Tecnologia espacial

Ministro Marcos Pontes fecha acordo de cooperação espacial entre Brasil e França

Acordo entre Brasil e França visa o desenvolvimento espacial dos dois países com a troca de informações no setor

25/06/2019 08h56
Por: Will R. Filho
Acordo entre Brasil e França visa o desenvolvimento espacial dos dois países com a troca de informações no setor
Acordo entre Brasil e França visa o desenvolvimento espacial dos dois países com a troca de informações no setor

Brasil e França deram um salto importante na relação entre os dois países, especialmente no tocante ao compartilhamento de tecnologia espacial.

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e a Agência Espacial Brasileira (AEB), ambos representados pelo ministro Marcos Pontes e pelo presidente da AEB, Carlos Moura, assinaram um acordo de interesse no desenvolvimento de projetos espaciais em parceria com o Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (CNES).

A parceria entre Brasil e França tem o objetivo de aproximar os dois países em assuntos aeroespaciais e prevê a cooperação para o intercâmbio de projetos em conjunto.

Faz parte do acordo entre Brasil e França, iniciativas para o Centro Espacial de Alcântara no Maranhão, contudo, apenas se o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os Estados Unidos for aprovado no Congresso Nacional, decisão tomada após a viagem do presidente Jair Bolsonaro aos EUA no início do ano.

Brasil e França visam o desenvolvimento espacial

O acordo entre os dois países, Brasil e França, é de grande importância para o governo brasileiro, visto que assim como a parceria com os Estados Unidos, visa aproveitar a experiência tecnológica no setor espacial dos estrangeiros.

O Centro Nacional de Estudos Espaciais da França (Centre National d'Études Spatiales), por exemplo, órgão fundado em 1961, é o responsável pela formulação e implementação da política espacial da França e tem o objetivo de garantir o acesso da França ao espaço.

O Brasil possui uma das regiões mais privilegiadas do planeta para o desenvolvimento de tecnologia espacial, que é Alcântara, mas ainda é carente de experiência no setor, o que pode mudar com parcerias como o CNES, que conta com cerca de 2.400 funcionários buscando desenvolver tecnologias focadas em: espaço, ciências, observação, telecomunicações e defesa. Com informações: Tecmundo

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Blogs e colunas
Últimas notícias
Mais lidas