Psicóloga defende Bernardinho: "Temos que apoiar as mulheres contra a ditadura trans"


A psicóloga Marisa Lobo comentou em suas redes sociais a polêmica envolvendo o técnico de vôlei Bernardinho e o jogador transexual, Tifanny. O treinador multicampeão chamou na última terça-feira, durante uma partida no Rio, o jogador trans de "homem", despertando a crítica de ativistas LGBTs.

Com a repercussão do caso, algumas personalidades saíram em defesa de Bernardinho, entre elas a ex-jogador Ana Paula e também Marisa Lobo, conhecida por sua luta contra à ideologia de gênero no Brasil. Segue abaixo o texto completo postado pela psicóloga:


"Temos que apoiar nossas mulheres contra a ditadura trans. É absurdo o silêncio do feminismo que diz defender a mulher, é absurdo essa ditadura em que vivemos. Será que o Brasil enlouqueceu? Não vê a disparidade que existe entre o físico masculino e o feminino?

Não se trata de aparência, de achar, se sentir ou querer ser e sim de realidade. Temos que aproveitar este momento para trazer nossa nação à razão.


No esporte não funciona, trans é trans, homem é homem e mulher é mulher. Porque então Tifanny não joga no time masculino? Aí seria um "empoderamento". Trans jogar no time feminino é um "empoderamento" impositivo da militância, do ativismo, só isso, mostra a ditadura em que vivemos.

Este jogo mostrou a força que um corpo masculino tem em relação ao feminino e isso não é virtual é real. Não estamos no campo das idéias da militância e sim falando de vida real.


Nós mulheres estamos perdemos espaço, as feministas estão equivocadas em suas lutas, não defende as mulheres e sim o gênero não binário mulher, que pode "ser e "desSer" a qualquer momento.

Perdemos feministas, porque mesmo as que concordam comigo jamais se manifestarão por medo do ativismo (estamos amordaçadas) de um grupo desconstrucionista, subversivo que só sabe botar o peito pra fora e gritar por um direito vazio, apenas para "causar" confusão e divisão na sociedade, provocar o caos.


Temo por nós mulheres, verdadeiras, pois estamos sim sendo amordaçadas escravizadas por uma ditadura sem precedentes. Como psicóloga (sim, falo aqui como psicóloga defensora das mulheres sim) tenho que falar e trazer a razão, mesmo que seja massacrada pela mídia psicopata, que sente prazer em gerar o caos.

O mundo está revoltado com essa mentira de que o corpo não diz nada, crianças estão sofrendo com conflitos psicológicos por conta da desconstrução proposital da identidade. O que vamos fazer? Ficar calados por medo de ativismo da nossa profissão que fecha os olhos, pois aderiu ao ativismo e deixou a ciência?



Precisamos dar um basta, gritar sem medo a verdade: trans não é mulher! Merece respeito sim, mas não tem direito de invadir o mundo das mulheres dessa forma, roubando o lugar que levamos tanto tempo para conquistar. Direito de quem? Estamos a beira do caos, estamos vivendo uma esquizofrenia social, vamos voltar a razão, cada um no seu espaço.

Que tal termos uma liga para trans no esporte? Lembrando que orientação sexual não tem nada a ver com trans. Mulher lésbica, hétero, assexuada, não importa sua orientação sexual, é mulher, não temos nada a ver com seus desejos, isso é fórum íntimo. O que estou falando é do absurdo de um corpo masculino competir em igualdade com corpo feminino. Cientificamente não dá certo, pois a mulher vai perder".

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