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ALERTA: Presidente do Conselho Federal de Psicologia faz viagem e tira selfie com ditador venezuelano

ALERTA: Presidente do Conselho Federal de Psicologia faz viagem e tira selfie com ditador venezuelano


O presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogério Giannini [foto acima, lado esquerdo], esteve há três meses na ditadura socialista da Venezuela para participar do evento “1º Foro Internacional Violencia e Operaciones Psicologicas“, ocorrido entre os dias 11 a 15 de junho de 2017.

De acordo com o Ministério do Poder Popular para a Comunicação e a Informação da Venezuela, o objetivo do evento era abordar “a violência que setores da direita têm pretendido instaurar no país”. O evento foi dirigido pessoalmente pelo ministro Ernesto Villegas, contou com a presença do ditador Nicolás Maduro e teve Rogério como um dos “especialistas” para tratar do assunto objetivo do “foro”.


Rogério não apenas tirou fotos com os presentes, incluindo o próprio ditador Nicolás Maduro, como sua viagem foi paga pelos 300 mil psicólogos do país que são obrigados a financiar o CFP todos os anos pagando até 431 reais por ano.

De acordo com informação divulgada no site de Transparência do CFP (como autarquias federais, todos os Conselhos Profissionais são obrigados a divulgar seus gastos), o apoio ao ditador Nicolás Maduro custou R$ 4.639,46 ao bolso dos psicólogos brasileiros.

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Rogerio também declarou, em vídeo às vésperas das eleições de 2016, que é uma “pessoa de esquerda, com pautas de esquerda” e, portanto, apoiaria uma candidata a vereadora pelo PT em São Paulo. Confira:


Comentário:

Rogério Giannini, assim como qualquer Psicólogo, possui autonomia e liberdade para apoiar, se manifestar e falar em nome do que acredita no campo político ou qualquer outro, porque isso diz respeito à sua vida pessoal. Isso independe de visão política, partido ou personalidade.

Entretanto, enquanto Presidente de uma autarquia que tem como objetivo regulamentar e fiscalizar o - exercício - legal da profissão de Psicólogo, o Presidente não pode atuar ou se beneficiar em nome do CFP no sentido de induzir e favorecer quaisquer concepções políticas e/ou ideológicas.

O Conselho deve ter neutralidade sobre assuntos que não são da sua competência, visto que é um órgão público de administração indireta. Em segundo, o CFP representa não apenas a Psicologia no Brasil, mas também os Psicólogos registrados no órgão, contribuindo com suas anuidades, o que significa plena diversidade de pensamento. Esse é apenas mais um motivo pelo qual a neutralidade é uma necessidade vital para o correta atuação do órgão.

A Psicóloga Marisa Lobo, também conhecida devido suas críticas ao aparelhamento ideológico nos Conselhos de Psicologia, foi a primeira a fazer a denúncia em vídeo do suposto apoio do Presidente do CFP ao ditador venezuelano. Assista abaixo:

Para que não lhe reste dúvidas, é como se o Comandante da Polícia Militar, imbuído da sua autoridade representativa em função do cargo, falasse em nome da PM apoiando, por exemplo, Michel Temer ou tirasse um selfie com o Lula em um comício do Partido dos Trabalhadores. A PM é uma autarquia assim como o Conselho Federal de Psicologia. São órgãos politicamente neutros, regidos apenas pela Constituição Federal.

É preciso apurar melhor as circunstâncias da viagem, bem como a natureza do evento. Se ele foi como representante do CFP ou em nome próprio. Se os temas tratados foram de caráter político, de fato, ou não. Em todo caso, se realmente como apontou o IliSp, os custos da viagem foram financiados pelo CFP, como mostra a imagem, isso é algo extremamente preocupante para os profissionais da Psicologia no país e a própria credibilidade da Psicologia brasileira enquanto ciência.

Difícil e confusa a situação.

Talvez isso explique o número cada vez maior de Psicólogos(as) insatisfeitos com a profissão e com a atuação do CFP frente à questões dessa natureza.

Que sirva de alerta para os Psicólogos.


Fonte da matéria: IliSP
Comentário: Will R. Filho
ABSURDO: Cientistas recomendam parar de ter filhos em nome da "mãe natureza"

ABSURDO: Cientistas recomendam parar de ter filhos em nome da "mãe natureza"


Conhecidos por serem ecologicamente conscientes, os suecos estão levando a sustentabilidade a um nível totalmente novo, em meio a recomendações científicas de pesquisadores e ativistas ambientais para que as novas famílias tenham menos filhos para aliviar a carga sobre a Mãe Natureza.


Muitos suecos têm nos últimos anos adaptado seus hábitos a um estilo de vida mais sustentável, que inclui menos automóveis, comendo menos carne e se abstendo de vôos transatlânticos. No entanto, os ativistas ambientais não estão contentes com os sacrifícios já feitos e estão propagando um planejamento familiar severo para reduzir a produção de carbono.


Erik Isberg, consultor em empreendedorismo sustentável e fundador da ONG Young Collective, exemplificou essa tendência em uma texto de opinião para o diário sueco Dagens Nyheter. Seu título, "Fazer uma escolha para o meio ambiente - tenha apenas um filho" exemplifica a mensagem de forma cristalina.

Ao exortar seus colegas suecos a levarem a mentalidade ambiental para um "novo nível", Isberg refere-se a um estudo realizado pela Universidade de Lund, no sul da Suécia, que classificou [a redução do nascimento] de criança como a opção mais drástica para reduzir as emissões de dióxido de carbono em partes desenvolvidas do mundo.

De acordo com a Universidade de Lund, optar por não ter um filho corresponde a uma redução de 58,6 toneladas equivalentes de dióxido de carbono por ano, enquanto um estilo de vida sem carros economizaria apenas 2,4 toneladas equivalentes de dióxido de carbono por ano, o que é quase 25 vezes menos efetivo, Informou Dagens Nyheter. Em contrapartida, a classificação meticulosa dos resíduos só contribuiu para uma redução de 0,2 toneladas por ano.

