Presidente Bolsonaro: “O Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay"

Bolsonaro critica ativismo LGBT

O presidente Jair Bolsonaro esteve na manhã desta quinta-feira (25) em um café da manhã tradicional com jornalistas, onde comentou, entre outras coisas, a negativa do Museu Americano de História Natural de sediar uma cerimônia de homenagem a ele nos Estados Unidos, em junho.

Para Bolsonaro, a recusa se deve ao ativismo político da esquerda americana (democratas), uma vez que ele é aliado do presidente Donald Trump, que é de direita (republicano):



“Eu recebo (a homenagem) na praia, numa praça pública. Não é o museu que está me homenageando. O que houve foi pressão do governo local que é Democrata e eu sou aliado do (presidente dos EUA) Donaldo Trump”, disse ele, segundo a Exame.

Em seguida, Bolsonaro comentou sobre a origem das acusações midiáticas contra ele, citando suas denúncias acerca do "kit gay" que seria distribuído nas escolas públicas brasileiras em 2009, explicando que a pecha de "homofóbico" vem dessa ocasião.


“Eu comecei a assumir essa pauta conservadora. Essa imagem de homofóbico ficou lá fora”, disse o presidente.

Porém, Bolsonaro sugeriu implicitamente que há muito ativismo no Brasil sobre questões relacionadas ao mundo LGBT, como se quisessem tornar o país um local completamente voltado para esse movimento, ignorando os que pensam diferentes, o que ele rechaçou:

“O Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay. Temos famílias”, disse ele.

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