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Vai Comentar sobre o Impeachment e Política? Bom Senso por Favor!


 
Uma leitura conjuntural dos fatos políticos é o mínimo que se espera de qualquer cidadão que opina de forma contundente sobre política. Me refiro ao tema política, em especial, porque dela partem as decisões que afetam a vida de todos nós. Para isso é preciso ao menos acompanhar política, conhecer os políticos e seus projetos, sua atuação, opinião, histórico, etc. A filosofia dos partidos a qual pertencem e, da mesma forma, sua atuação e contribuição ao longo dos ANOS de forma clara e objetiva. Fazer separação entre políticos e "políticos", papéis e personagens, opinião e prática, dentre várias outras coisas. Essas são características BÁSICAS de um comentarista que se dê ouvidos, além é claro, da indispensável honestidade intelectual para interpretação da realidade.

Mas infelizmente esse não é o COSTUME da absoluta maioria das pessoas que em situações muito delicadas (como essa do impeachment), emitem juízos baseados no "disse me disse", impressões, fatos isolados, paixão partidária, e tantos outros motivos "rasos", que não tratam da problemática como um todo, e quando opinam, fazem de "recortes" o modelo de julgamento para um cenário inteiro. É trágico saber, por exemplo, que muitos "experts facebookianos e twiteiros" nunca leram uma MP (medida provisória), EC (emenda constitucional), resoluções, Estatutos ou a própria CONSTITUIÇÃO completos

Qual é o resultado disso?

A multiplicação de informações que atrapalham muito mais do que ajudam e criam um cenário de ignorância e preconceito. O fato do Brasil estar passando pelo seu segundo impeachment em apenas 24 anos só comprova o quanto somos mal educados politicamente. Por outro lado, também demonstra o quanto nossa jovem democracia é robusta e funcional. 

Podemos consertar as coisas, mas para isso é importante refletir sobre nossa responsabilidade como cidadãos de sermos coerentes com a lógica dos acontecimentos, o bom senso, a educação uns com os outros e o conhecimento que temos sobre os assuntos. Penso que se não for para ser assim é melhor ficar CALADO, buscar se interessar mais, estudar mais, ler mais do que as legendas da TV e do próprio círculo de comentaristas unânimes!

O Brasil vive uma crise grave, política e econômica, onde milhares de pessoas SOFREM e precisam com urgência de mudança. Ao falar de política estamos tratando de VIDAS e não de jogos de futebol ou capítulos de uma novela. Lamentavelmente os episódios algumas vezes CÔMICOS e vergonhosos que assistimos no Congresso durante a votação do impeachment é REFLEXO DO POVO que os elegeu, mas isso não deslegitima a seriedade do acontecimento, que precisa tratado com pesar e, principalmente, uma visão CRÍTICA dos fatos que acarretaram esse contexto. 

Por fim, mediante tantos comentários "deslocados", meramente "soprados" por ai, penso que o momento atual merece muito mais responsabilidade da nossa parte. 

Abraço e até a próxima...

Carta Aberta aos Leitores sobre o Impeachment de Dilma Rousseff

 
São raras as vezes que temos a oportunidade de assistir a HISTÓRIA SENDO ESCRITA, podendo ser participantes ativos dela para as futuras gerações, em especial nosso filhos e familiares. Há muitos que não se dão conta do que está acontecendo no país, e por isso desprezam os fatos. Geralmente são àqueles que imaginam terem uma vida a parte da situação, quando, na verdade, suas vidas sofrem as consequências diretas do cenário presente. Mas há pessoas atentas, que se preocupam, intervindo como podem em prol do que acreditam. 

Em nome desses e outros: quero por meio desse humilde blog manifestar minha posição em favor do BRASIL, imune ao partidarismo, mas apenas da convicção de que uma pátria não avança sem unidade, responsabilidade e coerência democrática. Por essa razão deixo testemunhado a posição do Opinião Crítica em favor do impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff, exercendo um papel de livre consciência, fundada em princípios democráticos, por entender uma situação de INGOVERNABILIDADE, a qual também está prevista como requisito para o processo de impeachment, e não só por embasamento jurídico, mas de uma leitura CONTEXTUAL do cenário MACROECONÔMICO e cultural que se instalou no Brasil. 

Estou convicto de que o impeachment não significa a resolução dos problemas nacionais, mas sim um MAL NECESSÁRIO para que tais resoluções tenham início. A mera possibilidade evocada pela mudança de poder já representa um avanço perante a situação de estagnação a qual nos encontramos. Situação esta, não produzida por uma "briga" de poder, mas por uma sucessão de medidas administrativas DESASTROSAS, cunhadas por uma PLANO DE PODER disposto a sacrificar a coerência, legitimidade e funcionalidade das instituições democráticas. 

Se o impeachment é apenas um degrau para a construção de uma nova política, faço questão de como cidadão apoiar os que se dispõem a subir essa escada. Muito embora minhas percepções do mundo sejam outras, ainda assim meu papel não é definir o FIM da história, mas sim com responsabilidade FAZER PARTE DO SEU CUMPRIMENTO! 
 
Ciente do respeito e compreensão de todos, abraço e até a próxima...

Suicídio Político, SIM! Contrários ao Impeachment ou Sócios da Corrupção?


Como todos sabem, o brasileiro tem memória curta quando o assunto é política, mas há uma nova consciência política em andamento nos últimos anos surgindo nesse país, graças ao desenvolvimento da informação através da internet, especialmente das redes sociais. Aliás, diga-se de passagem, esse é um fenômeno mundial que já depôs vários governos, revolucionando a visão de mundo de povos outrora mergulhados em regimes totalitários, desenhando na história o processo hoje conhecido como "Primavera Árabe". No Brasil o efeito desse "boom" de acessibilidade está atingindo seu ápice com o processo de impeachment de Dilma Rousseff, resultado indiscutivelmente influenciado pela articulação popular, via internet, duma adesão política proporcionalmente muito maior do que a de 1992.