"Uma pergunta rapidamente vem à mente: podemos realmente ignorar uma ótima oportunidade para reduzir nosso impacto?", perguntou Erik Isberg retoricamente em seu texto de opinião:

"Ninguém além de você pode escolher isso, e pode ser algo para todos os pais, presentes e futuros, fazerem essa pergunta. Para que essa escolha possa ser o que vai dar ao seu filho um futuro", concluiu.

Kimberly Nicholas, um dos pesquisadores por trás do estudo, argumentou que a superpopulação é erroneamente vista como um problema que afeta apenas os países em desenvolvimento.

"Muitas pessoas podem pensar que o tamanho da população é apenas um problema para os países em desenvolvimento, sem perceber que nós, que vivemos na parte desenvolvida do mundo, realmente causamos um maior impacto ambiental, representando emissões de dióxido de carbono muito maiores por pessoa", disse Kimberly a Dagens Nyheter.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo pesquisador Sifo em fevereiro deste ano, 92% dos suecos consideram que um estilo de vida sustentável e amigável ao meio ambiente é de suma importância, o que torna a iniciativa mais provável (...).

Enquanto isso, a taxa de natalidade da Suécia tem aumentado lentamente, em meio à migração em larga escala para o país nórdico [observe o detalhe da imigração para entender melhor a problemática]. Em números reais, um aumento de 25% nos nascimentos foi registrado entre 2001 e 2014, com uma tendência contínua.


No entanto, surpreendentemente, mulheres com antecedentes estrangeiros estavam tendo mais filhos em média do que as mulheres nascidas na  Suécia [essa é a questão]. Um relatório de 2008 intitulado "Admissão entre nascidos nativos e estrangeiros" encontrou mulheres nascidas no estrangeiro tendo uma taxa de fertilidade de 2,21 crianças por mulher, em oposição a 1,82 crianças por mulheres nativas da Suécia. As mulheres somali apresentaram a maior taxa de fertilidade, de 3.9 nascimentos.

Uma taxa de fertilidade superior a 2,1 é considerada necessária para manter o tamanho de uma população constante na ausência de migração. Portanto, estima-se que a população da Suécia seja superior a 13 milhões de pessoas até 2060, com a porcentagem de nascidos no estrangeiro aumentando para 22%.

Anteriormente, a recomendação [leia-se: obrigação] de uma criança como parte do planejamento familiar foi implementada na China entre 1979 e 2015. Apesar de existirem exceções para muitos grupos, incluindo minorias étnicas, essas restrições impediram 400 milhões de nascimentos [através de muitos abortos e assassinatos], de acordo com o governo chinês.

No final de 2015, isso foi alterado para uma política [de até] dois filhos, apesar de ser apoiada por 76% da população chinesa.

Comentário:

O texto deixa evidente o que está acontecendo na Suécia e que é, também, uma tendência para o restante do mundo.

O discurso ambientalista não é só uma ferramenta de mercado, para exploração econômica, mas também de controle populacional. Claro que muitos não imaginam isso e suas lutas em prol do meio ambiente são legítimas. Devemos aprender a separar as coisas e não generalizar tudo.

Entretanto, percebe-se como nesse caso em questão o discurso ecológico está servindo para, na verdade, fazer a substituição populacional de um país, consequentemente de toda sua cultura e raízes históricas. Os números falam por si e esse pode ser um caminho sem volta.

Há muitas intenções envolvidas nesse jogo de engenharia cultural, com várias perspectivas. Se você achava, ou ainda acha, que Teoria de Conspiração é coisa apenas para filme ou de fanatismo religioso, está muito enganado(a).



Fonte: Sputnik Internacional
Comentário: Will R. Filho 
DENÚNCIA: Fugitiva da Coréia do Norte diz que ditador mantém escravas sexuais e obriga crianças assistirem execuções humanas

DENÚNCIA: Fugitiva da Coréia do Norte diz que ditador mantém escravas sexuais e obriga crianças assistirem execuções humanas


Uma fugitiva norte-coreana alegou que o ditador Kim Jong Un possui escravas sexuais adolescentes retiradas das escolas, obriga crianças assistirem execuções humanas e mantém uma vida de luxo, enquanto sua população morre de fome.


As acusações surgiram em uma entrevista publicada na terça-feira pelo Mirror, que compartilhou a história de Hee Yeon Lim, de 26 anos, descrita como uma ex-membro do regime.

Lim, que agora reside em Seul, Coréia do Sul, disse que conseguiu fugir com sua mãe e irmão mais novo de Pyongyang, na Coréia do Norte, em 2015.


Seu pai, o coronel Wui Yeon Lim, do exército popular coreano, que morreu aos 51 anos, estava permanentemente de plantão, e foi seu trabalho o que lhe deu uma visão exclusiva do regime de Kim.

Ela falou de uma ocasião quando ela e outros colegas receberam ordens para assistirem a execução pública de 11 músicos norte-coreanos acusados ​​de fazer um vídeo pornográfico.

"Os músicos foram trazidos para fora, amarrados, encapuzados e aparentemente amordaçados, para que não pudessem fazer barulho, nem implorar piedade e nem mesmo gritar", disse ela.

"O que eu vi naquele dia me deixou doente do estômago. Eles foram amarrados e mortos por armas antiaéreas", continuou dizendo.

"Havia cerca de 10 mil pessoas levadas para assistir aquele dia e eu estava a 200 metros dessas vítimas. Uma arma foi disparada, o barulho foi ensurdecedor, absolutamente aterrorizante, e as armas foram disparadas uma após a outra. Os músicos simplesmente desapareciam cada vez que as armas eram disparadas contra eles. Seus corpos foram explodidos em pedaços, totalmente destruídos, sangue e pedaços voando em todos os lugares.

Em seguida, foram utilizados tanques para moer os restos das vítimas. Eu me senti desesperadamente doente ao testemunhar isso. Foi tão horrível que não pude comer por três dias, porque fazia meu estômago doer", relatou Lim.

