Até tu, Francisco? Papa enviou representante para posse de Maduro


Enquanto muitos países — inclusive os EUA e a maioria das nações da América Latina e da Europa — boicotaram a posse do ditador venezuelano, o Vaticano enviou o monsenhor polonês George Koovakod para participar do evento. Maduro agradeceu a solidariedade do Vaticano.

O ditador Nicolás Maduro declarou-se o vencedor da eleição de maio passado, que foi amplamente rejeitada internacionalmente como fraudulenta.



Na quarta-feira, alguns bispos venezuelanos emitiram uma declaração denunciando o novo mandato de Maduro como “ilegítimo” e alertando-o para uma era de governo arbitrário, violando a constituição do país.

Mas essa nota é um progresso pálido, considerando que no passado líderes da Igreja Católica na Venezuela deram apoio forte à Teologia da Libertação, que possibilitou a vitória de Hugo Chavez e do socialismo.

De acordo com o Livro de Fatos da CIA de 2016, 96% dos venezuelanos são católicos e só 2% são evangélicos. Com uma Venezuela esmagadoramente católica, era impossível Chavez instalar o comunismo na Venezuela sem a colaboração de bispos e padres.

Mais do que ninguém, a Igreja Católica tem uma dívida enorme para com o povo venezuelano por todos os males e desastres do comunismo bolivariano.

Comentário:

A situação no Brasil não seria diferente sem a forte reação das igrejas evangélicas contra o avanço da agenda comunista no país. Felizmente, católicos brasileiros em sua maioria se uniram aos evangélicos para reagir e dar início ao fim de uma era sombria na política brasileira.



Por outro lado, a decisão do Vaticano (obviamente por autorização de Francisco) de enviar seu representante para a posse de Maduro é um verdadeiro golpe contra a liberdade democrática e até religiosa dos venezuelanos, um acinte aos milhões de refugiados do país.

Fonte: Breitbart
Comentário: Will R. Filho

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