Posts em Destaque

Confira nossas últimas atualizações abaixo e compartilhe

Solidão e falta de cuidado diminui capacidade do cérebro e aumenta risco de câncer, aponta estudo

Solidão e falta de cuidado diminui capacidade do cérebro e aumenta risco de câncer, aponta estudo

Solidão e falta de cuidado diminui capacidade do cérebro e aumenta risco de câncer, aponta estudo


Relações sociais significativas são uma parte importante da saúde emocional e da qualidade de vida, mas também existem laços entre conexão social e saúde cerebral


Em um estudo recente que ajudei a conduzir na Universidade Estadual de Ohio, meus colegas e eu encontramos maiores taxas de concentração e dificuldades de memória entre sobreviventes do câncer de mama que experimentaram altos graus de solidão, em relação a outros com taxas mais baixas de solidão.

Pesquisas anteriores já descobriram links entre solidão e bem-estar físico - sentir que a qualidade de seus relacionamentos não é boa é um fator de risco para uma grande variedade de problemas de saúde, incluindo problemas cardiovasculares -, mas nosso estudo recente abriu novos fundamentos na busca de conexões entre isolamento social e funcionamento cognitivo.


Está muito claro que pessoas mais solitárias enfrentam dificuldades de concentração e memória, algo que realmente não sabíamos antes.

Explorando o vínculo entre a solidão e o cérebro


Os cientistas já entenderam que a solidão pode ter um impacto negativo no cérebro. Existe uma conexão entre os sentimentos negativos [como a falta de amor] e um tipo de inflamação cerebral conhecida por ser um fator de risco para a doença de Alzheimer, o que sugeri um vínculo potencial entre a solidão e a capacidade geral do cérebro de funcionar.

Ao mesmo tempo, haviam poucas investigações demonstrando que a solidão poderia impactar os aspectos-chave da cognição, como a atenção e a memória.

A fim de determinar se a solidão poderia levar à diminuição da saúde cerebral, minha equipe de pesquisa e eu estudamos três grupos de sobreviventes do câncer de mama, juntamente com grupos de controle que incluíam indivíduos que não eram sobreviventes de câncer.

Para os dois primeiros estudos, os participantes auto-descreveram o grau de solidão percebida e [aspectos da] função cognitiva; um grupo recebeu mais questionários da pesquisa padrão e testes de cognição.

As três fases do estudo produziram resultados notavelmente consistentes. Não foram apenas os sobreviventes de câncer de mama mais solitários que enfrentaram dificuldades cognitivas. As questões de atenção e memória também apareceram entre os grupos de controle [que não tiveram câncer], sugerindo que era a solidão, e não o tratamento do câncer, que explicava a concentração e a memória em declínio.

O caminho adiante - O dilema do tratamento


O vínculo entre isolamento social e saúde cerebral parece ser um avanço importante para o tratamento de problemas cognitivos. Mas a pesquisa levanta algumas questões adicionais complexas e destaca a dificuldade de medir variáveis ​​subjetivas que afetam o desempenho cognitivo.

Agora temos uma base para explorar os laços entre solidão e doenças neurológicas como a doença de Alzheimer. Explorar a conexão entre isolamento social e distúrbios cerebrais graves pode ajudar os médicos a desenvolver novos métodos de tratamento para abordar problemas cognitivos, além de ajudá-los a reconhecer algumas das causas de concentração e problemas de memória em seus pacientes.


Ao mesmo tempo, a solidão é um conceito abstrato, baseado em sentimentos subjetivos sobre como alguém se sente conectado ou desconectado com o mundo. Os pesquisadores ainda não estão seguros sobre como, ou mesmo se a solidão pode ser tratada clinicamente, pois não temos evidências claras sobre como reduzir a solidão. É um problema difícil de resolver.

Ainda assim, a nova pesquisa reitera uma idéia importante: a saúde física e a saúde mental não são apenas impactadas por doenças, mas também por esses fenômenos um pouco mais abstratos de se sentir amado ou cuidado.

Conexões sociais significativas podem ser tão fundamentais para o bem-estar de alguém como uma dieta saudável. Assim como devemos ter nutrição para viver e prosperar, também precisamos do sustento de nossas relações sociais também.