Ela observou que, crescendo, foi informada de que Kim era "como um deus", mas quando o encontrou, lhe achou "aterrorizante, realmente assustador, nada de deus sobre ele".

Apesar de ter casado e ter três filhos, Kim também manteve escravas sexuais, disse ela.

"Funcionários [do ditador Kim] vieram para nossas escolas e escolheram adolescentes para trabalhar em uma das suas centenas de casas, em torno de Pyongyang. Eles levam as mais lindas e observam se possuem pernas retas e boas".

"Elas aprendem a servir comida como caviar e iguarias extremamente raras. Também são ensinadas a massageá-lo e se tornam escravas sexuais".

"Sim, elas têm que dormir com ele e não podem cometer um erro (...) porque podem facilmente desaparecer, simplesmente".

Além disso, apesar da pobreza em que vivem os 25 milhões de norte-coreanos, Kim aparentemente se esconde em "buracos exuberantes" que possuem até piscinas, belos jardins e fontes.


Falando sobre o pai dela, ela disse que era obrigado por lei a dormir no uniforme dele todas as noites. Ela acrescentou que todos os adultos devem fazer o mesmo em momentos de grande tensão, com na ocasião de um teste de mísseis.

"Ele ganhou quase nada, mas recebeu subornos o tempo todo por causa de sua posição", disse Lim.

"Ele nunca falou sobre questões militares. Apenas uma palavra errada, mesmo para um membro da família e você poderia ser morto. O exército é tudo lá".

Entretanto, outros desertores falaram sobre os famosos campos de prisioneiros da Coréia do Norte, onde os prisioneiros políticos, inclusive os cristãos, são mantidos e às vezes executados apenas por sua fé.

"[Nos campos] você é forçado a trabalhar e você vive uma vida não melhor do que um cão ou um porco", disse um desertor anônimo ao Sky News em agosto, acrescentando que "é melhor morrer".

"Se você criticar Kim Jong Un, você irá para um campo de prisão e não voltará", disse o homem. "Na sociedade norte-coreana, você pode fazer tudo, mas não criticar a família Kim. Se você for pego, mesmo que tenha dinheiro, você não poderá sobreviver. É um sistema assustador".

A organização especializada em denunciar a perseguição religiosa no mundo, Christian Solidarity Worldwide, disse ao Christian Post,  em março, que cerca de 100.000 a 200.000 pessoas são mantidas em tais campos, "sujeitas às piores formas de tortura, trabalho escravo, negação de assistência médica, violência sexual e, em alguns casos, execução".

Comentário:

Como em todo regime ditatorial socialista, a opressão da população é marcante, enquanto os "senhores" e "iluminados" controladores da liberdade alheia por meio da força, gozam de privilégios e do sangue e suor da classe trabalhadora. Isso não é uma cogitação, mas uma constatação histórica.

Mais surpreendente é que apesar das muitas denúncias e provas do quão alienado é o sistema ditatorial norte-coreano, por exemplo (com base nos depoimentos dos próprios fugitivos), ainda é possível encontrar pessoas defendendo à distância, óbvio (risos), tal regime.

São os teóricos de gabinete e dos quadros negros, hipócritas que nada sabem, na prática, sobre a real condição de sofrimento da população desse país, e que preferem ignorar o testemunho vivo de quem sentiu na pele as mazelas do regime, apenas para manter viva uma utopia que a história já provou ter sido um fracasso.


Fonte: Christian Post
Comentário: Will R. Filho
PEDOFILIA: Papa Francisco diz que Igreja demorou a "tomar consciência" e que abusadores são "doentes"

PEDOFILIA: Papa Francisco diz que Igreja demorou a "tomar consciência" e que abusadores são "doentes"


O papa Francisco anunciou nesta quinta-feira que um religioso efetivamente condenado por abuso sexual contra um menor de idade não poderá apresentar recurso e jamais terá a graça concedida.


O pontífice fez este anúncio ao receber os membros da Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores, organismo criado por ele há quatro anos para trabalhar pela educação e prevenção de abusos dentro Igreja Católica.


Francisco, que tinha um discurso escrito, deixou o protocolo de lado para falar de forma improvisada de algumas das preocupações e acusações de atraso que surgiram sobre como a Igreja está enfrentando o problema e reconheceu que existe lentidão na hora de analisar os muitos casos que chegam.

Segundo o papa, os atrasos se devem a dois fatores: falta de pessoal e os vários pedidos de recurso.

"Os advogados trabalham para tentar diminuir a pena, porque é disso que os advogados vivem", explicou o pontífice, lembrando que então todos os aspectos legais são analisados novamente, provocando mais atraso.

Diante disso, Francisco anunciou que está trabalhando para que quando um abuso for provado, isso será suficiente para não admitir recurso.

"Se há provas, ponto. (A sentença) é definitiva", declarou.

Para Francisco, uma pessoa que comete um abuso é "doente" e não pode ser perdoada porque pode voltar a cometer o mesmo crime dentro de pouco tempo.

"Temos que botar na cabeça que é uma doença", afirmou ele, reiterando a "Tolerância zero contra os abusos".

Durante o discurso, ele citou o árduo trabalho da Comissão e disse que a Igreja demorou a "tomar consciência" sobre este problema.

Entre as pessoas que ouviram as palavras de Francisco estavam o inglês Peter Saunders e a irlandesa Marie Collins, que sofreram abusos sexuais de padres durante a infância.

Comentário:

Vamos entender uma coisa de forma muito simples e objetiva: pedofilia NÃO É doença. Pedofilia e outros atos perversos são CRIMES.

Dizer que a pedofilia ou quem comete abuso sexual infantil sofre de uma "doença" é favorecer quem deseja reconhecer a pedofilia como algo "normal" e aceitável na sociedade. Doenças são normais, fazem parte da condição humana. Não há nada de absurdo em quem possui um resfriado, por exemplo, ou quem sofre de "esquizofrenia".

