Gallery

PENSAMENTOS

COMPORTAMENTO

POLÍTICA

TEOLOGIA

CULTURA

DIVERSOS

Plebiscito na Colômbia: Submissão às FARC ou Nova Guerra à Vista?

 

Plebiscito: legitimação das imposições unilaterais das FARC ou tira-gosto de uma nova guerra?

Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido

Com amplo espetáculo midiático e com ausência total do debate profundo, além da indiferença e apatia do grande conglomerado colombiano a respeito, Juan Manuel Santos deu outro passo ordenado pelas FARC em Cuba, para a legitimação do grupo terrorista e a evidente possibilidade da ressurreição da violência em zonas rurais de conflito histórico.

Mediante uma atuação de algibeira, a Corte Constitucional aprovou que se realize um plebiscito, espúrio e exclusivista sem a massiva participação democrática, no qual as FARC utilizaram a seu favor a mesma arma dialética esgrimida por comunistas armados e desarmados em anteriores processos eleitorais: a ilegitimidade dos eleitos com escassas margens de participação popular.

Curiosamente, desta vez que magistrados, congressistas e presidente da República irresponsáveis e politiqueiros, decidiram aprovar às pressas o destino do país, mediante leguleios e equilibrismos demagógicos publicitários, as FARC, que por princípio exigiam uma assembléia constituinte à sua medida, deram suposta luz verde para que seja esse o mecanismo de referendação do imposto por eles em Cuba, ao ponto de que reconhecidos cúmplices do grupo terrorista já vociferam que conseguirão dez milhões de votos pelo “sim”.

Sem sombra de dúvida, em uma democracia saudável, um plebiscito para referendar os acordos seria o mecanismo ideal mas com a participação massiva e total do povo colombiano, cujo destino está em jogo. Se não for assim, não teria nenhuma validade nem legitimidade. O questionável então é porque se força um umbral mínimo e com o dinheiro dos colombianos, Santos e seus sequazes se convertem em propagandistas e idiotas úteis dos comunistas armados e desarmados que querem ver a Colômbia arrasada igual à Cuba e Venezuela.

A explicação nesta realidade atípica porém reiterativa ao longo de 200 acidentados anos de vida republicana, se sustenta na mediocridade da direção política, a ausência de líderes nacionais, regionais e locais, a inexistência de programas nacionais a longo prazo com objetivos superiores, a ausência de identidade dos colombianos com nossa geografia e destino, o centralismo em Bogotá e nas capitais, o abandono do campo, a inexistente criatividade científica, a paupérrima infra-estrutura nos mal chamados territórios nacionais, a manipulação pessoal e oportunista que diferentes governantes deram às Forças Militares e muito mais.

No momento, a vaidade de Santos para conseguir o Prêmio Nobel da Paz e a ambição desmedida de Humberto de la Calle secundado por um coro de mudos por alcançar a imerecida presidência da República, a Colômbia está a ponto de votar um plebiscito que em contraste é necessário mas ao mesmo tempo espúrio, pois não compromete o país em geral, senão a um pequeno setor da população votante aos quais com a mesma trapaça que conseguiu a reeleição, Santos aspira a manipular por meio da marmelada entregue aos camaleônicos caciques regionais que desta vez são santistas e amanhã serão de qualquer outro bando. 

Entretanto, os donos da terra, os caciques que historicamente auspiciaram outras violências optarão por fazer o que melhor sabem para proteger seus feudos: organizarão grupos armados que pela dinâmica das lógicas das guerras impedirão a todo custo que o desejado sonho comunista de instaurar republiquetas independentes, como indicam as imposições das FARC a Santos em Cuba, se cristalize.

Assim ressurgirão bandos de justiça privada, o narcotráfico seguirá seu poderoso curso, os Estados Unidos falarão com a dupla moral de sempre aos problemas internos da Colômbia dos quais também são parte, as Forças Militares continuarão atoladas em uma guerra de desgaste, os comunistas locais e continentais continuarão empenhados em converter a Colômbia no berço geo-estratégico do continente, Rússia e China tirarão vantagens geo-políticas, com artimanhas a Nicarágua continuará roubando o mar da Colômbia e Santos, como Pastrana e Belisario, terá a estúpida desculpa de que ele quis a paz mas nem as FARC cumpriram com a palavra, nem os inimigos ocultos do processo o permitiram.

Em síntese: a improvisação, a miopia geo-política, a ignorância crassa acerca do Plano Estratégico das FARC, a centralização aristocrática do poder, o abandono das ricas e extensas regiões colombianas, somada à indiferença limítrofe de uma enorme massa à qual parece não interessar em nada o destino nacional, nos conduzirão ao mais do mesmo que temos vivido durante mais de cinco décadas de violência, narcotráfico, terrorismo, corrupção, demagogia e promessas baratas.

Portanto, fica estabelecida a pergunta: se trata-se de plebiscito, legitimação das imposições unilaterais das FARC ou tira-gosto de uma nova guerra?

Tradução: Graça Salgueiro
Fonte: Heitor de Paola

Cristãos Inúteis Tratados Como Animais

Foto ilustrativa (real)

Perseguição Muçulmana de Cristãos: abril de 2016

  • Eritreia — "O Dr. Berhane Asmelash, ex-presidiário, vítima de tortura, descreveu como os prisioneiros eram amarrados e pendurados em árvores. Uma forma de pendurar conhecida como 'Jesus Cristo' segundo ele, porque parecia que a vítima estava na cruz."
  • Paquistão — Cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas à força ao Islã e obrigadas a se casarem com seus sequestradores.
  • "Esperamos que o governo sueco e as autoridades competentes tomem providências imediatas para salvaguardar as vidas dessas pessoas. É primordial que haja asilos separados para candidatos a asilo cristãos e outros candidatos a asilo na mesma situação. Apelamos para que seja reservado um alojamento de tal modo que a palavra asilo volte a ter seu verdadeiro significado de proteção e segurança". — Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente.
  • Em sua resposta, o Diretor Geral do Conselho Sueco de Migração ressaltou que habitações separadas para cristãos e outros grupos vulneráveis "irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia."

Ataques de Muçulmanos contra Igrejas Cristãs

Estados Unidos: um grupo pró-ISIS chamado Califado Cibernético Unido "hackeou" o Website da Igreja Reformista Cristã em Lamont, Michigan. Uma menina de 15 anos descobriu o vandalismo que consistia na inclusão de um vídeo de propaganda do ISIS e um texto em árabe. O recrutador apresentado no vídeo diz: "nós iremos conquistar a sua Roma, quebrar suas cruzes e escravizar suas mulheres, com a permissão de Alá, o Louvado. Esta é a Sua promessa, Ele é glorificado e não deixará de cumprir a Sua promessa."

Etiópia: muçulmanos deste país de maioria cristã se envolveram em tumultos na zona leste de Shewa com o objetivo de atacar cristãos acusados de converterem muçulmanos ao cristianismo. Eles incendiaram, reduzindo a cinzas, 14 igrejas de diferentes denominações deixando mais de 2.000 cristãos sem terem onde rezar. O cemitério de uma igreja também foi vandalizado. O líder da igreja assinalou: "estamos rezando do lado de fora da igreja, sentados no chão, suportando o sol escaldante. Apelamos aos nossos irmãos, onde quer que estejam, que venham em nosso auxílio. Os agressores derramaram gasolina cantando 'Allahu Akbar' (Deus é Grande) antes de incendiarem a igreja."

