Ex-marido de Lulu Santos se casa com mulher e psicóloga questiona: "Pode fluir para hétero?"


Uma notícia inusitada despertou a curiosidade de muitos internautas esta semana, após o jornalista Léo Dias divulgar o casamento realizado entre Bruno Azevedo e a bancária Mayara Netto, feito no luxuoso Castelo de Itaipava, em Petrópolis, Rio de Janeiro.

O motivo da atenção é porque Bruno foi "casado" com Lulu Santos por longos 14 anos, obviamente, em um relacionamento homossexual. Dessa forma, surgiu a questão: Bruno deixou de ser gay?



A psicóloga Marisa Lobo, conhecida como uma das pessoas mais perseguidas pelo ativismo LGBT no Brasil, por acreditar na existência de pessoas ex-homossexuais e, consequentemente, na possibilidade de mudança de orientação sexual, comentou o caso em suas redes sociais.

"Então amigos, é o que sempre digo. Se a sexualidade é fluida como dizem os militantes lgbtttssss (sic), pode fluir para hétero né?", questionou Marisa em tom irônico.



O principal argumento do público LGBT, em casos como esse, é o de que Bruno Azevedo não seria, necessariamente, homossexual, mas sim bissexual.

Porém, além do conceito de bissexualidade ser extremamente raso, visto que não classifica de forma precisa uma orientação sexual e sim, muito mais, uma prática, ele não justifica a relação matrimonial. Ou seja, o compromisso de fidelidade.

Por se tratar de um casamento entre um homem e uma mulher, evidentemente esse compromisso é selado com base na heterossexualidade dos dois, caso contrário não haveria a necessidade do casamento, ou existiria a inclusão - informal - de terceiros.



Em todo caso, especulações à parte, o fato é que a psicóloga Marisa Lobo está certa em questionar o que, na verdade, diz respeito à hipocrisia do ativismo LGBT, que persegue agressivamente pessoas que acreditam poder abandonar a homossexualidade, mas omite fatos gritantes como esse, onde uma pessoa que viveu (considerando apenas esse período) 14 anos em um relacionamento homossexual, após a separação decide partir para um - casamento - heterossexual.

Com isso, não só a orientação homossexual é posta em xeque, como também a bissexualidade, de modo que se cada um pode, naturalmente, escolher mudar de orientação, por qual razão não é possível acreditar na existência de ex-gays?

Por qual razão, o Conselho Federal de Psicologia, faz o possível para que psicólogos não recebam em seus consultórios homossexuais dispostos a deixar a homossexualidade, mediante resoluções intimidatórias de caráter político-ideológico?

Essa é a essência da crítica. Não à liberdade dos indivíduos, mas ao fato de que cada pessoa pode, sim, decidir mudar como e quando quiser.

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