Ideologia de gênero - Homem pensa que é um cachorro, vive, come e late como um


Kaz James, um gerente de loja de 37 anos de Salford, Greater Manchester, é o que podemos chamar de síntese perfeita do que significa, na prática, à ideologia de gênero em todo seu potencial destrutivo, emocional e socialmente doentio.

James ganhou repercussão na mídia internacional recentemente, após revelar que ele é um "cachorro" em corpo humano, de modo que para vivenciar tal percepção esquizofrênica precisa gastar entre US$ 2.600 e US$ 3.520 dólares em ações caninas, por mês, para sua alimentação, além de uma fantasia canina.



"Eu nunca me senti como um humano", disse ele. "Eu sempre me senti como um cachorro que estava realmente no lugar errado. Nunca conheci um nome para isso. Ser um filhote [de cachorro no corpo humano] não era algo que eu conhecia".

A descoberta de ser um "cachorro" ganhou força quando James encontrou outras pessoas na internet com o mesmo sentimento, entre os 17 e 18 anos. "Quando eu conheci outras pessoas como eu, senti que poderia ser eu mesmo", disse ele, segundo informações do Daily Mail.



"Eu era conhecido por meus amigos por [dizer] olá para eles, segurando a gola da camisa em meus dentes e mordendo ou lambendo-os, comportamentos muito caninos. Essa foi a maneira como eu sempre fui", destaca James, que assume a identidade de um cão "K9 laranja, marrom e camuflado".

O transtorno de identidade em James é tão severo que o comportamento humano que ele possui, como atividades com outras pessoas saudáveis, ele acredita ser resultado de um adestramento. Ou seja, não é pelo fato de ser humano, mas sim um "cachorro treinado" para interagir com humanos.



"Eu não como nas mesas das pessoas quando vou a casas de amigos. Eu posso ser uma pessoa normal em um restaurante, sou treinado e posso lidar com humanos, mas eu não gosto disso, me faz me sentir desconfortável", explicou.

A ração de James, na verdade, é um tipo que pode ser ingerida pelos humanos. Isso lhe dá a sensação de se alimentar como um verdadeiro cachorro, especialmente por comer em uma tigela.



"Eu não como comida de cachorro, eu como comida normal como uma pessoa normal, mas eu como Bonios, eles são bem legais. Há um monte de petiscos que você pode fazer para humanos e que são realmente bons", disse ele.

Ideologia de gênero


O caso de James não é único. Há milhares de pessoas com transtornos semelhantes, como Vinny Ohh, que pensa ser um alienígena e já fez dezenas de cirurgias para não se parecer humano, incluindo a intenção de remover seu órgão sexual.



Estes casos entram para a categoria conceituada pelo ativismo LGBT de "inter-gênero". Ou seja, são pessoas indefinidas, cuja possibilidade de se afirmar como "neutras" permite esse tipo de aberração psicológica, onde a ideia de pertencer à outra espécie também faz parte.

Esse é o motivo da sigla atual do movimento LGBT existir o símbolo de "+", indicando uma eterna indefinição de identidades e comportamentos sexuais, aderidos conforme a aceitação popular.

Por que você não vê esses casos absurdos repercutirem massivamente na grande mídia? É porque tal processo faz parte da estratégia de modelagem cultural, onde a aceitação do bizarro só é possível gradualmente. Não é pelos argumentos, pois eles são exatamente os mesmos de quem diz ser um "homem" no corpo de uma mulher, ou o contrário.



Transexuais e "trans-espécies" são a mesma coisa, psicologicamente falando. Ambos afirmam ter nascido em um corpo errado, e fundamentam o desejo de modificar seu corpo e estilo de vida com base nisso.

O reconhecimento atual dos "transgêneros" como algo "normal" da sexualidade humana, supostamente, uma variante da sexualidade, está obrigatoriamente atrelado ao reconhecimento de James como um cachorro e Vinny como um alienígena, pois em todos os casos nenhuma das condições identitárias tem a ver com a natureza biológica dessas pessoas, mas apenas com a forma como "se sentem".

Por: Will R. Filho

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