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ALERTA: Mãe perde ação na justiça após filho "transgênero" fazer "mudança de sexo" sem a sua autorização

ALERTA: Mãe perde ação na justiça após filho "transgênero" fazer "mudança de sexo" sem a sua autorização

Um juiz federal rejeitou uma ação movida por uma mãe de Minnesota que acusou autoridades escolares, profissionais de saúde e médicos de violar seu direito parental, ao deixar seu filho passar por uma "mudança de sexo" sem a sua permissão.


O juiz distrital dos Estados Unidos, Paul A. Magnuson, descartou o processo na terça-feira, afirmando que suas alegações faltam "mérito", informou o Minnesota Tribune .

Anmarie Calgaro fez manchetes internacionais no ano passado depois que ela entrou com recurso contra seu filho transgênero de 17 anos, bem como várias agências estaduais por seu papel em ajudar o adolescente - que chamaremos pelas iniciais EJK - a fazer sua transição de "homem para mulher."

"Eu não fui consultada ou informada sobre isso de nenhuma maneira", ela disse à imprensa na época.

Seu processo desafiou uma lei de Minnesota que permite que menores de idade tenham atendimento médico e procedimentos cirúrgicos sem o consentimento de seus pais.

Calgaro afirma que Park Nicollet e Fairview Health Services, dois nomeados réus no processo, começou a fornecer a EJK terapia hormonal sem seu consentimento em novembro do ano passado.


Quando Calgaro pediu às clínicas os registros médicos de EJK, eles recusaram, disse ela. De acordo com a ação, o Distrito Escolar do Condado de St. Louis também rejeitou seu pedido de acesso aos registros escolares do filho.

No centro do caso está a emancipação legal da EJK de sua mãe. Minnesota não tem um processo formal para determinar a emancipação dos filhos de seus pais, mas a lei geralmente considera financeiramente independentes menores que vivem separados de seus pais para dar essa concessão.

EJK saiu da casa de sua mãe em St. Louis County em 2015, para ir viver com seus parentes e se recusou a voltar atrás desde então. Ele/ela vive atualmente sozinha e é tecnicamente considerada emancipada legalmente.

Calgaro falou sobre esse ponto e disse que os prestadores de cuidados de saúde e o distrito escolar tinham voluntariamente lhe privado seus direitos parentais quando eles começaram a ajudar EKJ, depois de determinar que ele era um menor emancipado. Em sua queixa, Calgaro reivindica que o condado de St. Louis deu ao seu filho o auxílio do governo sob a forma de pagamentos médicos para cobrir seu tratamento.

Mas o juiz Magnuson rejeitou as acusações de Calgaro como "distrativas" porque não é legalmente possível que essas agências "ponham termo" a seus direitos. Sob a lei de Minnesota, uma criança menor não é emancipada até que um tribunal estadual declare isso, disse o juiz.

Calgaro continua tendo a custódia física e legal de seu filho, apontou o juiz.

"Mesmo supondo que os réus determinassem EJK emancipada - como o tribunal deve fazer nesta fase do litígio - as determinações da emancipação dos réus não terminaram os direitos parentais de Calgaro. Apenas uma ordem judicial pode fazer isso."

Comentário:

Esse acontecimento demonstra como a interferência do Estado na relação familiar pode ser prejudicial. Imagine você ter um filho(a) menor de idade que por algum motivo acredite ser um "transgênero", condição esta também classificada como "disforia de gênero" e amplamente questionada por diversos especialistas em saúde, como relatamos aqui e aqui, sendo influenciado por órgãos do governo para que faça a falaciosa "mudança de sexo", sem a sua concordância?

Os pais criam os filhos, educam e lhes dão tudo que necessitam para viver, mas é o Estado quem decide assuntos vitais sobre ele? Ou será que um jovem menor de idade possui maturidade suficiente para compreender assuntos complexos de ordem psicológica que afetam o resto da sua vida?

Não há neutralidade na decisão do jovem. Se não é influenciado pela família, será pelo Estado. Retirar a capacidade de uma mãe ou pai de orientar e decidir questões vitais para a vida dos seus filhos é colocar essa mesma autoridade nas mãos do Estado e seus agentes, que certamente não conhecem, não cuidam e não se responsabilizam pela vida desses jovens como fazem seus pais.

