Pais processam escola após filho ser induzido por professora a se declarar "transexual"


Um casal em Woodburn, Oregon, nos Estados Unidos, está processando o distrito escolar local depois que descobriram que seu filho de oito anos foi questionado repetidas vezes por sua professora se ele seria um "transexual".

Os pais, que mantiveram a identidade em sigilo, estão processando o distrito e pedindo uma indenização de quase US$ 1 milhão, porque dizem que a professora do segundo ano do filho lhe impediu de se recusar em várias ocasiões de responder pessoalmente se acreditava ser realmente uma menina ou não.

Eles disseram que a professora também deu ao filho materiais de leitura, vídeos e outros recursos explicando o que significa ser transexual.



Os pais disseram que não tinham ideia de que isso estava acontecendo e acreditam que a atitude da professora foi inadequada.

A mãe descobriu as conversas do filho com a professora quando encontrou os livros que a professora lhe dera na mochila [sobre transexuais].

"Ele se sente diferente agora, ele se sente confuso. Ouvir seu filho dizer isso... em um sofá conversando com um terapeuta, segurando as lágrimas, é muito doloroso", disse a mãe.

Os pais disseram que o filho teve um problema no estômago, o que lhe deixou desconfortável para ir ao banheiro. Eles suspeitam que a hesitação em ir ao banheiro fez a professora acreditar que ele poderia ter disforia de gênero.



Eles disseram que o filho sofreu uma confusão emocional significativa ao ser apontado pela professora como transexual. Ele toma medicação para ansiedade e regularmente vai a um psicoterapeuta.

"Ele pode ser o que ele quiser, eu não me importo com o que ele é. Eu só quero que ele seja meu filho feliz e eu sinto que ela estragou tudo. Isso me frustra, saber que meu filho possa ser influenciado drasticamente e por nada. Eles só queriam varrê-lo para debaixo do tapete", disse o pai.

Eles disseram que a escola reconheceu as ações do professor, mas a professora ainda trabalha na escola.

Comentário:



O relato revoltante é uma realidade também aqui no Brasil, cada qual com suas peculiaridades. Às consequências psicológicas sobre a criança em tal situação podem ser drásticas e desencadeante, ai sim, de uma verdadeira disforia de gênero, algo que por ignorância e militância ideológica, faz com que muitos "concluam" se tratar de transexualismo, quando na verdade se trata mesmo é de uma confusão de autoimagem (e estima) imposta pelo meio.

Os pais, mais do que nunca, devem ficar atentos aos sinais apresentados pelos filhos. Acompanhar o dia-a-dia deles na escola, conhecer os professores e outros responsáveis e, principalmente, conversar regularmente sobre o que se passa com ele e os demais ao seu redor.

Esse monitoramento é necessário, infelizmente, e ele deve ser acompanhado da - boa - orientação, vinda de casa, sendo os pais a principal referência acerca de tudo o que os filhos devem aprender para saber interpretar o mundo.

Com informações: Fox News 12/ CBN News
Comentário: Will R. Filho

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