Ele é um dos maiores cientistas do país, renomado dentro e fora do Brasil, com mais de 25 mil citações em trabalhos acadêmicos pelo mundo. O Dr. Marcos Eberlin é claro ao falar da pandemia do novo coronavírus: “Não vejo motivo para pânico”.

A declaração foi em uma publicação recente do químico, que dias atrás escreveu uma carta endereçada ao então ministro da Saúde, Henrique Mandetta, assinada por outros 30 cientistas brasileiros, onde eles defenderam o uso da cloroquina contra a Covid-19.

“Há muitos pessimistas, respeito a opinião de todos, eu só discordo. Quero ser otimista, e compartilhar meu otimismo com meus amigos”, escreveu Eberlin nesta segunda-feira (20) em sua rede social.

“Os dados são os mesmos, depende da interpretação de cada um. Vou respeitar a sua, mas revelar a minha opinião. Pois muitos estão em pânico, e eu não vejo razão para pânico. Foi grave, mas já está passando”, destacou o cientista, publicando um gráfico (abaixo) que revela a diferença da pandemia no Brasil em relação a outros países.

“Veja o gráfico, nosso máximo até hoje foi de 1 morte por 1 MILHÃO de habitantes por dia. Um máximo de 0,02 mortes por cidade por dia. Ontem tivemos 0,5 morte por 1.000.000 de brasileiros. O máximo da Espanha foi 20 vezes maior, Itália, 16, UK 15, na Bulgária, 40”, explicou.

“Ou subiremos um pouco mais, essa semana, para cair de vez, pois há um atraso nas notificações Que assim seja, amém!”, completou. Veja os dados abaixo:

Gráfico mostra número de mortos pela Covid-19. Reprodução: Dr. Marcos Eberlin