Comentário:

O que nos chama atenção é o fato de que tal estudo, assim como vários outros que seguiram a mesma linha de pesquisa, aponta para o que já é sabido há milhares de anos. Ora, a Filosofia, Teologia, Psicologia, Antropologia e a própria Biologia já revelaram esses indícios e outros mais.


Dessa forma, o que parece estar por trás dessas pesquisas, na verdade, não é a busca por novos conhecimentos, apenas, mas como alcançar meios de submeter àquilo que a humanidade já reconhece como verdade aos interesses da indústria da saúde.

Em todo caso, é bom que os aspectos emocionais e relacionais do ser humano estejam sendo correlacionados ao modelo biomédico. A psicologia é a grande mestre nesse assunto. Se tivermos que dar mais ouvidos aos profissionais do comportamento, portanto, que seja aos psicólogos.


Por: Dr. Jaremka / Psychology Today
Comentário: Will R. Filho
Esquizofrenia pode surgir como "efeito colateral" do desenvolvimento cerebral, aponta novo estudo

Esquizofrenia pode surgir como "efeito colateral" do desenvolvimento cerebral, aponta novo estudo

Esquizofrenia pode surgir como "efeito colateral" do desenvolvimento cerebral

Pesquisadores identificaram alteração na expressão gênica na área pré-frontal do cérebro em pacientes com esquizofrenia. O estudo relata que a esquizofrenia pode ter evoluído como "efeito colateral" do desenvolvimento do cérebro humano.

A esquizofrenia pode ter evoluído como um "efeito colateral indesejável" do desenvolvimento do cérebro humano, descobriu um novo estudo.

O estudo identificou a alteração da expressão gênica na área do cérebro que é mais diferente entre humanos e animais, incluindo nossas espécies mais próximas, primatas não humanos.

Publicado pelo jornal científico Nature, o estudo foi realizado por um grupo de pesquisadores de Swinburne, The Florey Institute of Neuroscience & Mental Health e University of Melbourne. Ele revela grandes mudanças na expressão de genes na área frontal do cérebro dos pacientes com esquizofrenia.

"Esta é a área do nosso cérebro que evoluiu mais recentemente e a maioria nos diferencia de outras espécies", diz o professor Brian Dean, do Centro de Saúde Mental de Swinburne e do Instituto Florey.

"Existe o argumento de que a esquizofrenia é um efeito colateral indesejável do desenvolvimento do cérebro humano, e nossas descobertas parecem apoiar esse argumento".

Uma susceptibilidade genética para a esquizofrenia


Agora, pensa-se que a esquizofrenia ocorre em pessoas com susceptibilidade genética, depois de encontrarem um fator ambiental prejudicial, como nascimento prematuro ou uso de drogas.

"Pensa-se que a esquizofrenia ocorre quando os fatores ambientais desencadeiam mudanças na expressão gênica do cérebro humano. Embora isso não seja totalmente compreendido, nossos dados sugerem que a área frontal do cérebro é severamente afetada por tais mudanças", disse o professor Dean.

Ao realizar a pesquisa, a equipe do Professor Dean realizou um estudo pós-morte de cérebros humanos em que compararam a expressão gênica entre 15 pacientes com esquizofrenia e 15 sem.

Na avaliação de cérebros de pessoas conhecidas por terem esquizofrenia, a equipe encontrou 566 casos de alteração de expressão gênica na parte mais frontal do cérebro e menos mudanças nas regiões adjacentes.

"Essas áreas do cérebro são conhecidas por mediar os traços relacionados à esquizofrenia", diz o professor Dean.

Uma descoberta chave neste estudo é uma via que contém 97 genes expressos diferencialmente, contendo uma série de potenciais alvos de tratamento de drogas que podem afetar especialmente pessoas com esquizofrenia.

"Uma melhor compreensão das mudanças nesse caminho poderia sugerir novos medicamentos para tratar o transtorno", diz o professor Dean.

O estudo lança uma imagem complexa das causas da esquizofrenia, disse o professor, mas sugere que as tecnologias modernas podem ser usadas para ajudar a desvendar essas complexidades.


