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ABSURDO: Imagem de Lula na cruz faz comparação com Jesus Cristo e afronta cristãos

ABSURDO: Imagem de Lula na cruz faz comparação com Jesus Cristo e afronta cristãos


Será um delírio? A imagem do ex-Presidente Lula pendurada em uma cruz junto com a de Jesus Cristo faz comparação entre a condenação do Filho de Deus e o homem acusado de chefiar o maior esquema de corrupção na história do Brasil.  


Em ato de manifestação favorável a Lula, condenado na Lava Jato por crime de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, sindicalistas do Recife, na capital pernambucana, resolveram traduzir na prática os delírios do ex-Presidente ao se comparar com Jesus Cristo. Na mesma cruz em que consta uma imagem de Cristo, os devotos da "luladolatria" puseram a foto de Lula, insinuando uma condenação injusta.


É típico de regimes autoritários e seitas das mais bizarras, o culto a personalidade. É assim na Coreia do Norte, em Cuba, na China e na Venezuela, bem como em milhares de outras devoções, onde pessoas, meros mortais, são "adoradas" e vistas como salvadoras. Tal fenômeno ocorre e ganha força especialmente em populações carentes, com falta de informação, por serem facilmente manipuláveis.

A foto de Lula na cruz reflete as palavras do próprio Lula, ao que parece, em episódios de delírio. Foi ele, por exemplo, que em 2010 se comparou a Cristo, durante a primeira campanha eleitoral para Dilma Rousseff.

Na ocasião, ele disse durante um discurso em Garanhuns, Pernambuco, que “meu corpo estaria mais arrebentado que o corpo de Jesus Cristo depois de tantas chibatadas”, em uma insana comparação com o sofrimento de Jesus Cristo. Na época, Lula procurava se desvencilhar das suspeitas do seu envolvimento no caso do mensalão, do qual também já afirmada "não saber de nada".

Em março desse ano, durante um depoimento em um dos cinco processos que responde como réu na Lava Jato, Lula também fez outra referência se comparando a Deus. Ao ser peguntado sobre as frequentes citações do seu nome por delatores, Lula disse:

“Doutor, se o senhor soubesse quanta gente usa meu nome em vão… De vez em quando, eu fico pensando que as pessoas tinham de ler mais a Bíblia para não usar tanto meu nome em vão”, referindo-se a um dos dez mandamentos bíblicos em que Deus proíbe a menção indevida do seu nome.

Precisa de exemplo mais claro de um delírio religioso do que este? Por menos já foram dados diagnóstico de esquizofrenia em pessoas que disseram ser "deuses", o que não parece muito distante de quem se considera a "alma mais honesta do mundo".

Se Lula tivesse um pingo de vergonha na cara, faria uma nota de esclarecimento e solicitaria que seu nome ou imagem jamais fossem utilizados indevidamente em comparações que afetam a fé alheia. Todavia, vergonha na cara não é algo que Lula pareça ter, seu comício em pleno velório da falecida esposa ilustra muito bem essa verdade.

Resta aos cristãos, em especial, e pessoas de bom senso em geral, terem o devido bom senso e aprenderem de uma vez por todas que alguém capaz de fazer tais comparações, alimentando em seus seguidores os mesmos delírios, não merece qualquer tipo de confiança.


Por: Will R. Filho
URGENTE: Federação Israelita se manifesta contra visita de muçulmano que prega o extermínio de Israel ao Brasil

URGENTE: Federação Israelita se manifesta contra visita de muçulmano que prega o extermínio de Israel ao Brasil

A Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) manifestou nesta quarta-feira seu repúdio à visita ao Brasil de um clérigo iraquiano a quem acusa de defender a destruição do Estado de Israel.


A entidade manifestou em um comunicado que "repudia veementemente a vinda a São Paulo do Aiatolá xiita iraquiano Mohsen Araki, que em suas pregações conclama à destruição do Estado de Israel".

O clérigo [muçulmano] é secretário-geral da União Internacional para o Acercamento dos Muçulmanos e, apesar da sua nacionalidade iraquiana, tem estreitos laços com as autoridades iranianas, especialmente com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.


Araki participará nos próximos dias em uma série de conferências em mesquitas e instituições patrocinadas pelo governo iraniano no Brasil, incluindo uma no próximo sábado no Novotel Center Norte de São Paulo sobre "Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo radical".

