Bernardinho chama jogador "trans" de homem e é achincalhado pela patrulha LGBT


O que deveria ser tratado com plena naturalidade, foi transformado em caso de suposta "transfobia" envolvendo um jogador transexual e o maior técnico de vôlei da atualidade no Brasil, o Bernardinho.

O episódio ocorreu durante uma partida que eliminou a equipe carioca Sesc-RJ, liderada por Bernardinho, da Superliga na noite da última terça-feira. Na ocasião, o técnico chamou Tifanny, o primeiro transexual do Brasil a jogar em um time de vôlei feminino, de "homem".


Conhecido por seu jeito explosivo durante os jogos, após Tifanny, integrante do time adversário, marcar um ponto contra o Sesc-RJ, Bernardinho gritou no lado da quadra: "Um homem é f*...".

Uma câmera flagrou o momento e o vídeo rapidamente foi compartilhado pelo time de vôlei de São Paulo, que prega a inclusão no esporte e que luta pela causa LGBTQI.

"Foi triste ouvir da boca de um técnico referência mundial, bicampeão olímpico, recordista em prêmios de Superliga que ela era um homem! Um homem!", disse a postagem no Instagram do São Paulo, segundo informações do Globo Esporte.


Em seguida, vários internautas, obviamente alinhados com o patrulhamento LGBT, criticaram o treinador em suas redes sociais. "Como ousa falar em leitura e didática, se você não passa de um transfóbico e intolerante", escreveu um seguidor. Bernardinho, por sua vez, pediu desculpas pelo ocorrido, respondendo:

"Respeito absolutamente a diversidade, sempre trabalhei e respeitei todos os atletas, peço desculpas pela interpretação que a minha reação gerou, pois quis me referir a um gesto técnico e ao controle físico que ela demonstrou".


Em outra ocasião, postou o treinador. "À Tifanny dou meus parabéns pela grande atuação e conquista e a todos q se sentiram ofendidos reitero minhas desculpas pois jamais foi a minha intenção".

Reação


A ex-jogadora de vôlei e medalhista olímpica da Seleção Brasileira, Ana Paula, criticou a reação contra Bernardinho, dizendo que ele apenas "falou a verdade".

“Leio que a militância a favor de trans no esporte feminino e contra as mulheres atacou Bernardinho por ele ter dito a verdade, que Tiffany tem um ataque de homem. Minoria barulhenta que quer empurrar a todo custo que sentimentos são mais importantes que fatos e biologia. Não são", escreveu Paula, segundo o Yahoo.


A ex-jogadora destacou que até mesmo alguns transexuais discordam da participação deles em competições femininas:

"Num post de um perfil LGBT que ataca brutalmente Bernardinho por ter dito a verdade, a lucidez é mostrada exatamente nos comentários da própria comunidade gay que, em absoluta maioria, não concorda com homens biológicos competindo, vencendo e batendo recordes de mulheres”.

Perdeu uma grande oportunidade


Bernardinho não pode ser cobrado por algo que não é da sua competência, como a natureza da transexualidade, por exemplo. Isso é matéria de saúde mental, não de vôlei. Todavia, ele perdeu uma excelente oportunidade para se posicionar, sim, no âmbito esportivo.


Como treinador altamente experiente de times masculinos e femininos, Bernardinho possui conhecimento suficiente para saber que o desempenho esportivo está estritamente associado não apenas à habilidade adquirida com o treino, mas também ao porte físico dos atletas.

Assim, em termos biológicos, não há o que se discutir às diferenças entre um homem e uma mulher, ou do macho e uma fêmea, como preferir chamar. Elas são cientificamente irrefutáveis!


Ao chamar Tifanny de homem, Bernardinho se referiu ao sexo, obviamente, como a maioria dos populares, e isso ele está completamente certo, pois o jogador trans é um macho, que dado seu porte físico leva clara vantagem contra às mulheres femininas.

O nível de patrulhamento ideológico do ativismo LGBT é tão intenso, que uma simples declaração - óbvia - na beira de uma quadra e no calor de um jogo, foi transformada em motivo de repúdio contra a pessoa do treinador.

Nenhum pedido de desculpas caberia neste caso, salvo por razões meramente humanas, em respeito à pessoa de Tifanny, mas não ao ativismo LGBT que visa impor um pensamento ditatorial também no meio esportivo.


A declaração de Bernardinho poderia ser melhor aproveitada por ele para reacender uma discussão óbvia: de que o esporte não deve misturar questões ideológicas com ciência, devendo ser esse um terreno neutro, onde ambos os sexos, masculino e feminino, sejam respeitados cada qual conforme suas as características.

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