Mais Recentes

Mais Recentes
Categoria mais Acessada

23 de fevereiro de 2017

O que os prefeitos João Dória e Professor Lupércio têm em comum?


A semelhança entre o Prefeito de São Paulo João Dória e o Prefeito de Olinda, Professor Lupércio, certamente não está na aparência, nem no partido político. Para alegria da população das duas cidades, o que os prefeitos têm em comum diz respeito a uma nova postura em relação a administração pública, que tem incomodado os adversários e despertado críticas em seus opositores.

Perfil dos prefeitos Dória e Lupércio


Costa Dória Junior, mais conhecido como João Doria Jr. é um empresário, jornalista, publicitário e político filiado ao PSDB, sem qualquer experiência política anterior, enquanto Lupércio Carlos do Nascimento, ou como é conhecido "Professor Lupércio", é professor de matemática, pós-graduado e bacharel em Direito, tendo começado na política como líder estudantil, sendo posteriormente eleito a Deputado estadual pelo Partido Solidariedade (SD) em Pernambuco.


Ambos, porém, foram eleitos pela primeira vez Prefeitos de duas Cidades com aspectos diferentes de importância no Brasil. Uma relacionada a indústria e comércio, enquanto outra ao turismo e cultura. Não por acaso, os dois Prefeitos possuem qualidades apropriadas para os dois contextos.

Dória é um empresário de sucesso e como administrador possui capacidade de atuar no setor industrial alavancando os índices de desenvolvimento econômico da maior capital do país.

Lupércio tem forte atuação na área social. Vindo de família simples, o Professor que já foi usuário de drogas, criou o projeto "Casa de Recuperação Cristo Liberta", feminina e masculina, dedicado acolher e recuperar usuários de drogas. A "Academia do Bairro", que oferece aulas de aeróbica, dança, laboral, ioga, pilates, zumba e outros. Os "Núcleos Comunitários Sociais", que além de fisioterapia, possuem mais de dez especialidades médicas, dentre elas: cardiologia, ortopedia, oftalmologia e ginecologia.

Dória e Lupércio agradam a maioria conservadora


Dória antes de ser eleito anunciou que faria parceria com as igrejas evangélicas e católicas para atuação na área social; “Vamos conveniar a creche, de forma capilarizada pelas organizações sociais mantidas pelas igrejas e organizações do terceiro setor que manifestam interesse em ajudar”, disse ele em uma publicação no G1.

Sua iniciativa mostra que não tem a intenção de combater a enorme contribuição que tais entidades religiosas prestam ao Estado, por exemplo, no acolhimento de usuários de drogas, ma sim de valorizar tais iniciativas, oferecendo recursos para sua expansão.

Prefeito de Olinda Professor Lupércio fazendo vistoria nas ruas de Olinda
Prefeito de Olinda Professor Lupércio, faz vistorias constantes, pessoalmente, sobre ações da sua gestão. Nas ruas, ele deixa a população ciente do que está sendo feito através das redes sociais
Já eleito, Dória anunciou a criação de uma assessoria religiosa, incluindo católicos, evangélicos e representantes de matrizes africanas, reforçando, assim, a ideia de valorizar a importância dos princípios religiosos da população de forma plural.

Professor Lupércio, evangélico da Assembleia de Deus, faz questão de publicar em sua pagina oficial no Facebook os momentos que participa de cultos. No ato da sua posse como Prefeito de Olinda, por exemplo, ele ofereceu um culto de gratidão à Deus e atribuiu ao "Senhor" o motivo da sua vitória.

Contato direto com a população e ações diárias


Talvez a maior semelhança entre os dois Prefeitos está na utilização das redes sociais para manter o contato direto com a população. Tanto Jodão Dória como Professor Lupércio, entenderam que a internet e canais como o Facebook, por exemplo, são ferramentas eficazes para ouvir as queixas do povo e se manter em contato com ele.

Ambos publicam quase diariamente ações do governo, explicando os motivos e, em muitos casos, interagindo com os internautas.

