Lula politiza a morte do neto, prova que é inescrupuloso e enterra sua carreira


Não se deixe levar por choros. Lágrimas até alguns dos piores psicopatas e assassinos da história já derramaram diante de julgamentos, acusações e críticas da sociedade, sem que tivessem um pingo de arrependimento pelo que fizeram.

Apesar de muitos prestarem solidariedade à morte de Arthur Araújo Lula da Silva, de 7 anos, neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, neste sábado (02/03/19) o Brasil pode assistir o que pode ter sido um dos fins mais trágicos da vida de um político, candidato ao posto de figura pública mais imoral do Brasil na atualidade.



Arthur faleceu na tarde da sexta-feira (2), vítima de meningite. Com isso, os advogados de Lula entraram com uma petição na justiça pedindo a sua liberação temporária. A juíza Carolina Llebos, por sua vez, da 12ª Vara Federal de Curitiba e responsável atual pelos processos envolvendo o ex-presidente na 1ª instância, concedeu o pedido.

Grande parte da população apoiou a decisão. Até adversários ferozes, como o televangelista Silas Malafaia se manifestou prestando solidariedade ao momento de luto do ex-presidente Lula. “Sou avô e entendo a dor de Lula. Deus console o coração dessa família", disse o pastor em sua conta no Twitter.



Todavia, o que alguns desconfiavam se tornou realidade. Luiz Inácio Lula da Silva teve a ousadia ou, no mínimo, extrema insensatez, de transformar o velório do próprio neto em um palanque político.

Evidentemente, na condição de presidiário, Lula agiu de forma mais velada do que na época em que discursou durante o velório da esposa, Marisa Letícia, morta em janeiro de 2017, vítima de AVC.

"Você sofreu muito bullying por ser meu neto. Eu vou provar minha inocência e vou levar para o céu o meu diploma de inocente. Vou provar quem é ladrão e quem não é", disse o condenado Lula para o pequeno Arthur, segundo informações do Extra.

Ao fazer alusão a sua condenação judicial pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, diretamente para o - corpo - do seu neto, Lula deixa claro que seu pensamento não estava em Arthur, mas em si mesmo. Sua dor foi ali convertida em uma oportunidade de se voltar contra a justiça, quando ao invés disso deveria simplesmente lamentar a morte prematura do neto.

O Lula-político mais uma vez foi maior do que o Lula ser humano que a sociedade esperava que fosse ao velório. Mesmo diante de algo trágico capaz de comover alguns dos seus piores adversários, Lula demonstrou ser inescrupuloso ao ponto de atrair holofotes para si mesmo, e não para o neto.



Aos 73 anos de idade, condenado na justiça e preso por corrupção, já tendo visto a morte da esposa, irmão e neto, dos quais os últimos atrás das grades, o fim de Lula é tão trágico que possivelmente nem ele mesmo se deu conta do quão vergonhoso é.

Definitivamente, Lula enterrou o último fio de esperança que restava em sua carreira política. Restará para os anais da história contar com verdade ou falsidade o que o Brasil enxergou nos últimos 15 anos.

Se a figura de um ex-presidente populista ou a de um presidiário que, além de afundar seu país no maior esquema de corrupção que o mundo já viu, teve a coragem de chorar sua própria condenação sobre o corpo do falecido neto.


Por: Will R. Filho

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