Nascido com apenas 310 gramas, bebê luta pela vida e contraria defensores do aborto

Connor Florio nasce com 310 gramas e sobrevive

Ele superou às probabilidades e agora um "bebê milagre" está indo para casa.

Quando Connor Florio nasceu, seus pais foram informados de que ele poderia não sobreviver, afinal, se trata de um dos menores bebês nascido vivo nos Estados Unidos.

Com apenas 310 gramas, Connor tinha apenas o tamanho de um coração humano quando ele nasceu com 26 semanas. Madre Jaimie, a mãe do pequeno, passou mais tempo no hospital com seu filho recém-nascido do que todo o período de gravidez.


Agora com 9 meses de idade, os pais de Connor dizem que ele está se fortalecendo cada vez mais.

"Ele é tão forte e mal-humorado", disse Jaimie, destacando que "desde o primeiro dia ele tem lutado e provado que todo mundo estava errado, desafiando as probabilidades".

O bebê Connor Florio com os seus pais


"Estamos saindo [do hospital] com uma criança realmente saudável, algo que eu não sabia se seria possível", disse a mãe, segundo a CBS New York. "Então, estou muito grato e aliviado".

Jaimie e seu marido sabiam que seu filho seria pequeno, mas eles não esperavam que fosse tão pequeno ou chegasse tão cedo na vida deles.

“A primeira vez que o segurei, foi aterrorizante, mas também foi o melhor momento da minha vida”, disse seu pai, John.

Connor foi diagnosticado com uma doença pulmonar crônica, problemas de alimentação e um distúrbio de desenvolvimento.


O prematuro passou cinco meses na UTIN no Hospital Infantil Maria Fareri, da Westchester Medical, e depois quatro meses no Hospital Infantil Blythdale, onde os médicos cuidaram dele.

"A taxa de sobrevivência para bebês com menos de 500 gramas é extremamente baixa, menos de 10%", disse o Dr. Dennis Davidson, da Blythedale. "Ele tinha 310 gramas."

Connor está finalmente em casa, em Danbury, Connecticut, mas ainda ligado ao oxigênio e a um tubo de alimentação. Sua altura dobrou e ele pesa 10 vezes mais do que no dia em que nasceu.

Na quinta-feira, uma das suas enfermeiras do setor neonatal veio lhe visitar. "Demorou uma eternidade para chegar até aqui e finalmente vê-lo em seu quarto, é simplesmente incrível", disse Cherise McMahon, enfermeira do Westchester Medical Center.

Os pais de Connor creditam o mérito aos médicos e enfermeiras, mas dizem que a força de seu filho tem muito a ver com sua sobrevivência. "Ele apenas continua fazendo a coisa dele”, disse a mãe Jaimie.


Os médicos esperam que Connor não tenha problemas quando crescer, mas os especialistas ainda vão monitorá-lo.

Ele estará livre do oxigênio e do tubo de alimentação nos próximos meses e deverá alcançar um tamanho normal aos 2 anos de idade.

Comentário:

Em alguns estados americanos, como Nova York, é permitido realizar abortos, pasmem, até a última semana de gestação, inclusive - depois - de nascidos após a tentativa. Não resta dúvida alguma de que se trata de um modo de assassinato sancionado pelo estado. Algo horrendo!

A história de Connor mostra o nível dessa crueldade, que é o aborto. Com apenas 26 semanas a criança lutou pela vida - fora - do útero materno, plenamente formada. Na verdade, com apenas 12 semanas o bebê já está completamente formado, restando desde então apenas o amadurecimento.


Muitos abortistas argumentam que o ser humano "não é humano" ainda no ventre materno. Ele "se torna" após o nascimento, quando adquire consciência. Ora, se a humanidade não possui valor intrínseco por si só, e o que a define é o grau de sanidade, então o que estamos esperando para nos desfazer dos doentes mentais e idosos com Alzheimer?

O valor da vida humana existe desde à concepção, quando a partir dai não pode surgir outra coisa, senão um ser humano. Ao lutar pela vida e se fortalecer, Connor nos dá uma lição de esperança, força e também de humanidade, pelo lindo exemplo dos seus pais.

Comentário: Will R. Filho

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