Certamente este cenário onde as informações são expostas e compartilhadas mundialmente em fração de segundos, prolongará, e muito,  a memória política do brasileiro, fazendo com que não esqueça dos políticos que hoje atuam CONTRA o Brasil, em favor da corrupção, cerceamento de direitos (expressão, opinião, crenças), banalização das instituições (especialmente o judiciário), posicionando-se ao lado de governos marcados por denúncias de crimes e alianças com regimes totalitários. Esse é o desgoverno do PT e seus cúmplices. Sem dúvida alguma o SUICÍDIO POLÍTICO é real, porque PT está virando sinônimo de corrupção, sempre que o nome de um representante da legenda é anunciado em MAIS UM esquema criminoso. Sempre que seu "chefe" máximo, o Lula, berra contra a legitimidade e competência já reconhecida mundialmente da operação anticorrupção mais conceituada na história do Brasil, a "Lava Jato", por ser ele apontado como suspeito de ser o principal articulador dos crimes praticados por seu partido e aliados. 

Os que foram contrários ao impeachment e, portanto, cúmplices do PT na votação ocorrida em 11/04/2016, são esses abaixo:

Na imagem temos um pequeno exemplo de como a memória política do brasileiro está ficando longa, com o auxílio de recursos digitais, compartilhados sempre que necessários, por uma rede que sempre manifestará posição em favor do que acredita, a exemplo deste blog. Por essa razão reitero por convicção, em face aos inúmeros indícios apontados pelas investigações, primeiramente do Tribunal de Contas da União e em segundo pela Operação Lava Jato, contextualizando então um cenário político de absurda corrupção do governo petista, que os políticos acima que votaram contra o impeachment foram os primeiros a cometer suicídio político, pois se tornaram SÓCIOS DA CORRUPÇÃO!

Esses nomes e outros serão lembrados assiduamente nas eleições dos próximos anos, especialmente quando tivermos um Brasil economicamente estabilizado, enxergando os fatos de hoje como um passado triste, vergonhoso, mas SUPERADO em nossa história.

Abraço e até a próxima...

A Tristeza Perdida - Um condicionamento cultural da Depressão?



Muitas vezes a vida se resume a um passo de cada vez, não importa a quantidade de responsabilidades que você possui, metas e desafios, pois nenhum significado se torna maior do que a capacidade de enfrentar as circunstâncias que tentam lhe impedir de tocar o cotidiano. Um pacote fechado de sonhos não é suficiente para lhe dar motivo a tomar atitudes quando alguns sintomas minam sua força emocional, esperanças, substituindo a determinação, iniciativa e coragem pelo medo, tristeza, angustias, sentimento de morte. Neste cenário os sonhos se tornam pesadelos e você se acha refém diante da situação. Mas, o que fazer, então? Como entender o que para muitos atualmente são considerados casos típicos de depressão?

Vivemos numa sociedade que vem perdendo a capacidade de lidar com a tristeza, angústias, frustrações, irritação, elementos típicos de um organismo sujeito a variação emocional constante. Quanto mais, supostamente, "evoluímos", menos aprendemos a reconhecer em nós o que são sintomas produtos de um contexto criado não para nos tornar mais conscientes da nossa == humanidade ==, tão marcada por dilemas éticos, morais, sentimentais, mas sim para nos treinar e condicionar a sermos, SEMPRE, pessoas focadas em atingir METAS! Estas, as metas, quase sempre resultado de uma visão imperativa da vida, onde não há margem para falhas. Até mesmo o que consideramos possibilidades de falhas são idealizações prévias, para que a sensação de poder "controlar as falhas" nos dê algum conforto perante o inesperado. Um emprego não alcançado, faculdade, relacionamento amoroso, amizades, família perfeita, estilo de vida e tantos outros PROJETOS que desenvolvemos, quando confrontados pelas dificuldades reveladas no percurso, surtem em nós um efeito que, nesta geração, parece tão devastador ao ponto de causar sofrimento intenso e sensação de fracasso, desânimo, incapacidade, cansaço...

Ora, não é difícil entender a razão dessa inabilidade para o sofrimento. Não é pelo fato de não podermos sofrer, pois o sofrimento faz parte da CONDIÇÃO HUMANA. Aliás, é justamente pela experiência do sofrimento que mais nos percebemos na dimensão humana, quando por ela, por exemplo, nos reunimos em velório para consolo em face da morte, algo exclusivo da nossa espécie. Quando movemos recursos para diante das mais diversas tragédias, podermos ajudar os que foram atingidos, seja na casa ao lado ou no país do outro lado do mundo, ou quando simplesmente sentamos para ouvir, auxiliar, refletir, agir em favor de quem precisa externar uma angústia através do diálogo, da companhia. 

O sofrimento, portanto, está patente aos nosso olhos e sua experiência, quando pessoal, nos dá recursos para lidar com as dos outros também, de forma que isso caracteriza o pilar mais fundamental da condição humana; o RELACIONAMENTO.

Para entender melhor a inabilidade para o sofrimento dessa geração, basta entrar numa livraria e ver a quantidade de livros de MOTIVAÇÃO, autoajuda e "mil e uma maneiras de ser vencedor". Obras na sua absoluta maioria baseadas num único conceito, o POSITIVISMO! No texto chamado "A Morte das Utopias e o Reinado da Solidão Compartilhada", me refiro ao termo "utilitarismo funcional", para descrever uma espécie de "ser utilitário", produzido por uma tal "cultura utilitária", na qual a grande ênfase do desenvolvimento não está na compreensão das necessidades humanas, mas sim na "lógica" de funcionamento global de uma cultura de massa globalitária. Sendo assim, escrevi no texto:

Nessa "cultura global utilitária" desaprendemos a desenvolver relacionamentos saudáveis. Passamos a nos enxergar artificialmente como pessoas capazes ou não de atender as demandas do imediatismo. Se por um lado desejamos relacionamentos confiáveis, amizades, paixão, amor e respeito, por outro não estamos dispostos a "pagar o preço" de construir tais relações.

