Funcionária de clínica diz que crianças trans são “vacas lucrativas” para o mercado

Uma reportagem publicada pela jornalista investigativa Abigail Shrier, redatora do Wall Street Journal, revelou o que muitos críticos da chamada “ideologia de gênero” vêm alertando sobre a possível exploração ideológica de crianças e adolescentes para fins comerciais.

Segundo ela, uma funcionária da clínica Planned Parenthood – reconhecida mundialmente por apoiar e realizar abortos – informou que “crianças trans” têm sido vistas como “vacas lucrativas” no mercado de saúde. Ou seja, como verdadeiras fontes de lucro.

A denúncia da funcionária ocorreu porque ela mesma estaria indignada com o que tem presenciado na clínica onde trabalha, onde a demanda transgênero tem sido cada vez maior.

A funcionária da Planned Parenthood, que disse apoiar totalmente os direitos ao aborto, observou que os abortos eram o “pão com manteiga” das clínicas. Mas agora, disse ela, “crianças transidentificadas são vacas lucrativas e são mantidas no anzol durante o futuro previsível em termos de consultas de acompanhamento, análises de sangue, reuniões, etc., enquanto os abortos são uma questão pontual“.

Em outras palavras, segundo a funcionária, crianças trans são vistas como uma demanda muito mais lucrativa do que o aborto, uma vez que precisam de acompanhamento médico e procedimentos da chamada “transição de gênero” por muitos e muitos anos.

Obviamente, essa denúncia nos leva a pensar que se há um interesse mercadológico na demanda por crianças supostamente trans, consequentemente a chance de que muitas estão sendo vítimas de procedimentos de saúde por interesses comerciais, e não por necessidades reais, é altíssimo.

“A funcionária da Planned Parenthood acrescentou que, com base em suas lembranças, muitas meninas iam com seus grupos de colegas e uma a duas meninas iam à clínica todos os dias para colher hormônios do sexo oposto”, disse a jornalista, destacando que os relatos não indicavam qualquer cuidado especializado para cada caso.

“Ao tomar suas histórias, a funcionária descobriu que essas meninas pareciam estar sofrendo de uma grande dor emocional. ‘Muitas delas têm problemas emocionais sérios, muitos delas têm um histórico de abuso’”, disse a funcionária, segundo Abigail Shrier.

Ansiedade, depressão e transtorno bipolar eram onipresentes. Muitas vezes, disse a funcionária, eles tinham “cicatrizes de automutilação” visíveis e até “marcas de automutilação recentes”. Mas, disse ela, os profissionais médicos nunca deveriam tratar dessas marcas. “Apenas avançamos exatamente no assunto em questão” – ou seja, afirmando a disforia autodiagnosticada do adolescente e procedendo ao tratamento.

Um apelo à consciência

O relato chocante que você acabou de ler acima certamente não verá na grande imprensa. Não verá amplamente compartilhado, nem debatido nas universidades ou instituições que deveriam se debruçar sobre as verdadeiras causas da “pandemia transgênero”, como assim denominou a Gazeta do Povo em matéria de 2020.

Não estamos lidando apenas com o negacionaismo da biologia no tocante à definição dos sexos macho e fêmea, onde psique e corpo caminham (ou deveriam) caminhar juntos, em harmonia, mas lidamos também com a omissão de consciência e desinformação dos grandes veículos de notícia que militam em prol da agenda de gênero.

Esse tipo de barreira contra a realidade que está por trás da disforia de gênero não pode ser superado sem o engajamento da população intelectualmente honesta. Sendo assim, faça a sua parte. Divulgue essa informação e ajude a fazer com que outros reflitam sobre a exploração psicológica de crianças e adolescentes. Leia também:

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