Márcio Garcia exibe beijo gay na Globo e telespectador reage: "respeite minha família"


No último domingo (5) o ator e apresentador Márcio Garcia exibiu em seu programa dominical, o "Tamanho Família", um beijo gay entre dois homens, transmitido pela Rede Globo. O programa vai ao ar no período da tarde, abrangendo uma faixa de horário nobre, geralmente assistida por muitas famílias.

Na ocasião, participaram do programa o ator Luis Lobianco e seu companheiro, o pianista Lúcio Zandonadi, além de outros convidados, como o comediante e também apresentador, Fábio Porchat.



Em dada ocasião, Luis Lobianco e Lúcio Zandonadi se beijaram, provocando a reação de alguns telespectadores nas redes sociais, entre eles Jailson Rodrigues Dutra, que usou o Instagram para manifestar sua crítica contra Marcio Garcia, por ter permitido a exibição da cena homoafetiva.

"Márcio Garcia, hoje a minha filha de oito anos viu aquela nojeira de dois homens se beijando a uma hora da tarde!", escreveu o telespectador Jailson Rodrigues Dutra, destacando a hashtag #respeiteaminhafamília", isto é, "respeite a minha família".

O apresentador, por outro lado, rebateu a crítica do telespectador, dizendo que seus filhos pequenos também viram a cena. "Me perdoe, mas só posso lamentar o seu comentário. Tenho quatro filhos. O mais novo tem cinco anos. Todos assistiram. Os dois mais velhos se emocionaram e nenhum deles sentiu nojo", escreveu Márcio em resposta.



"Caso sua filha tenha percebido a sua aversão, fica o conselho para que você converse com ela e ensine que gays existem de fato. Não são contos de fadas, como lobo mal e chapeuzinho vermelho. São seres humanos", completou.

Onde está o problema?


Uma telespectadora sintetizou muito bem a problemática da questão, em si. Ela comentou: "A pessoa assiste Globo e não quer ver isso? Contraditório... Eu não assisto nenhum programa da Globo (e de nenhum canal aberto pra ser bem sincera) nem com minhas filhas, nem sem elas".



Portanto, o primeiro ponto em questão é saber que essa é a natureza da Rede Globo. Não resta a menor dúvida de que o programa "Tamanho Família" iria exibir tais cenas e outras configurações familiares em questão de tempo. Inicialmente eles primeiro cativam o público, para depois inserir tais conteúdos, gradualmente. Isso se chama "modelagem cultural".

O outro ponto, ainda no comentário da telespectadora:

"Já tive várias conversas super saudáveis sobre crianças que tem duas mães ou dois pais, sobre pessoas do mesmo sexo que se amam, tudo super natural quando as perguntas chegaram (Porque na escola existem amigos com duas mães, porque alguma outra criança comentou, porque faz parte da realidade). Acho sim que respeito cabe em toda e qualquer situação então quero ensina-las a respeitar todos. Mas não é assistindo Globo que elas vão aprender isso", frisou ela.



Aqui temos o outro lado da problemática, dessa vez envolvendo a própria Rede Globo. Enquanto no primeiro ponto a responsabilidade de evitar a emissora (seus programas que nitidamente pendem para um lado) é dos pais, desse lado cabe ao Grupo Globo estar ciente de que diante de questões sensíveis para a maioria do público, deve-se evitar esses conteúdos.

"Programas da Globo que passam às 17h já são inapropriados pra qualquer criança menor de 10 anos", reforça a internauta em seu comentário.

O que se percebe, no final das contas, é sim a tentativa da grande mídia, neste caso a Rede Globo, de querer impor goela abaixo uma agenda moral que a imensa maioria da população brasileira não concorda. E não se trata de preconceito, mas justamente de conceito.



Existem conceitos muito vastos nos campos da filosofia, da ética, das ciências biológicas e evolutiva, da sociologia e das teologias, contrários ao comportamento homossexual. Ignorar isso é miopia intelectual, e fazer parecer que eles não existem, taxando toda e qualquer opinião de "homofobia", é pura ignorância mesmo.

Assim fica evidente a razão pela qual o Grupo Globo tem enfrentando sua crise de audiência atual. Enquanto seus diretores não compreenderem que suas produções são feitas não para os interesses dos apresentadores, mas do público, vão continuar despencando diante da maior conscientização popular.

No mais, cabe aos telespectadores darem seu recado através da audiência, deixando de assistir os programas da emissora que consideram ofensivos. Sem audiência, sem patrocinadores. Simples assim.

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