11 dicas para os pais e mães saberem como lidar com os filhos e os riscos da internet

Um comportamento frequente que tem preocupado diversas autoridades e especialistas na área comportamental é a exposição cada vez maior de crianças e adolescentes na internet. A identificação em janeiro desse ano, de 110 crianças, entre 02 e 13 anos, que estavam compartilhando vídeos e fotografias de sexo ou nudez na Espanha, fez acender o sinal de alerta de muitos pais em diversos países.

Conforme uma matéria publicada horas atrás pleo Opinião Crítica relatou, o ambiente de supervalorização sexual e da aparência tem feito com que muitas crianças e adolescentes busquem na exploração do próprio corpo uma maneira de chamar atenção, conquistar “likes” (literalmente, no mundo digital e real) e seguidores.

Pensando nisso, os especialistas ouvidos pelo jornal português Diário de Notícias, elaborou uma lista com 11 dicas voltadas para os pais e mães que desejam saber como lidar melhor com os riscos envolvendo seus filhos na internet. Acompanhe:

01 – Nunca compartilhar imagens ou vídeos de intimidades na internet pois, quando disponibilizados na web, perde-se o controle sobre a sua utilização e compartilhamento.

02 – Acompanhar a atividade das crianças na internet e a utilização das redes sociais.

03 – Se informar de forma a aumentar [entre o adulto e o jovem] a interação digital [para o acompanhamento].

04 – Só permitir o acesso ao celular crianças que mostram maturidade para utilizar com o dispositivo.

05 – Se necessário, investir em programas de supervisão para controlar a atividade dos menores online.

06 – Ensinar pelo exemplo: não fazer uma utilização excessiva dos smartphones e das redes sociais.

07 – Criar espaços livres na casa para a utilização de dispositivos eletrônicos, preferencialmente na sala ou nos quartos.

08 – É aconselhável os pais terem um perfil nas mesmas redes sociais onde os menores estão inscritos, mas resistindo à tentação de fazer comentários sem o consentimento deles.

09 – Não adicionar desconhecidos nas redes sociais.

10 – Incluir os menores no processo de elaboração de regras, uma vez que a simples imposição tende a não funcionar.

11 – Ter atenção a comportamentos das crianças relacionados com o isolamento, nervosismo, falta de auto estima, insegurança, absentismo escolar, perda de apetite ou apresentação de lesões físicas.