Uganda: em 12 de abril, por volta da meia-noite, vândalos muçulmanos demoliram uma igreja cristã. Era possível ouvi-los cantarolando: "não dá para convivermos com vizinhos infiéis. Temos que lutar pela causa de Alá." Foram destruídos instrumentos musicais, mais de 500 cadeiras de plástico e outros bens. Dois dias antes um grupo de muçulmanos gritava: "somente Alá deve ser adorado e Maomé é o seu profeta", eles abateram os porcos de um líder da igreja, uma de suas mais importantes fontes de renda. Ele já havia recebido uma mensagem de texto dizendo: "que os membros da sua igreja saibam que porcos são extremamente profanos e abomináveis perante Alá, extremamente afrontoso e vergonhoso. Eles são haram (proibidos) e ilegais conforme proibição do nosso sagrado Alcorão." Um membro da igreja também recebeu uma mensagem que dizia: "em breve caçaremos as cabeças dos seus porcos." Ele logo descobriu que oito dos seus porcos tinham sido mortos.

Iraque: o Estado Islâmico explodiu a icônica igreja católica da Santa Maria em Mossul, conhecida como a "Igreja do Relógio". De acordo com a Agência Internacional de Notícias Assíria, "militantes isolaram as áreas ao redor da igreja e saquearam o prédio a procura de objetos de valor e antiguidades antes de destruí-la com explosivos... A Igreja do Relógio... já foi alvo de ataques do ISIS no ano passado, quando a sua cruz foi retirada." Houve uma época em que Mossul contava com cerca de 45 igrejas, a maioria delas foi destruída ou convertida em tribunais ou prisões, isso desde a conquista de Mossul pelo Estado Islâmico em junho de 2014.

Indonésia: um grupo islamista vandalizou uma igreja recém inaugurada em Bekasi e exigiu que o prefeito local cancelasse o alvará de funcionamento. A Igreja Santa Clara obteve o alvará de funcionamento em julho de 2015 sendo inaugurada em 7 de março do ano corrente. O Foro da Comunidade Islâmica e outros líderes muçulmanos acusaram os líderes da igreja de adquirirem o alvará de funcionamento por meio de fraudes. O prefeito de Bekasi negou a acusação e se recusou a anular o alvará da igreja. Ele realçou que a igreja tinha cumprido todos os requisitos legais necessários para a construção. "Mesmo assim", explicou a Comissão Asiática de Direitos Humanos, "as agências encarregadas de assegurar o cumprimento da lei não conseguiram proteger os fiéis da Igreja Santa Clara; na realidade, ao que tudo indica, as agências não têm disposição ou vontade política para fazer valer a lei contra os justiceiros. Como resultado, a congregação da igreja vive pressionada e intimidada". O grupo de direitos humanos pediu mais uma vez à polícia local que "se posicione firmemente" contra o Foro da Comunidade Islâmica e "se certifique de que o governo garanta a proteção à Congregação Santa Clara para que ela possa praticar sua religião."

Argélia: "as igrejas na Argélia estão enfrentando intimidação e assédio, apesar das disposições constitucionais que garantem a liberdade religiosa no país," assinalou o World Watch Monitor em 29 de abril. Naquela mesma semana, as autoridades alegaram que uma igreja na região da Kabylie foi intimada a cessar todas as atividades religiosas, com base na alegação de que estava infringindo uma lei de 2006 que regulava o culto não muçulmano. As autoridades ameaçaram instaurar ações judiciais contra a igreja se o culto cristão continuasse. No último mês de fevereiro as autoridades também notificaram a igreja na cidade de Aït Djima, também em Kabylie, com base na mesma lei. Os críticos dizem que a lei de 2006, que visa regulamentar todos os cultos religiosos exceto o culto islâmico, é usada como instrumento de perseguição pelas autoridades. De acordo com o Reverendo Haddad, pastor de uma igreja protestante na cidade de Argel: "trata-se de uma lei injusta contra os cristãos, a quem foi negado o direito ao culto e a oportunidade de compartilhar o Evangelho livremente... a situação dos cristãos na Argélia não vai melhorar até que a lei totalitária, que já não se justifica mais, seja revogada."

Turquia: Seis igrejas foram confiscadas pelo governo no mês de abril em curso. Após dez meses de conflito na região sudeste da nação o governo desapropriou áreas enormes em Diyarbakir, a maior região da cidade. "Mas para o desespero das poucas congregações cristãs da cidade," observa o World Watch Monitor: "a medida inclui todas as igrejas ortodoxas, católicas e protestantes. Diferentemente das mesquitas financiadas pelo estado, as milenares igrejas da Turquia – algumas das quais pré-datam o Islã – foram geridas, historicamente, pelas fundações da igreja. A nova deliberação efetivamente torna as igrejas de Diyarbakir – uma delas com 1.700 anos, outra construída em 2003 – propriedade do estado da Turquia, um país islâmico com 75 milhões de habitantes." Poucas casas de culto cristãs permanecem de pé na região sudeste da Turquia. Embora seja a terra natal ancestral dos sírios e armênios, mais de 1 milhão destes cristãos étnicos foram massacrados e enviados às marchas da morte durante os últimos anos do Império Otomano no início do século XX.

Territórios Palestinos: na Cidade de Gaza, autoridades demoliram uma igreja cristã de 1.800 anos, recentemente descoberta, juntamente com seus valiosos objetos, apesar das tentativas de cristãos palestinos de salvá-los. Protestos não chamaram a atenção da comunidade internacional, nem das agências das Nações Unidas como a UNESCO, cuja missão é proteger o patrimônio cultural e natural da humanidade. A milenar igreja foi encontrada em uma área onde o Hamas planeja construir um shopping center. Segundo o relatório:
"A extraordinária descoberta das antiguidades parece não ter impressionado os trabalhadores da construção que removeram os artefatos e continuaram normalmente com o seu trabalho. Escavadeiras foram usadas para destruir alguns dos artefatos da igreja -- a devastação provocou duras críticas dos cristãos palestinos, alguns dos quais se apressaram em acusar tanto o Hamas quanto a Autoridade Palestina (AP) de fazerem uso das mesmas táticas do ISIS ao demolirem os patrimônios históricos. Visto pela ótica dos cristãos palestinos, a destruição das ruínas da igreja é mais uma tentativa dos líderes muçulmanos palestinos de eliminar tanto a história cristã quanto qualquer vestígio da sua presença nos territórios palestinos."

Massacres Muçulmanos de Cristãos

Nigéria: pastores muçulmanos Fulani massacraram cerca de 40 pessoas em uma aldeia de maioria cristã e incendiaram a Sagrada Igreja Internacional de Cristo reduzindo-a a cinzas. Dez casas foram arrasadas por incêndios criminosos, carros e motos foram destruídos e animais foram mortos a esmo. Do leito do hospital um sobrevivente ressaltou: "eu estava saindo de casa quando ouvi o sino da comunidade badalar. Eu estava indo com um amigo para ver porque o sino estava badalando, quando vi 40 pastores Fulani armados com facões e armas sofisticadas. Eles foram atrás de nós, mataram meu amigo e atiraram em mim várias vezes mas não conseguiram me atingir. Eles me atacaram com facões até eu desmaiar."

