The Intercept

Janaína sobre mensagens: "Só tem potencial para detonar narrativa da própria esquerda"

"Todo cidadão tem direito a emitir sua opinião, pública ou privadamente", diz Janaína contra o Intercept Brasil

30/06/2019 16h38
Por: Will R. Filho
"Todo cidadão tem direito a emitir sua opinião, pública ou privadamente", diz Janaína. Foto: reprodução.

A advogada e deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), comentou neste domingo (30) de manifestações pelo brasil em apoio à operação Lava Jato, que as novas mensagens divulgadas pelo site Intercept Brasil "não têm interesse público".

"Mesmo estando evidente que o tal material, anunciado como prova, foi editado (alterado, adulterado), penso ser importante deixar bem claro que os diálogos entre procuradores, opinando sobre assuntos nacionais, não têm interesse público", publicou Janaína em suas redes sociais.

A advogada explicou que a troca de mensagens entre os procuradores, comentando sobre questões de natureza política, mas em âmbito privado, faz parte de um direito comum para todos os cidadãos e que isso por si só não caracteriza nenhum ato suspeito.

"Todo cidadão tem direito a emitir sua opinião, pública ou privadamente, sobre a nomeação de um ministro. Salvo o desejo de expor as pessoas indevidamente, não vejo interesse em publicar o que cada Procurador pensou sobre o convite e aceitação de Sérgio Moro para MJ", disse ela.

Em seguida, Janaína Paschoal destacou que se forem verdadeiras, as mensagens também demonstrariam exatamente o contrário do que os jornalistas do Intercept Brasil defendem, uma vez que são críticas ao então juiz Sérgio Moro, e não orquestração de colaboração em prol de um plano comum.

"O fato de os Procuradores se mostrarem críticos a Sérgio Moro e ao próprio Presidente Bolsonaro só mostra que não havia o conluio que a esquerda quer fazer crer existir", disse Janaína. "A cada dia, fica mais claro que o material bombástico do Intercept só tem potencial para detonar a narrativa da própria esquerda. Mesmo editados, os diálogos mostram que os Procuradores não estavam fechados com Moro e que estão longe de serem Bolsonaristas. Só não vê quem não quer!", conclui.

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