Prefeito de São Paulo João Dória mantém a população informada do que está sendo feito
Prefeito de São Paulo João Dória, em mais uma das suas publicações no Facebook, fazendo vistoria da sua gestão nas ruas e mantendo a população informada do que está sendo realizado

Ao postar fotos reais de suas ações, ambos os Prefeitos rechaçam a ideia de puro marketing. Eles mostram que estão dispostos a "arregaçar" as mangas e fazer acontecer, invés de ficarem escondidos atrás de gabinetes ou de assessores, apenas dando "canetadas" no que for conveniente.

Ao lidar diretamente com o público, João Dória e Professor Lupércio se colocam à prova, pois na prática é impossível encarar de frente um pai de família, por exemplo, sem estar atuando de forma real para que sua vida na sociedade tenha melhorias significativas. Ao mesmo tempo, eles oferecem subsídios para que seus adversários tenham motivo para investigar e apontar as falhas da gestão, dizendo se as ações são falsas ou não.

A esperança de uma nova política?


Por fim, João Dória e Professor Lupércio são exemplos do que caracteriza o resultado das últimas eleições no Brasil. Dois personagens novos num cenário político manchado pela corrupção e estagnação social, administrativa e ideológica.

A população que elegeu os dois, assim como outros de perfil semelhante, deseja renovação e uma postura diferente de tudo o que até então já foi visto na política brasileira. Menos "politicagem" e mais ação. Aproximação com o povo, de verdade, e não com grupelhos que usurpam o poder de representatividade popular, individual, para atender os interesses de "coletivos" instrumentalizados por interesses de partidos.

A gestão Dória e Lupércio marcam uma nova geração, onde a tecnologia dá a oportunidade para que todo cidadão com acesso a internet seja ouvido individualmente, sem intermediários. Com isso, temos um retrato fiel da realidade social, onde a voz das pessoas não são distorcidas e o que é "popular", de fato, se faz presente.

A criança NÃO pertence a família, disse procuradora contra o Escola sem Partido

 Debora Duprat afirmou durante debate que é um equívoco achar que as crianças pertencem às famílias, sugerindo como um "problema" do Estado

A procuradora que atua na Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), Débora Duprat, participou de um debate na TV Câmara para discutir o projeto Escola sem Partido, onde esteve também Miguel Nagib, coordenador do movimento a nível nacional. Na ocasião, Débora que já se envolveu em outras polêmicas, afirmou ser um conceito equivocado a ideia de que as crianças pertencem completamente às famílias.

"Um outro aspecto, para eu não me alongar demais, é essa percepção equivocada de que a criança pertence a família. Que a família tem o poder absoluto sobre a criança (...) Não é verdade! A Constituição diz que a criança é um problema da família, da sociedade e do Estado", disse ela.


O que Débora Duprat diz é parcialmente verdade. A falsidade da sua afirmação diz respeito muito mais a intenção implícita no comentário (modelar a educação familiar de acordo com os interesses do Estado), do que nela em si mesma. Nenhum ser humano é "objeto" para ser propriedade de alguém, mas há uma significativa diferença entre ser "propriedade" e ser de responsabilidade.

O que Debora Duprat afirma está no art. 205 da Constituição:

"A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."

Porém, o texto acima especifica apenas que a educação é um dever compartilhado entre Estado e Família, mas não trata dos aspectos atribuídos na educação, como sobre valores, moralidade, crenças, especificando de quem é a maior competência de um e outro. O art. 227, porém, prioriza a ordem dessas competências, bem como o art. 229, como segue:


Art. 227. "É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão."

Art. 229. "Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade." 

Fica evidente que a responsabilidade pela assistência à criança e ao adolescente é compartilhada com o Estado, porém, o texto atribui à família maior responsabilidade pela garantia dos valores dignos da condição humana, como a educação moral, religiosa (ou não) e seu desenvolvimento físico, cognitivo como um todo. O Estado, por sua vez, atua de forma colaborativa, oferecendo a família subsídios técnicos, burocráticos, de infraestrutura, para que a função dos pais possa ser cumprida.

O Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA) também estabelece em seu art. 4º e 22 tal responsabilidade na mesma ordem de prioridade:

4º. "É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.  

22º. Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais"

Veja o vídeo:


22 de fevereiro de 2017

O que é relacionamento Gaslighting? Você pode estar sendo emocionalmente abusado


Gaslighting o que significa, relacionamentos sobre abuso psicológico

Gaslighting é uma forma de manipulação persistente e de lavagem cerebral que faz com que a vítima passe a duvidar dela mesma, até perder o própria capacidade de percepção, identidade e autoestima. As palavras de um gaslighting são acusações geralmente baseadas em mentiras descaradas, ou no exagero da verdade. O termo gaslighting é derivado do filme "Gaslight", de 1944, em que o marido tenta convencer sua esposa que ela é louca, fazendo-a questionar de si mesma e sua veracidade.

Em suas formas mais brandas, gaslighting cria uma sutil, mas desigual dinâmica de poder em um relacionamento, onde a vítima é submetida a julgamentos duvidosos, invés de equilibrados, e/ou microagressões baseadas em fatos criados pelo gaslighter. 

Na pior das hipóteses, gaslighting patológica constitui uma forma grave de controle mental e abuso psicológico.  
Gaslighting pode ocorrer nas relações pessoais, tais como verbal, emocional e/ou hostilidade física de um parceiro para o outro. No local de trabalho, tais como quando um supervisor regularmente e de forma injusta repreende os seus funcionários; ou sobre uma nação inteira, como quando comercial de publicidade ou figuras públicas fazem pronunciamentos que são claramente contrários ao bem da sociedade.
Deve-se notar que nem todos os gaslighters são realmente mal-intencionados, ou conscientes de sua conduta prejudicial. Eles podem não estar plenamente conscientes da nocividade (e ofensa) de suas palavras e ações, e a seu doloroso impacto sobre os outros. Outros gaslighters, no entanto, estão perfeitamente conscientes de suas táticas coercitivas e de como eles buscam deliberadamente formas para estabelecer o controle e desequilíbrio sobre a vida de outras pessoas.
Vários estudos e escritos têm-se concentrado sobre o fenômeno da gaslighting e seu impacto destrutivo. Mas, afinal, como você pode saber quando está lidando com um gaslighter patológico? A seguir estão oito sintomas, extraídos do meu livro: "How to Successfully Handle Gaslighters"
Para ler, clique AQUI

08 sinais de um relacionamento gaslighting - Como identificar abuso psicológico e manipulação emocional

Sinais de abuso psicológico e pessoas gaslighting

Se você não leu o texto onde trazemos o conceito abordado pelo Dr. Preston sobre o que significa o termo "gaslighting" e como acontece o abuso psicológico ou emocional, primeiro clique AQUI para ler a matéria.

A baixo, listamos os oito sintomas apresentados por ele no livro que trata especificamente sobre o assunto, veja:

1. Constantemente você lembra das suas Falhas


Um dos mais claros sinais de gaslighting ocorre quando em um relacionamento pessoal ou no local de trabalho, você está submetido regularmente a lembretes da suas deficiências, fraquezas e coisas indesejáveis. Você se sente como se houvesse sempre algo de errado com você, com o que faz, e que nunca é bom o suficiente.

Muitas declarações gaslighting são generalizadas. São comentários depreciativos e negativos, estereotipados. O gaslighter faz essas acusações não para discutir questões ou resolver problemas, mas para colocar a vítima na defensiva. Ao atacar você em um nível pessoal, te faz se sentir vulnerável, assim o gaslighter cria uma disparidade poder na relação, a partir da qual você pode então ser explorada(o) para obter vantagens.


2. Você muitas vezes se sente inseguro e incerto


Em um relacionamento gaslighting, você costuma se sentir ansioso(a) e inseguro(a) de si mesmo(a). Você pode se sentir inseguro sobre como deve se comportar, a incerteza em relação ao que se esperam de você e ansiedade sobre quando o gaslighter vai agir novamente.