Paquistão: após um cristão alertar traficantes muçulmanos locais para "pararem de recrutar jovens cristãos para participarem da venda e consumo de drogas" dois homens o atacaram enquanto ele trabalhava no campo e "cortaram a sua garganta." De acordo com o pastor local Alfred Azam, "este não é o primeiro incidente envolvendo a perseguição de cristãos em nossa aldeia, os muçulmanos locais estão sempre criando problemas para a nossa comunidade cristã. Antes e após nossos serviços religiosos, na saída da igreja traficantes muçulmanos se concentram em volta dela... procurando vender drogas para nossa vulnerável juventude..." Azam explicou que traficantes de drogas corriqueiramente espancam jovens cristãos e os obrigam a ingerir drogas na tentativa de viciá-los. "Quando os idosos da aldeia pedem aos criminosos que deixem nossos jovens em paz eles são assassinados." Como de costume a polícia se recusou a registrar um boletim de ocorrência ou a tomar qualquer tipo de providência."

Paralelamente, os muçulmanos lincharam Qaisar Masih, cristão de 18 anos de idade, acusado de namorar uma menina muçulmana. Ele foi "assassinado pela família da menina em um ataque coordenado pelo pai dela, Mohammad Billa." Eles o avisaram a não se envolver com ela e ameaçaram matá-lo. De acordo com a irmã de Qaisar ele foi enforcado após ser assassinado para que parecesse suicídio:
"Meu irmão era inocente, ele tentou não entrar mais em contato com Mehwish (a menina muçulmana) mas Mehwish disse que não podia mais viver sem ele... Pedimos às irmãs dela que convencessem Mehwish a se afastar do meu irmão, sabendo que seu pai é um criminoso e que ele iria matá-lo. Mas nossos esforços foram em vão, nada poderia salvá-lo."
Rani Sardar, mãe de Qaisar, assinalou: "todos nós sabemos quem matou meu filho, ele era o caçula, ele era a menina dos meus olhos e eles o assassinaram brutalmente e o enforcaram em frente de nossa casa. Eu só quero justiça."

Síria: militantes do ISIS massacraram 21 reféns cristãos, três dos quais eram mulheres, na cidade de al-Qaryatain. O massacre foi descoberto em abril, depois que a cidade foi reconquistada pelas forças sírias apoiadas pelos russos. Alguns foram mortos, segundo consta, por violarem os termos do "contrato dhimmi", um conjunto de regras islâmicas que regem as minorias cristãs e outras minorias. Acredita-se que outros cinco cristãos desaparecidos estejam mortos e que muitas meninas foram vendidas como escravas sexuais.

Ataques Muçulmanos contra a Liberdade Cristã
(Sem Apostasia, Sem Blasfêmia, Sem Proselitismo)

Uganda: um muçulmano, espancou e ameaçou assassinar a esposa devido a sua devoção a Cristo. A mulher de 38 anos de idade tinha se refugiado em outra aldeia juntamente com seus quatro filhos depois dele tê-la espancado ao descobrir a sua conversão. "Meu marido gritou 'Allah Akbar' e então pegou um objeto sólido e bateu com ele na minha mão esquerda," segundo ela. "Eu gritei pedindo ajuda e os vizinhos chegaram e salvaram a minha vida. Naquela noite dormi na casa de um vizinho juntamente com meus quatro filhos." No último mês de abril ela voltou para visitar o marido desafeiçoado com o objetivo de conversar sobre a pensão alimentícia. Não demorou muito para que o homem começasse a importuná-la novamente em relação a sua fé:
"Mais uma vez eu respondi que Jesus é meu Senhor e meu Salvador, aí ele pegou uma panga (facão 40 a 46 cm de comprimento), eu consegui imobilizá-lo antes que ele pudesse me acertar, deixando cair a panga no chão, quando ele começou a me estrangular. Seu irmão caçula acordou e me salvou. Nesse momento eu consegui fugir."
Perante um juiz o muçulmano não mostrou nenhum arrependimento. "Não posso viver com akafir (infiel) em minha casa," explicou ele, "a menos que ela volte para a minha religião. Caso contrário, eu não vou deixar de persegui-la até matá-la, porque nosso Sagrado Alcorão permite matar qualquer apóstata do Islã."

Quênia: depois que um muçulmano chamado Godana se converteu ao cristianismo sua vida mudou para pior. Seus problemas começaram em outubro passado, quando sua esposa, que já estava hospitalizada e passava por um tratamento de uma doença terminal, não especificada, por três semanas e sem sinal de recuperação. "Logo depois", observa o jornalMorningstar News, "eles foram visitados por uma evangélica da Igreja Evangélica Cristã da África (ECCA em inglês), que orou por ela. Sua esposa não estava completamente curada, mas tinha condições de realizar praticamente todas as tarefas diárias e, uma semana depois o casal convidou-a e a outros dois líderes da igreja a irem visitá-la em sua casa. O casal decidiu se tornar seguidor de Jesus após conversar e agradecer os líderes da igreja e começaram a se reunir em sua casa para estudar a Bíblia e orar." Logo os vizinhos muçulmanos informaram os parentes dos Godanas que o casal tinha deixado o Islã em favor do cristianismo. O relatório continua: "os sogros dos Godanas começaram a enviar ao casal mensagens ameaçadoras: 'o casamento de vocês é muçulmano, saibam que é contra o Islã mudar de religião', dizia uma das mensagens. 'Se vocês continuarem abraçando a fé cristã, iremos levar a nossa filha para a nossa casa.' Em fevereiro, os sogros do Godana levaram sua esposa. Algumas semanas depois, eles vieram e também levaram seus filhos pequenos.

Turquia: um evangélico americano foi detido e depois liberado pelas autoridades — mas somente sob condição de deixar a Turquia e nunca mais voltar. Em 6 de abril David Byle foi considerado pelas autoridades "um perigo à ordem pública". Os motivos da alegação de Byle ser um "perigo à ordem pública" nunca foram especificados. As pessoas próximas a Byle, 46, descrevem-no como "tolerante, educado e calmo" e acreditam que ele foi detido e deportado devido às suas atividades evangélicas. Ele foi solto em 14 de abril e recebeu a "ordem de proibição de entrada". A prisão ocorreu dias antes de Byle ministrar uma aula a um grupo de turcos sobre como informar as pessoas sobre o Evangelho.

Egito: o egípcio cristão Bishoy Kameel Garas, foi considerado "inocente" — mas não antes de cumprir mais da metade da pena de seis anos. Bishoy foi preso em setembro de 2012 devido a sua suposta difamação ao Islã. Todas as acusações estavam associadas a uma conta fraudulenta no Facebook em seu nome. Bishoy foi preso, muito embora tenha postado avisos em sua própria página no Facebook a respeito da conta fraudulenta e alertado a polícia especializada em crimes na Internet, cuja investigação subsequente proporcionou sustentação à sua inocência. De acordo com o Barnabas Fund, "o tribunal foi cercado por uma multidão exigindo sua punição, ainda acusando seus advogados de defesa de blasfêmia por defendê-lo." Embora considerado inocente da acusação de difamação, foi demitido do emprego de professor, o que deixou seu pai, já empobrecido, responsável por pagar os honorários legais; embora ele tenha passado mais de três anos na prisão, ativistas de direitos humanos acreditam ser altamente improvável que ele receba alguma indenização do estado.

