Para incluir trans, hospital defende o uso de “leite humano” e não “leite materno”

Para incluir trans, hospital defende o uso de
Reprodução: Google

O avanço da ideologia de gênero na sociedade continua, e agora principalmente na forma da chamada “linguagem neutra”. Como resultado, um hospital publicou na terça-feira (9) uma cartilha de mudanças no vocabulário da equipe de obstetrícia, onde os profissionais são orientados a substituir o uso do termo “leite materno” por “leite humano”.

“Reconhecemos que atualmente há um essencialismo biológico e transfobia presentes nos discursos do parto. Nós nos esforçamos para proteger nossos pacientes trans e não binários de perseguições por causa de terminologias, reconhecendo o impacto significativo que isso pode ter no bem-estar psicológico e emocional [deles]”, diz um trecho da cartilha do Hospital Universitário de Brighton e Sussex, segundo a Revista Crescer.

A cartilha orienta não apenas a substituição do termo “leite materno”, mas também o de “mãe” por “pessoa que amamenta”, assim como o de “maternidade” por “serviços perinatais”.

Em sua rede social, o filósofo Luiz Felipe Pondé comentou: “As enfermeira estão sendo orientaras a usar expressões como leite humano e não leite materno. Os idiotas estão vencendo a batalha da linguagem”.

Distorção da realidade

A chamada “linguagem neutra” é nada mais do que o reflexo de uma distorção da realidade. Apesar do transgenderismo ter se tornado alvo de propaganda midiática, a dissociação entre sexo biológico e psicológico continua sendo entendida por inúmeros especialistas ao redor do mundo como um transtorno do desenvolvimento da identidade sexual.

Um estudo publicado em 2016 pelo American College of Pediatricians (ACPeds), por exemplo, refuta completamente a questão de gênero nos moldes do ativismo LGBT. Isto sem contar o tradicional Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM, hoje na 5ª edição, que dedica um capítulo inteiro à “Disforia de Gênero”. Para saber mais, clique aqui.