A pessoa que sofre de uma doença é, na verdade, vítima dela e, portanto, não responde pela culpa de estar doente.

O pedófilo, o abusador sexual, não possui uma doença, especialmente porque esse conceito é vago e amplamente contestado. A própria concepção de "doença mental", por exemplo, é questionada no campo da psiquiatria e psicologia, não sendo um consenso, visto que a "mente" é um dado linguístico e não um órgão (doença cerebral é outra coisa).

Portanto, ainda que a intenção de Francisco seja a melhor, sua afirmação é equivocada e contribui para grupos que fazem apologia para que a pedofilia seja considerada uma "orientação sexual".

O pedófilo é alguém de mau caráter, imoral e de conduta antissocial. É simplesmente alguém que ignora os preceitos morais da sociedade sobre as relações sexuais humanas, bem como as regras civis e até biológicas que regem esses preceitos, para satisfazer seus desejos perversos. O nome disso é mau caratismo, ignorância, crime e imoralidade, não doença.


Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho
"CURA GAY" - Conheça a verdade manipulada pela mídia sobre suposta decisão judicial que trata homossexualidade como "doença"

"CURA GAY" - Conheça a verdade manipulada pela mídia sobre suposta decisão judicial que trata homossexualidade como "doença"

Na tentativa de transformar a homossexualidade em algo absoluto e imutável, a grande mídia mais uma vez manipula informações para enganar a sociedade, chamando de "cura gay" uma decisão judicial que nada tem a ver com doença.


A militância política e ideológica no Sistema Conselhos de Psicologia está mais uma vez sendo provada aos gritos. Com base em uma decisão da 14ª Vara da Justiça Federal em Brasília no último dia 15, que autoriza o tratamento psicológico de homossexuais egodistônicos, diversos Conselhos Regionais de Psicologia iniciaram uma campanha com o apoio em massa da grande mídia para repudiar a decisão.


De forma desonesta e por vezes ignorante, várias pessoas, incluindo profissionais da psicologia e personalidades, se manifestaram como se tal decisão judicial tivesse liberado a assim chamada "cura gay".

Algumas mídias, sem qualquer compromisso com a verdade, mas pelo contrário, deixando evidente o mau caratismo dos seus "jornalistas", colocaram em suas manchetes títulos como: "decisão judicial autoriza psicólogos tratarem a homossexualidade como doença".

Com uma rápida pesquisa no Google é possível constatar como a distorção da sentença e manipulação da informação está sendo feita, observe o print abaixo:


Antes de mais nada é preciso que você mesmo(a) leia a decisão judicial, alvo de toda essa histeria coletiva (provocada de forma intencional com o objetivo de ofuscar o embasamento científico que motiva a ação judicial). Não há nada mais honesto numa matéria do que revelar a fonte da informação. Sendo assim, dividimos em duas partes que correspondem ao motivo da Ação e sua autoria (parte 01), e o resultado da sentença (parte 02). Acompanhe:

Parte 01 - O motivo da Ação:


Parte 02 - Resultado da Sentença:


Observe que a intenção dos autores da Ação foi, de fato, suspender - toda - a Resolução Nº 001/99, alegando que ela limita a atuação dos profissionais da Psicologia não apenas no atendimento aos homossexuais, mas também no campo acadêmico. Ou seja, na pesquisa, escrita, no ensino, na possibilidade de produzir conhecimentos que contrariam o que até então se entende sobre homossexualidade.

Entendendo a Resolução Nº 001/99, alvo da Ação Judicial


Para que você entenda bem, leia o que diz a Resolução na íntegra clicando aqui. Todavia, o ponto chave que é motivo de protesto por vários psicólogos, pedindo a suspensão da Resolução, estão concentrados nos seguintes trechos:

"Art. 3° - os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça
a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva
tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

Parágrafo único - Os psicólogos não colaborarão com eventos e
serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4° - Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de
pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os
preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer
desordem psíquica."

Os trechos em vermelho sinalizam os pontos críticos da Resolução. O problema está na ampla margem de interpretação, fazendo com que o texto possa ser utilizado de forma coercitiva contra quem possui concepções científicas diferentes acerca da homossexualidade, algo plenamente comum na ciência.


O trecho "qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos..", por exemplo, pode ser aplicado sobre qualquer coisa, de fato. Uma pessoa pode facilmente alegar, por exemplo, que um pesquisador está querendo "patologizar" o comportamento homossexual por revelar que apesar de presente em várias culturas, a homossexualidade nunca foi aceita como norma.

Outro ponto crítico está na falta de especificidade sobre os termos "comportamentos" e "práticas homoeróticas". Observe que não se trata aqui de orientação sexual homossexual, mas de um "comportamento" ou uma "prática". Perceba que o Art. 3ª encerra no texto tudo o que se pode inserir na categoria de "comportamento" ou de "práticas" homoeróticas, apesar de não estar se referindo à orientação sexual. Não entendeu?

Em outras palavras, esse trecho, na prática, sugere que é impossível uma pessoa com comportamento homoerótico, ou algo do tipo, sofrer de alguma patologia (transtorno psíquico), de personalidade ou comportamento. É como se o homoerotismo em determinada pessoa jamais pudesse estar associado, ou até ser motivado por alguma condição de sofrimento, o que NÃO É verdade.