Por fim, temos nesse caso um exemplo de várias confusões, todas frutos do enfraquecimento da concepção tradicional de família. Aqui no Brasil não estamos distante disso. O partido PSOL, do Dep. Jean Willys, já protocolou projeto de lei visando dar aos menores de idade a possibilidade de decidir sobre "mudança de sexo" sem o consentimento dos pais.

Não se trata de direitos, mas da substituição de uma cultura por outra.


Fonte: Heats
Comentário: Will R. Filho
ALERTA: Brasil é o sexto país com maior número de crimes virtuais e roubo de dados

ALERTA: Brasil é o sexto país com maior número de crimes virtuais e roubo de dados


O sequestro de dados cresce rapidamente na América Latina, especialmente no Brasil e no México, países que reportaram o maior número de vítimas do ciberataque global da última semana na região, disseram especialistas à Agência Efe.


"Entre os países mais afetados está o México, que chegou a ocupar o quarto lugar do mundo em número de vítimas, e o Brasil, o sexto", afirmou hoje Dmitry Bestuzhev, diretor de Pesquisa para a América Latina da Kaspersky Lab, uma das maiores empresas de segurança informática do mundo, ao falar sobre o ataque "WannaCry".

O ataque, que começou no dia 12 de maio e aproveitou uma vulnerabilidade do sistema operacional Windows, afetou 200 mil computadores em 150 países, utilizando um "ransomware" para encriptograr os dados digitais da vítima. Os arquivos são mantidos como "reféns" até que um resgate seja pago para desbloqueá-los.

No caso do "WannaCry", os hackers exigiam pagamentos na moeda digital bitcoin para restabelecer o acesso aos computadores. Segundo registros da Kaspersky, até a última segunda-feira, 236 vítimas tinham efetuado o pagamento do resgate.


"O problema é pagar. O 'ransomware' cresce porque as pessoas pagam. Lamentavelmente as empresas ou usuários sucumbiram a isso, o que aumenta o risco porque motiva os criminosos", indicou à Efe o diretor de Engenharia para a América Latina e o Caribe da Symantec, Sebastián Brenner.

A Symantec, outra líder mundial em cibersegurança e que essa semana apresentou em Bogotá o relatório "Ameaças à Segurança na internet". O documento destaca que os EUA seguem sendo o país com mais casos registrados de "ransomware" no mundo, com 34% do total. Além disso, 64% das vítimas americanas acabam pagando o resgate.

Os EUA são seguidos do Japão, com 9% do total de casos. A Itália vem na sequência, com 7%, seguido de Canadá e Índia, com 4%, Reino Unido, Austrália, Alemanha, todas com 3%. Na América Latina, o Brasil lidera a lista (1,4%), seguido do México (1,2%), Argentina (0,3%), Chile (0,29%) e Colômbia (0,1%).

Bestuzhev expressou a preocupação pelo crescimento do fenômeno na região e ressaltou que México e Brasil estão no topo da propagação dessa ameaça.

"Quanto aos alvos, se estima que 69% são usuários comuns e 31% empresas. Definitivamente, é mais fácil para um ciberdelinquente atacar uma pessoa do que uma companhia, que tem mais barreiras de segurança", explicou Brenner.

O especialista da Kaspersky concorda. "Ainda que soe como uma velha canção, o ataque não teria tido essa dimensão se as vítimas tivessem protegido seus equipamentos. Essa proteção é gratuita", afirmou Bestuzhev.

"O remendo de segurança para evitar o ataque em massa do 'WannaCry' estava disponível desde março, quando a Microsoft publicou uma atualização de seus sistemas operacionais. Passaram dois meses, e as empresas e usuários não a instalaram", alertou.

De acordo com dados da Kaspersky, uma de cada cinco empresas no mundo sofreu um ataque de "ransomware". Em 2016, 32% das vítimas pagou o resgate. Outras 67% perderam parte dos dados sequestrados.

"A bola agora está do lado das companhias. Instalar as atualizações é gratuito e isso deve ser feito imediatamente", reforçou o diretor da Kaspersky.

Os dois especialistas destacaram que a América Latina pode estar ainda mais vulnerável aos ataques por outro motivo: a pirataria.

