Covaxin: a nova cortina de fumaça da CPI dos Horrores para atacar o governo

A CPI dos Horrores, ou melhor… da Pandemia, criou mais uma cortina de fumaça para promover ataques ao governo federal. Após o carnaval da cloroquina e da Pfizer, a bola da vez agora é uma negociação supostamente superfaturada em 1000% da vacina Covaxin. Só tem um problema: a compra nunca foi realizada!

O assunto tomou conta dos noticiários nesta quarta-feira (23), trazendo manchetes do tipo: “Bolsonaro foi avisado de compra superfaturada”, ou ainda: “Bolsonaro sabia de contrato superfaturado da Covaxin”. Essas manchetes possuem um objetivo claro: desinformar, promover sensacionalismo e fazer parecer que o presidente da República se envolveu em corrupção.

Todavia, como acusar o governo de corrupção por algo que não foi concretizado? A compra superfaturada não foi realizada e nem mesmo a vacina Covaxin foi autorizada pela Anvisa. Ou seja, todo discurso dos senadores da CPI e das mídias oposicionistas acerca desse assunto não passa de pura cortina de fumaça, mera especulação sobre o vento!

A única possibilidade de acusar o presidente da República e sua gestão de corrupção neste caso, seria se a compra da vacina tivesse sido efetuada e o superfaturamento fosse, aí sim, comprovado. Todavia, o próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ao ser questionado sobre o assunto na tarde de hoje, foi taxativo:

“Não foi comprada uma dose sequer da vacina Covaxin”, disse ele, virando às costas para os jornalistas em seguida. Em outras palavras, Queiroga foi direto ao ponto, enterrando toda a narrativa, mostrando que nenhuma investigação, troca de mensagens ou negociações poderá incriminar o governo federal, visto que não há como haver provas de um crime acerca de uma compra que nunca existiu.

O que restará disso, daqui em diante, será nada mais do que mais do mesmo, assim como ocorreu com o caso da cloroquina: oitivas, quebras de sigilo, mais oitivas e convocações, e tudo para quê? Para nada além do que construir uma narrativa política sem fundamento e que só terá fôlego na cabeça de oposicionistas ideologicamente alienados.