ALERTA: 20% dos Venezuelanos não tomam café da manhã e mais da metade passa fome, revela pesquisa

ALERTA: 20% dos Venezuelanos não tomam café da manhã e mais da metade passa fome, revela pesquisa

Venezuelanos não tomam café da manhã

A Pesquisa sobre Condições de Vida na Venezuela (Encovi) apresentada nesta quarta-feira e realizada com 6.168 famílias de todo o país, feita pelas principais universidades venezuelanas, revelou que 64% dos entrevistados afirmam ter perdido uma média de 11 quilos no último ano por não ter acesso a alimentos.

A Encovi, realizada a cada ano desde 2014, foi elaborada com informações obtidas entre os meses de julho e setembro, por isso os pesquisadores deixaram claro no dia da sua apresentação que estes resultados não refletem o efeito que teve sobre os venezuelanos o fenômeno da hiperinflação, que começou em outubro.

"Há uma média de 64% de pessoas que afirmam uma perda de peso de 11 quilos no último ano", disse Marianella Herrera, da Universidade Central da Venezuela (UCV), com pós-graduação em Nutrição Clínica da Universidade Simón Bolívar (USB).


Marianella explicou que 61% dos consultados disseram "ter ido para a cama com fome" porque não contavam com alimentos suficientes e 90% disseram que sua renda "não é suficiente" para comprar os alimentos necessários.

Além disso, 78% dos entrevistados dizem que não conseguem muitos dos alimentos da cesta básica.

Vale lembrar que na Venezuela há muitos alimentos básicos que não são encontrados nos mercados, mas que podem ser obtidos com comerciantes informais a preços elevados ou em marcas muito caras em supermercados.

Os resultados apresentados pela especialista em nutrição indicam que 63% das pessoas praticaram a "estratégia" de "reduzir os alimentos em casa" ao eliminar refeições ou diminuir as porções nos pratos.

"Há 20% que não tomam café da manhã e os lanches estão praticamente eliminados", enquanto "70% dizem que não conseguem comprar alimentos saldáveis e equilibrados".

Marinella acrescenta que, definitivamente, "80% das famílias apresentam algum grau de insegurança alimentar", o que significa que foram identificadas com três ou mais das variáveis anteriores que têm a ver com acesso, custo ou qualidade.

"Temos relatos dramáticos de mães decidindo qual criança vai alimentar hoje (...) isso está acontecendo", comentou.


Por outro lado, a especialista afirma que os venezuelanos estão perdendo o senso do que é uma "refeição completa", pois com frequência os pratos não têm equilíbrio nutricional.

"A dieta tradicional continua perdendo quantidade e qualidade, destaca a diminuição da quantidade de farinha de milho e a que há disponível é, em sua maioria, importada e não está enriquecida tal como exigem os regulamentos nacionais", disse Marinella, que acrescentou que as normas sobre nutrição "costumavam ser extremamente rigorosas".

A nutricionista afirma que atualmente existe uma "deterioração na qualidade dos produtos" que a população está consumindo, que "a dieta consiste em arroz, milho, farinha de trigo, tubérculos" e as fontes de ferro e outros micronutrientes se reduziram.

Fonte: Efe
Contrariando as expectativas, Trump considera armar professores: "Uma escola sem armas é um ímã para pessoas más"

Contrariando as expectativas, Trump considera armar professores: "Uma escola sem armas é um ímã para pessoas más"

Contrariando as expectativas, Trump considera armar professores

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mais uma vez vai na contramão do politicamente correto ao dizer nesta quinta-feira que "uma escola sem armas é um ímã para pessoas".

A declaração polêmica ocorre pouco mais de uma semana após o ataque em uma escola na Flórida, no último dia 16, onde um jovem de 19 anos abriu fogo contra os alunos, matando 17 e deixando vários feridos.

"Vou analisar a possibilidade de dar armas escondidas para armar professores aptos com experiência militar ou especial de formação", disse Trump no Twitter, falando também que deve estudar meios de restringir o acesso de armas para pessoas sem capacitação.

Trump deixou claro que apesar de cogitar armar professores, estes devem ter experiência e alguma formação militar, o que segundo ele seriam cerca de 20% do contingente. Dessa forma, Trump acredita que esses professores possam impedir novos ataques.