Pensa que me refiro a relacionamentos amorosos, de amizade, familiares, apenas? NÃO! Todo relacionamento humano é, antes de tudo, um relacionamento CONSIGO MESMO. Gosto chamar isso de relacionamento primário. Esse relacionamento primário, resumindo o conceito, é o modo de interação que você tem com a própria imagem. Na prática, desaprendemos a olhar para nós mesmos (imagem), substituindo isso por uma ideia de "ser" que  vive em função do = outro =, sempre! O mundo virou um grande espelho, onde quem reflete a imagem nele não somos nós (você), mas sim a cultura que tem procurado determinar por esse reflexo a maneira como devemos nos enxergar, pensar e agir. Num estado de inércia e quase "servidão moderna" (veja aqui), aceitamos tal condição porque nesse mesmo reflexo de uma "imagem global" idealizada, também vemos ofertadas promessas de soluções fáceis para os nossos dilemas. Achamos melhor, portanto, não pagar o preço, transferindo a responsabilidade pela construção de nossa autoimagem para o "mundo", acreditando que esse mesmo mundo trará as respostas de que tanto precisamos. Na prática, NÃO É ISSO O QUE ACONTECE!

Os momentos de crises exigem de nós um conhecimento baseado também na experiência da dor, mas quando maquiamos essa realidade em função de um positivismo radical,  falsificado, alicerçado num ideal que não é o seu contexto relacional de vida, desaprendemos a lidar com o sofrimento real e consequentemente a superá-lo. As respostas imediatas trazidas pelo "mundo" reproduzido no espelho das suas expectativas, não solucionam o que é realidade sua, e apenas sua. Você se perde na própria dimensão quando descobre que a experiência humana não se traduz em livros de autoajuda. Ela escapa, sempre! O modelo cultural utilitário não contempla suas necessidades mais íntimas, porque elas são adquiridas conforme ao que é experiência sua, e no modelo utilitário "você" é nada mais do que um termo linguístico, útil, para dar aparência de pessoalidade a um conjunto de medidas prontas, para atingir um conjunto de necessidades igualmente prontas, não suas, mas da massa.

É com base nessa inabilidade para a experiência do sofrimento que os autores Allan V. Horvitz e Jerome C. Wakefield, escreveram o livro "Tristeza Perdida - Como a Psiquiatria Transformou a Depressão Em Moda". Em referência ao grande aumento dos casos de depressão (300% de 1987 à 1997 nos EUA) e esclarecendo os fatores cruciais do quadro diagnóstico, os autores afirmam que, na verdade, há uma "tristeza perdida", no sentido de que a humanidade vem perdendo a capacidade de lidar com o sofrimento habitual, atribuindo diagnósticos psicopatológicos a uma variedade de conflitos que deveriam ser encarados como resultados da vivência comum. Alinhado a essa noção, pergunto:

Podemos entender o diagnóstico e tratamento psicopatológicos como sendo um modelo de resposta imediata disponível a uma geração inabilitada para lidar com o sofrimento?

Penso que sim. Talvez, é em face a desconstrução do "eu" em detrimento do "todo" que tal inabilidade se caracteriza. O empoderamento do sujeito pela imagem da massa, onde as experiências mais peculiares do "ser", a exemplo do sofrimento, deixa de possuir identidade, porque não existe um "eu" que se reconheça, mas apenas o todo que prevalece até mesmo na hora de vivenciar a angústia.

Finalmente, o tema é vasto e carece de muitas reflexões, mas quero pensar que dar um passo de cada vez quando os dias são maus é mais do que caminhar irrefletidamente a uma direção qualquer. É preciso tomar consciência do aparato emocional que dispomos para lidar com o sofrimento. Esse, talvez, seja um exercício que não procura ignorar a dor, distorcendo seu sentido para que pareça "positivo" mesmo quando, na verdade, não é. Compreender cada experiência como tendo um significado próprio e pessoal, tratado tal como a realidade se apresenta, pode ser o caminho mais viável para te fazer desenvolver um nível de estrutura emocional-cognitiva suficiente para lidar com os dilemas mais complexos da vida, incluindo o que se chama depressão.

Abraço e até a próxima...

Igual a um botão de rosa, sentimentos!

 
Sentimentos são iguais as arvores: para colher flores, frutos e sombra, primeiro a gente planta, rega, dá forma, espera amadurecer e principalmente, deixa criar raízes profundas o suficiente para que quando vier a chuva, os ventos, não caia, mas resista o tempo que for preciso até que a tempestade passe. Se alguma etapa desse processo for ignorada, os sentimentos até podem surgir, mas crescerão deficientes devido a falta de cuidado e paciência suficientes para o seu amadurecimento. A árvore, nesse caso, será torta, e a falta de nutrientes prejudicará o desenvolvimento das suas raízes. De fato, no "campo sensível" dos sentimentos só tem mais sucesso os que são igualmente sensíveis o bastante para encarar as demandas do coração como botões de rosas, querendo apenas alguém que lhe regue a alma e segure em suas mãos com a delicadeza necessária para que não seja sufocado. 

A mente da esquerda na visão de um insider


Por: Michael Faraday
 
Antes de tudo: esqueça os anos 60. Esta situação vem fermentando há mais de 100 anos. Eu nasci em uma família de classe operária socialista na Nova Zelândia em 1960. O socialismo democrático tinha sido estabelecido por reformas populares na década de 1930. Ao final dos anos 50, quase todas as crianças da classe trabalhadora na Nova Zelândia foram criadas como socialista.


Mas nós não chamávamos de socialismo. Nós chamávamos de "direitos dos trabalhadores." Na minha família, meus irmãos mais velhos e eu éramos a terceira geração de socialistas. Nós nunca escolhemos o socialismo, nós o herdamos. No final dos anos 60, a classe média mais nova se juntou a nós.

Foi especialmente na Comunidade Britânica que milhões de pessoas foram criadas por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, que foram criados por esquerdistas, e assim por diante. Algumas famílias de esquerda têm sido assim há mais de um século. Eles se consideram esquerdistas realmente.

