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"Se as empresas não produzirem não pagarão salários", diz Bolsonaro nesta manhã

"Devemos abrir o comércio e tudo fazer para preservar a saúde dos idosos e portadores de comorbidades", completou o presidente.

25/03/2020 08h21
Por: Will R. Filho
Reprodução: Google
Reprodução: Google

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento na TV na noite da última terça-feira, onde o mesmo falou sobre as medidas do governo contra o novo coronavírus, criticando o exagero de alguns governadores e o que considera "histeria" provocada por parte da mídia.

Bolsonaro defendeu a necessidade do país aquecer a sua economia, não havendo a necessidade de se promover o isolamento social generalizado, mas apenas pessoas inseridas no grupo de risco do Covid-19, tais como idosos a partir dos 60 anos e pessoas com alguma debilidade de saúde.

 Na manhã de hoje, 25, o presidente reforçou o seu discurso, destacando os efeitos negativos da pandemia. “38 milhões de autônomos já foram atingidos. Se as empresas não produzirem não pagarão salários. Se a economia colapsar os servidores também não receberão”, escreveu Bolsonaro. 

"Devemos abrir o comércio e tudo fazer para preservar a saúde dos idosos e portadores de comorbidades", completou o presidente. Em seu pronunciamento, Bolsonaro criticou os governadores que atuam como se estivessem em uma "terra arrasada" e pediu o retorno da população ao trabalho.

Apesar de agradar seus apoiadores e externar uma preocupação legítima com a economia do país, Bolsonaro também foi criticado por utilizar o seu pronunciamento para criticar parte da mídia e voltar a utilizar o termo "gripezinha" para se referir ao coronavírus. Assista o seu discurso abaixo:

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