Por exemplo: uma excelente pesquisa realizada pela Catholic Education Resource Center, com base em diversas fontes e autores mundialmente renomados, apontou múltiplos fatores associados ao comportamento homoerótico, entre eles:

"01 - Distanciamento do pai cedo na infância, porque o pai foi percebido como hostil ou distante, violento ou alcoólatra, (Apperson 1968: Bene 1965: Bieber 1962, Fisher 1996: Pillard 1988: Sipova 1983);

02 - Mãe superprotetora (meninos), (Bieber, T. 1971: Bieber 1962: Snortum 1969);

03 - Mãe estava carente e exigente (meninos), (Fitzgibbons 1999);

04 - Mães emocionalmente indisponíveis (meninas), (Bradley 1997: Eisenbud 1982);

05 - Pais não conseguiram incentivar (representatividade/referencial) a identificação do mesmo sexo, (Zucker 1995);

06 - Falta de brincadeiras mais “duras” (meninos), (Friedman, 1980: Hadden 1967a);

07 - Falta de identificação com colegas do mesmo sexo (dificuldade de socialização), (Hockenberry 1987: Whitman 1977);

08 - Não gostam de esportes de equipe (dificuldade de socialização) (meninos), (Thompson 1973);

09 - Falta de coordenação manual ou visual e resultante provocação dos colegas (meninos), (estigmatização) (Bailey 1993: Fitzgibbons 1999: Newman 1976);

10 - O abuso sexual ou estupro, (Beitchman 1991: Bradley 1997: Engel 1981: Finkelhor, 1984; Gundlach 1967);

11 - Fobia social ou timidez extrema, (Golwyn 1993);

12 - Perda dos pais por morte ou divórcio, (Zucker 1995);

13 - Separação dos pais durante decisivas fases do desenvolvimento, (Zucker 1995).

Em alguns casos, a atração pelo mesmo sexo ocorre em pacientes com outros diagnósticos psicológicos, tais como:

Depressão maior, (Fergusson 1999), Tendência suicida, (Herrell 1999), Transtorno de ansiedade generalizada, Abuso de substâncias, Transtorno de conduta em adolescentes, Transtorno de personalidade borderline (Parris 1993: Zubenko 1987), Esquizofrenia, (Gonsiorek 1982), Narcisismo patológico. (Bychowski 1954: Kaplan 1967), profunda solidão (Fitzgibbons 1999)."

Para conferir as referências bibliográficas das citações acima, leia o relatório completo (em inglês) clicando aqui.

Você não é obrigado(a) a concordar com todas as referências acima, mas é de uma ignorância absurda negar a veracidade e importância dessas informações, que não apenas demonstram a amplitude de perspectivas diferentes sobre o tema, como, na prática, refutam a tentativa implícita do Art. 3º da Resolução 001/99 de "sacralizar" o homoerotismo de forma indiscriminada, sem diferenciar o que é orientação sexual do que pode ser, também, resultado de um transtorno.

O parágrafo único da Resolução também possui caráter coercitivo, pois não especifica quais tipos de "eventos e serviços", dando margem para que até mesmo atividades da esfera privada do Psicólogo(a), ou seja, sua vida pessoal, seja policiada pelo Conselho, o que é INconstitucional, visto que a função de um Conselho Profissional é zelar pela regulamentação e fiscalização do - EXERCÍCIO - legal da profissão.

O Art. 4º cai no mesmo erro. O que são preconceitos sociais? Ou, quais são? O texto não especifica, mais uma vez, possibilitando que qualquer perspectiva teórica, posicionamento, pronunciamento, palestras, artigos, livros ou até publicações numa rede social sejam interpretados como "preconceitos", caso alguém resolva enxergá-los assim.

A polêmica Resolução, portanto, possui trechos repletos de subjetividade, além de invadir a esfera jurídica da separação entre os poderes, porque versa sobre "direitos e deveres", algo que só o Congresso Nacional através da Constituição Federal tem o poder de regulamentar. O Art. 4º demonstra isso, violando assim o Art. 5º da C.F, como está escrito:

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

A decisão judicial é parcial, mas garante a liberdade profissional, acadêmica e o acolhimento de homossexuais egodistônicos


Com base no exposto acima, o juiz titular Waldemar Cláudio de Carvalho entendeu que, de fato, a Resolução limita a atuação profissional dos Psicólogos, uma vez que deixa de reconhecer a existência de homossexuais egodistônicos, bem como da necessidade, ou possibilidade, de se estudar o que em outras partes do mundo, como nos Estados Unidos, já é amplamente conhecido como Terapia de Reversão.

Primeiro, vamos entender o que é a Orientação Sexual Egodistônica?

A egodistonia está presente na Classificação Internacional de Doenças (CID F66.1) como um transtorno do desenvolvimento sexual. A Organização Mundial de Saúde também reconhece esse transtorno, que se caracteriza pelo fato da pessoa não se sentir "adequada" à sua orientação sexual. Isto é, na prática, a pessoa, seja ela homossexual, heterossexual ou "bissexual", sabe e reconhece qual é a sua orientação, mas não se sente confortável com ela e sente o desejo de alterá-la.


Percebeu que a Orientação Sexual Egodistônica não se refere à homossexualidade, em si? Está claro que a egodistonia pode afetar tanto homossexuais como heterossexuais. Isso, porque, se a orientação sexual possui - um componente - social, vindo da cultura, da educação, das relações familiares e experiências de vida, é fato óbvio entender que é possível não apenas o heterossexual se ver em conflito com sua sexualidade, e querer alterá-la, como também o homossexual.

Observe que em nenhum trecho da Sentença é utilizada a palavra "doença". Não há também qualquer associação da homossexualidade com "doença". O transtorno, nesse caso (ou doença, como queira chamar), não está na homossexualidade, em si, mas no conflito do sujeito que apesar de reconhecer sua orientação, não a aceita e deseja modificá-la. Os motivos para isso são vários e pertencem exclusivamente ao indivíduo.

Nenhum profissional da Psicologia, nem mesmo o Conselho Federal de Psicologia, deve querer determinar quais são os motivos pelo qual uma pessoa deseja alterar sua orientação sexual. Algumas evidências, como citadas acima pelo Relatório da Catholic Education Resource Center, sugerem o que podem ser esses motivos, mas cada pessoa é singular no processo terapêutico e deve ser vista em particular, podendo ser que nenhum dos pressupostos acima sejam válidos para alguém.

