Gilmar Mendes

Contagem regressiva: população vai exigir no dia 17 o impeachment de Gilmar Mendes

"Pressão total dentro do Congresso para o #impeachmentGilmarMendes!", diz líder do MBC

14/11/2019 21h31Atualizado há 3 semanas
Por: Will R. Filho
Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede
Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede

Representantes dos movimentos sociais comprometidos com o apoio à operação Lava Jato marcaram para o próximo dia 17 (domingo) uma grande manifestação em diversas capitais e municípios do país para exigir o impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes.

Movimentos como o Brasil Conservador, Partido Brasil, Vem Pra Rua, Avança Brasil, Nas Ruas e São Paulo Conservador prometeram que a manifestação do dia 17 será ainda maior do que a passada, quando a pauta foi sobre a revogação da condenação após segunda instância.

Nas redes sociais, o apoio ao processo de impeachment de Gilmar Mendes, assim como de outros ministros do STF, como Dias Toffoli, vem ganhando o apoio de figuras de peso como os juristas Modesto Carvalhosa e a deputada Janaína Paschoal, além de inúmeros parlamentares.

“Já estou em Brasília pelo MBC, semana intensa e decisiva, em apoio às PECs 410 na Câmara e 5 no Senado + pressão total dentro do Congresso para o #impeachmentGilmarMendes! Finalizaremos com uma mega manifestação em todo o Brasil, com a união de movimentos conservadores. Orem!”, publicou Maurício Costa, líder do Movimento Brasil Conservador (MBC).

O jurista Modesto Carvalhosa já elaborou um pedido de afastamento de Gilmar Mendes, que agora se encontra na mesa do senador David Alcolumbre. Por essa razão, um dos objetivos da manifestação do dia 17 é pressionar o Senado Federal para colocar em pauta o processo de impeachment do ministro, especificamente o presidente da casa.

Gilmar Mendes se tornou o principal alvo das manifestações devido às suas críticas à operação Lava Jato, defesa da anulação da condenação do ex-presidente Lula e ataques verbais ao ministro Sérgio Moro e ao coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol.

O ministro tem sido visto por populares como o principal articulador na Suprema Corte de decisões como a revogação da prisão após condenação em segunda instância, que resultou na libertação do ex-presidente Lula e seu ex-ministro José Dirceu.

 

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