Para os milhões criados como esquerdistas, não é uma ideologia é uma cultura. Desde a infância, eles têm vivido e respirado isso todos os dias em casa. Eles não conhecem outra coisa. Como qualquer cultura, é uma maneira de falar, pensar e agir, com suas próprias narrativas e rituais. As narrativas são tidas como sagradas, repetidas, reforçadas e, ao longo do tempo, adicionadas. Aquilo que desafia as narrativas sagradas, até mesmo a própria realidade, é recebida com confusão e hostilidade. Como acontece com qualquer cultura agressiva, intolerante, se você entrar nela, ele entra em você.

Contrariamente à opinião, o esquerdismo não é apenas sobre o ódio. Esquerdistas são mais complexos do que isso. Do meu tempo como esquerdista de fralda vermelha (1), eu posso te dizer que toda uma gama de emoções está envolvida. Ódio, raiva, medo, amargura, ciúme, inveja, raiva, ganância, orgulho, presunção e paranóia (não tecnicamente uma emoção, mas é generalizada entre os esquerdistas).

Com tal desfile de emoções negativas, não é nenhuma surpresa que tantos esquerdistas sofram de depressão crônica, muitas vezes desde tenra idade. Mesmo que eles percam a raiva, eles ainda mantêm a atitude: que o governo deve resolver os problemas de todos, independentemente do custo e que há uma enorme conspiração de direita na primeira esquina.

A narrativa vitimista da esquerda é muito infecciosa. Você é sempre a vítima e sempre te devem algo. Os ricos são sempre maus, enquanto você é sempre bom e íntegro. Convertidos são muitas vezes mais intensos do que aqueles que nasceram nisso. Meu pai criou um esquerdista, que finalmente amadureceu e começou a questionar algumas crenças esquerdistas. Minha mãe, não foi criada como esquerdista, mas tendo-se tornado uma, jamais amadureceu.
 
A narrativa do vitimismo estava em todas as conversas.

A narrativa da luta de classes/vítima oprimida é parte da vida diária na esquerda. Quando criança, eu ouvia os adultos falando. Com amigos e colegas de trabalho, com as mães conversando sobre o chá, era parte de todas as conversas. Eles falavam sobre o tempo, seus filhos, televisão, mas antes de partir, um deles sempre dizia algo relacionado à opressão gananciosa dos ricos – e o outro tinha de concordar. Não concordar era suicídio social.

Embora houvesse diferenças entre os esquerdistas da classe trabalhadora e da classe média, certas atitudes eram universais:

Um esquerdista que nunca trabalhou, se sente muito generoso em relação a qualquer um que alegue precisar de ajuda, que se encaixe na narrativa. Eles são generosos com suas emoções.

Quando eles obtêm o seu primeiro emprego de verdade, eles ficam muitas vezes chocados com a quantidade de impostos retidos e têm um momento de dúvida. Mas esse momento de dúvida dá a não-esquerdistas uma abertura. Então, o jovem esquerdista, aterrorizado em que ele/ela mudará, de forma rápida isola essa dúvida em sua mente e se recusa a tocar no assunto, até que desapareça.

A economia não é geralmente considerada parte de uma cultura, mas para os esquerdistas de fralda vermelha, a sua atitude em relação à economia é cultural. É parte do núcleo, a narrativa sagrada. Eles geralmente têm uma visão pueril da economia, que muitas vezes eles herdaram de seus pais. Isto é provavelmente porque a dúvida desencadeada por seu primeiro choque fiscal é tão facilmente esquecida por esquerdistas. A visão infantil é confortável e familiar. Uma vez que a amnésia se instala e o conforto retorna, as discussões sobre a realidade econômica são vistas como propaganda de direita.

Esquerdistas ouvem grandes números e visualizam o cofre do Tio Patinhas, e não infra-estrutura, manutenção, equipamentos especializados, transporte, treinamento, folha de pagamento, etc.

Para os esquerdistas, a indústria tem muito dinheiro. As empresas obtêm enormes lucros. O preço de tudo é demasiado elevado. O governo tem bilhões. Eles querem manter tudo para si e seus amigos ricos. Então os esquerdistas acreditam que essas pessoas más devem ser obrigadas a gastar o dinheiro em coisas que os próprios esquerdistas escolham.

Esquerdistas combinam ingenuidade infantil e agressão paranóica em todas as suas narrativas. É um emparelhamento notável e muito prejudicial. A ingenuidade pueril protege a narrativa dos fatos, enquanto a agressão paranóica protege a mente da dúvida. Para os bebês vermelhos de fralda, este pensamento concorre com o seu desenvolvimento emocional e intelectual normal, causando uma luta interna em que pode acontecer qualquer coisa.

Numa mesma família, uma criança poderá ser um esquerdista suave, sem convicção, enquanto outra será um comunista dedicado. Aquele que sente maior necessidade de agradar os pais provavelmente será o comunista dedicado. A esquerda, na superfície, pode parecer para alguns como um movimento de jovens desajustados, mas é antiga, enorme e culturalmente arraigada, não só na Europa, mas também na maioria dos países de língua Inglesa. O esquerdismo é uma história familiar, uma mentalidade cultural e um modo de vida para milhões de famílias. É um conjunto de narrativas sagradas básicas e de conversas diárias.

Os filhos herdam o esquerdismo como um sistema de convicções, sem conhecer outra coisa. No momento em que eles tiverem idade suficiente para ouvir outros pontos de vista, eles já estão doutrinados. Torna-se sua bússola moral.

O esquerdismo incentiva e é impulsionado pelas emoções mais negativas, prejudiciais. Ele se aproveita de emoções infantis e processos de pensamento paranóico. Suas narrativas são um filtro pelo qual a realidade tem que tentar lutar, muitas vezes falhando.

O pensamento pueril resolve todos os problemas sem detalhes incômodos e fatos que interfiram, levando a ilusões de brilho intelectual.

