Alexandre Garcia nos ensina que a liberdade de pensamento é inegociável

Na sexta-feira passada, dia 24, tivemos no Brasil mais uma vítima dos controladores da opinião e das liberdades individuais. O grande Alexandre Garcia, um ícone do bom jornalismo brasileiro e em plena atividade, teve o seu nome incluso na lista dos ditadores modernos travestidos de “defensores da ciência”, ao ser demitido da rede CNN.

Alexandre Garcia atuava no quadro “Liberdade de Opinião”, o qual sabemos agora que liberdade mesmo só há no nome, não da atuação dos profissionais. O querido jornalista foi demitido após dizer o que milhões de pessoas no mundo inteiro já sabem… que “remédios sem eficácia comprovada salvaram milhares de vidas”.

Os autoritários da “sciennnncia” que desde o ano passado fingem que a população é idiota; que cientistas, médicos e estudiosos que compartilham da mesma visão de Garcia são “charlatães”, pensam que a censura emburrecida à liberdade de opinião trará algum benefício a eles sobre esse e outros assuntos, mas estão completamente enganados.

A verdade prevalece, sempre! Não importa quantos Alexandres tentem calar, e a prova disso está, entre outros exemplos, no ganho exponencial e imediato de seguidores que o jornalista obteve nas redes sociais. São milhões de pessoas lhe seguindo, um número igual ou maior até mesmo que o da própria CNN inteira.

Isso acontece porque há uma clara diferença entre o que é divulgado nos atuais meios de comunicação “profissionais”, em relação ao que a população vivencia no mundo real. E é no mundo real que o povo está interessado. Vimos o mesmo exemplo nas manifestações do 7 e 12 de setembro, onde a diferença de narrativa foi gritante, absolutamente distante da realidade.

Diante disso tudo, o que a população vem aprendendo cada vez mais é a identificar os verdadeiros controladores da opinião pública, os autoritários e censores. E com isso, estamos vendo a importância de não negociar a nossa liberdade de pensamento, assim como fez Alexandre Garcia ao não trair a sua consciência e seus conhecimentos pautados no mudo real, apenas para se enquadrar numa narrativa que tenta dominar o debate por meio da censura.

Ao comentar a sua demissão já em seu canal no YouTube, o mestre reforçou a sua lição, e com isso encerro o texto desta semana: “Se eu digo uma coisa, eu tenho que praticar. E eu tenho dito: pensem com a sua cabeça, não aluguem a sua cabeça, não deixem que seu cérebro seja abduzido, não permitam que professores façam uma lavagem cerebral em você, não permita que o medo dos seus colegas faça com que você se encolha”.