Europa: migrantes muçulmanos que acreditavam estarem livres para deixarem o Islã e se converterem ao cristianismo continuam a "temer a retaliação islâmica assassina na Europa". De acordo com o relatório Breitbart:
Muitos migrantes que se converteram recentemente ao cristianismo temem represálias dos muçulmanos e também temem que a conversão vá se transformar em "sentença de morte". Um dos aspectos mais surpreendentes da crise migratória tem sido o contingente de muçulmanos de países como a Síria e o Afeganistão que se converteram ao cristianismo em igrejas austríacas. As arquidioceses de Viena, capital austríaca, não conseguem acompanhar os pedidos de conversão, uma vez que recebem de cinco a dez pedidos por semana. Segundo Kurier, até agora, somente no ano em curso, 83% dos batismos adultos registrados para a religião católica foram de muçulmanos, comparados com apenas 33% em 2015. Muçulmanos que se convertem, deixando assim o Islã, enfrentam um potencial bem realista de violência e até mesmo de morte. Um migrante que ora se encontra na Áustria que mudou de nome para Christopher contou o seguinte a Kurier: "esta poderia ser a minha sentença de morte." Christopher chegou à Áustria em 2012 e pediu que seu novo nome cristão fosse usado por ele temer represálias não apenas contra si mesmo, mas também contra a sua família.

Dhimmitude
(Desprezo, Hostilidade e Violência contra os "Infiéis")

Eritreia: acredita-se que centenas de cristãos estejam no momento em prisões da Eritreia e que dezenas de milhares fugiram do país. De acordo com o Christian Today , por mais de uma década o regime persegue os cristãos, que somam cerca da metade da população do país. Muitas igrejas foram fechadas e muitos cristãos foram torturados. Os cristãos que fugiram da Eritreia e que no momento se encontram alojados em um campo de refugiados etíope revelaram algumas das suas experiências:
  • Elsa fugiu depois que sua irmã foi espancada até a morte por guardas da prisão: "fomos mantidas em celas subterrâneas. Não raramente os guardas nos colocavam em um contêiner de metal para nos torturar. Esses contêineres ficavam extremamente quentes durante o dia e gelados durante a noite. Não nos davam o suficiente de comida e não havia assistência médica, Os guardas até nos soltariam contanto que renunciássemos a nossa fé em Jesus. Dissemos que não." Uma noite os guardas se revezaram no espancamento de Elsa e de sua irmã. Lembrando daquela noite, Elsa ressaltou: "nunca esquecerei dos gritos da minha irmã. Desde então eu nunca mais a vi."
  • Segundo o relato de um refugiado chamado Dawit: "quando eu morava na Eritreia fui preso por causa de minha religião cristã. É por isso que eu deixei o país. Na Eritreia qualquer cristão está sujeito a ir para a prisão." Ele passou mais de um mês na prisão e depois em um campo de trabalhos forçados. Ele foi torturado e forçado a dormir todas as noites com as mãos e pés amarrados juntos atrás das costas.
  • "O Dr. Berhane Asmelash, ex-presidiário, vítima de tortura, descreveu como os prisioneiros eram amarrados e pendurados em árvores. Uma forma de pendurar conhecida como 'Jesus Cristo' segundo ele, porque parecia que a vítima estava na cruz."
Egito: outra criança cristã foi sequestrada e depois solta por um valor de resgate impressionante. Anthonius Farag, 13, foi sequestrado da escola em 5 de abril, na aldeia de Mansheyyit Manbal. Seus sequestradores soltaram uma criança muçulmana após identificarem sua religião através do nome dela, mas mantiveram o menino cristão em cárcere privado. Isso de acordo com o pai do outro aluno cristão que por pouco também não foi sequestrado:
"Meu filho Kyrellos, estava com Anthonius e Mohamed, outros dois alunos, quando um dos sequestradores se aproximou. O sequestrador perguntou quais eram seus nomes. Eles soltaram Mohamed, mas (devido aos nomes cristãos) retiveram Anthonius e Kyrellos. Meu filho conseguiu escapar, outros meninos começaram a gritar. Um dos sequestradores atirou para cima para dispersar a multidão enquanto os outros sequestradores empurravam rapidamente Anthonius para dentro do carro e fugiram."
Três dias depois, o pai do menino sequestrado recebeu um telefonema exigindo um resgate de 2 milhões de libras egípcias — mais de US$225.000 — em troca de seu filho. O pai, que praticamente não teve assistência da polícia, com o passar do tempo conseguiu convencer os sequestradores a baixarem o valor do resgate para 300.000 libras egípcias (US$34.000) — mesmo assim um montante 300 vezes maior que o salário mensal de um trabalhador rural. Era tudo que ele, agricultor, tinha condições de amealhar de cristãos que ganhavam mais. Após a soltura, Anthonius contou o sofrimento pelo qual passou, que incluía espancamentos, isolamento em um quarto escuro com os olhos vendados. Este não é um caso isolado. Segundo registros, somente em Qena, uma província do Alto Egito, houve pelo menos 72 casos de sequestros, extorsões e violência do gênero contra cristãos, entre 2011 e 2014.

Paralelamente o Dr. Yassir al-Burhami, proeminente figura salafista do Egito, foi exposto em um vídeo de incitamento ao ódio em apoio à violência contra os cristãos do país. Ele também condenou veementemente proporcionar-lhes plenos direitos humanos e civis: "quando se coopera com uma minoria infiel criminosa, agressiva e opressora, se ataca os direitos da maioria (muçulmanos)."

Paquistão: dois muçulmanos invadiram a residência de uma cristã enquanto o marido servia o exército. Após espancá-la, eles amarraram seus braços e pernas à cama e ambos a estupraram ao mesmo tempo em que ameaçavam matar sua filha de 2 anos se ela não concordasse. A vítima, Ásia Mushtaq de 30 anos relata:
Os homens me trataram como um animal, dizendo que eu era uma cristã que não valia nada, mas sei que meu Deus é um Deus maravilhoso. Quando gritei me disseram que sabiam que meu marido estava fora e que eu estava desprotegida. Eles ameaçaram matar a minha filha se eu não concordasse com a depravação. Disseram que todas as mulheres cristãs eram prostitutas e que voltariam e repetiriam a devassidão se eu contasse a alguém o que aconteceu. Agora eu me sinto tão suja, mas não fiz nada de errado. Eu quero que estes homens sejam punidos e espero que a lei me proteja.
Wilson Chowdhry, Presidente da Associação Cristã Britânica Paquistanesa (BPCA em inglês), disse o seguinte sobre o incidente:
Nais uma mulher é alvo dos brutais ataques de estupradores muçulmanos no Paquistão, uma sociedade que tem como alvo a sua comunidade mais vulnerável: os cristãos. E não para por aí, desta vez um soldado, cujo único desejo era servir e proteger o seu país, descobriu que a maioria em seu país não sente o mesmo em relação a ele. Além disso, o próprio exército que ele serve tem oferecido pouca ou nenhuma proteção a ele apesar das ameaças que ele e sua família têm recebido. Dói ter que dizer isso, mas os diferentes elementos que promovem os atos de traição fazem com que eu sinta que os cristãos não têm espaço na sociedade teocrática do Paquistão.
Em outro incidente ocorrido em abril, cinco meninas cristãs foram sequestradas, convertidas ao Islã e forçadas a se casarem com seus sequestradores.