"Uma escola sem armas é um ímã para pessoas más. OS ATAQUES ACABARIAM! ", escreveu ele, enfatizando o fim dos atentados.

Em outra mensagem, Trump também anunciou que iria promover a Revisão Integral de Antecedentes com ênfase em saúde mental das pessoas que utilizam a posse e porte de armas, e que aumentaria a idade mínima de acesso a armas para os 21 anos (atualmente é de 19) e proibiria a venda de dispositivos que transformam rifles em armas automáticas.

"O Congresso está no momento adequado para finalmente fazer alguma coisa sobre esta questão. Espero!", disse ele.
LUTO: Morreu nesta quarta Billy Graham, o "Apóstolo Paulo do século XX" - Conheça um pouco da sua história

LUTO: Morreu nesta quarta Billy Graham, o "Apóstolo Paulo do século XX" - Conheça um pouco da sua história


Billy Graham morreu nesta quarta-feira aos 99 anos. O evangelista de renome mundial morreu pacificamente em sua casa em Montreat, Carolina do Norte, depois de lutar com vários problemas de saúde ligados à sua idade avançada.

Em uma declaração ao The Christian Post, Will Graham, o neto de Billy Graham (cujo nome completo é William Franklin Graham Jr.) e o filho de Franklin Graham, disseram:

"Meu avô disse uma vez: 'Um dia você vai ouvir que Billy Graham morreu. Você não acredite nisso. Naquele dia, eu vou estar mais vivo do que nunca! Eu acabei de mudar de endereço'. Meus amigos, hoje meu avô mudou-se da terra dos mortos para a terra dos vivos", declarou Will Graham.

"Lamentamos que ele não está mais conosco fisicamente aqui na Terra, mas não nos entristecemos como aqueles que não têm esperança. Meu avô investiu toda a sua vida ao compartilhar a promessa da eternidade através de Jesus Cristo, e hoje ele teve a oportunidade para perceber essa esperança, ajoelhando-se diante de seu Salvador e ouvindo as palavras: 'Bem vindo, servo bom e fiel'. Minha família aprecia suas orações agora e nos próximos dias".

Desde que Billy Graham pregou seu último sermão em 7 de novembro de 2013 para "My Hope America With Billy Graham", um movimento nacional para expor os americanos à mensagem de salvação em Jesus Cristo, ele pareceu deixar a vida e ser mais pronto do que nunca para ir ao Céu, observou sua família.

"No dia 7 de novembro, ele (Billy Graham) terminou sua carreira e até então, Deus protegeu sua saúde e deu-lhe força sobrenatural, e agora o que resta é que ele volte para casa", disse Will Graham ao noticiário em dezembro de 2013. "Deus removeu sua mão de proteção e a velhice se instalou", completou.

Apesar de seu estado enfraquecido, Graham estava trabalhando em um livro até o momento da sua morte. O último livro de Graham foi publicado em outubro de 2013 e intitulado The Reason for My Hope: Salvation.

No total, Graham escreveu 32 livros, incluindo sua autobiografia Just As I Am (1997), Nearing Home  (2011) e Anjos: God's Secret Agents  (1975), que vendeu 1 milhão de cópias dentro de 90 dias.

Billy Graham nasceu em 7 de novembro de 1918, em Charlotte, Carolina do Norte, e criou uma fazenda de lácteos. Ele se formou no Wheaton College em Wheaton, Illinois - casa do Billy Graham Center Museum e onde conheceu sua esposa, Ruth McCue Bell, filha de um cirurgião missionário na China. Eles foram casados ​​por mais de 60 anos até a morte de Ruth em 2007.

Graham, um Batista do Sul, pregou o Evangelho a mais pessoas em plateias ao vivo do que qualquer outra pessoa na história. A Associação Evangélica Billy Graham estima que ele pregou ao vivo para quase 215 milhões de pessoas em mais de 185 países e territórios, e centenas de milhões de pessoas mais através da televisão, vídeo, filmes e webcasts. Ele levou centenas de milhares de indivíduos a tomar decisões pessoais ao entregar suas vidas a Jesus Cristo, de acordo com a BGEA.

Ele também é conhecido como um "pastor para presidentes", tendo se reunido com todos os presidentes dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial até Barack Obama.

