“Nós todos estamos tratando de destruir Bolsonaro, senão ele fica aí oito anos”

Na política, fazer oposição é algo comum e até necessário, dado a importância da pluralidade de visões em uma democracia. Todavia, no contexto atual, parece que o governo Bolsonaro está longe de enfrentar uma oposição sadia, e isso é possível perceber pelo modo como os seus adversários tratam a sua gestão.

Uma das pessoas que tem deixado isso explícito é o ex-candidato à presidência do Brasil, Ciro Gomes. Em uma gravação, por exemplo, ele deixa claro que a intenção da oposição não deve ser contribuir para o país apresentando contrapontos à visão do governo, e colaborar quando necessário, mas sim “destruir”.

“Nós todos estamos tratando de destruir Bolsonaro, senão ele fica aí oito anos”, afirmou Ciro. De forma semelhante, o deputado federal Marcelo Freixo já havia deixado isso explícito no Festival PT 40 Anos, realizado em fevereiro de 2020, quando afirmou que “não temos que resistir ao governo Bolsonaro. Temos que destruir o governo”.

Ora, nota-se pela visão harmônica dos dois representantes da esquerda brasileira que a oposição ao governo não está nenhum pouco interessada em atuar pelo bem do país, agindo no sentido de contribuir para que o atual governo obtenha sucessos, pois tudo o que enxerga é ódio, revolta e o desejo de destruição.

De fato, é possível imaginar o quanto deve ser difícil governar um país onde a própria classe política mina, por dentro, todo o potencial da Nação. Ao que tudo indica, o presidente Jair Bolsonaro não tem opositores, mas inimigos mortais, os quais querem ver a seu fracasso a qualquer custo. Isso definitivamente não é política, mas terrorismo ideológico e decadência moral.