É realmente muito difícil desistir de ser um esquerdista, mesmo quando você quiser. Conheço pessoas cujas famílias foram assassinadas pelos comunistas e eles ainda são esquerdistas. Não é suficiente ver os problemas. Se você é um bebê de fraldas vermelhas, é tudo o que você sabe. Você foi doutrinado (com a ajuda da mídia) a pensar que a chamada Direita é gananciosa e má e que os religiosos são hipócritas e delirantes. Mesmo que você tenha dúvidas, não há outro lugar para ir, não sem literalmente mudar de opinião.

Eu vi as rachaduras cedo. Meus pais tinham um ódio fanático da classe média e, se fosse possível nunca falavam com eles. Na minha adolescência eu percebi que meu pai odiava os ricos, porque ele não era um deles. Mesmo entendendo, não me impediu de ser um esquerdista. Isso me fez querer ser um esquerdista melhor do que os meus pais. Comecei a ver que a luta de classes estava se tornando uma farsa para obter mais coisas grátis. Eu ainda procurei uma forma perfeita de comunismo. Eu conheci esquerdistas de classe média alta e fiquei chocado com sua arrogância e esnobismo. Eu viajei pelo mundo e não havia nenhuma forma de comunismo que não dependesse de capitalismo para salvá-lo do colapso.

Voltando para casa, tive conversas diárias com um médico judeu que era pró-vida. Todos os dias nós discutámos moral e fé. Comecei a entender o conceito de fé, moral absoluta e auto-sacrifício tudo novo para mim. Algumas semanas mais tarde, Deus falou comigo.

Eu tentei ser um cristão e um esquerdista moderado. Eu não estava sozinho. Esquerdistas moderados não acreditam em si mesmos como esquerdistas. Eles pensam em si mesmos como equilibrados e razoáveis. Eu trabalhei com os refugiados e eles me disseram sobre a tortura, escravidão e assassinato em massa pelos comunistas "combatentes da liberdade". Isso matou qualquer sentimento que ainda persistisse sobre o comunismo.

Casei-me com uma refugiada e ela tentou me esfaquear. Eu também achei que os refugiados tinham segredos muito obscuros. Meu multiculturalismo tolerante lentamente morreu. Comecei a ver a força da civilização judaico-cristã. Eu vi a desonestidade e crueldade das marxistas-feministas, que tinha dominado a esquerda. O feminismo, que minha mãe tinha me empurrado goela abaixo dia a dia, tinha morrido. Quando eu discutia com esquerdistas, sua raiva quase psicótica me chocava. Eu senti que estava falando com lunáticos.

Apesar de tudo isso, é difícil deixar totalmente o pensamento de esquerda porque ele o rodeia. Tornou-se dominante. É como tentar socorrer um barco com furos no fundo. É preciso um esforço intelectual persistente para deixar isso para trás. Mas há outra razão pela qual é preciso tempo para extrair o parasita esquerdista do cérebro. Uma poderosa mentira vive ali. É a mentira mais poderosa que eles têm. É de que a esquerda "se importa." Você deve abraçar plenamente o fato de que isso é uma mentira. Todo "cuidado" esquerdista tem uma agenda oculta.

Nota:

(1) Red Diapers: Growing Up in the Communist Left (Vermelhos de Fraldas) é a primeira antologia de escritos autobiográficos de "Red Diaper Babies" – filhos de comunistas ou outros pais radicais de esquerda. Editado por Judy Kaplan e Linn Shapiro, consiste de memórias, contos e poemas. Entre os 40 autores estão comunistas bem conhecidos como o jornalista Carl Bernstein, escritora feminista Kim Chernin, cientista Richard Levins, e autor / ativista Robert Meeropol (filho de Julius e Ethel Rosenberg).

Michael Faraday descreve-se como um ex-idiota útil. Ele trabalhou como advogado de refugiados e professor de história. Ele agora ensina os jovens com autismo. Passou três décadas para desaprender o pensamento de esquerda.

Publicado no Frontpage Magazine.

Divulgação: Papéis Avulsos - http://heitordepaola.com

Tradução: William Uchoa

Fonte: Mídia Sem Máscara


Nota de Apoio ao Juiz Sérgio Moro Contradiz Dilma - Qual é a Justiça do Governo?


A então Presidente Dilma, disse durante a tentativa de posse de Lula na Casa Civil e outros, que "acredita na justiça", nos magistrados e juízes do Brasil, mesmo após fazer uma série de ataques a Operação Lava Jato, obviamente, ao Juiz Sérgio Moro. Como se não bastasse tamanha contradição e exposição ao ridículo da petista, a associação de juízes federais poucas horas depois publica uma nota de apoio a Moro e a independência da Lava Jato. Mas, opa! Afinal de contas, em qual justiça Dilma acredita? 


Pois é amigos, o governo está igual barata tonta, ou melhor, JARARACA, depois de levar pauladas na CABEÇA. Não sabe a quem recorrer, porque está vendo seu aparelhamento desmoronando e com ele seu poder de influência. Veja abaixo a nota oficial dos juízes federais com destaque do Opinião Crítica:

Pela Independência Judicial

Nós, juízes federais aqui reunidos, juntamente com todos os juízes federais brasileiros que se encontram neste momento perante as sedes da Justiça Federal, manifestamos nosso total apoio à independência judicial do juiz federal Sérgio Moro e de todos os magistrados federais que atuam nos processos da Operação Lava Jato.

A construção de uma sociedade livre, justa e solidária exige um Poder Judiciário forte e independente. Isso somente será possível se for assegurada aos juízes a liberdade para decidir conforme seus entendimentos, devidamente fundamentados no ordenamento jurídico.

Os juízes federais do Brasil reafirmam a sua independência e renovam o compromisso assumido quando da posse no cargo: manter, defender e cumprir a Constituição Federal e as leis do País.

Estamos vigilantes e atentos a tentativas temerárias de ingerência nas decisões judiciais por outros meios que não os estabelecidos na ordem jurídica e rechaçamos com veemência qualquer ameaça dirigida a membros do Poder Judiciário. O sistema judicial prevê o modo como as decisões dos juízes podem ser impugnadas e modificadas.