Você pode até questionar o seu valor como pessoa; que de alguma forma não é bom ou boa o suficiente como um parceiro, ou como descendente, empregado, ou para alguém do seu convívio particular.

3. Você sente como se estivesse andando em cascas de ovos


"Estas molduras na sala de estar estão tortas. Eu lhe disse para verificar quando você limpar a casa. Vamos! Não seja estúpida!", diria um marido para a esposa.

Outro sinal de gaslighting é quando você sente que não pode se expressar livremente na frente do gaslighter. Qualquer coisa que você diga ou faça não está certo. Em sua presença, você se sente nervoso(a) e tenso(a), sem nunca saber quando ele vai começar a se voltar contra você, direcionar suas falhas ou lançar outra acusação.

Você pode experimentar sintomas de muito estresse, ansiedade, depressão ou trauma. Pode começar a desenvolver sintomas obsessivo-compulsivos - a necessidade de monitorar e corrigir a si mesmo várias vezes - por medo de dizer ou fazer a coisa errada, sendo ridicularizado(a) pelo gaslighter. Você pode até se sentir como se estivesse perdendo o controle da sua mente ( "enlouquecendo").

Você vai se sentir significativamente mais confiante, mais feliz e mais livre quando estiver longe de influência coercitiva do gaslighter.

4. O gaslighter raramente admite falhas. É altamente agressivo quando criticado


A dinâmica de um relacionamento gaslighting é ele (ou ela) indo frequentemente para o ataque, com a vítima constantemente na defensiva. O gaslighter raramente, ou nunca, fala sobre suas próprias falhas e deficiências. Se criticado, mesmo moderadamente, o gaslighter patológico rapidamente usa inúmeras culpas ou se passa por vítima para encobrir suas próprias deficiências, contornando a situação para criar um novo ciclo de falsas acusações contra o outro.

Com esta tática, o gaslighter é capaz de tirar o foco de si mesmo, evitar uma análise séria do seu comportamento e fugir com suas próprias transgressões e inadequações.

5. Você faz comentários autodepreciativos


Desde o início, o objetivo do gaslighter patológico é distorcer sua percepção e sua identidade, depois de um tempo persistente de ridicularizações a seu respeito. Você pode começar a se questionar, perguntando se alguns dos comentários e acusações pejorativas do gaslighter sobre você são realmente verdadeiras.

Você pode começar a pensar e sentir coisas negativas acerca de si mesmo, fazendo comentários autodepreciativos, rejeitando suas próprias qualidades, valores e sua essência. (...)

Um dos tipos mais comuns de declarações autodepreciativas é a que diz "sinto muito", mesmo quando você claramente é a vítima que está recebendo maus tratos. É um exemplo clássico de quem é vítima.

6. Apesar do mau tratamento, você olha para o gaslighter querendo aceitação, aprovação e validação


Alguns gaslighters manipulam a vítima com hostilidade frequente, combinado com o suborno positivo ocasional. A vítima que deseja evitar o conflito, esperando melhor tratamento, pode se tornar cada vez mais compatível com o manipulador. Desta forma, uma relação co-dependente é formada.

O Dicionário Oxford define co-dependência como: "Dependência emocional ou psicológica excessiva de um parceiro" (para saber quais são os 10 sintomas da dependência emocional clique AQUI)

Em um relacionamento gaslighting, o gaslighter tem o poder de conceder aceitação, aprovação, respeito, e segurança. Ele ou ela também tem o poder (e muitas vezes ameaça) de levá-los embora. Com esta tática, o gaslighter retém o poder, privilégio e direito sobre o outro.

7. Você esconde e permite a coerção do gaslighter


Em um exemplo típico da psicologia do abusado, algumas vítimas de gaslighting se sentem envergonhadas por estarem sobrecarregadas ou impotentes diante do gaslighter. Elas querem encobrir o abuso psicológico e o sofrimento, assumindo muitas vezes uma aparência de duronas, ou entrando em negação, fingindo que está tudo bem.