Para a festa de 95 anos, o presidente Bill Clinton foi um dos 700 convidados que incluíram Sarah Palin, Donald Trump, Rupert Murdoch e Rick Warren. E para a dedicação da Biblioteca Billy Graham em Charlotte, Carolina do Norte, em 2007, três ex-presidentes dos EUA vieram compartilhar o evento importante com ele: George HW Bush, Jimmy Carter e Bill Clinton.

"Toda vida que Billy Graham já tocou - incluindo pessoas que nunca se tornaram presidentes, nunca falou em uma cruzada - se torna melhor porque ele era um bom e fiel servo dos dois mandamentos mais importantes (amar a Deus com todo o seu coração e amar o seu próximo como a ti mesmo)", disse Clinton em seu discurso durante a cerimônia de entrega do cargo em 31 de maio de 2007.

Para o 95º aniversário de Graham em 2013, vários pastores de grandes igrejas deram homenagens ao evangelista durante entrevistas ao The Christian Post na conferência Resurgence.

Rick Warren, da Igreja Saddleback no sul da Califórnia e autor do best-seller The Purpose Driven Life , disse à CP que Billy Graham estava entre seus mentores.

"Uma das coisas que muitas pessoas não sabem sobre Billy Graham é que ele também foi um incentivo para os pastores", disse Warren. "Uma vez em Amsterdã, ele trouxe 12 mil evangelistas de todo o mundo. Escrevi métodos de estudo da Bíblia e Billy trouxe um livro para cada um desses evangelistas e me fez participar desse ensino.

"Ele foi, em primeiro lugar, um incentivador", lembra Warren com carinho.

Billy Graham deixou em vida seus cinco filhos - Virgínia, Anne Morrow, Ruth Bell, William Franklin, III e Nelson Edman - 19 netos e inúmeros bisnetos.

Fonte: The Chistian Post

Assista abaixo uma das últimas mensagens de Graham em vídeo:


Venezuela lança o "Petro", a criptomoeda que visa superar o bloqueio econômico dos EUA

Venezuela lança o "Petro", a criptomoeda que visa superar o bloqueio econômico dos EUA


Começou ontem a ser vendida a moeda virtual venezuelana, o petro, tentativa do regime de Nicolás Maduro para ultrapassar os problemas de liquidez do país, que tem se mostrado incapaz de cumprir com as suas obrigações financeiras internacionais.

"Demos início formal, e com sucesso, à concretização do processo de pré-venda do nosso criptoativo, o petro", anunciou o vice-presidente Tareck el Aissami, numa intervenção realizada na sede da presidência, o palácio de Miraflores, em Caracas.

Terão sido transacionados em venda privada 38,4 milhões de petros, de uma emissão total de cem milhões, e colocados outros 44 milhões em oferta pública. O remanescente ficou reservado pelo governo.

O valor de cada petro é equivalente ao valor de um barril de petróleo venezuelano, atualmente cotado a 60 dólares.

O lançamento do petro fora inicialmente anunciado pelo presidente Nicolás Maduro no final de 2017, com o objetivo "de realizar transações financeiras e obter novas formas de financiamento", disse então o dirigente venezuelano.

Para Maduro, a Venezuela é alvo de uma "guerra econômica" dirigida pelos Estados Unidos e apoiada pela oposição interna. Washington decretou sanções econômicas em 2017 e proibiu que investidores privados americanos de adquirirem títulos de dívida pública da Venezuela.

Desde então, o país tem tido grande dificuldade em obter divisas e em refinanciar a sua dívida. O Departamento de Estado americano já advertiu que qualquer aquisição da moeda virtual venezuelana será equivalente à violação das sanções em vigor contra este país.

Em geral, os analistas de mercados exibiram claro ceticismo perante a operação, considerando que o nível de investimento a ser alcançado será insuficiente para as necessidades de financiamento da Venezuela. Alguns referiram que a conjuntura econômica do país, caracterizada pela hiperinflação e o peso desmesurado da despesa pública, manterão afastados os investidores.