"Conheço empresas que têm Windows piratas, que rompem a segurança do Windows e, depois, não podem instalar as atualizações. Não pagar pelas licenças é um risco", defendeu Bestuzhev.

O diretor da Kaspersky ainda disse que é possível recuperar os arquivos sem pagar aos hackers. A empresa está trabalhando com a Interpol para descriptografar o bloqueio.

"É questão de tempo", disse. Por Diana Marcela Tinjacá.

Comentário:

A digitalização de todos os aspectos da nossa vida ocorre em ritmo acelerado e muitos não percebem a gravidade desse fato. Aos poucos, não apenas os dados pessoais, como nossas lembranças, intimidade e relacionamentos estão se tornando "virtuais".

Com esse nível de exposição, nossa segurança também vai se tornando cobaia de novos modelos de crime, entre eles o roubo de dados, que apesar de ser antigo o conceito, renova suas técnicas conforme o crescimento da tecnologia.

O que fazer? Evitar ao máximo a exposição desnecessária de informações pessoais na internet. Evitar cadastro em sites e serviços duvidosos. Evitar o que pode ser evitado e ficar atento aos cuidados de segurança, dicas de proteção, especialmente aos métodos de engenharia social.


Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho
Samsung vende 10 milhões de Galaxy S8 e S8+ e supera o primeiro lançamento

Samsung vende 10 milhões de Galaxy S8 e S8+ e supera o primeiro lançamento

 

A Samsung Electronics vendeu mais de 10 milhões de unidades de seus smartphones Galaxy S8 e S8+ em menos de um mês, segundo revelaram fontes da empresa para o jornal "Chosun Ilbo", uma quantidade que o primeiro modelo do aparelho demorou sete meses para alcançar.


O jornal sul-coreano publicou estes dados citando fontes da própria Samsung, que nesta quarta-feira não quis confirmar nem desmentir os esses números para a Agência Efe.

Os novos modelos da série de smartphone Galaxy S foram colocados à venda no dia 21 de abril na Coreia do Sul, Estados Unidos e Canadá, e posteriormente em outros mercados, entre eles o europeu (na China, a comercialização começará amanhã).


A empresa planeja que no final deste mês o smartphone esteja disponível em 120 países, e os analistas consideram que com o sucesso que vem apresentando, o S8 pode superar os 50 milhões vendidos do seu antecessor, o Galaxy S7.

A pré-venda do Galaxy S8 alcançou o número recorde de mais de um milhão de unidades na Coreia do Sul, onde em seu primeiro dia de venda foram comercializados cerca de 260 mil destes smartphones.

A Samsung está confiante o bom rendimento do S8 possa ajudar a deixar para trás o fiasco do Galaxy Note 7, cujas explosões espontâneas, obrigaram a uma retirada sem precedentes do produto, causando um impacto econômico substancial.


Fonte: Efe
"Os homens podem amamentar", diz instituto de amamentação com a ONU

"Os homens podem amamentar", diz instituto de amamentação com a ONU


Um grupo que defende a importância da amamentação está promovendo a ideia de que os homens também podem amamentar 


Os cuidados da amamentação não é apenas para as mães, segundo um post publicado no blog National Catholic Register esta semana, incluindo uma declaração de política da ONG La Leche League International (LLLI).

"À medida que a compreensão cultural do gênero se expandiu, agora reconhecemos que alguns homens são capazes de amamentar", afirmou a organização.

LLLI tem divulgado a ideia de homens que amamentam desde 2014, quando mudou sua política, porque "a compreensão cultural de gênero se expandiu." Portanto, "agora é reconhecido que alguns homens são capazes de amamentar."

A organização internacional, sediada em Illinois, forneceu apoio ao aleitamento materno por mais de 60 anos. Há três anos começou a permitir que os "homens que cumprirem os pré-requisitos para se tornarem candidatos voluntários" sejam orientadores da amamentação.

Esses pré-requisitos são experiência organizacional, experiência pessoal de amamentar um bebê por no mínimo nove meses e um compromisso demonstrado com a filosofia da Liga La Leche.

Isso não é nenhum erro de impressão - os homens com "experiência pessoal de amamentar um bebê durante pelo menos nove meses" podem se candidatar a um conselheiro de amamentação.

