EUA liga Maduro ao tráfico de drogas e Trump oferece R$ 75 milhões por sua cabeça

Não estamos no Texas, terra do velho faroeste americano, mas a cabeça do ditador Nicolás Maduro já foi posta a premio, e por um valor que deixaria qualquer justiceiro do Velho Oeste bastante satisfeito.

Isso porque, o governo dos EUA, acusou nesta quinta-feira o presidente venezuelano Nicolás Maduro e outras autoridades venezuelanas por “narcoterrorismo”, segundo informações de agencias internacionais, como a Reuters.

O procurador-geral dos EUA, William Barr, alegou crimes de corrupção e tráfico de drogas, acusando Maduro e seus associados de conspirarem com uma facção dissidente do grupo guerrilheiro colombiano de esquerda FARC, “para inundar os Estados Unidos com cocaína”.

“Enquanto o povo venezuelano sofre, esse grupo enche seus bolsos com o dinheiro das drogas e o produto de sua corrupção”, disse Barr sobre Maduro e mais de uma dúzia de outros que foram indiciados.

O Departamento de Estado ofereceu uma recompensa de até US$ 15 milhões [cerca de R$ 75 milhões de reais com o valor atual do dólar] por informações que levem à prisão e condenação de Maduro, que apesar de já não ser reconhecido como presidente legítimo da Venezuela pela absoluta maioria dos países da América, continua no poder.

Outras autoridades venezuelanas cujas acusações também foram anunciadas na quinta, incluem o ministro da Defesa Vladimir Padrino Lopez, o líder socialista Diosdado Cabello e o presidente do tribunal supremo do país, Maikel Jose Moreno Perez, acusado de lavagem de dinheiro. O governo dos EUA está oferecendo US $ 10 milhões por informações que levem à prisão de Cabello.