Foi destacado ainda que, ao contrário de outras moedas virtuais (ou criptomoedas), que são criadas de forma descentralizada, o petro é emitido de forma centralizada pelo governo de Caracas [tornando a Venezuela o primeiro país do mundo a lançar uma moeda virtual oficialmente].

Finalmente, foi sugerido que o surgimento do petro irá contribuir ainda mais para a desvalorização da moeda oficial, o bolívar [que hoje vale míseros US$ 0,00004]. (...)

Comentário:

Segundo um levantamento realizado pela empresa de consultoria econômica Hercon, mais de 70% dos venezuelanos vivem em condição de pobreza. A inflação do país aumentou 2.500% e cerca de 90% da população não possui renda suficiente para viver de forma digna.

Os recentes embargos econômicos dos Estados Unidos, precisamos ressaltar, se deu após o regime de Nicolás Maduro instaurar medidas autoritárias, como o fechamento do Congresso, destituição de juízes, procuradores e a perseguição aos opositores políticos do regime.

É o governo socialista de Nocolás Maduro, somado à herança de Hugo Chaves, que veem destruindo a economia venezuelana e, consequentemente, a qualidade de vida do seu povo.

As eleições marcadas para o próximo dia 22 de abril deverão exemplificar mais cenas de autoritarismo, manipulação eleitoral e opressão deste, que, apesar de já ser considerado um governo ditador, continua sendo apoiado pelos partidos de esquerda do Brasil.


Com informações: Diário de Notícias
Comentário: Will R. Filho
Senado aprova intervenção no Rio e petistas dizem que é "apenas uma ação de marketing"

Senado aprova intervenção no Rio e petistas dizem que é "apenas uma ação de marketing"


Os moradores do Rio de Janeiro podem amanhecer mais sossegados na manhã dessa quarta-feira. O Senado Federal aprovou na noite de ontem, por 55 votos a favor, 13 contra e uma abstenção, o decreto presidencial que autoriza a intervenção federal na segurança pública do Estado.

Só no ano passado foram 6.731 mortes registrada em consequência da violência no Rio, sendo 100 de policiais e 10 de crianças. Os números superam os de algumas guerras e causam perplexidade devido à situação de caos na segurança pública do Estado.

O Senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), relator do decreto que autorizou a intervenção, a medida "não pode ser banalizada", pois se trata de uma exceção que visa conter a onda de violência:


"Sabemos que esta não é (um problema) exclusivo do Rio de Janeiro. Há altos índices de violência em outros estados, mas sem dúvida, a situação do Rio repercute muito mais, tanto no país, como no exterior", disse ele, que também defendeu o aumento de recursos para a intervenção:

"Se existe um estado de exceção, então devemos dar todo empenho e sacrifício necessário para realizar este trabalho", disse o senador, segundo informações da agência Efe, se referindo à necessidade de ajustar o orçamento e dar mais recursos para a medida.


Oposição do PT - Gleisi Hoffmann critica a intervenção federal no Rio de Janeiro


A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffmann, criticou a decisão, afirmando que "não é papel das Forças Armadas exercer função de polícia".

Seguindo a mesma pauta, o Senador Humberto Costa (PT-PE) tentou aproveitar a ocasião para criticar o Presidente Temer: "O governo deveria utilizar o fator surpresa para enfrentar os bandidos", disse Costa, para quem a intervenção no Rio é "apenas uma ação de marketing".

Um mandado coletivo de busca e apreensão também está sendo cogitado pelo exército. Entidades de "direitos humanos" e partidos notadamente de "esquerda" criticam essa possibilidade, alegando violação à liberdade individual e ao asilo inviolável, conforme a Constituição.


A verdade, no entanto, é que a população, verdadeira interessada na segurança pública, visto que é o grande alvo da violência (e não os políticos, que contam com maior proteção), não parece estar preocupada com o fato do Exército obter mandado coletivo de busca e apreensão.

Ato de "marketing" é querer insinuar que o cidadão de bem está preocupado com a violação da sua privacidade pelo Exército quando, na verdade, ele está mesmo preocupado é com a violação de privacidade pelos bandidos, que podem à revelia do Estado invadir, assaltar e assassinar sua família.