Essa noção de singularidade e autonomia do paciente (cliente) em moldar o curso da sua psicoterapia é o que reforça ainda mais a necessidade de reconhecer a existência de pessoas que por quaisquer motivos desejam deixar de ser homossexuais ou heterossexuais. Qualquer ação, Resolução ou orientação, quer de um(a) Psicólogo(a) ou dos Conselhos, que contrarie essa autonomia e, principalmente, a liberdade do profissional de ajudar conforme o desejo do seu "paciente", coloca por terra décadas de pesquisas e teorias de técnicas psicoterápicas que valorizam a decisão do indivíduo.

Jorge Ponciano Ribeiro, por exemplo, em "Teorias e Técnicas Psicoterápicas" (1986, p. 66-67 ), afirma que:

 "...ninguém cura ninguém, sobretudo quando não existe o desejo de se curar. O ato psicoterapêutico deve ser totalmente livre, fruto de um desejo pessoal e consciente, e não imposição de quem quer que seja. (...) A atitude do psicoterapeuta é aquela de ajudar e facilitar o andamento da cura. Ele deve sentir, clarificar, compreender e, acima de tudo, respeitar a vontade soberana do cliente nos seus atos de escolha. Basicamente, ele deve ajudá-lo a autodeterminar-se, refletindo seu conteúdo emocional e penetrando em seu mundo interno, psicológico [grifo nosso].

Portanto, fala-se na sentença de (re)orientação sexual, mas isso nada tem a ver com afirmar ser a homossexualidade uma doença. São coisas completamente diferentes e a distinção, como você leu acima, está na concepção de "egodistonia" e não de homossexualidade.

É possível a reorientação sexual de homossexuais?


A questão fica melhor compreendida se refazermos a pergunta assim: É possível a reorientação sexual? Não se trata de (re)orientar homossexual ou heterossexual, compreende? O que está em cheque é se podemos acreditar ou não na possibilidade de alguém ter sua orientação sexual modificada, seja ela qual for. Se isto for possível, então tanto homossexuais como heterossexuais - egodistônicos - poderão ser beneficiados.

Nesse sentido, devemos reconhecer, pesquisar e dialogar com autores que falam sobre o assunto. É difícil conceituar algo sem parâmetros acadêmicos anteriores, concorda? Todavia, a chamada "Terapia de Reversão" ou "Terapia de Reorientação Sexual" - já existe - há alguns anos, porém, fora do Brasil. Mas, infelizmente, exatamente devido ao patrulhamento ideológico de movimentos políticos e pessoas que utilizam o poder ligado aos Conselhos de Psicologia, obras, pesquisas, autores e mesmo debates sobre o assunto são escassos em nossa região, quando não rechaçados sem qualquer avaliação científica séria, mas apenas pelo mero ativismo político-ideológico.

É justamente devido a essa ação coercitiva dos Conselhos de Psicologia e de movimentos sociais ligados ao ativismo LGBT que o juiz Waldemar deferiu a Sentença em favor dos autores da Ação, contra o Conselho Federal de Psicologia. Perceba que a compreensão do juiz diz respeito exatamente à liberdade intelectual e de produção acadêmica. Observe o trecho:

“Por todo exposto, vislumbro a presença dos pressupostos necessários à concessão parcial da liminar vindicada, visto que: a aparência do bom direito resta evidenciada pela interpretação dada à Resolução nº 001/1990 pelo CFP, no sentido de proibir o aprofundamento dos estudos científicos relacionados à orientação sexual, afetando, assim, a liberdade científica do país, e por consequência, seu patrimônio cultural”, escreveu ele.

Em outras palavras, só temos como concluir se é possível adotar a Terapia de Reorientação Sexual se for possível estudá-la livremente, sem qualquer tipo de censura. Para isso é necessário que existam debates, pesquisas, produção de dados, intercâmbio de conhecimentos e etc. Uma vez que a ciência não possui nacionalidade e não etá limitada pelas fronteiras geográficas - e nem é determinada por um Conselho - é perfeitamente possível dialogar com autores que acreditam nessa possibilidade, para que só então possamos decidir se rejeitamos, adotamos ou modificamos o método.

Se o comportamento humano é mutável, a orientação sexual também é


No campo da Psicologia não podemos tratar o comportamento humano com absolutos. Para Carl Rogers, ícone da Psicologia moderna e responsável pelo desenvolvimento da psicoterapia conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa, na obra "Tornar-se Pessoa" (1970) o autor afirma que todo ser humano é naturalmente orientado para a "autorrealização". Com base nisso, outra característica é peculiar da nossa espécie, que é a capacidade de "atualização" constante.

Atualizar-se significa ter condições de modificar não apenas a maneira como enxergamos a vida, mas também como reagimos à ela. Se assim não fosse, muito do que entendemos sobre a eficácia de uma psicoterapia perderia o sentido.

Por uma perspectiva mais biológica, a Dra. Dagmar Roveratti, em "Guia da Sexualidade" (2009, p. 164) afirma que a orientação homossexual possui "multicausalidade" e que esse é o único consenso entre os especialistas. Entre as causas possíveis, segundo ela, estão "...alterações hormonais durante a gestação, traumas infantis, características do relacionamento familiar e fatores sociais negativos".

Citando o que ela chama de "Transtorno de Ajustamento" do homossexual devido às reações sociais, Roveratti afirma que a recomendação é que tal pessoa procure um terapeuta para melhor compreender suas "verdades internas". 

Um trecho que chama atenção na obra de Roveratti é abordar a questão homossexual, ao que parece, como sendo também uma opção sexual. Referindo-se à importância de combater os preconceitos e na possibilidade de exercemos nossa sexualidade, ela diz que "...a opção sexual é de livre manifestação e escolha, como um direito constitucional", citando o Art. 3º, inciso IV da C.F para dizer que devemos promover o bem a todos. Em seguida ela afirma:

 "Ocorre ainda, que não obstante a liberdade de opção sexual, homossexualidade não se reveste por uma opção sem volta, razão pela qual cumpre ao Poder Público e à sociedade em geral, o papel de assistir à pessoa que alterando sua opção sexual quiser retornar à heterossexualidade, nós termos e objetivos no presente projeto de lei" (Ibidem, p. 162, grifo nosso).

