“Por muito tempo chorávamos (…) hoje rimos de alegria e orgulho”, diz Damares

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, usou suas redes sociais para fazer uma breve comparação entre o antes e depois do governo brasileiro no tocante ao sentimento da população, ou pelo menos parte dela, sobre o presidente da República, Jair Bolsonaro.

“Você vai em um evento com seu Presidente da República. Você chega séria, obedece todos os protocolos, senta bonitinha e bem comportada e seu presidente começa a falar e tudo muda”, escreveu a ministra, destacando o costume de Bolsonaro de não seguir roteiros e certos protocolos.

“O Presidente tem tanta notícia boa para falar, tem tantas entregas para apresentar, ele tem tanta alegria e tanto bom humor que leva todos a risadas e gargalhadas. Como não amar este presidente?”, questionou Damares.

“Como não ser feliz servindo um líder tão querido e tão sincero? Por muito tempo chorávamos ou tínhamos vergonha quando nossos chefes de estados falavam, hoje rimos de alegria e orgulho”, concluiu.

“Bolsonaro é impopular, mas favorito”

Falando em aceitação do presidente Bolsonaro, a colunista do jornal O Estado de S. Paulo, Vera Magalhães, terminou virando motivo de chacota nas redes sociais nesta quarta-feira (18), após publicar uma matéria com um título que diz: “Bolsonaro fecha 2019 impopular, mas também como favorito para 2022”.

Vera argumentou que o presidente não possui amplo apoio no Congresso, razão pela qual muitos dos seus vetos foram derrubados pela casa, além de “medidas provisórias caducadas e decretos derrotados. Mas também, apesar disso, o único que conseguiu aprovar uma reforma da Previdência em dez meses”.

Para ela, “ao mesmo tempo que aumenta a rejeição graças a uma série de posturas, ações e declarações voltadas contra minorias, chefes de Estados de outros países, a esquerda e quem mais chegar, o presidente fideliza um clube de convertidos graças justamente a essas mesmas razões”.

O tom contraditório da jornalista ao associar falta de popularidade e favoritismo foi comentado pelo filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, que lembrou das frases contraditórias da ex-presidente Dilma Rousseff.

“Sente falta de Dilma e seu brilhantismo, pérolas como ‘Não acho que quem ganhar ou quem perder, quem ganhar ou perder, vai ganhar ou perder’? Seus problemas acabaram, o jornalismo playmobil de Vera Magalhães mata essa saudade!”, twittou o parlamentar.