"O crime de ódio ou homofóbico, em geral, é praticado por homossexual", diz autor


O Dr. Valdeci Gonçalves é Psicólogo. Ele possui doutorado em Psicologia Clínica pela Universidade de Évora (Portugal) e mestrado em Sociologia da Sexualidade pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em seu livro "Preconceito Sexual (Homofobia) no Brasil e em Portugal", lançado em 2018, Gonçalves faz uma importante revelação acerca da verdade sobre os perpetradores de atos violentos contra a comunidade LGBT.


Após uma extensa pesquisa sobre o assunto, tanto no Brasil quanto na Europa, o estudioso constatou:

"O heterossexual inseguro da sua masculinidade evita contato formal ou de camaradagem com homossexual e, comumente no Brasil, os mais angustiados com sua própria incerteza se tornam agressivos e chegam a discriminar e/ou perseguir indivíduo que suspeitem de sua condição homoerótica."

Gonçalves faz, entretanto, uma importante ressalva:



"Mas o crime de ódio ou homofóbico, em geral, é praticado por homossexual egodistônico, que ostenta a 'fachada' de heterossexual, mas vive em intenso e profundo conflito por não aceitar-se homossexual [...] A ação criminosa, na realidade, é a tentativa de sufocar a autoexpressão da homossexualidade."

Vale a pena destacar que o livro do Dr. Valdeci Gonçalves encontra-se prefaciado pelo principal ativista do Movimento LGBT no Brasil, o Sr. Tony Reis. Assim, apresentado o trabalho de seu colega, Reis declara:


"Esta obra é de fundamental pertinência no momento histórico pelo qual estamos passando hoje [...] Obras como a de Valdeci são fundamentais para dar elementos técnico-científicos para uma discussão aprofundada e acadêmica, para afastarmos o dogmatismo e o fundamentalismo de uma ignorância ímpar".

Em suma, resta comprovado que os agressores de LGBT são homossexuais egodistônicos.

Nesse contexto, não há como deixar de destacar a estupidez tanto dos Conselhos de Psicologia quanto dos próprios ativistas LGBT. Afinal, eles fazem DE TUDO para impedir que os homossexuais egodistônicos tenham acesso ao atendimento terapêutico de que necessitam!


Ao que parece, enquanto não se curar a estupidez de uns, a homossexualidade egodistônica de outros não poderá ser tratada e, por conseguinte, a comunidade LGBT continuará sofrendo as consequências fatais desse impasse.

Essa situação não deveria merecer a atenção do Ministério Público e do Ministério dos Direitos Humanos?

Eu acho que sim!

Mestre em Saúde Pública (Fiocruz), Especialista em Políticas Públicas (UFG), Professor Universitário. Autor do livro Homossexualidade Masculina: Escolha ou Destino? (Editora Thesaurus, 2008).

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