Ao que parece, numa situação excepcional de caos, apenas bandidos e pessoas interessadas na violência temem o mandado coletivo de busca do Exército. Aqui vale o ditado popular: "quem não deve, não teme", certo?
ALERTA: Pais perdem a guarda da filha "transgênero" por não autorizarem "mudança de sexo"

ALERTA: Pais perdem a guarda da filha "transgênero" por não autorizarem "mudança de sexo"

Pais perdem a guarda da filha "transgênero"

Um juiz de Hamilton County, Ohio, deu na última sexta-feira (17) a custódia de uma adolescente transgênero a seus avós, em vez de seus pais, permitindo que eles tomem decisões por conta própria acerca da "transição sexual" da jovem.

Isso ocorreu porque os pais da adolescente de 17 anos, que se "sente" homem, não autorizaram ela se submeter a um tratamento hormonal recomendado pelos médicos com a finalidade de lhe dar aparência masculina. Os pais também se negaram chamar a filha pelo nome "transgênero".

Segundo testemunhas, esses fatos desencadearam sentimentos suicidas na jovem, motivando a ação judicial contra os pais.

A juíza Sylvia Sieve Hendon tinha instruído que os nomes da família não fossem divulgados.
A decisão de Hendon diz que, além de receber a custódia, os avós podem solicitar a mudança do nome da adolescente no tribunal de sucessões.

Os avós, em vez dos pais, serão os únicos autorizados a tomar decisões médicas para a adolescente.

Antes da intervenção hormonal, a juíza ordenou que a jovem fosse submetida à uma avaliação psicológica, feita por um profissional fora da esfera de saúde onde a adolescente está sendo acompanhada. O objetivo, segundo a decisão, é verificar a constância na decisão da jovem e sua real insatisfação com o sexo atual.

Uma equipe do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, onde a adolescente é acompanhada desde 2016, aconselhou o tribunal de que a adolescente deveria começar o tratamento o mais rápido possível para diminuir seu risco de suicídio.

O advogado dos pais, no entanto, argumentou que a adolescente não estava "nem perto de ser capaz de tomar uma decisão tão alteradora da vida nesse momento".

Já o advogado do Ministério Público, a favor da adolescente, argumentou que os pais queriam parar o tratamento porque ele viola suas crenças religiosas.

Na decisão de custódia, Hendon disse que os pais terão direitos de visita e são "encorajados a trabalhar para uma reintegração da adolescente na família".

A juíza ainda deu entender que os legisladores deveriam tomar o caso como exemplo, considerando a provável demanda no futuro. Segundo ela:

"O que é claro a partir do testemunho apresentado neste caso e o crescente interesse mundial no cuidado transgênero é que certamente há uma expectativa razoável de que circunstâncias semelhantes às da barra provavelmente se repitam".

"Esse tipo de legislação daria voz e um caminho para os jovens de forma semelhante (a da adolescente), sem atribuir culpa aos pais e envolvê-los em litígios prolongados que podem destruir uma unidade familiar", disse ela.

Comentário:

Como podemos observar, casos como esse estão se tornando mais frequentes. Se trata, sim, da intervenção do Estado na formação familiar, não apenas de forma estrutural, mas conceitual. Isto é, o Estado quer determinar o que a família deve seguir como "padrão" moral, no lugar dos pais.

Já argumentamos aqui em outras publicações que a retirada da guarda dos pais sobre seus filhos não é algo explícito, mas implícito. Não é necessário que o filho seja retirado, de fato, da casa onde habita.

O caso acima é um exemplo drástico que servirá para inibir que os pais se posicionem, cada vez mais, por receio de serem alvos de processo.

Leia também: Juiz brasileiro autoriza tratamento para "mudança de sexo" em garoto de 12 anos contra a vontade do pai

A perda da guarda, portanto, será contundente por via da intimidação e do "politicamente correto". É urgente que profissionais especializados no assunto e a sociedade em geral se manifestem reivindicando a autoridade familiar enquanto célula única (leia-se: com direitos próprios) da sociedade.

Se isso não ocorrer, em breve o Estado tomará conta dos seus filhos, quer nessa ou na próxima geração. E você, pai ou mãe, não passará de um provedor, "refém" dos que governam e determinam sua maneira de pensar e agir.

Com informações: CNN
Comentário: Will R. Filho