O presidente Jair Bolsonaro fez uma declaração que sem dúvida poderá gerar muita polêmica nos próximos dias, após afirmar que o Brasil poderá seguir o exemplo dos Estados Unidos e cortar relações com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A OMS é o seguinte, o Trump cortou a grana deles, voltaram atrás em tudo.  Um cara que nem é médico. Eu adianto aqui. Os Estados Unidos saiu”, afirmou o presidente na entrada do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro deu a entender que a mudança de postura da OMS, no tocante aos testes com a hidroxicloroquina para o tratamento do novo coronavírus, teria ocorrido após o anúncio do governo americano de cortes no financiamento da organização.

“A partir de hoje encerraremos nossa relação com a Organização Mundial da Saúde e redirecionaremos estas verbas para outras necessidades globais, urgentes e merecedoras na saúde”, afirmou o republicano em 29 de maio, segundo a BBC.

Bolsonaro seguiu o tom: “A gente estuda, no futuro: ou a OMS trabalha sem ideologia ou nós vamos estar fora também. Não precisamos de gente lá de fora dar palpite na saúde  aqui dentro”, disse ele.

Às polêmicas envolvendo a OMS se devem principalmente ao seu posicionamento quanto ao uso da cloroquina no tratamento do Covid-19. Para entender, leia: “Mais de 100 médicos apontam erros em estudo que condenou o uso da cloroquina