[Homens podem amamentar? Entenda]


"Claro, os homens não podem amamentar", escreveu o autor Glenn Stanton no post. "Mas muitas mulheres que acreditam que são homens ... mantêm seus úteros e seios, dando à luz e amamentando seus bebês como qualquer outra mulher".

O conceito proposto de um homem que amamenta não é novo. Em 2008, Thomas Beatie, uma mulher pós-cirúrgica ["mudança de sexo"] que agora usa o nome de Tracy Lagondino, recebeu atenção nacional com a divulgação de que estaria grávida.

Um conselheiro de amamentação seria alguém encarregado de ajudar as novas mães em dificuldade a dominar o ato íntimo de cuidar de seus filhos, disse Stanton. E de acordo com a LLLI, este alguém poderia ser um homem.

Foi "no espírito da não-discriminação ..." que a LLLI mudou sua política em 2014. E "como uma organização não-discriminatória," as posições de conselheiro de amamentação voluntária "não podem ser consideradas inelegíveis com base em fatores como sexo, raça, religião, deficiência física, status, orientação sexual, posição financeira ou social, ou opiniões políticas ou sociais."

Há links para contas em dois sites no post do blog, um para uma coluna da revista TIME on-line e outro de Milk Junkies: Amamentação e parentalidade de uma perspectiva transgênero.

Ambas as histórias detalhadas de mulheres que se identificam [psicologicamente] como homens, mas que aparentemente  foram capazes de engravidar e cuidar de seus filhos.

O post de Milk Junkies, a partir de 2016, incluía uma declaração da LLLI que dizia:


"Reconhecemos que qualquer mãe amamentando, independentemente de se auto-identificar como mãe ou pai, deve ser - e é agora - bem-vindo a tomar liderança na LLL. Existem outros pré-requisitos que um potencial iíder precisa satisfazer, mas ser mulher não é um deles".

"Você pode imaginar uma mãe ansiosa, lutando com sua própria autoconfiança e mudando de corpo, tendo que aprender os meandros de um processo tão íntimo de uma mulher barbada apresentando-se como um homem?" pergunta Stanton. "É uma violação absoluta da sua condição inata [biológica] e uma expectativa ridícula para estar totalmente de acordo com ela."

Stanton conclui observando a discrepância entre a organização de aleitamento materno que mantém uma política de "homens" amamentando, enquanto tem um livro publicado chamado The Womanly Art of Breastfeeding [a arte feminina da amamentação].

"Como eles não podem ver como isso faz com que os 'pais' de enfermagem se sintam?", questiona Stanton. "Eles terão que mudar o título, declarando a amamentação também como uma arte masculina e colocando um homem na sua capa. Isto é, se eles realmente acreditam em sua própria retórica."

 Comentário:

A coisa é tão confusa que fica difícil saber por onde começar. Até onde a ideologia de gênero vai aparentar ser uma "verdade" maior do que a condição biológica humana, responsável por toda evolução e constituição da civilização desde os primórdios?

A amamentação é, definitivamente, uma "arte" exclusivamente feminina. A ideologia de gênero não suporta dados objetivos e incontestáveis, por isso procura negar por via de um discurso abstrato o que são fatos visíveis e indiscutíveis da condição humana, a exemplo da amamentação.

A amamentação não se resume a "dar leite", ou alimentar, simplesmente. A amamentação é um processo biológico que põe a mãe e o bebê numa sintonia corporal única e exclusiva do sexo feminino.

A posição dos seios da mulher, por exemplo, sua distância em relação ao rosto da mãe, permite o contato do filho com os olhos da mãe, influenciando no acolhimento afetivo e consequentemente sentimento de segurança deste com a mãe.

A sucção do leite no seio da mãe permite o desenvolvimento adequado da "bocadura" do filho(a), influenciando na formação da sua futura arcada dentária, mastigação e até do desenvolvimento cognitivo, graças ao esforço que a criança faz na utilização dos músculos faciais para poder sugar o leite, tornando o seio materno seu primeiro e mais importante meio de relação com o mundo, especialmente com outro ser humano, a mãe.