Suécia: os cristãos continuam sendo perseguidos pelos muçulmanos nos asilos. Um cristão foi ameaçado de "morte" -- que teria sua garganta cortada -- por um auto-proclamado jihadista. De acordo com o mesmo relatório publicado pela revista Christian Today, "um casal cristão paquistanês mudou-se para uma igreja quando o nome do marido foi pichado em uma parede perto do quarto do casal, exigindo a sua morte. Outro grupo de candidatos a asilo foi obrigado a deixar suas acomodações devido ao aumento das hostilidades." Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente, solicitou às autoridades suecas que tomem as devidas providência em relação à crise. "Esta situação não reflete a pacífica e cordial cultura do povo sueco", ressaltou ele, acrescentando:
Os cristãos não vivem em campos de refugiados no Oriente Médio, porque lá também eles são perseguidos pelos extremistas muçulmanos... Presenciar que eles estão mais uma vez sendo perseguidos nos alojamentos suecos para asilados nos deixam muito tristes. Esperamos que o governo sueco e as autoridades competentes tomem providências imediatas para salvaguardar a vidas dessas pessoas. É primordial que haja asilos separados para candidatos a asilo cristãos e outros candidatos a asilo na mesma situação. Apelamos para que seja reservado um alojamento de tal modo que a palavra asilo volte a ter seu verdadeiro significado de proteção e segurança.
Em sua resposta, o Diretor Geral do Conselho Sueco de Migração Anders Danielsson, ressaltou que habitações separadas para cristãos e demais outros grupos vulneráveis "irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia. Seria um enorme fracasso se tivermos que recorrer à segregação."

Sua Santidade Mor Ignatius Aphrem II, Patriarca Sírio-ortodoxo de Antioquia e de Todo o Oriente (esquerda) solicitou ao governo da Suécia que garanta a segurança dos refugiados cristãos na Suécia, encaminhando-os para outros alojamentos longe dos abrigos onde são perseguidos pelos muçulmanos. Anders Danielsson (direita), Diretor Geral do Conselho Sueco de Migração, ressaltou que habitações separadas para cristãos e demais grupos vulneráveis "irão contra os princípios e valores centrais da sociedade sueca e da nossa democracia."
Sudão: um monge cristão natural do Egito que estava servindo naquela nação africana foisequestrado. O Reverendo Ghabrial al-Antony estava trabalhando na fazenda do irmão na região de Darfur no Sudão quando três homens apareceram, amarraram seu irmão e sequestraram al-Antony. "Não sabemos quem são eles nem porque o sequestraram".

Sobre essa Série de Artigos

Embora nem todos, nem mesmo a maioria dos muçulmanos esteja envolvida, a perseguição aos cristãos está aumentando.

O relatório sugere que esse tipo de perseguição muçulmana não é aleatória e sim sistemática, e que ocorre em todos os idiomas, etnias e lugares.

Autor: 
Tradução: Joseph Skilnik
Fonte: Gatestone

Leite de Barata é a nova Aposta de Cientistas como Suplemento Alimentar!


Já pensou se um dia você fosse ao supermercado e encontrasse na prateleira uma bela embalagem tetra pak com os dizeres “Delicioso leite de barata”?! Tenho certeza que você se assustaria e aproximaria o rosto da embalagem pra ter certeza de que estava lendo certo.


Mas saiba que isso não é tão loucura assim. Existe mesmo leite de barata e ele é, segundo os cientistas, extremamente nutritivo. Tudo começou há mais ou menos 10 anos com a descoberta de uma espécie de barata vivípara, ou seja, diferente de outras baratas, que põem ovos, ela dá a luz a baratinhas já desenvolvidas. Consequentemente, ela precisa amamentar a cria. Agora, durma com essa: uma barata que “dá de mamar” pras baratinhas. Que cena linda… 😖
 
A espécie de barata analisada pelos pesquisadores produz cristais com os quais alimenta os filhotes. A análise mostrou que eles contêm todos os aminoácidos essenciais à alimentação humana, como um "superalimento". (Istock/Getty Images)

O que os cientistas descobriram é que os cristais de leite desse inseto tem 3 vezes mais energia que a quantidade equivalente de leite de vaca, além de ter muito mais proteína, bem como gorduras e açucares, sendo um alimento completo.


Mas, ordenhar baratas não é nada fácil. A novidade é que descobriram uma forma de desenvolver os cristais in vitro, o que tornaria possível a produção em massa desse suplemento altamente nutritivo.


Entretanto, não há planos para a comercialização do produto, O QUE NÃO QUER DIZER que, num futuro próximo, você não possa realmente se deparar com o tal leite de barata à venda numa prateleira por aí. Como bem especulam os cientistas e pesquisadores, os insetos serão parte integrante das nossas dietas, principalmente se a indústria de alimentos não der conta da demanda mundial.


Abaixo veja o vídeo com resolução atômica, mostrando o momento em que o tal "leite de barata" é expelido por um exemplar do inseto. É esta substância que os cientistas acreditam poder reproduzir em escala comercial no futuro:

 

Nova Lei de Estupro da Alemanha: "Não Quer Dizer Não"


  • As reformas provavelmente não acabarão com a epidemia de estupros na Alemanha.
  • Quando o assunto é imigração, a correção política muitas vezes substitui o estado de direito na Alemanha, onde muitos imigrantes que cometem crimes sexuais nunca são conduzidos à justiça e aqueles que vão a julgamento são punidos com penas brandas por juízes compassivos.
  • "Todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor ficar quieto (em relação aos crimes cometidos por migrantes) para evitar problemas." — Rainer Wendt chefe do Sindicato da Polícia Alemã.
  • "É inaceitável que candidatos a asilo aviltem nossa sociedade, ao mesmo tempo em que buscam aqui a nossa proteção." — Promotor Bastian Blaut.

     
    O parlamento alemão aprovou mudanças no código penal que ampliam a definição de estupro e facilitam a deportação de imigrantes que cometem crimes sexuais.

    Segundo o projeto de lei, também conhecido como a lei "Não Quer Dizer Não" ("Nein heisst Nein" ), qualquer forma de sexo não consensual agora será considerado e punido como crime. Anteriormente, apenas os casos em que as vítimas conseguiam provar que haviam resistido fisicamente aos seus agressores eram puníveis sob a lei alemã.

    As mudanças, provocadas pelos ataques sexuais em Colônia, onde centenas de mulheres foram atacadas por multidões de imigrantes, em sua maioria muçulmanos, na Passagem do Ano Novo, estão sendo comemoradas como uma "mudança de paradigma" na jurisprudência alemã.

    Mas as reformas, que têm como objetivo tornar mais fácil para as vítimas de ataques sexuais registrarem boletins de ocorrência, provavelmente não acabarão com a epidemia de estupros cometida por migrantes na Alemanha. Isso porque o Sistema Judicial politicamente correto da Alemanha é notoriamente brando quando se trata de ações, condenações e deportações de infratores estrangeiros.

    O projeto de lei foi aprovado por unanimidade em 7 de julho pelo Bundestag, parlamento da República Federal da Alemanha. A medida ainda deve ser aprovada pelo Bundesrat, o Conselho Federal, que vai votar as reformas depois do recesso de verão.

    De acordo com a lei original, conforme estipulado no Parágrafo 177 do código penal, as vítimas eram obrigadas a provar que tinham tentado se defender fisicamente de um ato que pudesse ser considerado estupro. Comunicação verbal — simplesmente dizer "Não" — não era o suficiente para apresentar acusações contra o agressor. A lei original foi elaborada daquela maneira para evitar falsas acusações de estupro e ações improcedentes, segundo juristas alemães.

    As reformas permitirão que os promotores e os tribunais levem em conta sinais físicos, verbais e não verbais da vítima ao determinarem se houve estupro ou não. Qualquer um que tenha sido condenado por investida sexual contra a "discernível vontade" (erkennbaren Willen) da vítima estará sujeito a uma pena de até cinco anos de prisão. A lei também amplia a definição de ataque sexual com o objetivo de incluir toques libidinosos, considerado e punido como crime com pena de até dois anos de prisão.

