Psicóloga é atacada pela Época por vitória contra o Conselho Federal de Psicolgia


A revista Época, que tem como matéria de capa esta semana o deputado federal e pastor, ex-gay, Sargento Isidório, resolveu seguir no tema, porém, dessa vez atacando a psicóloga Rosângela Justino, uma das defensoras do acolhimento psicológico de pessoas que desejam abandonar a homossexualidade.



"A psicóloga autora da ação da 'cura gay' segue despachando neste mandato no gabinete do deputado Sóstenes Cavalcante, do DEM do Rio de Janeiro", diz um trecho da matéria em tom debochado contra a profissional.

A tentativa de associar o termo "cura gay" a profissionais da psicologia que defendem o acolhimento de homossexuais egodistônicos é uma prática comum da grande imprensa, em sua maioria alinhada com o ativismo LGBT.


Outra psicóloga, a Marisa Lobo, autora do livro "Ideologia de Gênero na Educação", também é vítima das mesmas acusações infundadas, já tendo precisado enfrentar judicialmente o processos movidos pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná.

No caso de Rosângela Justino, ela sofreu uma ação em 2009 movida pelo Conselho Federal de Psicologia, por supostamente oferecer terapia de reversão sexual. Esse fato foi lembrado pela revista, dizendo que ela foi "punida por causa desse tratamento, e chamou a regra do conselho [Resolução 01/99] de 'nazista'.


No entanto, foi justamente essa Resolução 01/99, que restringe a liberdade profissional dos psicólogos para auxiliar homossexuais em conflito [egodistonia], que Justino e outros psicólogos conseguiram revogar, parcialmente, com uma ação movida contra o CFP em 2017.

A vitória contra o Conselho Federal de Psicologia, portanto, desde então despertou a ira de ativistas LGBTs que não admitem a verdade sobre os conflitos de ordem sexual, dos quais muitos envolvem abuso sexual e problemas com às figuras paterna e materna, possíveis de ser compreendidos apenas com ajuda profissional.


Por essa razão, ainda em 2009, após saber da sanção emitida contra ela pelo CFP, Justino já havia declarado que não desistiria dessa batalha:

"Estão me submetendo a uma mordaça. Mas quero dizer às pessoas que estão em estado de sofrimento psíquico e desejam deixar a homossexualidade que procurem profissionais nas suas cidades", afirmou a psicóloga na época, segundo o Correio do Estado.

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