Ou seja, o seio materno é biologicamente insubstituível para o melhor desenvolvimento do bebê. Não é um capricho da natureza, mas sim uma condição para o melhor desenvolvimento humano, a qual permitiu também que as mulheres controlassem de forma natural a reprodução humana durante gerações, diferente dos contraceptivos que atualmente trouxeram inúmeros efeitos colaterais.

A utilização de outros recursos para a amamentação como mamadeiras, são possíveis, mas não se iguala a qualidade da amamentação natural, tanto para o bebê quanto para a mãe, que também é física e emocionalmente influenciada por essa relação.

O leite materno direto do seio possui todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento do bebê, de modo que quanto mais fresco, melhor. A proteção imunológica contra doenças é um dos fatores que permitiram que a humanidade chegasse até os dias atuais.

 O conjunto de benefícios da amamentação não podem ser reproduzidos pela ciência, pois necessitaria de um seio natural, com leite natural e uma relação afetiva também natural entre mãe e bebê. Não há substituto para isso.

As mulheres "trans", por outro lado, biologicamente continuam sendo do sexo feminino e, portanto, ainda que se vejam como "homens", continuam sendo "mulheres". Esse é o motivo pelo qual a dita cirurgia de "mudança de sexo" é uma farsa, visto que é impossível mudar o sexo determinado biologicamente. No máximo se modifica a aparência do corpo.

Portanto, a amamentação é definitivamente uma exclusividade da mulher e não existem "homens que amamentam". No máximo, existem mulheres "trans". Os homens "trans" (ou não), por outro lado, auxiliam no cuidado da amamentação. Podem orientar, sim, mulheres com dificuldades, através do conhecimento da obstetrícia, por exemplo, mas não como amamentadores, em si, mas apenas como orientadores caseiros ou profissionais de saúde.


Fonte: LifeSiteNews
Comentário: Will R. Filho
"Grafite" é vendido por 110,5 milhões - O verdadeiro retrato da hipocrisia humana

"Grafite" é vendido por 110,5 milhões - O verdadeiro retrato da hipocrisia humana


Uma pintura de Jean-Michel Basquiat atingiu, na quinta-feria, seu recorde, sendo vendida pelo preço de US$ 110,5 milhões, no leilão noturno de arte contemporânea realizado em Nova York (Estados Unidos), realizado na casa Sotheby's.


Basquiat (1960-1988), de pai haitiano e mãe porto-riquenha, conseguiu com sua obra "Untitled", de 1982, uma marca histórica para sua curta carreira, com o quadro sendo vendido a esse preço durante um leilão que durou 10 minutos, o mais longo da noite.


A pintura, de 1,83 metros de alto e 1,73 de largura, apresentando um perfil em forma de caveira, tinta acrílica, lápis de cera e spray, um marco na obra de Basquiat, que morreu aos 27 anos, de overdose.

Considerada como uma das obras mais importantes do pintor, Basquiat pintou "Untitled" quando era praticamente desconhecido no mundo da arte, e foi comprado por US$ 19 mil, em 1984, durante um leilão.

A venda desta obra é histórica pela reserva, pois estava nas mesmas mãos há 33 anos. A Sotheby's tinha calculado que seria vendida pelo valor de US$ 60 milhões, e no final conseguiu quase o dobro.

A obra foi comprada pelo empresário e colecionador de arte japonês Yusaku Maezawa, fundador do gigante de comércio on-line Start Today. A casa Sotheby's postou em seu twitter a foto do novo dono ao lado da pintura.

Comentário:

Tenho dificuldade de aceitar que uma obra de arte, seja ela qual for, valha o preço de salvar milhares de vidas humanas, por exemplo, da fome, guerras e das doenças.

Nada, absolutamente nada, me parece justificável em pagar uma soma dessa em uma pintura, não importa o ângulo pelo qual você enxerga a vida.

Se milhões são "trocados" para você ou uma fortuna, o fato é que a a realidade do sofrimento humano não se resume a um preço, mas à consciência ética, algo que pelo visto não existe neste mercado de vaidades inúteis.

Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho
Reino Unido emite alerta para iminência de novo ataque terrorista

Reino Unido emite alerta para iminência de novo ataque terrorista


Nível de alerta foi elevado de "grave" para "crítico". Uma rede ligada ao homem bomba suicida estaria ativa

Decisão foi anunciada por Theresa May. Significa que pode ser iminente um novo atentado. Milhares de militares - cerca de cinco mil - serão colocados em locais considerados "críticos" ou de "potencial risco".
É a primeira vez, desde 2007, que o nível de alerta terrorista é colocado no máximo.
Theresa May explica que há suspeitas de que o terrorista Salman Abedi faça parte de uma rede que estaria ativa.
A governante afirmou que o "ataque covarde e insensível" de segunda-feira justifica o reforço das medidas de segurança definido pelo Governo britânico.

Assim, polícias serão substituídos por militares sob orientação policial em "locais chave" do país, permitindo "à polícia aumentar significativamente o número de agentes armados em patrulha".
A primeira-ministra assinalou ainda que serão destacados militares para patrulhar concertos e jogos desportivos.
Theresa May considerou que é "uma resposta sensata e proporcional" elevar o nível de alerta, indicando que haverá militares em patrulha em locais sensíveis e acontecimentos com muito público, como a final do campeonato de futebol inglês que se joga no sábado no estádio londrino de Wembley e em que estará presente o príncipe William.

Trump oferece "aliança" a muçulmanos e desafia o terrorismo

Trump oferece "aliança" a muçulmanos e desafia o terrorismo


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez neste domingo um discurso para 55 líderes de países muçulmanos, aos quais pediu que expulsem extremistas das seus territórios e se unam ao governo americano para conquistar "um futuro melhor" para todos.

"Não estamos aqui para ensinar nem para lhes dizer como viver, que fazer ou como praticar a sua fé. Em vez disso, oferecemos uma aliança baseada em valores e interesses comuns com o fim de conseguir um futuro melhor", disse Trump em Riad, na Arábia Saudita, onde faz visita oficial.

Em uma cúpula na capital saudita, o presidente americano também pediu aos aliados para que expulsem extremistas dos "seus lugares de oração, das suas comunidades e da terra santa".

"Os EUA estão preparados para lutar junto com eles em busca da segurança e dos interesses comuns", declarou Trump aos participantes, entre eles de países de África, Ásia e Oriente Médio.


O anfitrião, o rei saudita Salman bin Abdulaziz, e Trump anunciaram ainda a criação de um centro para combater o financiamento do terrorismo, com sede em Riad e do qual participarão também os países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG).

Trump acusou um inimigo comum, o Irã, de desestabilizar o Oriente Médio e responsabilizou o país por "tudo o que está acontecendo na Síria "e de apoiar os indescritíveis crimes" do presidente do país árabe, Bashar al Assad.

No discurso, Trump lamentou a situação no Oriente Médio, que era antes "um lpolíticopaz e de tolerância" no qual as religiões conviviam.

O presidente americano apontou que 65% da população da região tem menos de 30 anos, e com isso existe "um grande futuro para ser construído", caso não sofra com conflitos e o derramamento de sangue.

Trump chegou ontem em Riad para uma visita de dois dias em sua primeira viagem ao exterior desde que chegou à Casa Branca, que inclui escalas em Israel, Palestina, Vaticano, Bélgica e Itália.

Comentário:

Donald Trump fez um discurso ousado e assertivo. Deixou de forma clara a intenção dos EUA de combater o terrorismo, e não o Islã.

Sua proposta de aliança com a Arábia Saudita significa uma aproximação e ocupação de um "território político" que vinha se perdendo.

Resta saber como será a reação do governo iraniano. Isso dependerá, em grande parte, ao resultado das eleições.

Fonte: Efe
Comentário: Will R. Filho
URGENTE: Janaína Paschoal diz que "Diretas Já" é um golpe político

URGENTE: Janaína Paschoal diz que "Diretas Já" é um golpe político


A advogada e professora da Universidade de São Paulo, Janaína Paschoal, gravou um áudio fazendo um alerta sobre a iminência de um golpe político no Brasil através de "eleições diretas".


A doutora Janaína Paschoal, principal defensora do impeachment de Dilma Rousseff, confirma o que já argumentamos aqui no blog em outras matérias, e no Facebook, afirmando que o pedido por eleições diretas é a estratégia do PT e aliados para tentar eleger Lula e livrá-lo de uma possível condenação pelo juiz Sérgio Moro.

Escute: