A farsa política de Jean Wyllys é o típico comportamento de um ex-BBB


A renúncia de Jean Wyllys ao mandato de deputado, por alegação de "ameaça de morte" sem a devida apuração policial, revela uma estratégia midiática de cunho político que já fracassou desde o começo, além de apontar para a real natureza ideológica dos que dizem ser "resistência" nos momentos de crise.

O ex-BBB Jean Wyllys parece não ter notado que o reality show apelativo envolvendo a sua vida terminou há muitos anos. Fora das câmeras interessadas em inutilidades, exposição corporal e fofocas que para muitos valem a venda da própria alma, a vida é bem diferente e ela exige uma postura que talvez o senhor deputado não tenha aprendido a ter: a de coragem!



Cuspir no rosto de alguém, como fez Wyllys contra o atual (não por acaso) presidente Jair Bolsonaro durante plena sessão de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, está mais para uma encenação de criança mimada que se joga no chão e faz birra contra os pais na frente de uma multidão, sabendo que ali não terá o seu castigo. Não se trata, portanto, de coragem, mas sim molecagem.

Renunciar um mandado delegado por "seus" eleitores, alegando o mesmo tipo de ameaça que dezenas de outros políticos sofrem ou já sofreram durante a carreira, apelando para a narrativa de "exilado político" em um contexto nacional de plena liberdade democrática (caso contrário ele nem teria sido reeleito), também é molecagem. Pior do que isso, é maucaratismo para com seu país, seu povo e a sua própria história.



Mas, afinal, fazer isso é fácil quando se tem garantida a aposentadoria pelo cargo de deputado, especialmente quando essa estratégia lhe rende os holofotes da mídia esquerdista, já que chamar atenção é uma característica comum nas crianças que esperneiam e encenam em público quando têm seus desejos frustrados.

Jean Wyllys sair do país fazendo escarcéu,  portanto,  não é uma surpresa para quem conhece a hipocrisia das ideologias de esquerda. Aliás, com um cenário tão desfavorável para um socialista no Brasil atual, talvez o melhor lugar para o ex-BBB seja mesmo a Venezuela, quem sabe, ou Cuba, Nicarágua, os exemplos de "democracia" tão coloridos por seus pares.

Mas, não... certamente Wyllys não irá para esses países. Seria resistência demais para um ex-BBB. França, quem sabe, será o seu novo palco.


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