O religioso definiu Israel como "um câncer que tem que ser extirpado do Oriente Médio" após um recente encontro com o líder do grupo xiita libanês Hezbollah [um dos principais grupos terroristas do mundo], o xeque Hassan Nasrallah.

A Fisesp considera contraditório um clérigo com "ligações estreitas com o grupo Hezbollah" se pronunciar no Brasil sobre o "enfrentamento ao terrorismo e radicalismo" [não há contradição alguma, visto que na doutrina islâmica a mentira e omissão da verdade são permitidos para atingir determinadas finalidades, como a promoção do terrorismo, por exemplo].

"Não podemos permitir que manifestações perigosas de discriminação, destruição e ira sejam semeadas em nosso país, importando para cá um conflito que não queremos ver em nossa terra", afirmou o presidente da Fisesp, Bruno Laskowsky, citado no comunicado.

A organização acrescentou que, em associação com a Confederação Israelense do Brasil (Conib), adotará as medidas necessárias para "deixar as autoridades brasileiras cientes desta questão".

Comentário:

É um verdadeiro absurdo a presença desse elemento em nossa terra. Na prática, Araki é um dos cérebros do terrorismo islâmico no mundo, essa é a grande verdade que precisa ser dita e repercutida. Alguém que prega a aniquilação de uma Nação, como a de Israel, está claramente se definindo como um genocida e promovendo o terror.

Se as autoridades brasileiras não tomarem providência, a população israelita no país e todos os cidadãos com um mínimo de bom senso precisam se manifestar, repudiar e tomara impedir a realização de tal evento, que certamente não possui outra finalidade, senão expandir a ideologia islâmica antissemita em nosso meio.


Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho
Consumo excessivo de álcool na adolescência causa deficit cognitivo e aumenta risco de dependência química, diz nova pesquisa

Consumo excessivo de álcool na adolescência causa deficit cognitivo e aumenta risco de dependência química, diz nova pesquisa

O consumo excessivo de álcool durante a adolescência e juventude altera as estruturas e a função do cérebro, podendo causar deficit cognitivo e aumento do risco de desenvolver a dependência química.


O que seria uma comemoração sem álcool, se falamos de um evento particular ou profissional? Beber álcool é um hábito social bem enraizado e de longa data em muitos países ao redor do mundo, embora o fato de o álcool ter um impacto sobre a saúde ser também algo bastante conhecido, especialmente quando se trata de beber em excesso.


Em particular, alguns adolescentes são conhecidos por frequentar festas e beber bastante, sem se preocupar muito com os efeitos que o álcool pode ter em sua saúde. Na verdade, beber em grandes quantidades é comum durante a adolescência, com quase 25% deles no ensino médio dos EUA informando que ficaram bêbados nos últimos 30 dias.

Os efeitos do consumo excessivo de álcool entre os jovens foram analisados ​​de perto em uma mini revisão publicada na revista "Fronteiras" [Frontiers - Setor de psiquiatria], por Anita Cservenka, professora assistente da Oregon State University, juntamente com outros autores.

"A adolescência é um momento em que o cérebro ainda amadurece, incluindo não só o desenvolvimento biológico, mas também a maturação de comportamentos psicossociais. Dado o aumento do consumo excessivo de bebidas alcoólicas nos jovens, a compreensão dos efeitos do consumo de grandes quantidades de álcool no desenvolvimento neural e o impacto nas habilidades cognitivas é muito importante ", disse a professora assistente, Cservenka.

O consumo excessivo significa quatro ou mais doses [copos ou latinhas, dependendo do teor alcoólico do produto] de bebidas em um período de duas horas para mulheres, cinco ou mais doses para os homens. A revisão destaca uma pesquisa existente que examina os efeitos nocivos de tais hábitos de bebida com o objetivo de orientar futuros estudos.

"Observamos seis áreas para determinar o impacto deletério do consumo excessivo de álcool na resposta cerebral, a saber: inibição da resposta, memória funcional, aprendizado verbal e memória, tomada de decisão e processamento de recompensas, reatividade do álcool e processamento sócio-cognitivo / sócio-emocional", explica Cservenka.