    Além disso, a nova lei insere o Parágrafo 184j, que tornará crime só o fato de alguém estar presente em um grupo que comete ataques sexuais. A medida tem como objetivo deter ataques como os ocorridos em Colônia, embora alguns legisladores digam que esta disposição é inconstitucional, porque uma pessoa poderia ser condenada por um crime que ele ou ela pessoalmente não cometeu. E por último, as reformas facilitarão a deportação de migrantes condenados por crimes sexuais na Alemanha.

    A Ministra de Políticas para as Mulheres Manuela Schwesig saudou a medida como um divisor de águas:
    "No passado havia casos em que as mulheres eram estupradas, mas os criminosos conseguiam se safar. A mudança na lei ajudará a aumentar o número de vítimas a registrarem queixa, reduzir o número de arquivamento de processos criminais e possibilitar que ataques sexuais sejam devidamente punidos."
    Segundo o Ministro da Justiça Heiko Maas, apenas um em cada 10 estupros na Alemanha é registrado e somente 8% dos processos por estupro acabam em condenações.

    Mesmo que a nova lei resulte no aumento do número de condenações por estupro, é improvável que ela sirva de dissuasão o bastante para aqueles migrantes que estão atacando sexualmente mulheres e crianças alemãs.

    Quando o assunto é imigração, a correção política muitas vezes substitui o estado de direito na Alemanha, onde muitos imigrantes que cometem crimes sexuais nunca são conduzidos à justiça e aqueles que vão a julgamento são punidos com penas brandas por juízes compassivos.

    Em 30 de junho, por exemplo, um tribunal da cidade de Ahrensburg no norte da Alemanha considerou um migrante de 17 anos da Eritreia culpado por tentativa de estupro de uma mulher de 18 anos nas escadarias de um estacionamento na estação de trens em Bad Oldesloe. A mulher ficou gravemente ferida no ataque em que o migrante tentou dominá-la por várias vezes mordendo-a no rosto e no pescoço. Com a chegada da polícia, o migrante resistiu à prisão e deu uma cabeçada no policial, que também foi encaminhado ao hospital.
    Apesar do eritreu ter sido considerado culpado de abusar sexualmente da mulher e agredir fisicamente o policial, o tribunal lhe concedeu suspensão condicional da execução da pena de sete meses e o condenou a 30 horas de serviços comunitários. Ele foi liberado da custódia e não será deportado.

    Além da clemência judicial, migrantes criminosos se aproveitavam das autoridades alemãs, que têm sido repetidamente acusadas de ocultarem a verdadeira dimensão do problema criminal dos migrantes no país, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.

    Em janeiro, o jornal Die Welt relatou que a supressão de dados sobre a criminalidade dos migrantes é um "fenômeno que ocorre em toda a Alemanha". De acordo com Rainer Wendt, chefe do Sindicato da Polícia Alemã (Deutschen Polizeigewerkschaft, DPolG ), "todo policial sabe que se espera que ele cumpra uma determinada meta política. É melhor ficar quieto (em relação aos crimes cometidos por migrantes) para evitar problemas."

    Também em janeiro, um documento vazado para o jornal Bild revelou que uma série de políticos na cidade de Kiel no norte da Alemanha orientaram a polícia a fazer vista grossa no que tange a uma parcela considerável de crimes cometidos por migrantes. De acordo com o Bild, as polícias do Reno, Norte da Westphalia e da Baixa Saxônia também foram instruídas a serem tolerantes com migrantes criminosos.

    Em fevereiro, o jornal Die Welt, denunciou que autoridades do estado alemão de Hesse estavam suprimindo informações sobre crimes envolvendo migrantes, aparentemente devido à "falta de interesse público".

    Em maio, o diretor superintendente do departamento de polícia de Colônia revelou que um funcionário do Ministério do Interior do Estado do Reno, Norte da Westphalia orientou-o a remover o termo "estupro" de um relatório interno da polícia sobre os ataques em Colônia.
    A polícia de Colônia afirma que a cidade recebeu mais de 1.000 queixas de mulheres, incluindo 454 relatos de ataques sexuais relacionados à Passagem do Ano Novo. A polícia de Hamburgo assinala que recebeu reclamações de 351 mulheres, incluindo 218 relatos de ataques sexuais ocorridos naquela mesma noite.

    Em 7 de julho, mais de seis meses após os ataques em Colônia, (no mesmo dia em que o Bundestag (parlamento da República Federal da Alemanha) aprovou a nova lei de estupro "Não Quer Dizer Não"), um tribunal alemão expediu as duas primeiras sentenças: o Tribunal Distrital de Colônia concedeu suspensão condicional da execução da pena a um iraquiano de 20 anos de idade e a um argelino de 26.

    O tribunal considerou o iraquiano, identificado apenas como Hussain A., culpado de beijar uma das vítimas e lamber o rosto dela. O argelino, chamado de Hassan T., impediu que o namorado da outra vítima interviesse para parar o ataque e ofereceu-lhe dinheiro para ter relações sexuais com ela: "entregue-me as meninas ou morra", disse ele. Ele foi considerado culpado de cumplicidade no ataque sexual.

    O iraquiano, que tinha 20 anos na época, foi condenado segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente a frequentar um curso de integração e prestar 80 horas de serviço comunitário. O jornalBild publicou fotografias do júbilo de Hassan T. sorrindo ao sair do tribunal.

    Um observador disse que a leve sentença era uma zombaria da Justiça e serviria como um convite aos migrantes criminosos fazerem o que bem entenderem com as mulheres alemãs.

    O promotor Bastian Blaut ressaltou:
    "É inaceitável quando valores fundamentais como a igualdade entre homens e mulheres são violados. É inaceitável que os migrantes negociem nossas mulheres como se estivessem em um bazar. É inaceitável que candidatos a asilo aviltem nossa sociedade, ao mesmo tempo em que buscam aqui a nossa proteção."

    Autor:

França: A Guerra Civil Está Chegando


Por Yves Mamou  •  19 de Julho de 2016
  • Para o presidente francês François Hollande o inimigo é uma abstração: "terrorismo" ou então "fanáticos".

  • O presidente francês opta por reafirmar sua determinação a favor de ações militares no exterior: "iremos reforçar nossas ações na Síria e no Iraque," ressaltou o presidente após o ataque em Nice.

  • Confrontados com esse fracasso da nossa elite -- que foi eleita para capitanear o país pelos perigos nacionais e internacionais -- causaria alguma surpresa se grupos paramilitares estiverem se organizando para retaliar?

  • Na França, foram as elites globais que fizeram a escolha. Eles decidiram que os "maus" eleitores da França eram pessoas desatinadas, idiotas demais, para enxergarem a beleza de uma sociedade aberta para aqueles que muitas vezes não querem se assimilar, que querem que você seja assimilado por eles e que ameaçam matá-lo se você discordar. A elite se alinhou contra os próprios idosos e pobres do país porque eles não quiseram mais votar neles. A elite também optou por não combater o islamismo, porque os muçulmanos votam coletivamente na elite global.

    A polícia francesa matou um terrorista islamista natural da Tunísia, que matou 84 pessoas em Nice, França em 14 de julho de 2016. (Imagem: captura de tela da Sky News)

    "Estamos à beira de uma guerra civil". Essa afirmação não foi feita por um fanático ou lunático. Não, ela foi feita por Patrick Calvar, Chefe do Departamento de Segurança Nacional França, DGSI (Direction générale de la sécurité intérieure). Na realidade ele já tinha se referido, por diversas vezes, sobre o risco de guerra civil. Em 12 de julho ele fez o alerta à Comissão dos Membros do Parlamento, responsável por um levantamento em relação aos ataques terroristas de 2015.

