Bolsonaro rebate ameaça de Joe Biden ao Brasil: “Nossa soberania é inegociável”

O presidente Jair Bolsonaro acaba de fazer uma publicação em resposta à ameaça feita pelo candidato à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, de retaliação ao Brasil por causa da suposta destruição da floresta amazônica.

“O candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, disse ontem que poderia nos pagar U$ 20 bilhões para pararmos de ‘destruir’ a Amazônia ou nos imporia sérias restrições econômicas”, afirmou o presidente.

Em seguida Bolsonaro reforçou a soberania brasileira sobre à Amazônia, o que significa uma importante manifestação do governo diante da grave ameaça diplomática. Leia a íntegra da manifestação, abaixo:

“O que alguns ainda não entenderam é que o Brasil mudou. Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda, não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL.

Meu governo está realizando ações sem precedentes para proteger a Amazônia. Cooperação dos EUA é bem-vinda, inclusive para projetos de investimento sustentável que criem emprego digno para a população amazônica, tal como tenho conversado com o Presidente Trump.

A cobiça de alguns países sobre a Amazônia é uma realidade. Contudo, a externação por alguém que disputa o comando de seu país sinaliza claramente abrir mão de uma convivência cordial e profícua.

Custo entender, como chefe de Estado que reabriu plenamente a sua diplomacia com os Estados Unidos, depois de décadas de governos hostis, tão desastrosa e gratuita declaração.

Lamentável, Sr. Joe Biden, sob todos os aspectos, lamentável”, concluiu Bolsonaro.

Reação importante do Brasil

Ao responder às declarações de Biden, Bolsonaro toma uma posição importantíssima no cenário internacional, pois deixa claro para o mundo que o Brasil não está disposto a admitir quaisquer intervenções na Amazônia ou em sua política interna.

O silêncio do governo seria ruim para a imagem do país. Com essa resposta, agora é o presidenciável americano que fica em maus lençóis, visto que isso poderá influenciar a sua candidatura de forma negativa, tendo em vista que um conflito diplomático com o Brasil não é bom para nenhum dos dois países.

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