A revisão estabelece que o consumo excessivo de álcool entre os jovens está associado a um desgaste ou redução de áreas do cérebro que desempenham um papel fundamental na memória, atenção, linguagem, consciência e consciência, que incluem estruturas corticais e subcorticais.

Tomando o aprendizado e a memória como exemplos, os estudos mostraram que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas causam um déficit na capacidade dos jovens, por exemplo, de aprender novas palavras, o que deve estar associado à mudanças na atividade cerebral.

Olhando para o futuro, "essas alterações cerebrais, como resultado do uso excessivo de álcool durante a adolescência e a idade adulta jovem, podem resultar também no maior risco de desenvolver um transtorno de uso de álcool no futuro [dependência]. Por isso, é importante continuar aumentando a conscientização sobre os riscos da compulsão e promover pesquisas futuras nesta área. Nossa revisão fornece uma base útil para determinar as áreas que requerem mais atenção", conclui Cservenka.

Comentário:

O consumo excessivo de álcool entre os jovens etá diretamente relacionado aos padrões culturais de "diversão" e "prazer", como também com a falta de identificação motivacional e identidade local.

Não adianta apenas identificar os riscos pelo uso da substância se não houver também a conscientização acerca da promoção indevida da bebida alcoólica como estilo de vida.

Conscientizar é mais do que apresentar riscos, pois eles, por si só, não dizem nada ao jovem que não possui outra forma de enxergar "prazer". Conscientizar é, principalmente, oferecer alternativas sadias de cultura, entretenimento e perspectiva de vida.



Por: Melissa Cochrane / Frontiers
Comentário: Will R. Filho 
ALERTA: Mulheres são mais propensas a ter depressão devido alterações hormonais, afirma nova pesquisa

ALERTA: Mulheres são mais propensas a ter depressão devido alterações hormonais, afirma nova pesquisa


Novo estudo relaciona a duração da exposição ao estrogênio com maior vulnerabilidade à depressão.


Não é segredo que o risco de depressão aumenta para as mulheres quando seus hormônios estão oscilando. Esse período especialmente vulnerável ​​inclui a transição para a menopausa e o início da pós-menopausa. Há também depressão pós-parto que pode entrar em erupção logo após o parto. Mas por que algumas mulheres se sentem felizes enquanto outras parecem depressivas durante essas transições?

Uma resposta é fornecida através dos resultados de um estudo que foi publicado hoje, on-line, no Jornal da Sociedade Norte-Americana de Menopausa (NAMS).


O artigo "Exposição ao estradiol ao longo da vida e risco de sintomas depressivos durante a transição para a menopausa e a pós-menopausa" inclui dados de um estudo de mais de 1.300 mulheres pré-menopáusicas menstruadas com idade entre 42 e 52 anos quando iniciaram o estudo.

O principal objetivo do estudo foi entender por que algumas mulheres são mais vulneráveis ​​à depressão, mesmo sabendo que todas as mulheres experimentam oscilações hormonais.

Estudos anteriores sugeriram uma função para os hormônios reprodutivos, causando uma maior susceptibilidade à depressão. Este estudo se concentrou principalmente no efeito do estradiol, o estrogênio presente predominante nos períodos reprodutivos.

Entre outras coisas, o estradiol modula a síntese, disponibilidade e metabolismo da serotonina, um neurotransmissor chave na depressão. Considerando que as oscilações do estradiol durante a transição da menopausa são universais, a duração da exposição ao estradiol ao longo dos anos na vida adulta varia muito entre as mulheres.

Uma conclusão fundamental deste estudo foi que a maior duração da exposição ao estrogênio desde o início da menstruação até o início da menopausa foi significativamente associada a um risco reduzido de depressão durante a transição para a menopausa e até a pós-menopausa no período de 10 anos [entre essa transição]. Destaca-se que o maior tempo do uso de controle de natalidade [uso de pílulas contraceptivas, por exemplo, devido ao teor hormonal presente] foi associada a um menor risco de depressão, mas o número de gravidezes ou a incidência de amamentação não teve associação.

"As mulheres são mais vulneráveis ​​a sintomas depressivos durante e após a transição da menopausa por causa de mudanças nas alterações hormonais", diz o Dr. JoAnn Pinkerton, diretor executivo da NAMS.

