Psicóloga rebate transexual: "Não é uma identidade, é uma disforia de gênero"


A tentativa cada vez mais explícita do ativismo LGBT de querer desprezar a realidade para impor suas ideologias não está passando despercebida. Mesmo com algumas conquistas na construção de uma cultura pró-ideologia de gênero, a militância do "politicamente correto" vem se expondo ao ridículo sempre que realiza uma nova investida.

Dessa vez, Angela Ponce, representante da Espanha na disputa pelo título de Miss Universo (feminino) e primeira "transgênero" participante do evento, roubou o lugar de destaque da verdadeira vencedora - e mulher - ganhadora do prêmio, a modelo Catriona Gray, de 24 anos, das Filipinas.


O motivo foi não apenas pelo fato de Ponce ser biologicamente do sexo masculino e, portanto, um macho, mas também por suas declarações desconectadas da realidade, ao desprezar o caráter biológico da sexualidade humana que tipifica culturalmente o ser "homem" ou "mulher".

“Sempre digo: ter uma vagina não te transforma em uma mulher. Aos que dizem o que posso ou não fazer, estou aqui. Ser mulher, acima de tudo é uma identidade”, disse Ponce no evento.

A psicóloga Marisa Lobo, palestrante e autora de livros que abordam o tema "ideologia de gênero", rebateu a transexual ao dizer que ser mulher, de fato, é muito mais do que ter uma vagina, apenas, mas que também é ser e possuir o que um macho não tem e jamais terá:

"Não, não é uma identidade, é uma disforia de gênero", escreveu Marisa sobre a declaração de Ponce. A psicóloga argumenta que a presença de um macho no concurso feminino de Miss Universo é "uma provocação às mulheres que tanto lutaram e lutam para conquistar seu espaço na sociedade".


"Os LGBTs estão tirando os direitos de nós mulheres, direitos estes conquistados com muita luta. Realmente não somos apenas uma vagina. Somos muito mais! Somos útero, geramos vida dentro de nós. Somos mães, temos o prazer natural de amamentar outra vida. Somos guerreiras, temos tpm, sangramos todo mês, temos cólicas, mas nunca deixamos de lutar e nos amar. É da nossa linda natureza", enfatiza Marisa.

A psicóloga destacou o caráter instintivo do sexo feminino, algo que não tem a ver com a cultura, mas com a biologia dos sexos. O ser "mulher", portanto, não diz respeito apenas à uma "identidade", como afirma Ponce, mas com o conjunto de informações que formam o ser humano, desde a sua biologia ao meio cultural.

"Enfrentamos ônibus lotado com barrigão, passamos por tanto desrespeito, inclusive de alguns homens, mas nos amamos porque geramos vida dentro de nós e quantas quisermos. E se acaso formos inférteis, adotaremos, temos amor maternal dentro de nós (sic). É da nossa natureza... é instinto materno, só às mulheres têm e ninguém tirará isso de nós", continua Marisa.

Marisa Lobo chama de "esquizofrenia coletiva" a tentativa do ativismo LGBT em querer distorcer a realidade, reduzindo a identidade humana apenas à cultura. A psicóloga é taxativa em sua crítica:

"Somos realmente muito mais que uma simples vagina, mas amamos tê-la. Não somos uma simples maquiagem, vestidos ou saltos. Somos mulheres verdadeiras", conclui.


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