Marvel lança Shade, sua primeira heroína "drag queen" para crianças - Uma mutante


Na última edição da sua série de quadrinhos Iceman, a Marvel Comics apresentou um novo super-herói chamado "Shade"


Shade é uma drag queen super-heroína mutante, a primeira drag queen de uma série da Marvel, lançada em dezembro passado, durante a "Primeira Parada do Orgulho Mutante da Marvel", aludindo a marcha realizada anualmente pelo movimento LGBT em vários países do mundo.

De acordo com o portal americano Mashable, Shade "possui poderes de se teletransportar". Ela cria portais e vai para qualquer lugar que desejar em fração de segundos.

Shade foi incluída na última edição da série Iceman (que trata de outro personagem LGBT, o Bobby Drake), não por acaso escrita por um ativista LGBT, chamado Sina Grace.


“Eu realmente queria que essa série levasse os leitores a novas e melhores histórias sobre toda a experiência ‘queer’ e como se aplica a ser tanto um mutante quanto um super-herói”, disse Grace ao The Advocate. “Há um milhão de diferentes perspectivas queer e estamos apenas arranhando a superfície”.

Esta não é a primeira vez que um super-herói drag queen foi apresentado como personagem de desenho animado.

No verão passado, a Netflix estreou um desenho de super-heróis animados com tema LGBT, incluindo travestis, os chamados "Super Drags".

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Comentário:

Se você não vê com surpresa e indignação essa notícia, significa que a estratégia do ativismo LGBT está dando certo. Dessensibilizar o público é o grande objetivo, até que os desenhos já tenham sido politizados o suficiente para modelar o entendimento de crianças e adolescentes desde a raiz.


Faz anos que mídias alternativas como o Opinião Crítica publicam esse tipo de alerta, apelando para os pais reagirem, se precavendo antes que o pior aconteça. Agir, neste caso, significa boicotar os conteúdos que consideram ofensivos para seus filhos, fazendo com que essas empresas sintam no "bolso" a rejeição do público.

Não se trata aqui de inclusão, mas de realismo. É preciso ser realista para dizer que o travestismo é considerado por vários autores um distúrbio de natureza psicossexual e não um estilo de vida qualquer. Essa é a realidade que o ativismo LGBT insiste em negar (obviamente!), e assim o fará até que a sociedade, literalmente, despreze o conhecimento científico e "engula" a ideologia de gênero.

Com informações: The Advocate
Comentário: Will R. Filho   

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