"Esse estudo, além disso, encontrou um maior risco de depressão naquelas com menopausa precoce, menos ciclos menstruais ao longo da vida ou hot-flashes [calor súbito, popularmente conhecido no Brasil como "fogacho"] mais frequentes. As mulheres e seus companheiros precisam reconhecer sintomas de depressão, como mudanças de humor, perda do prazer [libido sexual], mudanças de peso ou sono, fadiga, sensação de baixa-estima, incapacidade de tomar decisões ou sentir-se persistentemente triste".

Comentário:

É preciso tomar muito cuidado com os termos linguísticos. O ideal é que os profissionais de saúde tenham mais critérios na utilização desses termos. Isso, porque, há uma tendência na área médica, devido ao modelo biomédico de "saúde", em classificar e normatizar todas as alterações orgânicas no ser humano. Ocorre, porém, que uma alteração fisiológica não significa, necessariamente, a presença de uma doença.

A "doença" muitas vezes está no discurso. No enquadramento diagnóstico de uma condição biológica que, em outras épocas e culturas, eram consideradas absolutamente normais. O corpo humano se modifica, se adapta, provoca reações diversas, boas e desagradáveis, mas nada disso significa a presenta de uma "doença" como a depressão, por exemplo. Entender isso é também uma questão de interpretação acerca do que entendemos sobre o conceito de saúde.

Todavia, sem critérios de interpretação e devido a produção e reprodução de um "discurso de adoecimento", tendemos à nos enquadrar e assumir as características que ele nos propõe. A doença também é um produto linguístico cultivado pela cultura, onde muitas vezes o indivíduo assume em seu corpo e forma de reagir os efeitos do "discurso" pelo qual foi enquadrado.

Essa crítica envolve vários aspectos e o próprio conceito de saúde. Pouco familiar para muitos, não tenho dúvida. O comentário é diminuto nesse espaço e não pretende ignorar os resultados da pesquisa acima, mas sim acrescentar um ponto de exclamação, para que esses resultados também possam ser enxergados além do modelo biomédico, mas também através de uma concepção de saúde integrada ao ambiente e cultura vigentes.


Por: Eileen Petridis / North American Menopause Society 
Comentário: Will R. Filho
VITÓRIA: Juíza favorece Danilo Gentilli em processo sobre Maria do Rosário e ainda cita cuspe de Jean Wyllys para justificar a decisão

VITÓRIA: Juíza favorece Danilo Gentilli em processo sobre Maria do Rosário e ainda cita cuspe de Jean Wyllys para justificar a decisão


A juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), indeferiu o processo movido por Maria do Rosário contra o apresentador Danilo Gentilli, após o mesmo gravar um vídeo onde rasga uma intimação judicial e esfrega os pedaços em suas partes íntimas para devolver a deputada petista.

Não poderia ser pior para a Deputada Maria do Rosário. Além de perder à ação, a juíza concordou em parte com Danilo Gentilli, reforçando sua afirmação sobre direitos civis:

"O litigado disse algumas palavras que representam, em certa medida, o pensamento e o anseio de milhões de brasileiros. E são absolutamente verdadeiras tais afirmações", disse Luciana. Essa afirmação é uma resposta de peso em favor do apresentador, que disse na gravação para que a população "nunca aceite que qualquer deputado, senador, prefeito ou governador diga se você pode ou não falar alguma coisa".


Como se não bastasse, a magistrada apresentou um argumento cabal para sua decisão, ao comparar as afirmações de Gentilli aos episódios de agressão verbal que, de certa forma, são comuns entre os Deputados durante as sessões no Congresso: "Acredito que coisa bem pior, diria até mesmo mais vulgar, já foi dita — e transmitida ao vivo —, das tribunas do Congresso Nacional", disse ela.

Para exemplificar e não deixar dúvidas, a juíza citou o episódio em que o também deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu em Jair Bolsonaro (PSC-RJ), no ano passado, dizendo que as trocas de ofensas entre os parlamentares chegaram à "...tristes cenas de agressões pessoais (verbais e físicas), como aquela do cuspe por ocasião da votação do impeachment da presidente Dilma, dentre tantas outras cenas lamentáveis".

Finalmente, a juíza disse que apesar de serem "deselegantes", Danilo Gentilli não cometeu qualquer ofensa contra Maria do Rosário, o que muito provavelmente deve ser interpretado no contexto da sua exemplificação. 