    Em maio de 2016, ele enviou uma mensagem bem parecida a uma outra comissão de membros do parlamento, desta vez encarregada da defesa nacional. A "Europa", realçou ele, "corre perigo. O extremismo cresce em todos os cantos e agora nós estamos voltando a nossa atenção para alguns movimentos de extrema-direita que estão se preparando para um confronto".

    Que tipo de confrontação? "Confrontos entre comunidades", ressaltou ele eufemismo para "guerra contra os muçulmanos". "Mais um ou dois ataques terroristas", acrescenta ele "e poderemos nos ver diante de uma guerra civil".

    Em fevereiro de 2016, diante da Comissão do Senado responsável pelas informações da inteligência, ele voltou a afirmar: "nós estamos dirigindo nossos olhares para a extrema-direita que está apenas esperando que aconteçam mais ataques terroristas para lançarem mão de confrontos violentos".

    Ninguém sabe se o terrorista que lançou o caminhão em cima da multidão no Dia da Bastilha em 14 de julho em Nice matando mais de 80 pessoas irá precipitar uma guerra civil na França, mas poderá ajudar a identificar o que irá gerar esse risco na França e em outros países como a Alemanha ou a Suécia.

    A principal razão é o fracasso do estado.

    1. A França Está em Guerra, Mas Nunca se Menciona o Nome do Inimigo.

    A França é o principal alvo de recorrentes ataques islamistas os banhos de sangue que mais ficaram em evidência ocorreram na redação da revista Charlie Hebdo e no supermercado Hypercacher de Vincennes (2015) na sala de espetáculos Bataclan, nos restaurantes próximos e no Estádio Stade de France (2015) no ataque frustrado contra o trem Thalys na decapitação de Hervé Cornara (2015) no assassinato de dois policiais em Magnanville em junho (2016) e agora no atropelamento do caminhão em Nice no dia do festejo da Revolução francesa de 1789.

    A maioria desses ataques foram cometidos por muçulmanos franceses: cidadãos voltando da Síria (os irmãos Kouachi contra o Charlie Hebdo) ou por islamitas franceses (Larossi Abballa que matou a família de um policial em Magnanville em junho de 2016), que mais tarde assumiu sua lealdade ao Estado Islâmico (ISIS). O assassino do caminhão em Nice era tunisiano, casado com uma francesa com a qual teve três filhos, viviam tranquilamente em Nice até que ele resolveu matar mais de 80 pessoas e ferir dezenas mais.

    Após cada um desses trágicos episódios o Presidente François Hollande se recusa a dizer quem é o inimigo, se recusa a dizer islamismo e principalmente se recusa em citar os islamistas franceses como inimigos dos cidadãos franceses.

    Para Hollande o inimigo é uma abstração: "terrorismo" ou então "fanáticos". Mesmo quando o presidente já ousa apontar o inimigo como sendo o "islamismo", ele se recusa a dizer que irá fechar todas as mesquitas salafistas, proibir na França a Irmandade Muçulmana e organizações salafistas ou proibir que as mulheres usem véus nas ruas ou nas universidades. Não, o presidente francês opta por reafirmar sua determinação a favor de ações militares no exterior: "iremos reforçar nossas ações na Síria e no Iraque," ressaltou o presidente após o ataque em Nice.

    Para o presidente francês, o posicionamento de soldados no próprio país deve ser empregado apenas em casos de operações defensivas: política de contenção, não o rearmamento ofensivo da república contra um inimigo interno.

    Confrontados com esse fracasso da nossa elite que foi eleita para capitanear o país pelos perigos nacionais e internacionais causaria alguma surpresa se grupos paramilitares estiverem se organizando para retaliar?

    Conforme salienta Mathieu Bock-Côté, sociólogo da França e do Canadá, no jornal Le Figaro:

    "As elites ocidentais, com uma obstinação suicida, opõem-se em identificar o inimigo. Confrontadas com ataques em Bruxelas ou Paris, elas preferem imaginar uma luta filosófica entre a democracia e o terrorismo, entre uma sociedade aberta e o fanatismo, entre a civilização e a barbárie".

    2. A Guerra Civil Já Começou e Ninguém Quer Dar um Nome a Ela.

    A guerra civil começou há dezesseis anos, com a Segunda Intifada. Enquanto os palestinos levavam a efeito ataques suicidas em Tel-aviv e Jerusalém, os muçulmanos franceses começavam a aterrorizar os judeus que viviam pacificamente na França. Durante dezesseis anos, os judeus na França foram massacrados, atacados, torturados e esfaqueados por cidadãos franceses muçulmanos, teoricamente para vingar os palestinos da Cisjordânia.

    Quando um grupo de cidadãos franceses, que são muçulmanos, declara guerra a outro grupo de cidadãos franceses que são judeus, que nome se dá a isso? Para o establishment francês, não se trata de guerra civil, é apenas um lamentável mal-entendido entre duas comunidades "étnicas".

    Até agora ninguém queria estabelecer uma ligação entre estes ataques e o ataque assassino em Nice contra pessoas que não eram necessariamente judias e chamá-lo como deveria ser chamado: guerra civil.

    Para o establishment francês, politicamente correto ao extremo, o perigo de uma guerra civil somente se concretizará se houver retaliação contra muçulmanos franceses se todos apenas cederem às suas exigências tudo estará bem. Até agora ninguém pensou que os ataques terroristas contra os judeus cometidos por muçulmanos franceses contra os jornalistas do Charlie Hebdo por muçulmanos franceses contra um empresário que foi decapitado há um ano por um muçulmano francês contra o jovem Ilan Halimi por um grupo de muçulmanos contra escolares menores de idade em Toulouse por um muçulmano francês contra os passageiros do trem Thalys por um muçulmano francês, contra pessoas inocentes em Nice por um francês praticamente muçulmano fossem sintomas de uma guerra civil. Estes banhos de sangue continuam a ser vistos, até hoje, como algo parecido com um trágico mal-entendido.

    3. O Establishment Francês Considera os Pobres, os Idosos e os Desiludidos o Inimigo

    Na França, quem reclama mais da imigração muçulmana? Quem mais sofre com o islamismo local? Quem gosta mais de beber uma taça de vinho ou comer um sanduíche de manteiga com presunto? Os pobres e os idosos que vivem perto das comunidades muçulmanas, porque não têm dinheiro para se mudarem para outro lugar.

    Hoje, como resultado, milhões de pobres e idosos na França estão dispostos a elegerem Marine Le Pen, presidente da Frente Nacional (partido de direita), como próxima presidente da República, pela simples razão da Frente Nacional ser o único partido determinado a combater a imigração ilegal.

    Visto que os franceses idosos e pobres estão dispostos a votar na Frente Nacional, eles se tornaram o inimigo do establishment francês, tanto da direita quanto da esquerda. O que a Frente Nacional está dizendo a essas pessoas? "Vamos restaurar a França como nação dos franceses". E os pobres e idosos acreditam porque eles não têm escolha.

    Na mesma linha, os pobres e idosos na Grã-Bretanha não tiveram outra escolha senão a de votarem a favor do Brexit. Eles fizeram uso do primeiro instrumento que lhes foi fornecido para expressarem seu descontentamento de viver em uma sociedade que não apreciam mais. Eles não votaram com o intuito de dizer: "matem esses muçulmanos que estão transformando o meu país, roubando o meu emprego e absorvendo meus impostos". Eles somente estavam protestando contra uma sociedade que uma elite global tinha começado a transformar sem o seu consentimento.