Portanto, podemos entender que Roveratti não apenas respalda a multicausalidade da orientação sexual, como a possibilidade de conflitos existentes em decorrência de vários fatores e a necessidade de tal pessoa procurar ajuda psicológica, frisando que isso não é só um direito constitucional, mas também uma chance real de - mudança - de comportamento e/ou perspectiva de vida.

O Código de Ética do Psicólogo contraria o próprio Conselho Federal de Psicologia?


Finalmente, terminaremos esse texto explicativo e opinativo utilizando a citação do próprio Código de Ética do Psicólogo para fundamentar a decisão judicial em questão. Para tanto, não precisamos ir longe, basta começar citando o item "I" dos Princípios Fundamentais, como está escrito:

"O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção
da liberdade
(...) do ser humano..."

Mais claro impossível. Promover e respeitar a liberdade do ser humano não implica em poder ajudar uma pessoa que sofre com egodistonia e por isso procura ajuda, desejando compreender e, se necessário, e possível, alterar sua orientação sexual? Não resta dúvida que sim.

Mais na frente, no item IV ainda dos Princípios Fundamentais, está escrito:
"O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do
contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento
da Psicologia como campo científico
de conhecimento
e de prática".
O aprimoramento profissional e a contribuição citados não dizem respeito, também, ao conhecimento do que é possível ou não no campo da (re)orientação sexual e do tratamento da egodistonia? Ou será que a ciência psicológica no Brasil é prisioneira de alguns que julgam poder determinar o que pode ser ou não pesquisado, produzido e divulgado?

Como saber e compreender o assunto se primeiro não for estudado seriamente? Como poder "concluir" algo a respeito se antes mesmo de ser promovido o debate (sérios), as pesquisas (sérias), os profissionais interessados no tema são perseguidos, maltratados, intimidados e até moralmente difamados?

Por fim, já no Art. 2º do mesmo Código de Ética do Psicólogo, está claro que o profissional é PROIBIDO de:

a) Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem
negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou
opressão;

b) Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas,
religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito,
quando do exercício de suas funções profissionais;

De forma muito objetiva: psicólogos que dizem não reconhecer a existência de ex-homossexuais em seus consultórios, ou em qualquer outro ambiente quando no - exercício - profissional, estão praticando discriminação e, portanto, violando o Código de Ética.

A letra "b" protege o paciente do Psicólogo mal intencionado, antiético e incapacitado de lidar com a demanda terapêutica. Se a Resolução 001/99 fosse excluída por completo, a letra "b" do Art. 2º seria suficiente para determinar a conduta ética do profissional, pois ela engloba todos os aspectos essenciais da Resolução, porém, sem margem para malícias processuais.

Sendo assim, não há o que se dizer sobre "doença" ou "tratamento da homossexualidade". A medida judicial visa garantir a liberdade profissional e acadêmica contra ações coercitivas, beneficiando ainda mais o cidadão.

Se você entende isso e deseja contribuir para que as mentiras da grande mídia sejam desmascaradas, bem como o ativismo político-ideológico dentro dos Conselhos de Psicologia, compartilhe esse texto em suas redes sociais. Faça a sua parte!

Leia também: "Aparelhamento Ideológico na Psicologia - Do Pensamento Científico ao Sindicalismo"


Por: Will R. Filho 
ALERTA: Estado Islâmico pretende envenenar a comida de supermercados ocidentais, aponta relatório

ALERTA: Estado Islâmico pretende envenenar a comida de supermercados ocidentais, aponta relatório


O Estado islâmico encoraja seguidores a se especializarem no uso de uma nova arma capaz de massacrar milhares de vítimas sem derramamento de sangue: o envenenamento da comida nos principais supermercados ocidentais.


O alerta vem do Intelligence Group SITE,  um centro de pesquisa dos EUA que monitora as atividades de grupos jihadistas.

A analista israelense, Rita Katz, publicou recentemente um relatório descrevendo as últimas notícias sobre a estratégia terrorista do estado islâmico: "Na terceira parte de uma série de vídeos em inglês que promove a jihad aos 'lobos solitários' nos países ocidentais, os agressores em potencial são aconselhados a inserir cianeto nos alimentos que são distribuídos aos supermercados".


Através dos principais canais da web ligados ao grupo terrorista, os jihadistas pediram a seus seguidores que realizem ataques contra a Europa, a Rússia e os Estados Unidos por ocasião do sacrifício das celebrações do Festival islâmico Eid ao Adha.

Nesse sentido, o site publicou uma imagem macabra representando um sangue gotejante, acompanhado das palavras "Primeiro Método: Poison",  publicado pelos seguidores do ISIS em seu canal,  Furat Wilayah ,  através da plataforma de mensagens criptografadas por  telegrama.


"Veneno mortal ideal"


Como o portal de notícias Spiesa escreveu, o ISIS já  testou alguns dos métodos de intoxicação dentro de suas prisões,  causando mortes terrivelmente dolorosas.

Em um dos experimentos realizados pelos jihadistas, "um homem foi gradualmente envenenado com sulfato de potássio, uma toxina incolor e insípida, conhecida pela série de novelas de Agatha Christie.

O ISIS descreveu isso como um  "veneno mortal ideal" e, no espaço de 10 dias, a vítima sofreu náuseas, febre, inflamação do estômago e do cérebro e, finalmente, uma morte agonizante.

Além do sulfato de potássio, o ISIS também experimentou, segundo a  Newsweek , um segundo  produto químico derivado da nicotina , extraível com os cigarros.

O grupo de inteligência apontou que a evidência dos terríveis experimentos realizados pelos militares islâmicos sobre seus prisioneiros foi revelada após a conquista de Mosul, em janeiro de 2017.

Cobaias


"Da documentação extraída em Mosul, sabe-se que o Estado islâmico usou seus próprios prisioneiros como" cobaias humanas "para realizar  experimentos com armas químicas, e que eles planejam usar isso para atacar o Ocidente. Estes documentos que descrevem a evidência que levou à  morte agonizante dos prisioneiros foram encontrados na Universidade de Mosul, em janeiro passado, quando o edifício foi recuperado pelas forças especiais iraquianas".