Ou seja, a magistrada deixou claro que se os próprios Deputados não se dão o respeito no ambiente que é considerado a "casa do povo" (Congresso) e, portanto, exemplo para a Nação, por que deveria punir o simples cidadão, "comum", em seu direito de se manifestar e criticar os parlamentares?

Danilo Gentilli, claro, não perdeu a oportunidade de comemorar e assim que saiu a decisão fez outra publicação em sua página oficial no Facebook: "Repetindo: Nunca aceite que qualquer deputado, senador, prefeito ou governador diga se você pode ou não falar alguma coisa. O povo não deve temer seu governo. O governo é que deve temer seu povo."


Por: Will R. Filho
Com informações: Correio Brasiliense
Escola Sem Partido e Lei Harfouche ganharam reforço de peso: "As crianças têm que aprender conteúdos", defende pedagoga mundialmente famosa

Escola Sem Partido e Lei Harfouche ganharam reforço de peso: "As crianças têm que aprender conteúdos", defende pedagoga mundialmente famosa


Em uma entrevista concedida ao Jornal espanhol El País publicada na última quinta feira, a pedagoga Inger Enkvist, autora de livros como "Repensar a Educação" e mais de 250 artigos científicos durante 30 anos de pesquisa, deu opiniões que reforçam o projeto Escola Sem Partido e a Lei Harfouche.

A opinião da mulher que é considerada uma das maiores autoridades mundiais em educação escolar é como um golpe fatal nos críticos do Escola Sem Partido e da Lei Harfouche:

"A nova pedagogia promove a antiescola. As escolas foram criadas com o objetivo de que os alunos aprendessem o que a sociedade havia decidido que era útil. Qual é o propósito da escola se o estudante decide o que quer fazer?", questionou Enkvist ao explicar que a tendência das novas metodologias, onde os alunos decidem mais como desejam aprender, pode ser prejudicial para o aprendizado escolar.


"Essas correntes querem enfatizar ao máximo a liberdade do aluno, quando o que ele necessita é de um ensino sistemático e bem estruturado, sobretudo se levamos em conta os problemas de distração das crianças. Se não se aprende a ser organizado e a aceitar a autoridade do professor no ensino fundamental, é difícil que se consiga isso mais tarde."

No Brasil, os autores do projeto Escola Sem Partido defendem que os alunos precisam aprender antes de tudo conhecimentos objetivos. Ou seja, as disciplinas de português, matemática, biologia, química, física, história, etc., para que só então através dessa bagagem de conteúdos possam formular e lidar com outros assuntos, mais subjetivos e abstratos. É justamente o que Enkvist quer dizer sobre a necessidade de um "ensino sistemático e bem estruturado":

"...o professor organiza o trabalho da classe. Se os alunos planejam seu próprio trabalho, é muito complicado que obtenham bons resultados, e isso desmotiva o professor", disse ela, ao defender que o aprendizado dos alunos precisa estar baseado na competência do(a) professor(a), como autoridade na sala de aula, e não como os alunos desejam aprender, o que significaria uma flexibilização excessiva e infrutífera do ensino.

"Essas metodologias estão distanciando das salas de aula os professores mais competentes. Já não se considera benéfico que o adulto transmita seus conhecimentos aos alunos e se fomenta que os jovens se interessem pelas matérias seguindo seu próprio ritmo. Em um ambiente assim não é possível ensinar porque não existe a confiança necessária na figura do professor. Viver no imediato sem exigências é bem o contrário da boa educação."

Enkvist defende que é preciso exigir disciplina dos alunos, algo que não é possível se não houver, na sala de aula, a transmissão de conhecimentos, o que significa uma metodologia prática que favoreça esse clima de aprendizagem.



Observe: ela não está se referindo à opinião política, religiosa ou moral do professor, mas sim ao conteúdo das disciplinas que estão sendo deixadas de lado, exatamente porque muitos professores estão mais empenhados em fazer da sala de aula um ambiente de confronto e exposição de opiniões diversas (algo puramente subjetivo e relativo) do que de transmissão das disciplinas. Por isso ela crava:

"As crianças têm que aprender conteúdos, e não o chamado aprender a aprender. Não basta dizer aos alunos que devem tomar decisões. Não vão saber como fazer isso". Isso porque, para ela, quem "já tem uma base de conhecimentos, que conta com mais recursos internos", está mais preparado para lidar com os desafios da vida como um todo, e isso "é a educação que lhe proporciona". 

