O presidente Jair Bolsonaro rebateu na manhã desta segunda-feira (11) críticas feitas contra ele sobre o aumento de gastos em seu cartão corporativo. 

O valor médio no cartão corporativo do presidente ficou em R$ 709,6 mil por mês, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o que seria equivalente a um aumento de 60% em comparação com o governo do ex-presidente Michel Temer.

Comparado ao governo de Dilma Rousseff, o aumento seria de 3% desde o início da gestão ao seu fim. Bolsonaro, no entanto, explicou que o aumento dos valores em seu cartão corporativo seria por causa do uso na operação de resgate de brasileiros na China em março desse ano.

“A imprensa criticou o uso do cartão corporativo. Parte [da viagem] de três aviões que foram para a China foi financiada com o cartão corporativo”, explicou o presidente ao sair do Alvorada.

O uso elevado com a operação de resgate dos brasileiros, portanto, teria feito aumentar a média mensal. Entretanto, não é possível mensurar com precisão os números, já que os detalhes sobre os gastos do cartão são mantidos em sigilo.