Brasileira, rede social Conservative Core também cresce entre os conservadores

A rede social Parler despontou no cenário internacional como uma alternativa ao Twitter para o público conservador, mas o que muitos não sabiam é que também existe outra plataforma semelhante que vem crescendo rapidamente, a Conservative Core, e com um detalhe: ela é 100% brasileira!

A rede social Conservative Core foi criada pelo CEO Caio Core e também carrega como um dos seus princípios a garantia da liberdade de expressão e, diferentemente da sua concorrente, o conservadorismo está nas linhas de código da plataforma, como o próprio nome sugere.

A iniciativa de Caio, que é especialista em Tecnologia da Informação, segue a linha de raciocínio de uma matéria publicada pelo Opinião Crítica recentemente, abordando a necessidade dos conservadores criarem meios alternativos de comunicação.

A tendência é que a Conservative Core se consolide como uma dessas alternativas, mas com o diferencial de ter o DNA brasileiro, o que pode facilitar para o setor comercial nacional.

Oportunidade na Conservative Core

Nossa aposta é que o mercado publicitário perceberá a oportunidade de negócio que representa o meio conservador.

Empresas ligadas, por exemplo, à educação, religião, segurança e cultura conservadoras têm em redes sociais como a do Caio Core uma excelente vitrine para seus produtos.

Atualmente, plataformas como o Facebook e o Twitter, por exemplo, são generalizadas. O que segmenta os anúncios nessas redes é o Adsense, do Google, com base na experiência dos usuários, e não a plataforma em si.

Uma vez que redes sociais como o Parler e o Conservative Core se tornam naturalmente segmentadas para o público à direita, o potencial de conversões em anúncios programáticos somados à experiência do usuário conservador se torna muito maior.

Por fim, o Opinião Crítica também está na Conservative Core (siga aqui). Para fazer o seu cadastro clique aqui.