Ela dá como exemplo um músico de jazz, que ao improvisar, faz isso após aprender "500 melodias" para só então conseguir formular suas próprias frases musicais. Ou seja, diz ela: "A teoria é necessária para que surja a criatividade".

A opinião de Inger Enkvist reforça a intenção do projeto Escola Sem Partido


Mais uma vez a opinião da autora reforça a defesa do projeto Escola Sem Partido, ao dizer que os professores não podem usar a sala de aula para transmitir outros conteúdos que não sejam o das disciplinas, visto que os alunos são como músicos que estão apenas aprendendo e, portanto, para que possam lidar com questões subjetivas e mais complexas, precisam primeiro memorizar as "500 melodias" (matemática, português, biologia, etc.)

Os defensores do Escola Sem Partido afirmam que no Brasil há uma espécie de "doutrinação" nas escolas, onde os alunos invés de estarem aprendendo as matérias escolares de modo imparcial, estão sendo submetidos pelos professores ao aprendizado de ideologias políticas e morais, utilizando suas disciplinas para influenciar a visão de mundo desses alunos de acordo com a opinião dos próprios professores, sem respeitar a individualidade de cada aluno e a educação dada por seus pais.

Enkvist também acredita em algo que outro Projeto de Lei polêmico conhecido como "Lei Harfouche" também defende, que é a disciplina. Para ela, à aquisição de conhecimento é um ato de disciplina que também pode ser ensinado no ambiente escolar:

"Quanto mais autodisciplina, mais possibilidades você tem pela frente e menos desesperado se sentirá diante de uma situação limite."

A Lei Harfouche, que leva o nome do Procurador Sérgio Harfouche, é um projeto que estabelece mecanismos de intermediação entre a escola, os pais e a sociedade, junto aos alunos, de forma que através de regras disciplinares o problema que hoje é uma crise nacional nas escolas, que é a indisciplina e evasão escolar, possa ser melhor combatido.

Na prática, segundo a Lei Harfouche, o aluno que agride um colega, por exemplo, quebra uma cadeira da escola, ameaça um professor ou é pego usando drogas, armas, etc., invés de ser expulso do ambiente escolar ou mesmo ir parar numa delegacia para menores, pode ser punido (corrigido) com ações disciplinares, consentida pelos pais e a escola (consequentemente pela comunidade), que visam compensar os danos causados e ao mesmo tempo ensiná-lo à respeitar regras.

A Lei Harfouche pretende evitar consequências mais graves para a vida dos alunos fora do ambiente escolar


A intenção do projeto, portanto, é que ao dar a oportunidade do aluno indisciplinado poder se redimir do seu erro, através de um castigo imposto pela própria escola, ele possa permanecer no mesmo ambiente escolar, próximo dos professores, colegas e familiares, tendo a chance de aprender a importância do aprendizado escolar, tornando-se, assim, alguém mais disciplinado. 

O castigo dessa forma, assim como no ambiente familiar onde os pais punem seus filhos quando cometem erros, é um instrumento que visa ensinar - na prática - as consequências do erro para o aluno, evitando que ele sofra consequências piores fora da escola, caso não aprenda o valor da disciplina, do respeito ao próximo e dos estudos.

Para Enkvist "viver no imediato sem exigências é bem o contrário da boa educação". O termo "educação" se refere ao ambiente escolar. Isto significa que exigir do aluno o cumprimento de regras, não apenas no estudo das disciplinas, mas na adequação ao ambiente escolar, pode requerer aplicação de castigos que visam recuperar esse aluno. Dai o motivo pelo qual a importância da Lei Harfouche é reforçada por essa autora.

Finalmente, fizemos aqui uma interpretação da entrevista de Inger Enkvist para o El País aplicada ao contexto brasileiro, onde indisciplina não é sinônimo apenas de alunos "birrentos", desobedientes ou preguiçosos, dificuldades essas que podem ser tratadas com muita paciência, diálogo e ações didáticas teóricas, mas sim de jovens que não respeitam autoridades, agridem física e moralmente professores e colegas, trazem para dentro da escola a "boca de fumo" e possuem sérios problemas familiares. Nesse contexto a disciplina precisa, sim, ser mais radical, objetiva e prática.

Assim, concluímos que tanto o Escola Sem Partido como a Lei Harfouche ganharam na opinião de Inger Enkvist mais um reforço de peso, que deve ser ouvido por nossas autoridades, mas principalmente pela sociedade, os pais, interessados em combater a doutrinação ideológica e a indisciplina nas escolas do Brasil.



Por: Will R. Filho 
ALERTA: A Igreja Católica é um barco "à beira do caos", disse o Papa emérito Bento XVI

ALERTA: A Igreja Católica é um barco "à beira do caos", disse o Papa emérito Bento XVI

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A Igreja Católica é um barco "à beira do caos", disse o Papa emérito Bento XVI em uma mensagem pessoal para a missa funerária do seu amigo íntimo, o Cardeal Joachim Meisner, no sábado.


Dado sua incapacidade de viajar, o Papa aposentado, em geral silencioso, entregou a mensagem por escrito, e teve sua leitura em voz alta na Catedral de Colônia pelo seu secretário pessoal, o arcebispo Georg Gänswein, que também atua como Prefeito da Casa Papal para o Papa Francisco.

No texto, Bento XVI disse que o Cardeal Meisner "teve dificuldade em deixar seu cargo, especialmente em um momento em que a Igreja está em necessidade particularmente premente de pastores convincentes que possam resistir à ditadura do espírito da época e que vivem e pensam a fé com determinação".

O que lhe dificultou ainda mais, disse Bento XVI, foi que "neste último período da sua vida, ele aprendeu a se desprender e a viver com a profunda convicção de que o Senhor não abandona a Igreja, mesmo quando o barco já tomou tanta água que está à beira do caos".


Notavelmente, o cardeal Meisner foi um dos quatro cardeais que apresentou uma série de perguntas, ou a "dubia" ao Papa Francisco em setembro passado, lhe pedindo que esclarecesse cinco dúvidas doutrinárias sérias, desde sua exortação apostólica em 2016, Amoris Laetitia (A Alegria do Amor) Sobre a Sagrada Comunhão para os divorciados e casados ​​novamente, a indissolubilidade do casamento e o papel apropriado da consciência.

Os outros três prelados que apresentaram as perguntas ao Papa foram o Cardeal Raymond Burke, patrono da Ordem Soberana Militar de Malta; Carlo Caffarra, arcebispo emérito de Bolonha; e Walter Brandmüller, presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas.

Quando o Papa Francisco não respondeu à "dubia", os quatro cardeais manifestaram suas perguntas publicamente em novembro passado.

"O Santo Padre decidiu não responder", escreveram. "Interpretamos sua decisão soberana como um convite para continuar a reflexão e a discussão, com calma e com respeito".

Emérito, o Papa Bento XVI completou 90 anos no domingo de Páscoa, após o qual ele deu um raro aniversário no Vaticano, expressando sua ação de graças a Deus pelo dom da vida.

"Meu coração está cheio de gratidão pelos 90 anos que o bom Deus me deu", disse Bento, que se aposentou como papa em 28 de fevereiro de 2013, o primeiro pontífice a fazer isso em 600 anos.

"Também houve provações e momentos difíceis, mas através de tudo, Ele sempre me levou e me atraiu, para que eu pudesse continuar no meu caminho", disse ele.

Comentário:

"Espírito da época", como mencionou Bento XVI, diz respeito ao contexto cultural em que vivemos, onde até a Igreja Católica, conhecida por suas doutrinas e tradições dogmáticas (sacralizadas), está sofrendo com o relativismo radical entre seus líderes.

Não é por acaso que muitos católicos estão insatisfeitos com o Papa Francisco, dado à sua postura "morna", muitas vezes omissa e ambígua sobre temas sensíveis da sociedade que estão influenciando os fiéis no mundo inteiro.


Fonte: Breitbart
Comentário: Will R. Filho
DENÚNCIA: Empresa de videgames promove exploração sexual e a pornografia para menores de 18 anos em jogos online

DENÚNCIA: Empresa de videgames promove exploração sexual e a pornografia para menores de 18 anos em jogos online


Uma loja de jogos online, com cerca de 35 milhões de usuários menores de 18 anos, está facilitando a coerção sexual e a pornografia através da interação virtual, para usuários de todas as idades. Isso ocorre através da plataforma de distribuição de videogames Steam®, que foi desenvolvida pela Valve Corporation.