De acordo com o jornal britânico  The Times, em um relatório publicado em 20 de maio de 2017, o material foi verificado pelos Estados Unidos e as Forças especiais britânicas.

Além disso, na Itália, um jovem marroquino de 37 anos foi recentemente expulso do país, o que teria declarado sua vontade de envenenar os aquedutos romanos e que não teve dificuldade de entrar no Vaticano para realizar atos violentos, podendo colocar veneno no abastecimento de água de Roma, de acordo com o relato da Corrispondenza Romana.


Fonte: Actuall
Após assistir depoimento, Professora prova que Lula é o que melhor representa o brasileiro - Entenda

Após assistir depoimento, Professora prova que Lula é o que melhor representa o brasileiro - Entenda


Professora de História publicou um relato comparando o depoimento do ex-Presidente Lula ao juiz Sérgio Moro, com o desempenho de alunos em sala de aula. 


A Professora e Mestre em História (UFPB), Giuliana da Matta, postou em sua página pessoal no Facebook um relato fazendo comparação entre o desempenho de alguns alunos com o depoimento do ex-Presidente Lula ao juiz Sérgio Moro, prestado ontem, dia 13/09/17 em Curitiba-PR.


Na postagem ela conclui que Lula é o Presidente "...que melhor representa o brasileiro", apresentando como prova disso o exemplo de alguns diálogos com alunos.

Leia o relato completo abaixo:

"Das duas horas de depoimento, disponíveis na internet, do Lula, eu assisti uma. E, como professora, devo afirmar: ele é realmente o presidente do Brasil, o que melhor representa o brasileiro. E provo isso com alguns diálogos da minha realidade em sala de aula:

A)

Eu: Respondam a atividade número 3 da página 159.
Aluno: Professora, é pra fazer a 1, a 2 e a 3?
Eu: Não, apenas o número 3!
Aluno: E qual é? EU NÃO SEI.
Eu: (respiro fundo)

B)

Eu: Leia a página 140 do livro. (Tempo) Sobre o que trata o texto? (resposta mínima: o título do texto).
Aluno: NÃO SEI.
Eu: (respiro mais fundo ainda)

C)

Eu: Fez a atividade que passei para casa?
Aluno: EU NÃO SABIA
Eu: Mas você estava na sala ontem, no memento em que passei a tarefa.
Aluno: Professora, sabe o que é.... (interrompo)
Eu (que não tenho o sangue frio do Moro): Não, não sei e não quero saber.

Agora percebo que preciso observar melhor esses meus alunos (displicentes e irresponsáveis), um deles pode ser o futuro Presidente do país, afinal, discurso de Presidente já tem.

Só lamento pelos excelentes alunos, que graças a Deus, em número cada vez maior, sofrerão na mão dessa gente como eu e seus pais sofremos hoje.

Mas ainda acredito que os bons prevalecerão."
No Peru, 33 homossexuais foram "erradicados" por autoridades em "Plano de Segurança Cidadã"

No Peru, 33 homossexuais foram "erradicados" por autoridades em "Plano de Segurança Cidadã"


O distrito de San Martín de Porres, um dos mais povoados da capital do Peru, afirmou em um relatório de segurança ter "erradicado" 33 homossexuais durante o ano de 2016, segundo denunciaram nesta segunda-feira meios de comunicação locais.

No Plano de Segurança Cidadã para o ano 2017 da Municipalidade de San Martín de Porres, publicado em seu site, a homossexualidade é considerada uma infração municipal junto a outras como o consumo de drogas e de álcool na rua.


O documento contém um relatório das intervenções realizadas pelo guarda urbana durante o ano de 2016, e entre elas está a "erradicação de homossexuais", com 33 delas efetuadas durante o último ano.

Segundo o relatório, as autoridades municipais "erradicaram" 20 homossexuais no primeiro trimestre de 2016, três no segundo, dois no terceiro e oito no último.

No mesmo plano também estão contempladas outras "erradicações" como as de pessoas com problemas psiquiátricos, mendigos e drogados, com 28 em todo ano de 2016, e as de vendedores ambulantes, que alcançaram 125 no mesmo período.

Após saber o conteúdo do plano, o Centro de Promoção e Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos (Promsex) do Peru denunciou hoje que a guarda urbana de San Martín de Porres pode estar oferecendo um tratamento cruel, desumano ou degradante em suas intervenções nas quais estejam envolvidos homossexuais.

O populoso distrito de San Martín de Porres se encontra no norte de Lima e é habitado por cerca de 700.000 pessoas em uma área de 37 quilômetros quadrados.

Comentário:

Locais como San Martín de Porres exemplificam o que é viver numa região onde os princípios da liberdade individual não são garantidos em todos os aspectos, incluindo o da sexualidade. Se em países como o Brasil o liberalismo, relativismo moral e a falta de bom senso anda ao extremo, em outros lugares do mundo a censura também é extrema, e isso apenas reforça a importância de haver bom senso.

Por outro lado, San Martín de Porres é um caso raro de resistência cultural no mundo atual, onde o "globalitarismo" é responsável pela destruição das identidades nacionais.

Ao manter sua concepção de valor, independentemente da sua natureza e concordância do resto do mundo, o Distrito peruano reafirma suas tradições, o que é importante e valioso, tanto quanto às de uma tribo indígena, que apesar de alguns costumes chocantes, muitos defendem, dizendo ser necessário preservar.

Como tais costumes, valores e crenças são vistos e julgados por nós, isso é outro assunto. O amadurecimento das concepções que ditam nossas culturas é natural e esperado, tal como a defesa da diversidade, mas o ritmo e a forma como isso acontece pertence ao contexto de cada povo, e isso também deve ser reconhecido.


Fonte: EFE
Comentário: Will R. Filho
Obs. Imagem de capa ilustrativa