A Justiça Federal brasileira, da qual fazemos parte, ao lado do juiz federal Sérgio Moro, tem uma história centenária pautada pela defesa dos direitos dos cidadãos e da ordem democrática, com observância aos princípios fundamentais.

Temos consciência que o Judiciário está em constante aperfeiçoamento. Jamais aceitaremos qualquer retrocesso, especialmente por intermédio de intimidações, para atender determinadas situações especiais.

Uma Justiça independente e sem temores é direito de todo cidadão brasileiro e a essência do Estado Democrático de Direito, motivo pelo qual estamos ao lado do juiz federal Sérgio Moro e de todos os demais juízes, desembargadores e ministros que atuam nos processos da Operação Lava Jato.

O PT aplica Golpe Político com Mandato Clandestino de Lula e Desvio de Finalidade


"O 'relatório secreto' de Kruschev (1956), que se constituiu como o primeiro reconhecimento dos crimes comunistas pelos próprios dirigentes comunistas, é também o relato de um carrasco que vai também procurar MASCARAR e ENCOBRIR seus próprios crimes - como CHEFE DO PARTIDO Comunista (...) no auge do terror. [...] O fechamento absoluto dos arquivos dos países comunistas, o controle total da imprensa, da mídia e de todas as saídas para o exterior, a propaganda do "sucesso" do regime, toda essa máquina de OCULTAR INFORMAÇÕES visava, em primeiro lugar, IMPEDIR QUE VIESSE À LUZ A VERDADE SOBRE OS CRIMES. Não contentes em esconder seus delitos, os carrascos COMBATERAM por TODOS OS MEIOS aqueles que tentavam RELATÁ-LOS" ( trecho de: "O Livro Negro do Comunismo", p. 14)

Qualquer semelhança NÃO É mera coincidência, é DOUTRINA! A diferença é só uma distância temporal, tecnológica e principalmente de MERCADO. De resto, a essência desse comunismo para àquele, é exatamente a mesma! 

O Governo do PT e seus cúmplices acabam de aplicar um GOLPE POLÍTICO no Brasil, ao nomear para Ministro da Casa Civil o ex Presidente Lula, com a evidente e espúria intenção de livrá-lo da possibilidade de condenação imediata, por crime de corrupção, pelo Juiz Sérgio Moro, cometendo assim a Presidente Dilma o crime de improbidade administrativa por tentativa de interferência judicial  e "desvio de finalidade", conforme Lei de Ação Popular, 4.717, de 1965, quando afirma que É NULO o ato administrativo praticado com desvio de finalidade. No artigo 2º, parágrafo único, a alínea “e” explicita que:
 
e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência.

Ora, mesmo sabendo disso, porque Dilma e aliados preferiram fazer essa nomeação, sabendo que o motivo dela é explicitamente "blindar" Lula contra a justiça? Primeiro porque além do julgamento em "foro privilegiado" no STF ser muito mais demorado (favorecendo o acusado na elaboração de suas defesas e articulação política), em especial, existe ali Ministros INDICADOS PELO PT, que embora não possam alegar qualquer manifestação partidária em julgamento, podem, sim, exercer juízo favorável aos seus "padrinhos" de forma VELADA, não explícita, mas imbuída de tantas brechas proporcionadas pela lei, de modo a tornar fragilizada qualquer ação penal contra os representantes máximos do partido.

Essa manobra política afunda de uma vez por todas qualquer senso ético e de respeito do PT para com os brasileiros.

O que isso deixa claro é o caráter doutrinário que tem o pensamento comunista, o qual utiliza de qualquer meio para justificar uma finalidade, levando a máxima o asqueroso ditado de que "os fins justificam os meios". No trecho divulgado acima, da obra "O Livro Negro do Comunismo", podemos ver claramente um pequeno exemplo de como a história se repete, nos seios de quem compactua com essa ideologia assassina chamada comunismo. O que resta a nós, brasileiros, que somos absoluta maioria de contrários a esse PARASITISMO político alimentado pela corrupção, é continuar nos manifestando, protestando, TOMANDO POSIÇÃO E PARTIDO, SIM, ao menos de nossas próprias ideias, conceitos e valores.

O estado de omissão política na qual muitos brasileiros se encontram, servindo de utilidade apenas no dia de votação, de forma quase sempre irresponsável e alheia ao fatos da vida nacional, é parte inquestionável da culpa para que o Brasil chegue ao ponto próximo de se tornar uma Venezuela, dominada por tantos anos pelo regime ditatorial de Chaves e Maduro. Mas, também, a exemplo da própria Venezuela, nós como maioria do povo, podemos mudar o quadro, E VAMOS, todavia, talvez, com mais alguns sacrifícios, paciência e desgaste mental.

A nomeação de Lula não deixa de ser um ato de desespero desse governo corrupto. Há muitos recursos a serem impetrados, tanto na esfera judicial como na política, para barrar e dar continuidade ao processo de investigação, denúncias e punição dos corruptos, levando à cabo qualquer chance de permanecerem no poder. Todavia, precisamos continuar atentos e dispostos a continuar protestando, não apenas na hora do voto, mas na rejeição popular a TODA FORMA de corrupção, do PT e todos os partidos.

Abraço e até a próxima...

O "Escárnio" de Dilma contra o Judiciário, com Lula Ministro - O Verdadeiro Golpe POLÍTICO!


