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Greenwald teria ligação com hacker procurado pelo FBI, aponta grupo “Pavão Misterioso”

Veio à tona este final de semana o que muitos acreditam ser o desmascaramento por completo do editor do site The Intercept, Glenn Greenwald, no que diz respeito à divulgação ilegal de mensagens envolvendo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o coordenador nacional da força-tarefa da Lava-Jato, Deltan Dallagnol.

Um grupo supostamente de crackers (termo que se refere aos “hackers” do bem) denominado “Pavão Misterioso”, criou uma conta temporária no Twitter para fazer revelações sobre o histórico de atuação de Glenn Greenwald, incluindo supostas relações com um dos hackers mais procurados do mundo e também pela Polícia Federal Americana (FBI), chamado Evgeniy Mikhailovich Bogachev.

“Todos sabemos que houve uma operação orquestrada contra o ministro moro (sic) e a estabilidade do nosso governo e agora é a hora do troco”, publicou o grupo, associado à hashtag #ShowDoPavão pelos internautas. Em seguida, eles publicaram os nomes das pessoas supostamente envolvidas na ação contra o governo brasileiro, sendo Pierre Omidyar, Evgeniy Mikhailovich Bogachev, Gleen Greenwald, David Miranda e o ex-deputado federal Jean Willys.

David Miranda é deputado federal pelo PSOL, suplente do ex-deputado Jean Wyllys, que saiu do Brasil alegando “ameaças” contra a sua vida. Segundo o grupo Pavão Misterioso a tentativa de ataque aos integrantes da Lava Jato, especificamente ao ministro Moro (que representa o governo Bolsonaro) envolveu transações financeiras utilizando moedas virtuais.

“Panamá que terá uma importância fundamental na longa explicação que seguirá, o lugar onde os Bitcoins viraram Ethereums, e que quase estragam a investigação. Omidyar é o financista por trás de tudo, usando a tudo e a todos em sua cruzada contra o sistema que o tornou bilionário”.

O grupo informou que teria conseguido rastrear o dinheiro utilizado na ação e feito o cruzamento das informações, revelando assim o suposto envolvimento do ex-BBB e seu suplente, além do próprio Geeenwald. É importante ressaltar, no entanto, que todas essas informações ainda são suposições. A Polícia Federal não confirmou a veracidade desses dados e possivelmente nem o faria, certamente por razões estratégicas.

Especulações à parte, resta aguardar o desfecho nos próximos dias junto aos órgãos oficiais do Governo. Todavia, o nível de detalhamento das informações divulgadas pelo grupo de crackers pode indicar veracidade total ou parcial dos dados divulgados. Abaixo o leitor poderá conferir os prints das mensagens publicadas por Bernardo Küster e tirar suas próprias conclusões:

 

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