Quando a família ou amigos perguntam se está tudo bem, a vítima surge com uma infinidade de desculpas, dizendo, por exemplo: "não é realmente assim tão mau", "meu marido está passando por um monte de estresse ultimamente", "a culpa é minha, eu a deixava furiosa", "ele não quer dizer isso, realmente", "eu sou sensível demais", ou; "pelo menos eu tenho o que eu tenho."

8. Você se sente preso e/ou sozinho(a)


Por todas as razões acima descritas, as vítimas de gaslightings muitas vezes se sentem presas e solitárias. Algumas vítimas se isolam sob a coerção do gaslighter, enquanto outras, mesmo com contatos sociais, podem se sentir apreensivas, revelando suas dificuldades, ou pessimistas sobre a possibilidade de que as coisas mudem para melhor. Muitas vítimas de gaslighting escondem suas lágrimas de forma silenciosa, sabendo que, no fundo, elas merecem algo melhor.


Adaptação: Opinião Crítica

21 de fevereiro de 2017

Referência do rock nos anos 90, Kurt Cobain completaria 50 anos esse ano

 

Aberdeen, uma pequena cidade litorânea no estado noroeste de Washington (EUA), viu nascer há 50 anos Kurt Cobain, o último grande mito surgido do rock e que mais de duas décadas após sua morte continua despertando fascinação no mundo todo.

Tudo o que rodeia a banda Nirvana e a figura de Kurt Cobain, que nasceu em 20 de fevereiro de 1967 e se suicidou com apenas 27 anos em 5 de abril de 1994, continua sendo notícia entre os fãs de rock e, especialmente, do grunge, um estilo que utilizou a angústia, o tormento e a solidão como desculpa para guitarras ruidosas.


Inclusive foi aberto no eBay um leilão de uma das guitarras de Cobain, um modelo azul da marca Hagstrom, e parte dos lucros obtidos pelo leilão será destinada à caridade.

A discografia do Nirvana é relativamente reduzida (três álbuns de estúdio, "Bleach", "Nevermind" e "In Utero"; e um disco ao vivo, "MTV Unplugged"), mas a morte e popularidade de Cobain favoreceram a edição ao longo do tempo de recopilações, reedições e material inédito.


Comentário:

Impossível ter vivido nos anos 90 e nunca ter ouvido falar do Nirvana. Mais fácil era ser um fã. A figura de Kurt Cobain, então, dava o verdadeiro "tom" da banda, onde o espírito do rock, de fato, tinha autenticidade e não era mais um grupelho clichê poluindo o mercado musical.

Mas, infelizmente, o rock de Kurt Cobain carregava consigo algo mais do que o desejo de fazer músicas expressivas que retratavam a juventude numa época de explosão dos movimentos sociais. O mundo entrava em outra era e com ele os sintomas que marcariam nossa geração atual já estavam muito presentes na vida de personalidades do rock como o Cobain. 

Revolta, depressão, ansiedade, abuso de drogas e comportamentos compulsivos, eram coisas tipicamente associadas aos "rebeldes". Coisas, que, diga-se de passagem, pareciam moda na época e talvez até valorizadas por isso. 

De Cobain, que passe a moda "rebelde" e fique a pessoa desconhecida na figura de um ser humano fora dos palcos. Talvez, apenas o que tirou sua própria vida e continua sem ser conhecido até hoje.

Segundo pesquisa, quem possui o corpo em "forma de maçã" tem mais risco de doenças

Corpo em força de maçã tem mais risco de desenvolver diabetes


A forma do seu corpo pode influenciar o risco de doenças? Muitos médicos pensam que sim, e um estudo publicado recentemente no Jornal da Associação Médica Americana descobriu que aqueles com uma predisposição genética para uma forma específica de corpo, tem maior risco de doenças como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas.

Esse tipo de corpo é o que os médicos chamam de "apple-shaped" - quando a circunferência de sua barriga é maior do que a circunferência dos quadris. Em outras palavras, aqueles que estão em forma de maçã e tendem a levar mais do seu peso no meio do corpo.

