A utopia socialista é uma hipocrisia

“Não me associo com pessoas falsas, nem caminho com os hipócritas” (Salmos, 26:4).

”Venezuela cria ‘vice ministério da Suprema Felicidade Social’. Pasta vai cuidar de sem-teto, desvalidos, idosos e crianças, diz presidente. País enfrenta crises de desabastecimento; governo acusa oposição” (G1, 25/10/2013).

A notícia poderia ser apenas velha se não fosse atual. Agora em 01/11/2020 o ditador socialista venezuelano Nicolás Maduro decretou um ato antecipando a comemoração do Natal, afirmando que a medida visava à “Felicidade Para Todo O Povo” e, assim, derrotar a amargura.

Se você ver na televisão a ditadura da Coreia do Norte vai perceber que o povo está sempre feliz, apesar da miséria, fome e falta de liberdade. Aqui no Brasil em 2018 a Coligação O POVO “FELIZ” DE NOVO PT – PCdoB – PROS, foi derrotada nas urnas. A mentira tem pernas curtas e o povo querendo ser feliz de verdade não caiu na promessa da utopia socialista.

A esquerda, o marxismo, comunismo, socialismo, bolivarianismo, sempre prometeu a utopia da felicidade que nunca chegou. O problema da esquerda é achar que o Estado pode impor até a felicidade por decreto. O Estado não é Deus.

A esquerda sempre tem uma “solução” para todos os problemas. E é aqui que as chamadas minorias sempre caem na armadilha da síndrome de Estocolmo, e se tornam reféns e passam a ser apenas massa de manobra, verdadeiros idiotas uteis para a promoção de lutas de classes sociais. Dividir para dominar. Negros contra brancos. Mulheres contra homens, gays contra etéreos.

No século XXI não basta ser apenas proletariado contra a burguesia. Promover conflitos, dividir para dominar. Pautas progressistas de políticas identitárias?

Temos agora o politicamente correto e o cancelamento cultural que são as armas de imposição de uma ditadura cultural. Se você é um crítico da nefasta ideologia de gênero, logo você vai estar impedindo a “felicidade” do gay, e essa “felicidade” precisa ser garantida pelo Estado que se considera um deus, onipotente, onipresente e onisciente.

Se você é contra, logo é um conservador retrógado, um fanático religioso impondo uma teocracia. E para finalizar você é sumariamente classificado de fascista. Todo aquele que discorda, critica, pondera, questiona qualquer pauta progressista da esquerda é genericamente chamado de fascista, termo que virou o palavrão padrão para ofender os opositores. Quem critica, questiona e é contra o faz por que é um? Fascista…

Bateu de frente com as regras do politicamente Correto? A represália será o implacável cancelamento cultural. No Brasil o próprio STF, capacho da esquerda, já rasgou a Constituição ao criminalizar a liberdade de expressão e de religião, a teologia cristã está censurada.

É proibido dizer que pecado é pecado, se dizer que o pecado é pecado desagradar o discurso progressista de algum movimento. Nessa mania marxista/socialista de se criar sociedades utópicas, onde tudo tem que ser de acordo com a “felicidade” utópica, Cuba se tornou um exemplo claro de ilha da fantasia com o melhor sistema de saúde publica do mundo. Bem sabemos a verdade! É uma ilha-prisão com miséria onde o povo sofre. Felicidade utópica socialista só mesmo nos livros de fabulas do MEC.

Sempre foi assim, Stalin o ditador monstruoso, era aplaudido de pé por longos períodos e quem não aplaudisse era preso. Quem não aceitasse a utopia socialista que é apenas uma hipocrisia e demostrasse a falsa felicidade era traidor, fascista. Na pratica, a propaganda marxista-socialista sempre promoveu de fato apenas uma utopia, que é uma hipocrisia. A normatização da falsidade.

O Estado é o deus todo poderoso que pode resolver tudo por todos, então logo todos devem ser felizes. Bem sabemos que teoria é uma coisa e na pratica sempre foi outra. A história já provou o fracasso da utopia socialista. Cada vez mais Estado, mais opressão e menos liberdade, e o resultado é menos felicidade. Porém, a utopia socialista vai continuar impondo a utopia da falsa felicidade, que na pratica é apenas hipocrisia e falsidade.

*Esse texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Opinião Crítica.