utilitarismo funcional", para descrever uma espécie de "ser utilitário", produzido por uma tal "cultura utilitária", na qual a grande ênfase do desenvolvimento não está na compreensão das necessidades humanas, mas sim na "lógica" de funcionamento global de uma cultura de massa globalitária. Sendo assim, escrevi no texto:

Nessa "cultura global utilitária" desaprendemos a desenvolver relacionamentos saudáveis. Passamos a nos enxergar artificialmente como pessoas capazes ou não de atender as demandas do imediatismo. Se por um lado desejamos relacionamentos confiáveis, amizades, paixão, amor e respeito, por outro não estamos dispostos a "pagar o preço" de construir tais relações.

Pensa que me refiro a relacionamentos amorosos, de amizade, familiares, apenas? NÃO! Todo relacionamento humano é, antes de tudo, um relacionamento CONSIGO MESMO. Gosto chamar isso de relacionamento primário. Esse relacionamento primário, resumindo o conceito, é o modo de interação que você tem com a própria imagem. Na prática, desaprendemos a olhar para nós mesmos (imagem), substituindo isso por uma ideia de "ser" que  vive em função do = outro =, sempre! O mundo virou um grande espelho, onde quem reflete a imagem nele não somos nós (você), mas sim a cultura que tem procurado determinar por esse reflexo a maneira como devemos nos enxergar, pensar e agir. Num estado de inércia e quase "servidão moderna" (veja aqui), aceitamos tal condição porque nesse mesmo reflexo de uma "imagem global" idealizada, também vemos ofertadas promessas de soluções fáceis para os nossos dilemas. Achamos melhor, portanto, não pagar o preço, transferindo a responsabilidade pela construção de nossa autoimagem para o "mundo", acreditando que esse mesmo mundo trará as respostas de que tanto precisamos. Na prática, NÃO É ISSO O QUE ACONTECE!

Os momentos de crises exigem de nós um conhecimento baseado também na experiência da dor, mas quando maquiamos essa realidade em função de um positivismo radical,  falsificado, alicerçado num ideal que não é o seu contexto relacional de vida, desaprendemos a lidar com o sofrimento real e consequentemente a superá-lo. As respostas imediatas trazidas pelo "mundo" reproduzido no espelho das suas expectativas, não solucionam o que é realidade sua, e apenas sua. Você se perde na própria dimensão quando descobre que a experiência humana não se traduz em livros de autoajuda. Ela escapa, sempre! O modelo cultural utilitário não contempla suas necessidades mais íntimas, porque elas são adquiridas conforme ao que é experiência sua, e no modelo utilitário "você" é nada mais do que um termo linguístico, útil, para dar aparência de pessoalidade a um conjunto de medidas prontas, para atingir um conjunto de necessidades igualmente prontas, não suas, mas da massa.

É com base nessa inabilidade para a experiência do sofrimento que os autores Allan V. Horvitz e Jerome C. Wakefield, escreveram o livro "Tristeza Perdida - Como a Psiquiatria Transformou a Depressão Em Moda". Em referência ao grande aumento dos casos de depressão (300% de 1987 à 1997 nos EUA) e esclarecendo os fatores cruciais do quadro diagnóstico, os autores afirmam que, na verdade, há uma "tristeza perdida", no sentido de que a humanidade vem perdendo a capacidade de lidar com o sofrimento habitual, atribuindo diagnósticos psicopatológicos a uma variedade de conflitos que deveriam ser encarados como resultados da vivência comum. Alinhado a essa noção, pergunto:

Podemos entender o diagnóstico e tratamento psicopatológicos como sendo um modelo de resposta imediata disponível a uma geração inabilitada para lidar com o sofrimento?

Penso que sim. Talvez, é em face a desconstrução do "eu" em detrimento do "todo" que tal inabilidade se caracteriza. O empoderamento do sujeito pela imagem da massa, onde as experiências mais peculiares do "ser", a exemplo do sofrimento, deixa de possuir identidade, porque não existe um "eu" que se reconheça, mas apenas o todo que prevalece até mesmo na hora de vivenciar a angústia.

Finalmente, o tema é vasto e carece de muitas reflexões, mas quero pensar que dar um passo de cada vez quando os dias são maus é mais do que caminhar irrefletidamente a uma direção qualquer. É preciso tomar consciência do aparato emocional que dispomos para lidar com o sofrimento. Esse, talvez, seja um exercício que não procura ignorar a dor, distorcendo seu sentido para que pareça "positivo" mesmo quando, na verdade, não é. Compreender cada experiência como tendo um significado próprio e pessoal, tratado tal como a realidade se apresenta, pode ser o caminho mais viável para te fazer desenvolver um nível de estrutura emocional-cognitiva suficiente para lidar com os dilemas mais complexos da vida, incluindo o que se chama depressão.

Abraço e até a próxima...

Igual a um botão de rosa, sentimentos!

 
Sentimentos são iguais as arvores: para colher flores, frutos e sombra, primeiro a gente planta, rega, dá forma, espera amadurecer e principalmente, deixa criar raízes profundas o suficiente para que quando vier a chuva, os ventos, não caia, mas resista o tempo que for preciso até que a tempestade passe. Se alguma etapa desse processo for ignorada, os sentimentos até podem surgir, mas crescerão deficientes devido a falta de cuidado e paciência suficientes para o seu amadurecimento. A árvore, nesse caso, será torta, e a falta de nutrientes prejudicará o desenvolvimento das suas raízes. De fato, no "campo sensível" dos sentimentos só tem mais sucesso os que são igualmente sensíveis o bastante para encarar as demandas do coração como botões de rosas, querendo apenas alguém que lhe regue a alma e segure em suas mãos com a delicadeza necessária para que não seja sufocado. 

A mente da esquerda na visão de um insider


Por: Michael Faraday
 
Antes de tudo: esqueça os anos 60. Esta situação vem fermentando há mais de 100 anos. Eu nasci em uma família de classe operária socialista na Nova Zelândia em 1960. O socialismo democrático tinha sido estabelecido por reformas populares na década de 1930. Ao final dos anos 50, quase todas as crianças da classe trabalhadora na Nova Zelândia foram criadas como socialista.


Mas nós não chamávamos de socialismo. Nós chamávamos de "direitos dos trabalhadores." Na minha família, meus irmãos mais velhos e eu éramos a terceira geração de socialistas. Nós nunca escolhemos o socialismo, nós o herdamos. No final dos anos 60, a classe média mais nova se juntou a nós.

Foi especialmente na Comunidade Britânica que milhões de pessoas foram criadas por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, e assim por diante. Algumas famílias de esquerda têm sido assim há mais de um século. Eles se consideram esquerdistas realmente.

Para os milhões criados como esquerdistas, não é uma ideologia é uma cultura. Desde a infância, eles têm vivido e respirado isso todos os dias em casa. Eles não conhecem outra coisa. Como qualquer cultura, é uma maneira de falar, pensar e agir, com suas próprias narrativas e rituais. As narrativas são tidas como sagradas, repetidas, reforçadas e, ao longo do tempo, adicionadas. Aquilo que desafia as narrativas sagradas, até mesmo a própria realidade, é recebida com confusão e hostilidade. Como acontece com qualquer cultura agressiva, intolerante, se você entrar nela, ele entra em você.

Contrariamente à opinião, o esquerdismo não é apenas sobre o ódio. Esquerdistas são mais complexos do que isso. Do meu tempo como esquerdista de fralda vermelha (1), eu posso te dizer que toda uma gama de emoções está envolvida. Ódio, raiva, medo, amargura, ciúme, inveja, raiva, ganância, orgulho, presunção e paranóia (não tecnicamente uma emoção, mas é generalizada entre os esquerdistas).

Com tal desfile de emoções negativas, não é nenhuma surpresa que tantos esquerdistas sofram de depressão crônica, muitas vezes desde tenra idade. Mesmo que eles percam a raiva, eles ainda mantêm a atitude: que o governo deve resolver os problemas de todos, independentemente do custo e que há uma enorme conspiração de direita na primeira esquina.

A narrativa vitimista da esquerda é muito infecciosa. Você é sempre a vítima e sempre te devem algo. Os ricos são sempre maus, enquanto você é sempre bom e íntegro. Convertidos são muitas vezes mais intensos do que aqueles que nasceram nisso. Meu pai criou um esquerdista, que finalmente amadureceu e começou a questionar algumas crenças esquerdistas. Minha mãe, não foi criada como esquerdista, mas tendo-se tornado uma, jamais amadureceu.
 
A narrativa do vitimismo estava em todas as conversas.

A narrativa da luta de classes/vítima oprimida é parte da vida diária na esquerda. Quando criança, eu ouvia os adultos falando. Com amigos e colegas de trabalho, com as mães conversando sobre o chá, era parte de todas as conversas. Eles falavam sobre o tempo, seus filhos, televisão, mas antes de partir, um deles sempre dizia algo relacionado à opressão gananciosa dos ricos – e o outro tinha de concordar. Não concordar era suicídio social.

Embora houvesse diferenças entre os esquerdistas da classe trabalhadora e da classe média, certas atitudes eram universais:

Um esquerdista que nunca trabalhou, se sente muito generoso em relação a qualquer um que alegue precisar de ajuda, que se encaixe na narrativa. Eles são generosos com suas emoções.

Quando eles obtêm o seu primeiro emprego de verdade, eles ficam muitas vezes chocados com a quantidade de impostos retidos e têm um momento de dúvida. Mas esse momento de dúvida dá a não-esquerdistas uma abertura. Então, o jovem esquerdista, aterrorizado em que ele/ela mudará, de forma rápida isola essa dúvida em sua mente e se recusa a tocar no assunto, até que desapareça.

A economia não é geralmente considerada parte de uma cultura, mas para os esquerdistas de fralda vermelha, a sua atitude em relação à economia é cultural. É parte do núcleo, a narrativa sagrada. Eles geralmente têm uma visão pueril da economia, que muitas vezes eles herdaram de seus pais. Isto é provavelmente porque a dúvida desencadeada por seu primeiro choque fiscal é tão facilmente esquecida por esquerdistas. A visão infantil é confortável e familiar. Uma vez que a amnésia se instala e o conforto retorna, as discussões sobre a realidade econômica são vistas como propaganda de direita.

Esquerdistas ouvem grandes números e visualizam o cofre do Tio Patinhas, e não infra-estrutura, manutenção, equipamentos especializados, transporte, treinamento, folha de pagamento, etc.

Para os esquerdistas, a indústria tem muito dinheiro. As empresas obtêm enormes lucros. O preço de tudo é demasiado elevado. O governo tem bilhões. Eles querem manter tudo para si e seus amigos ricos. Então os esquerdistas acreditam que essas pessoas más devem ser obrigadas a gastar o dinheiro em coisas que os próprios esquerdistas escolham.

Esquerdistas combinam ingenuidade infantil e agressão paranóica em todas as suas narrativas. É um emparelhamento notável e muito prejudicial. A ingenuidade pueril protege a narrativa dos fatos, enquanto a agressão paranóica protege a mente da dúvida. Para os bebês vermelhos de fralda, este pensamento concorre com o seu desenvolvimento emocional e intelectual normal, causando uma luta interna em que pode acontecer qualquer coisa.

Numa mesma família, uma criança poderá ser um esquerdista suave, sem convicção, enquanto outra será um comunista dedicado. Aquele que sente maior necessidade de agradar os pais provavelmente será o comunista dedicado. A esquerda, na superfície, pode parecer para alguns como um movimento de jovens desajustados, mas é antiga, enorme e culturalmente arraigada, não só na Europa, mas também na maioria dos países de língua Inglesa. O esquerdismo é uma história familiar, uma mentalidade cultural e um modo de vida para milhões de famílias. É um conjunto de narrativas sagradas básicas e de conversas diárias.

Os filhos herdam o esquerdismo como um sistema de convicções, sem conhecer outra coisa. No momento em que eles tiverem idade suficiente para ouvir outros pontos de vista, eles já estão doutrinados. Torna-se sua bússola moral.

O esquerdismo incentiva e é impulsionado pelas emoções mais negativas, prejudiciais. Ele se aproveita de emoções infantis e processos de pensamento paranóico. Suas narrativas são um filtro pelo qual a realidade tem que tentar lutar, muitas vezes falhando.

O pensamento pueril resolve todos os problemas sem detalhes incômodos e fatos que interfiram, levando a ilusões de brilho intelectual.

É realmente muito difícil desistir de ser um esquerdista, mesmo quando você quiser. Conheço pessoas cujas famílias foram assassinadas pelos comunistas e eles ainda são esquerdistas. Não é suficiente ver os problemas. Se você é um bebê de fraldas vermelhas, é tudo o que você sabe. Você foi doutrinado (com a ajuda da mídia) a pensar que a chamada Direita é gananciosa e má e que os religiosos são hipócritas e delirantes. Mesmo que você tenha dúvidas, não há outro lugar para ir, não sem literalmente mudar de opinião.

Eu vi as rachaduras cedo. Meus pais tinham um ódio fanático da classe média e, se fosse possível nunca falavam com eles. Na minha adolescência eu percebi que meu pai odiava os ricos, porque ele não era um deles. Mesmo entendendo, não me impediu de ser um esquerdista. Isso me fez querer ser um esquerdista melhor do que os meus pais. Comecei a ver que a luta de classes estava se tornando uma farsa para obter mais coisas grátis. Eu ainda procurei uma forma perfeita de comunismo. Eu conheci esquerdistas de classe média alta e fiquei chocado com sua arrogância e esnobismo. Eu viajei pelo mundo e não havia nenhuma forma de comunismo que não dependesse de capitalismo para salvá-lo do colapso.

Voltando para casa, tive conversas diárias com um médico judeu que era pró-vida. Todos os dias nós discutámos moral e fé. Comecei a entender o conceito de fé, moral absoluta e auto-sacrifício tudo novo para mim. Algumas semanas mais tarde, Deus falou comigo.

Eu tentei ser um cristão e um esquerdista moderado. Eu não estava sozinho. Esquerdistas moderados não acreditam em si mesmos como esquerdistas. Eles pensam em si mesmos como equilibrados e razoáveis. Eu trabalhei com os refugiados e eles me disseram sobre a tortura, escravidão e assassinato em massa pelos comunistas "combatentes da liberdade". Isso matou qualquer sentimento que ainda persistisse sobre o comunismo.

Casei-me com uma refugiada e ela tentou me esfaquear. Eu também achei que os refugiados tinham segredos muito obscuros. Meu multiculturalismo tolerante lentamente morreu. Comecei a ver a força da civilização judaico-cristã. Eu vi a desonestidade e crueldade das marxistas-feministas, que tinha dominado a esquerda. O feminismo, que minha mãe tinha me empurrado goela abaixo dia a dia, tinha morrido. Quando eu discutia com esquerdistas, sua raiva quase psicótica me chocava. Eu senti que estava falando com lunáticos.

Apesar de tudo isso, é difícil deixar totalmente o pensamento de esquerda porque ele o rodeia. Tornou-se dominante. É como tentar socorrer um barco com furos no fundo. É preciso um esforço intelectual persistente para deixar isso para trás. Mas há outra razão pela qual é preciso tempo para extrair o parasita esquerdista do cérebro. Uma poderosa mentira vive ali. É a mentira mais poderosa que eles têm. É de que a esquerda "se importa." Você deve abraçar plenamente o fato de que isso é uma mentira. Todo "cuidado" esquerdista tem uma agenda oculta.

Nota:

(1) Red Diapers: Growing Up in the Communist Left (Vermelhos de Fraldas) é a primeira antologia de escritos autobiográficos de "Red Diaper Babies" – filhos de comunistas ou outros pais radicais de esquerda. Editado por Judy Kaplan e Linn Shapiro, consiste de memórias, contos e poemas. Entre os 40 autores estão comunistas bem conhecidos como o jornalista Carl Bernstein, escritora feminista Kim Chernin, cientista Richard Levins, e autor / ativista Robert Meeropol (filho de Julius e Ethel Rosenberg).

Michael Faraday descreve-se como um ex-idiota útil. Ele trabalhou como advogado de refugiados e professor de história. Ele agora ensina os jovens com autismo. Passou três décadas para desaprender o pensamento de esquerda.

Publicado no Frontpage Magazine.

Divulgação: Papéis Avulsos - http://heitordepaola.com

Tradução: William Uchoa

Fonte: Mídia Sem Máscara



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