O Centro Nacional de Exploração Sexual [EUA] está solicitando ao distribuidor de videogames que remova esses jogos e pede ao público que envie mails aos executivos da empresa sobre suas preocupações.


"A exploração sexual não é um jogo", disse Dawn Hawkins, diretor executivo do Centro Nacional de Explotação Sexual. "A Steam, uma popular plataforma de distribuição de videogames que pode ser comparada ao Walmart na distribuição de jogos online, está vendendo jogos que normalizam e promovem a coerção e exploração sexual. Estes jogos, Studio Tycoone e Studio Tycoon, estão disponíveis facilmente para cerca de  35 milhões de  crianças que compram jogos de videogames fora do Steam."

"O jogo [...] está literalmente treinando seus usuários em táticas predatórias para agressão sexual e até mesmo tráfico sexual, que envolve pessoas vivas offline em escolas secundárias, universidades, bases militares e muito mais".

"O jogo inclui características perturbadoras que permitem que os usuários aumentem suas chances de ter relações sexuais com uma mulher no jogo, se eles manipularem e forçarem mulheres a praticarem sexo. Diferentes fases de jogos incluem chantagens usando imagens nuas, aumentando o consumo de álcool feminino... [o objetivo é juntar "amigos" em uma festa e fazer sexo com mulheres que ficam isoladas. Observe que há um paralelo com alguns casos de "estupros coletivos" já noticiados pela mídia] Os encontros sexuais são de evidente pornografia animada, com genitália, ejaculação e muito mais".

"O jogo Studio Tycoon se concentra em temas sexuais onde o usuário atua como pornógrafo. Inclui sons sexuais, personagens hipersexualizados e representações genéricas de atos sexuais, embora não haja nudez total. Esse jogo promove e glamoriza a indústria pornográfica exploradora, onde os artistas freqüentemente sofrem traumas físico e emocional, como o Transtorno de Estresse Pós-Traumático".

"O Steam vende e promove esses jogos para usuários de todas as idades e requer apenas um simples clique de um botão para passar por um aviso superficial de que o material pode não ser adequado para todas as idades. Esses jogos violam diretamente as  próprias políticas da Steam contra conteúdos pornográficos ou ofensivos."

"O Centro Nacional de Exploração Sexual está intimando o Steam e sua empresa-mãe, a "Valve", para que removam esses jogos da loja e apliquem políticas mais robustas contra a venda de jogos que normalizam ou glamorizam a exploração sexual. Pessoas interessadas podem enviar e-mails aos executivos da Valve clicando aqui", concluiu Hawkins.

Comentário:


Recentemente no Brasil ouve um alvoroço após o caso de um estupro coletivo no Rio de Janeiro. Diversos grupos feministas afirmaram que casos como o ocorrido se deve a uma coisa chamada "cultura do estupro", a qual, de forma direta, atribuem indiscriminadamente ao "machismo".

Na ocasião publicamos um texto chamado "Cultura de estupro tem nome: pornografia", afirmando que se há uma "cultura do estupro", ela está sendo produzida e incentivada, principalmente, através da indústria pornográfica, sobre a qual não vemos reclamações desses mesmos grupos em "defesa da mulheres" (?).

A disseminação cada vez maior de jogos pornográficos, muitos dos quais a pornografia está explícita e implícita, é apenas mais um exemplo da tal "cultura do estupro" que a grande mídia insiste em ignorar. O fato de serem facilmente encontrados e acessados por públicos de todas as idades, especialmente menores de 18 anos, seria mais do que suficiente para serem vetados e alardeados nos meios de comunicação como conteúdos ilegais e até criminosos, uma vez que promovem situações violência sexual também contra mulheres.

Todavia, o que faz com que esses conteúdos permaneçam no ar e passem para muitos despercebidos? Até que ponto a cumplicidade de muitos e o moralismo seletivo legitima essas e outras formas de exploração sexual, especialmente dos mais jovens? Pense e tire suas conclusões.


Fonte: Life Site News
Comentário: Will R. Filho