    Na França, foram as elites globais que fizeram a escolha. Eles decidiram que os "maus" eleitores da França eram pessoas desatinadas, idiotas demais, racistas demais para enxergarem a beleza de uma sociedade aberta para aqueles que muitas vezes não querem se assimilar, que querem que você seja assimilado por eles e que ameaçam matá-lo se você discordar.

    As elites globais fizeram outra escolha: se posicionaram contra os próprios idosos e pobres do país porque eles não quiseram mais votar neles. As elites globais também optaram por não combater o islamismo, porque os muçulmanos votam globalmente na elite global. Os muçulmanos na Europa também oferecem uma grande "recompensa" para a elite global: votam coletivamente.

    Na França, 93% dos muçulmanos votaram no atual presidente, François Hollande em 2012. Na Suécia, os sociais-democratas afirmaram que 75% dos muçulmanos suecos votaram neles na eleição geral de 2006 estudos mostram que o bloco "vermelho-verde" conquista de 80 a 90% dos votos muçulmanos.

    4. A Guerra Civil é Inevitável? É!

    Se o establishment não quer enxergar que a guerra civil foi declarada primeiro pelo extremistas muçulmanos se o establishment não quer enxergar que o inimigo na França não é a Frente Nacional, a AfD na Alemanha ou os Democratas Suecos e sim o islamismo na França, Bélgica, Grã-Bretanha e Suécia então haverá sim uma guerra civil.

    Tanto a França quanto a Alemanha e a Suécia, dispõem de militares e policiais fortes o suficiente para combaterem o inimigo islamista interno. Mas primeiro eles têm que apresentar o nome do inimigo e tomar medidas contra ele. Caso contrário se deixarem os cidadãos autóctones aflitos, sem opção a não ser se armarem e retaliarem sim, a guerra civil é inevitável.


     
    Yves Mamou, radicado na França, trabalhou por duas décadas como jornalista para o Le Monde.  Original em inglês:  France: The Coming Civil War, Tradução: Joseph Skilnik

Sem Ordem não há Progresso - "Chega de inversão de valores"


O estudo intitulado Perils of Perception (Perigos da Percepção) do instituto britânico Lpsos Mori, realizou uma pesquisa feita com 33 nações entre os dias 1 e 16 de outubro de 2015, ficando o Brasil com a medalha de bronze ao atingir o terceiro lugar no ranking dos países mais ignorantes sobre si mesmos do mundo. 

Como cidadão brasileiro mesmo que envergonhado, vejo que esta pesquisa possui sim uma certa credibilidade e que em dados demonstrou que a percepção de conhecimentos da nossa população é muito baixa, característica que nos torna uma sociedade desinformada, ignorante e facilmente enganada pela classe dominante. Visualizo também dois fatos que provavelmente fazem parte das causas que nos colocam nesta posição do ranking. Primeiramente destaco a péssima qualidade da educação publica hoje oferecida, que está objetivada apenas em atingir dados e não educar, aperfeiçoar e formar pessoas, exemplo disso é o Projeto “Progressão Continuada” do Estado de São Paulo, que conseguiu sim atingir um bom percentual referente ao número populacional formado ou em estudo, mas que infelizmente consegue formar no Ensino Médio pessoas que não sabem ao menos efetuar pequenos cálculos, ler e escrever corretamente. Em segunda instância destaco os meios de comunicação e informação deste país que são praticamente todos de posse de uma classe dominante, onde todo proprietário cobra de seus jornalistas, a edição de toda e qualquer notícia em prol de seu favorecimento próprio ou como método de denegrir seus rivais e para completar a mídia que não possui lá sua ligação com os membros dessa classe dominante, também vem a distorcer suas publicações em busca da tão sonhada audiência, usando quase que 100% da grade de programação com programas de “baixo calão”, que não nos oferecem nada que seja útil e passível de absorção de algum conhecimento.

Sendo assim estamos sendo dominados por uma classe chamada “políticos em exercício”, que usam de todas as formas para inibir a aquisição de conhecimento da população deste país, que sendo uma das mais ignorantes do mundo, nunca saberá através dos nossos processos eleitorais ditos como “democráticos” eleger bons administradores públicos, muito menos participar de uma administração em busca do progresso. Temos sim eleições bem fiscalizadas pela justiça, utilizamos de urnas eletrônicas dificilmente fraudáveis, todos nós cidadãos temos o direito de votar, mas isso não faz nossas eleições serem democráticas, pois se nossa classe dominante chamada “políticos em exercício” vem sendo a mesma desde 1988 e nada de melhorias tem nos oferecido, isso é sinal de que na verdade somos enganados e estamos sim fortemente dominados. 

Estes políticos nos dominaram sim, há anos estão nos enganando e tomando tudo aquilo que nosso deveria ser, mas devido as disputas dentro do poder público de quem roubava, desviava recursos ou buscava mais privilégios, os mesmos acabaram que perdendo a ordem entre eles. E o que antes era disfarçado e até invisível, chegou aos olhos e ouvidos da sociedade brasileira, que mesmo sendo ignorante saiu à luta em protesto a esta realidade. Pena que em alguns casos integrantes da nossa sociedade, incentivados por políticos agiram também sem o uso da ordem, saindo pelas ruas quebrando há tudo o que é nosso e já não é dos melhores ou até mesmo levantando bandeiras favoráveis a esta atual desordem.

Então sociedade brasileira é hora de manter a ordem e a paciência, buscar conhecimentos, analisar caso a caso das pretensões de voto e tentar eleger novos rumos dentro da nossa democracia, objetivados em buscar à ordem deste país, adquirir direitos e também deveres. Eleger alguém que nos ofereça segurança, educação e saúde, mas que nos desligue destes atuais dominadores e que no futuro tendo nós usufruídos de uma educação de qualidade não sejamos mais passíveis de ser enganados.

Temos hoje muitas leis, que nos oferecem muitas regras, muitos artigos, muitos parágrafos, mas com muito, muito pouca Justiça, o excesso de palavras confunde, contradiz-se e, ao fim, abre brechas à impunidade e a privilégios injustos, sendo assim além da “Lava Jato” temos que fazer é um “limpa” dentro dos nossos poderes, para que estes possam também fazer uma limpeza em nossas leis, criadas cada uma delas, para beneficiar a classe de seu próprio autor e não há uma sociedade em si. Chega de inversão de valores, de classes, de cotas, de assistencialismo, de direitos humanos que nos fazem dependentes de eleger novamente os mesmos representantes, nós cidadãos brasileiros queremos apenas aprender e ter condições de conquistar aquilo que almejamos, poder usar do que é nosso da melhor forma, queremos direitos cumpridos, mas também queremos cumprir a nossos deveres, para que nunca mais possamos perder a ordem, pois SEM ORDEM NÃO HÁ PROGRESSO. Agora se não conseguirmos nos livrar destes dominantes nas próximas eleições, Poder Militar nos ajudem, pois, nossa democracia não está funcionando.

Autor: Anderson Gimenes
Grifos: Opinião Crítica 

Anderson Gimenes é Agente Penitenciário, autor do livro "Diário de um Agente de Segurança Penitenciária", publicado pela editora Multifoco. Para saber mais e adquirir o livro, basta clicar na imagem abaixo ou AQUI

Livro "Diário de um Agente de Segurança Penitenciária"
Abraço e até a próxima...

Início