Dilma e sua base aliada, ao convidar o ex Presidente Lula para assumir um ministério no governo, não só escarnece do poder judiciário brasileiro, como dos quase 04 milhões de pessoas que foram às ruas nesse domingo dia 13 de março, representando, certamente, a maioria da população que na condição de corrupção sistematizada, se vê cercada de bandidos. A acusação de golpe do esquerdismo delirante, contra quem pede democraticamente a saída desse governo e a punição de corruptos, na verdade, está sendo praticada exatamente por esse governo, quando, utilizando de manobras políticas, tenta não apenas deslegitimar o poder judiciário, mas principalmente, escapar do rigor da "lei comum", na figura do Juiz Sérgio Moro, querendo dar a Lula o status de "foro privilegiado"


OBS. Se você é um esquerdista delirante, daquele incapaz de possuir senso crítico suficiente para condenar o "banditismo" da própria turma, esse texto não surtirá efeito algum no seu entendimento. As respostas prontas, pré-configuradas na sua mente por essa doutrina chamada comunismo, certamente lhe fará enxergar isso como qualquer outra fantasia sua, das quais os rótulos não faltam. Você não poderá enxergar o óbvio, por mais óbvio que seja, e o sentimento de "revolução", "insurreição" e "populismo", como quem convulsiona supostamente pelos "pobres" e "excluídos", as ditas "minorias", te fará sentir-se um defensor e porta-voz desses, porém um pouco mais "inteligente", certo? O bastante para tomar posse e não abrir mão dessa condição alienante, a qual chamo de "Síndrome do Pequeno Poder". Sendo assim, não perca tempo, porque essa matéria não é para você, "ser de inteligência suprema" (...).  Tem um "X" bem ali do lado direito da aba, basta clicar!
Aos demais, convido a uma reflexão isenta de paixonite partidária, mas penas de lógica e lucidez ética, onde de forma clara e objetiva faço as seguintes perguntas: 

01 - Existe alguma outra forma de ser tão medíocre e desonesto, do que na condição de Presidente da República, convidar e afirmar em rede nacional que é um "orgulho" ter com chefe de governo, alguém investigado e denunciado pela Polícia Federal, Ministério Público, por diversas acusações, dentre elas ESTELIONATO e LAVAGEM DE DINHEIRO?

02 - Qual é a mensagem que a Presidente Dilma transmite a Nação, quando na condição de chefe de Estado, cargo que deve ter por primazia a VALORIZAÇÃO das instituições públicas, dentre elas o judiciário, assim como a valorização do sentimento popular, mas que contrariando todas as indicativas, decide nomear como ministro alguém denunciado por crimes de corrupção?

03 - Qual é a credibilidade que um governo passa aos mercados, investidores, etc. que tem como fundamento a estabilidade política, ao nomear como Ministro de Governo uma figura que está no centro das investigações do maior escândalo de corrupção na história do Brasil?

Listo abaixo as respostas das perguntas acima, em ordem de prioridade para o governo atual.

Para Dilma e seus cúmplices:

a) DANE-SE a população, pois sua opinião, juízo e méritos contra o governo é o que menos importa, desde que exista uma massa de pessoas dependentes, aliciadas psicológica e economicamente que deem garantia de apoio a esse governo;

b) DANE-SE o judiciário. Nenhuma ação judicial tem valor quando contraria os interesses de quem manipula a opinião das "massas" e está disposto a tudo para manutenção do seu plano de poder;

c) DANE-SE a legitimidade das instituições democráticas, interesses de mercado e condição econômica do pais, porque numa situação de absoluta crise de governo, com eminência de perder o comando do país, o que importa não é a Ética e a lucidez das decisões em prol de uma Nação, mas sim a SOBREVIVÊNCIA, custe o que custar, "em nome da causa".

Esse é o governo Dilma! Um conjunto de decisões "burras", que tem como finalidade manter um plano de poder a todo custo, ignorando os sentimentos de um país inteiro e a legitimidade das próprias instituições, como a Polícia Federal. Para Dilma e seus cúmplices, é mais fácil criar fantasias de perseguição política e conspiração, do que dar crédito e ser, no mínimo, imparcial nos indicativos do judiciário, preferindo aguardar o desfecho das investigações para cogitar qualquer nomeação de acusados. Ao invés disso, para Dilma, que pouco tempo atrás tinha como um dos seus principais argumentos contra a corrupção sistematizada no seu governo justamente a autonomia do judiciário em poder investigar, acusar e condenar, agora a justiça não tem mérito, é "ilegal" e "exagerada", porque tem como alvo a "pedra angular" do seu partido e da esquerda na América Latina, Luiz Inácio Lula da Silva.

Quais são as possíveis implicações para a nomeação de Lula como Ministro do Governo?

Diferente do que os governistas pensam, a nomeação de Lula a essa altura poderá anular seu foro privilegiado, tendo em vista que isso pode caracterizar "desvio de função" no ato da nomeação, algo previsto na Lei de Ação Popular, 4.717, de 1965, quando afirma que É NULO o ato administrativo praticado com desvio de finalidade. No artigo 2º, parágrafo único, a alínea “e” explicita que:
 
e) o desvio de finalidade se verifica quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente, na regra de competência.

No caso de Lula, está evidente mediante a quantidade de investigações e denúncias contra sua pessoa, em andamento muito antes de qualquer indicação a ministério, o fato de que sua nomeação está, se não explicitamente, no mínimo, implicitamente vinculada ao interesse de um "fim diverso daquele previsto", que seria o de articulação política. A própria negação prévia de Lula expressa isso, de modo a deixar claro que a finalidade meramente política não é a intenção do governo, mas sim de alterar e/ou dificultar os rumos das investigações contra sua pessoa. Portanto, juridicamente já existe base para anulação do foro privilegiado de Lula. E politicamente?

É fato que no âmbito político o PT dá outro tiro no pé! Não apenas a população já entendeu a tentativa de golpe, manobrando o curso das investigações contra Lula, mas também a oposição e até mesmo alguns aliados do governo que ainda prezam pelo bom senso. Isso poderá acirrar ainda mais o clima de estagnação no congresso, inviabilizando votações e aprofundando ainda mais a crise econômica, sem falar da imagem negativa do Brasil perante os mercados, piorada com a nomeação de um Lula sob investigação e rejeição da população.

