Michelle Bolsonaro nos ensina "como uma mulher deve se portar", diz psicóloga


A cerimônia de posse do Presidente Jair Bolsonaro não foi um marco histórico apenas pelo aparato de segurança e ruptura com às velhas ideologias políticas de esquerda que dominaram o sistema administrativo do país nas últimas décadas. Ela foi, também, o palco de apresentação para o mundo de Michelle Bolsonaro, a primeira-dama que protagonizou o que por muitos foi considerado o momento mais emocionante do evento.

"Na posse do Presidente Bolsonaro a mulher foi colocada no seu devido lugar. Lugar de honra, foi valorizada, cuidada e amada. Foi visível o respeito pela mulher demonstrado pelo nosso presidente Bolsonaro", escreveu a psicóloga Marisa Lobo, especialista em direitos humanos, escritora e palestrante pró-vida.



Marisa Lobo, que também é coordenadora nacional do Movimento Pró Mulher, comentou a repercussão do discurso de Michelle Bolsonaro na língua brasileira de sinais (LIBRA), destacando como essa atitude contraria a militância agressiva e ideologicamente equivocada do movimento feminista moderno.

"Não foi o homem apenas que valorizou uma mulher, foi o poder, a firmeza o carisma, da primeira dama Michele que nos ensina como uma mulher deve se portar e como um homem deve ser educado e carinhoso com uma mulher, mas, acima de tudo, como este modelo pode educar crianças e jovens contra a violência e a favor do protagonismo de ambos os sexos", ressalta a psicóloga.

"Cada um no seu papel"


Michelle Bolsonaro mostrou que para ser "empoderada" como mulher, não é preciso competir com o sexo oposto, mas usar dos próprios e exclusivos atributos de forma sábia, apropriada e coerente, dando à sua feminilidade o merecido lugar de destaque, o qual nenhum homem pode ocupar.



"O que vimos foi um casal empoderado cada um no seu papel, enaltecendo, valorizando o papel do outro. Essa é a sociedade que queremos de volta, esse é o modelo que traz equilíbrio e paz social, esse é o Brasil que queremos, esse é o modelo que diminui a violência contra a mulher", avalia Marisa Lobo.

A psicóloga explicou que a sociedade deve valorizar os casais e os papeis do homem e da mulher, reconhecendo suas características individuais, uma vez que elas se completam. "Lutamos para promover paz entre os sexos e não guerra", enfatiza Marisa, que por fim diferencia a feminilidade do feminismo.

"O protagonismo de Michele deixou claro que homens e mulheres são parceiros de vida e um pode brilhar sem ofuscar ou discriminar o outro. Sim, nós ser delicadas, recatadas, mães, esposas, fortes sem perder a delicadeza característica da nossa feminilidade natural.

Aprendemos com Michele que uma mulher empoderada não é uma mulher que grita, tira, roupa, ofende todos a sua volta. Não é uma mulher que rejeita a sua feminilidade. Ao contrário, é uma mulher que exalta o que tem de mais importante e com orgulho, O SER MULHER DE FATO", conclui Marisa.

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