Marisa Lobo

Psicóloga sai em defesa de ex-homossexuais: "Eles existem e devem ser respeitados"

"Eles existem e devem ser respeitados igualmente. Ninguém tem o poder de dizer ao contrário", diz a psicóloga sobre ex-homossexuais

01/11/2019 18h31
Por: Will R. Filho
Marisa Lobo é conhecida por atuar em defesa dos ex-gays e no combate à ideologia de gênero. Reprodução: Google
Marisa Lobo é conhecida por atuar em defesa dos ex-gays e no combate à ideologia de gênero. Reprodução: Google

A psicóloga e escritora Marisa Lobo voltou a defender a existência de ex-homossexuais. Conhecida por ter sofrido vários processos judiciais por combater a ideologia de gênero em suas palestras, a profissional parece continuar firme e forte em defesa da sua causa, atestando a veracidade da mudança de vida dos chamados ex-gays.

"Eu dou a eles esse direito", escreveu Marisa, ao comentar uma matéria que destaca a busca de ex-homossexuais pelo direito de reconhecimento e acolhimento psicológico. "O Ser humanos pode ser mulher, ou homem (trans) pode ter uma sexualidade Fluída, mas não pode ser ex-Gay?", questionou a psicóloga.

Apesar de milhares de pessoas se declararem ex-homossexuais dentro e fora do Brasil, muitas afirmando até que mudaram de orientação sexual, ou seja, retornando à heterossexualidade pré-disposta biologicamente, ativistas LGBTs fazem o possível para negar tal possibilidade.

A maioria desses ativistas, apoiados pelo Conselho Federal de Psicologia, ignoram o testemunho dos ex-gays, interpretando à revelia o modo como eles se enxergam, fazendo parecer que a decisão de abandonar a homossexualidade é resultado da discriminação, não aceitação familiar e social.

Ocorre, porém, que os próprios ex-homossexuais negam tal narrativa. Muitos afirmam que a mudança é o resultado de uma compreensão correta acerca da própria sexualidade, a origem dos seus sentimentos e desejos, alguns frutos de traumas físicos e psicológicos do passado, como o abuso sexual e a negligência familiar.

Para Marisa Lobo, os ex-gays "existem e devem ser respeitados igualmente. Ninguém tem o poder de dizer ao contrário. Afinal dignidade é isso, poder viver e ser feliz com frutos de sua escolha, esse não é o que dizem os ativistas?", conclui.

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