Modelagem cultural: drag queen de 11 anos se torna modelo de marca de calçados


Muitos pais se questionam o motivo pelo qual diversos jovens estão se autodeclarando "transgêneros" ou "homossexuais" na atualidade, com base no número de casos cada vez maiores. Essa não é uma realidade constatada apelas pelas famílias, mas também por especialistas em várias partes do mundo.

Aqui no Opinião Crítica foi apresentado (desenvolvido) um conceito já em 2017 que pode explicar esse fenômeno. Tal conceito se chama "modelagem cultural". Utilizaremos o caso do drag queen de 11 anos, mais conhecido como “Desmond Is Amazing” para exemplificar esse conceito novamente.



Desmond Napoles foi contratado recentemente para atuar como modelo de uma marca de calçados. A empresa Converse, antes conhecida por seus elegantes tênis de basquete, anunciou uma nova “parceria” com o garoto (obviamente endossada por sua mãe) e cinco outras “pessoas ligadas à comunidade LGBTQ +” para comercializar sua nova coleção “Pride”.

Aqui temos uma estratégia típica de modelagem cultural em massa, que é a utilização de figuras representativas para servir de referência para outras. Desmond, desde os seis anos, vem sendo utilizado para essa finalidade. Ele é uma "bandeira" que serve para influenciar outras crianças ao redor do mundo em prol da ideologia LGBT.



O garoto, em si mesmo, é um inocente, que por anos vem sendo vítima da sua mãe (para entender, leia: "O retrato da mãe desmasculinizante na orientação homossexual do seu filho".) e do ativismo LGBT que, por sua vez, influencia os interesses da sua família.

Assim como Desmond é usado para esse fim, desenhos infantis, músicas e programas de TV também são. A modelagem cultural visa a dominação dos meios de comunicação, especialmente os de massa, para promoção do seu marketing. É o marketing constante, dia após dia, acerca do mesmo assunto e no mesmo sentido (nunca contrário), que faz com que determinados pensamentos e comportamentos sejam acomodados ao consciente coletivo.



No caso acima, a empresa divulgou a contratação de Desmond no seu Twitter, dizendo que ela valoriza o "verdadeiro eu" das pessoas. Os seguidores, porém, enxergaram isso como mais uma forma de abuso psicológico contra a criança.

“Agora é a verdadeira igualdade: abuso infantil nos EUA para igualar o abuso infantil em fábricas estrangeiras da Converse. Nada ou ninguém deve ficar no caminho da ganância corporativa", respondeu um internauta. “Parabéns por permitir o abuso de crianças aqui na América", disse outro.

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