Band surpreende e defende decreto de Bolsonaro sobre posse de armas: "Vontade popular"

Editorial do Grupo Bandeirantes posse de armas

O grupo Bandeirantes de jornalismo surpreendeu boa parte da população e da imprensa nos últimos dias, ao publicar um editorial em defesa do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, que flexibiliza ainda mais o porte e posse de armas de fogo no país.

“A população decidiu nas urnas. O cidadão honesto exigiu o direito de ter a sua arma, e o decreto de agora é uma resposta a esta escolha democrática”, diz um trecho do texto, lido pelo jornalista e uma das principais figuras do canal Band News, Rafael Colombo.


A reação do público foi imediata nos canais de comunicação da emissora. A imensa maioria do público elogiou a atitude, destacando a surpresa pelo feito em favor do governo, dado ao histórico da emissora em seu alinhamento com os políticos da esquerda.

"Parabéns pelo posicionamento democrático, o que já é raridade na imprensa nacional que tenta empurrar suas ideologias goela abaixo!", escreveu um internauta. "Fiquei surpreso, se continuarem assim muito em breve voltarão a ter o meu respeito", destacou outro.

A crise de audiência na Rede Globo é motivação



A iniciativa do Grupo Bandeirantes não parece por acaso. Recentemente foi noticiado o prejuízo de meio bilhão da Rede Globo, que está sendo obrigada a reduzir o salário dos seus funcionários para contenção de gastos, diante dos piores índices de audiência que vem obtendo nos últimos anos, especialmente do início desse ano até hoje.

Em contrapartida, emissoras como o SBT e a Rede Record estão aumentando suas pontuações. Grande parte disso se deve aos interesses do público brasileiro, que está mais consciente quanto ao seu papel na promoção de conteúdos alinhados com os seus valores.


Ciente desse efeito, o Grupo Bandeirantes parece aos poucos querer se ajustar à nova "onda conservadora", por ver que ela está sendo mais forte do que todo o esforço da oposição em querer impedir o andamento do atual governo.

Certamente não se trata de uma adesão integral ao perfil conservador moralmente cristão do governo, mas sim uma estratégia de marketing e sinalização de que o Grupo está disposto a transmitir informações mais imparciais para a população, visando não o governo, propriamente, mas os interesses do público que financia os seus lucros. Assista o editorial abaixo:



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