O presidente da França, Emmanuel Macron, foi de Paris a Marselha na última quinta-feira para conversar com o médico Ph.D, Didier Raoult, responsável por um estudo divulgado pelo Mediterranean Infection Foundation sobre a eficácia da cloroquina no tratamento do novo coronavírus.

A ida do presidente francês ao encontro do pesquisador significa, em parte, o reconhecimento da importância que o médico possui no país, apesar do mesmo ser considerado por alguns como alguém não ortodoxo do tocante aos métodos científicos.

Em seu estudo, 1.061 pacientes com coronavírus foram tratados com a cloroquina, e 973 (91,7%) deles ficaram curados. 

O tratamentos consistiu basicamente na administração de uma combinação de Hidroxicloroquina-Azitromicina (HCQ-AZ) durante pelo menos 3 dias com os pacientes sendo acompanhados durante pelo menos 9 dias.

“A combinação HCQ-AZ, iniciada imediatamente após o diagnóstico, é um tratamento seguro e eficiente para o COVID-19, com uma taxa de mortalidade de 0,5%, em pacientes idosos. Evita a piora e limpa a persistência e contagiosidade do vírus na maioria dos casos”, concluíram os autores.