Marco Feliciano

Programação da Globo é "um curso supletivo para o crime", diz Marco Feliciano

Há também o ensino de como traficar drogas, driblar a polícia e a glamourização do bandido portando um fuzil", disparou Feliciano

14/10/2019 12h01
Por: Will R. Filho
"Em breve vão ensinar as crianças a serem gays e a beijarem outras crianças do mesmo sexo", disse Feliciano sobre a Globo. Reprodução: Google

O deputado federal e um dos líderes do Governo Bolsonaro no Congresso, Marco Feliciano (PODE-SP), escreveu um artigo de opinião onde se manifesta contra a programação da Rede Globo de Televisão, classificando seu conteúdo como "um curso supletivo para o crime", entre outras críticas contundentes.

"Eu defino a programação da Rede Globo como um curso supletivo para o crime, ela ensina como trair o marido ou a esposa, virar viciado em jogos de azar clandestinos, gerenciar uma boca de drogas, incentivar seu filho ou filha a ser gay ou lésbica, aplicar o golpe da barriga com uma falsa gravidez", escreveu Feliciano.

"Hoje, o Brasil assiste nas salas das residências um maciço ataque aos bons costumes, aulas práticas de sexo promíscuo, traição e renegação à sexualidade natural que define as diferenças entre homem e mulher. Há também o ensino de como traficar drogas, driblar a polícia e a glamourização do bandido portando um fuzil", completou o parlamentar em sua coluna no Pleno News.

Marco Feliciano sugeriu que a Globo faz uma "campanha de degradação" da família, algo que já dura décadas. "Essa campanha de degradação da família brasileira já acontece há 30 anos e acredito que isso faça parte de um grande projeto de dominação pela degradação. Não satisfeita, a empresa insere comercial induzindo e estimulando mudança de sexo", disse.

Feliciano também se posicionou como líder religioso, dizendo ser a sua obrigação denunciar o que acredita ser um mal para a sociedade. "Pelo caminho que estão indo, em breve vão ensinar as crianças a serem gays e a beijarem outras crianças do mesmo sexo. Não podemos aceitar e vou continuar denunciando até à exaustão", concluiu.

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