Bonecas sem gênero

ALERTA: Fabricante da Barbie lança bonecas "sem gênero" para contrariar "normas"

"Ouvimos que as crianças não querem que seus brinquedos sejam ditados por normas de gênero", disse a vice-presidente da empresa

25/09/2019 17h58
Por: Will R. Filho
Reprodução: Google
Reprodução: Google

A Mattel, uma das maiores fabricantes de produtos infantis do mundo, lançou a linha de bonecos "Creatable World", que são “livres de gênero”. A empresa, que também fabrica a boneca Barbie, afirmou que deseja “celebrar os impactos positivos da inclusão”.

O mais curioso é que a empresa afirmou ter feito uma "pesquisa" junto às crianças, visando avaliar a decisão de criar bonecas(?) sem gênero. Ou seja, na prática, a Mattel desconsiderou completamente a posição de especialistas em todo o mundo sobre o tema, fazendo parecer que crianças possuem maturidade suficiente para julgar tais questões.

"Por meio de pesquisa, ouvimos que as crianças não querem que seus brinquedos sejam ditados por normas de gênero. Essa linha permite que as crianças se expressem livremente", disse Kim Culmone, uma das vice-presidentes da empresa., segundo informações da Claudia.

Para garantir que não exista determinação de gênero (masculino ou feminino) nas bonecas(cos... ?) Os brinquedos possuem várias combinações em apenas uma caixa com bonecos de diferentes etnias. O produto foi lançado nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão para chegar ao Brasil.

A verdade que os pais precisam saber é que decisões como essa da Mattel são frutos do ativismo ideológico presente no universo infantil. Pouco ou quase nada há de preocupação com a real condição de saúde emocional e psicológica das crianças, pois se houvesse, tais empresas se importariam com o que a ciência diz a respeito do assunto, e não com os achismos propagados pela mídia.

Iniciativas como essa apenas reforçam a confusão psicológica quanto à identidade sexual (e de gênero) nas crianças, provocada (sim, provocada!) nos últimos anos pela enorme propaganda ideológica do ativismo LGBTQI. Não tem absolutamente nenhuma relação com os interesses das crianças, mas com os de uma agenda de desconstrução da heteronormatividade.

Fica o alerta para os pais não consumirem produtos de tais empresas.

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