Outras formas de corpo incluem pêra (onde a maior parte do peso é depositada nos quadris e nas coxas, mas não no meio), ampulheta (onde o peso é depositado tanto em cima, como nos quadris e coxas, com uma cintura menor) e tubo (quando tem pouco excesso de peso. É uma pessoa longa e magra).

De todas essas formas, a forma de maçã é a mais perigosa, de acordo com muitos médicos e nutricionistas, incluindo o Dr. Christine Jellis, cardiologista da Cleveland Clinic, e Lauren Blake, um nutricionista registrado no estado de Ohio University Wexner Medical Center. Isso, porque, Blake disse à Fox News que as pessoas em forma de maçã transportam mais gordura visceral - que envolve os órgãos - em oposição a gordura subcutânea - que se encontra abaixo da pele.

"O excesso de gordura visceral provoca excesso de ácidos graxos para o fígado e nos músculos, que depois desencadeia mudanças no corpo", disse Blake. Essas mudanças incluem um risco aumentado de diabetes, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e outras doenças, acrescentou.

A boa notícia é que aqueles que se enquadram na categoria em forma de maçã podem tomar algumas medidas para evitar o risco de doenças. Fox News falou com o Dr. Jellis e Blake sobre algumas dicas importantes:


1 . Concentre-se em comer alimentos integrais


"Minha recomendação é sempre optar pelas coisas simples", disse o Dr. Jellis, observando que as pessoas devem manter uma dieta saudável e se concentrar em consumir carne magra, e abundância de frutas e legumes.

2. Mantenha-se ativo


Exercício é outro componente chave em um estilo de vida saudável. "Parte da razão por que as pessoas acumulam gordura abdominal, especialmente à medida que envelhecem, está relacionada com o fato de que eles não são tão ativos quanto já foram antigamente", disse Blake. Ela recomendou a escolha de um exercício que você goste, se isso for nadar, andar de bicicleta ou mesmo a pé, etc., para garantir que você fique em atividade.

3. Não foque apenas uma área


Foco na saúde em geral, e não apenas em uma parte do corpo. Blake disse que muitas vezes isso é uma tarefa inútil. Em vez disso, se concentre em malhar o corpo inteiro para perder peso como um todo.

4. Conheça o seu risco


"Infelizmente, não podemos mudar nossa genética, por isso temos que trabalhar com o que temos", disse Dr. Jellis. Aqueles que estão acima do peso e carregam peso em torno do abdome devem ser vigilantes sobre dieta e exercício, especialmente se têm uma história familiar com esse histórico de doenças.



                                                                                                                                        Fonte: Fox News

Ex-gerente da Planned Parenthood afirma que mulheres eram tratadas como "gados"


O objetivo da Planned era lucrar com a realização indiscriminada de abortos

Ex-gestores de clínicas da Planned Parenthood dizem que a organização está menos interessada em fornecer cuidados de saúde de qualidade para as mulheres do que na realização de abortos quanto possível. Em um vídeo lançado pela Live Action na semana passada, a ex-gerente de uma das clínica, Ramona Trevino, compara a relação entre a Planned Parenthood e as mulheres entre fazendeiro e gado.
 


"Para mim foi uma luta, porque eu sentia que a Planned Parenthood tratava as mulheres como gado", disse Trevino no vídeo de três minutos.
 
Esse sentimento é ecoado também pela ex-gerente de clínica Sue Thayer, que se lembra de receber instruções de Planned Parenthood para levar as pacientes para dentro e para fora da clínica o mais rápido possível.
 
"Eles continuaram empurrando cada vez mais e mais, para ver mais e mais clientes", disse Thayer no vídeo. "Eu me lembro quando foi para quatro horas, todo mundo estava, tipo; 'como vamos trabalhar por quatro horas?' E depois aumentaram para cinco horas. E foi assim, enquanto o clínico estava lá, era esse tempo louco e caótico. As mulheres só foram realmente conduzidas para lá", disse ela.

