Educação

Geração Paulo Freire: exposição o “Cu é Lindo” na UFBA explica o resultado no Pisa

O que os universitários fazem hoje explica o resultado negativo do Brasil no Pisa, fruto de uma geração ideologicamente manipulada

03/12/2019 13h25Atualizado há 2 semanas
Por: Will R. Filho
A decadência da Educação no Brasil pode ser comprovada pelas universidades públicas. Reprodução: Google
A decadência da Educação no Brasil pode ser comprovada pelas universidades públicas. Reprodução: Google

Saiu nesta terça-feira (03) o resultado do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2018, uma iniciativa coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o apoio de uma coordenação nacional em cada país participante. No Brasil, a coordenação do Pisa é responsabilidade do Inep.

O exame mostrou que no Brasil, 68,1% dos alunos de 15 anos não sabem o básico de matemática. De ciências, 55%; de leitura, 50%. O Brasil ficou em último em matemática e ciências na América do Sul, mostrando que em termos gerais a educação no Brasil está estagnada desde 2009.

Para o ministro da Educação Abraham Weintraub, o resultado é fruto da era PT. “O símbolo máximo do fracasso da gestão do PT começou quando foi construído a lápide da educação, que está lá embaixo na entrada do MEC, que é esse mural do Paulo Freire", disse o ministro.

Paulo Freire, considerado o patrono da Educação no Brasil, mas criticado por muitos por ter construído a sua obra com base em uma perspectiva socialista/comunista "representa esse fracasso total e absoluto", destacou Weintraub, que fez questão de afastar qualquer responsabilidade do governo Bolsonaro no resultado Pisa 2018.

"Sim, [o Pisa é] integralmente culpa do PT, integralmente culpa dessa doutrinação esquerdófila sem compromisso com o ensino. Que quer discutir sexualidade e não quer ensinar a ler e escrever.”, completou o ministro.

Universitários refletem a decadência

Os números não metem! A decadência da Educação no Brasil nos últimos anos é notória. O Brasil também caiu da 27° posição para a 21° no ranking de universidades no World University Ranking 2017-2018, uma lista anual elaborada pela consultoria Times Higher Education (THE) divulgada no Reino Unido.

Nas universidades públicas é possível comprovar o estado de mediocrização da Educação brasileira. Na imagem de capa dessa matéria, por exemplo, consta uma exposição realizada durante o “Seminário Internacional Desfazendo Gênero”, ocorrido na Universidade Federal da Bahia, em setembro de 2015.

A exposição foi chamada de o “Cu É Lindo”, onde estudantes resolveram fazer, de forma independente, a demonstração de seus “cus” em público.  Na mesma UFBA, estudantes já fizeram protestos pedindo a morte de cristãos. O PM e youtuber Gabriel Monteiro também já comprovou diversas situações de caos no ambiente que deveria ser de formação acadêmica, incluindo até mesmo o tráfico de drogas.

Ou seja, nas universidades públicas vemos o reflexo de uma educação fundamental fracassada, onde os grandes pilares da formação acadêmica deixaram de ser ensinados para dar lugar à doutrinação ideológica. A estagnação é uma consequência inevitável, e assim continuará caso nenhuma mudança radical seja feita no atual governo.

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