Os petistas ainda acreditam na antiga imagem de Lula e seu poder de articulação, mas não é o caso. Embora muitos políticos da oposição tenham "rabo preso" com investigações de corrupção, a exemplo de Eduardo Cunha e Aécio Neves, o quadro de sujeito corrupto de Lula já está pendurado no rol da fama na mentalidade do brasileiro, lado ao de Collor, por exemplo. A oposição certamente fará questão de rejeitar essa manobra política do governo, balizada especialmente pela vontade popular, que já descartou o petismo como opção política. Qualquer coisa diferente disso é um tiro no escuro que nessa conjuntura dificilmente algum partido irá escolher. Na dúvida, a vontade do povo é a melhor opção!

O PT e aliados envolvidos nos esquemas de corrupção sabem que a condenação de Lula trará consequências muito piores do que a mera perca de poder político. Será um desfecho que possibilitará o esclarecimento de um monstruoso esquema de corrupção envolvendo muita gente. Essa é a razão de Lula ainda acreditar no seu poder de articulação política, porque não se trata de política, mas sim de "negócios"! Tentar salvar Lula é um jogo de interesses que procura livrar também quem ainda não foi investigado, denunciado e condenado, podendo haver muito mais "jararacas" nessa moita do que podemos imaginar.

Por fim, tenho a esperança de que possamos ter dias melhores e quero acreditar nisso. No entanto, é fundamental que a população continue manifestando seu descontentamento, exercendo sua cidadania, emitindo opiniões, sejam quais forem. O que não podemos admitir, em suma e consenso, é que um Presidente da República despreze a legitimidade das investigações judiciais do poder público, ao ponto de ter como "orgulho" de ministério um sujeito investigado e acusado de corrupção. Pior do que fazer uma péssima administração, é destratar a inteligência e bom sendo de uma Nação inteira, desprezando sua democracia e o funcionalismo público. Mais do que uma declaração de falência governamental, esta é uma declaração explícita de burrice!

Abraço e até a próxima...

A Estratégia de Intimidação da "Esquerda" - Desespero!


A suposta "esquerda" brasileira está desesperada! Não tendo como refutar de forma legal às investigações e agora denúncia da justiça contra o ex Presidente Lula, por ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro (entre outras acusações possíveis), e vendo o seu governo (petista) desmoronar perante uma sociedade cada vez mais enojada de tantos escândalos "aqui e ali", não resta outra alternativa para o "exército vermelho", senão apelar para a intimidação, ameaça e promessas de revolta contra o poder judiciário e, claro, a grande maioria de brasileiros fartos de toda essa zorra política. Mas, até que ponto a estratégia de intimidação do esquerdismo poderá surtir efeito?

A grande verdade é que a absoluta maioria da população, de bem, que apoia o cumprimento da lei e não é doutrinada por nenhuma ideologia política o suficiente para ter a mente "ADESTRADA" em prol de "A" ou "B", é feita de pessoas sem qualquer vínculo partidário, organização política, sindicalista ou de entidades, mas sim de pessoas como EU e talvez VOCÊ, que apenas deseja um Brasil melhor, justo e funcional para todos. Pessoas que veem suas contas de energia, combustível, água, comida, educação e saúde, estourando o orçamento familiar, sendo muito maiores em proporção do que o aumento salarial, nos obrigando a medidas de contenção e muita cautela, adiamento de planos,  investimentos, porque simplesmente a administração do governo resultou numa corrupção institucionalizada a nível tal, que vem corroendo a economia, geração de empregos, cultura de tolerância e também a ESPERANÇA de um povo trabalhador. 

Um povo que certamente por algum momento acreditou na possibilidade de um governo que tivesse um olhar mais igualitário e prioritário das necessidades sociais, mas sem, contudo, transformar isso em um INSTRUMENTO de MANIPULAÇÃO e CONTROLE político-ideológico, especialmente voltado para os menos esclarecidos, tendo como recurso de cerceamento de direitos e intimidação cultural, a INDUÇÃO da luta de classes e velhas táticas de guerrilha associadas a um sistema historicamente provado como OPRESSOR, TOTALITÁRIO e DESTRUTIVO, que é o comunismo!

O "problema" (se é que posso chamar de problema) de nós, o verdadeiro povo desse país sermos assim (cidadãos sem "rabo preso" com ninguém), é que em situações como essa de crise, onde precisamos sair nas ruas e protestar em favor do Estado Democrático e da justiça, não temos a mentalidade de guerrilheiros. Não somos articulados ou orientados como ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA. Não temos, na verdade, a INTENÇÃO de guerrilheiros, dispostos a TUDO em prol de uma causa incutida à lavagem cerebral pelos que arregimentaram uma "massa" para si, e chamam isso de "povo". Nós somos o verdadeiro povo, porém, destreinados para o confronto físico, armado, mas apenas alçados de nós mesmos, munidos de bom senso e atitude patriótica, o suficiente para exigir que corruptos sejam punidos, não importa quem! Que a justiça seja feita, para todos. Que o Brasil não seja deles, nem nosso, mas de todos, e nossa bandeira honrada. E eles, o que são?

São o que dizem ser: "exército vermelho"! Uma auto definição que por si mesma não inspira cidadania, mas sim revolta, confronto, ilegalidade, terrorismo, que sob ameaça de perder o "controle", faz jus ao termo, operando às margens da lei, ao ter como "filosofia" a necessidade de não só ameaçar, mas ultrapassar seus limites promovendo o caos, vandalismo, "quebra-quebra", invasões, para tentar através desses métodos anárquicos se imporem, e serem vistos, num cenário que já não conseguem mais manipular. Todavia, o efeito que isso pode causar num Estado Democrático, onde as instituições ainda operam e não foram completamente aparelhadas pelo "regime vermelho", é a repressão, repúdio e mais punições, não só pelo bom senso dos cidadãos que compõem a maioria do povo, que certamente atuará de modo compatível com o exercício da cidadania, mas também pela FORÇA de repressão dos órgãos responsáveis pelo cumprimento da lei.  

E nós, golpistas? Sim! Se for para matar cobras que ameaçam a legitimidade das instituições democráticas, em especial as JARARACAS, com golpes vindos pelo cumprimento da lei, e na cabeça!

Dia 13, faça a sua parte!

Abraço e até a próxima...

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