O último vídeo lançado pela Live Action vem como parte da sua série "Abortion Corporation". Vídeos anteriores minaram as afirmações de que a Planned Parenthood oferece cuidados de saúde pré-natais e que apenas uma pequena porcentagem de seus serviços são abortos.
 
(...) A Câmara votou na semana passada para derrubar a exigência do ex-presidente Obama para que os Estados financiem a Planned Parenthood.
 
Durante seu tempo como gerente de clínica, Trevino diz que foi instruída a gastar menos tempo ensinando novas pacientes sobre como usar a contracepção, o que levaria a mais abortos no futuro.
 
"Parece pouco ético não passar esse tempo com seu paciente e fornecer o cuidado adequado e explicação para algo tão grave como o controle de natalidade", diz ela. "Porque sabemos que o controle de natalidade, especialmente contraceptivos orais, se eles não são tomados corretamente, então a eficácia desses contraceptivos orais é reduzida. E se isso acontecer, naturalmente, uma menina pode engravidar, e a próxima opção para ela é o aborto. "
 
Depois de ver em primeira mão como as clínicas da Planned Parenthood operam, Thayer disse que jamais enviaria suas filhas para lá.
 
"Definitivamente, não é um lugar que eu gostaria de ver minhas filhas ir", diz ela. "Eu não gostaria que eles tivessem esse tipo de cuidado. O lema da Planned Parenthood é 'Cuide. Não importa o quê.' Eu não acho que isso é cuidado. Isso não é cuidados de saúde."

Fonte: Washington Times 

17 de fevereiro de 2017

Angolanos eram vendidos por sete euros cada um

Tráfico humano - Angolanos eram vendidos por sete euros cada um


As autoridades de Angola anunciaram hoje a detenção de um cidadão namibiano que transportava 15 angolanos para "comercializar" por sete euros, cada, para trabalharem nas fazendas da Namíbia.
A detenção foi confirmada pela delegação do Ministério do Interior na província do Cunene, que faz fronteira com a Namíbia, indicando que o suspeito é visado pelo crime de tráfico de seres humanos.
"Pretendia comercializá-los em algumas fazendas namibianas ao preço de 100 dólares namibianos [7,2 euros] por cada pessoa", indicou a mesma fonte.
A mesma fonte dá conta que só nos últimos dias foram detidas sete pessoas, entre os quais dois namibianos, pela prática deste tipo de crime.
A Lusa tinha já noticiado a 13 de fevereiro que a Polícia Nacional angolana procedeu ao resgate de 38 cidadãos angolanos, na fronteira de Santa Clara, no município de Ombadja, província angolana do Cunene, cujo destino era a Namíbia para trabalhos forçados.
A informação, então avançada à agência Lusa pelo porta-voz da polícia do Cunene, intendente Piedade Pombal, dava conta ainda que os 38 cidadãos iriam trabalhar em fazendas agrícolas, construção de obras, comércio, exploração mineira e tarefas domésticas.
Segundo Piedade Pombal, o resgate resultou de duas operações realizadas sexta-feira e domingo, tendo levado igualmente à detenção de sete cidadãos implicados no caso, entre os quais os dois de nacionalidade namibiana.
O responsável policial referiu que entre o grupo, de ambos os sexos, encontravam-se quatro crianças, a mais nova com 11 meses.
"Um dos resgates foi um trabalho investigativo no Ombadja, já vínhamos trabalhando no caso e culminou com o corte e o outro foi por tentativa de passarem a fronteira e como nós já estamos atentos a estas situações então fizemos o corte, mas quase que no território aduaneiro já", explicou o porta-voz da polícia no Cunene.
O responsável acrescentou que na operação de Ombadja foram resgatadas 18 pessoas e as restantes na tentativa de passar a fronteira de Santa Clara.
Piedade Pombal disse que as autoridades angolanas estão a trabalhar com as suas congéneres da Namíbia para saber qual era o principal destino dessas pessoas.
Fonte: Diário de Notícias