“Se ser gay fosse bom, eu estava gay até hoje”, diz deputado mais votado da Bahia


Ele não tinha projeção nacional, até se tornar o deputado mais votado da Bahia, com 323 mil votos na eleição do ano passado. Entretanto, são suas declarações e o seu passado de homossexualidade e dependência química que têm chamado mais atenção da grande mídia.

O deputado e pastor Sargento Isidório, como é conhecido, virou capa de uma grande revista em circulação nacional, tendo como destaque suas posições contundentes sobre o que pensa à cerca da homossexualidade:


“O pior pecado é a negação da espécie, porque homem com mulher vem filho. Homem com homem não vem nada”, disse ele, que não por acaso é responsável pela criação de um projeto de lei que visa estabelecer o "Dia do Orgulho Hétero", e outro que objetiva declarar a Bíblia como patrimônio imaterial do Brasil.

Para Isidório, que se declara ex-homossexual e ex-dependente químico, a mídia é uma das principais incentivadoras do comportamento homossexual, o que pare ele explica tamanha apologia ao politicamente correto na atualidade. Além disso, o contexto familiar e a "safadeza" também são causas influenciadoras do homossexualismo, segundo ele.


Pastor da Assembleia de Deus e sargento da Polícia Militar, Isidório teve problemas com álcool no passado e atualmente mantém uma fundação que acolhe dependentes químicos, a "Fundação Doutor Jesus".

Segundo a revista Época em sua matéria especial, Isidório acredita que ser gay é também uma escolha, algo que ele só conseguiu superar após se converter ao Evangelho. “Se ser gay fosse bom, eu estava gay até hoje”, conclui o deputado.

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