Absurdo: "Rainha Drag Queen de 11 anos" é promovida em programa diário de TV


O programa Good Morning America, da ABC, promoveu uma "drag queen" de 11 anos como pioneira da sua idade, apesar de muitos telespectadores terem reagido, dizendo que a emissora extrapolou seus limites ao sexualizar crianças


O apresentador Michael Strahan apresentou um vídeo de Desmond Napoles - também conhecido como “Desmond Is Amazing” - dizendo que a criança era “inspiradora para muitos” e que era “pioneira” no incentivo para outras crianças. Strahan também classificou seu caso como uma "história incrível".

Momentos depois do vídeo o garoto desceu pela pista em direção ao cenário do Good Morning America, usando uma peruca loira e um vestido amarelo e branco.



No vídeo, Napoles disse que sua mãe não o deixa beber cafeína, mas que ela está orgulhosa de sua vida de "rainha drag queen".

"Adoro colocar maquiagem, vestidos e perucas e, claro, jóias", disse ele. "Eu me sinto muito feliz por ter uma mãe que me aceita".

Sua mãe, Wendylou Napoles, então disse: "Realmente me toca profundamente saber que há outras crianças por aí que ele está alcançando e que elas estão lhe ouvindo, e ele está influenciando para que elas sejam elas mesmas".

Napoles se apresenta em toda a cidade de Nova York como uma drag queen. Ele já usava roupas femininas e marchasse em uma marcha do orgulho gay quando tinha apenas 8 anos.

“Eu amo fazer desfile porque faz me sentir incrível e auto-expressivo”, disse ele ao Good Morning America. "Minha única grande mensagem é... seja você mesmo sempre".

Drag queens adultos entraram no palco para agradecer e dar conselhos a ele. O público aplaudiu sua performance, mas muitos espectadores ficaram horrorizados.



Os comentários mais populares no vídeo do YouTube da Good Morning America foram críticos.

"'Minha mãe não gosta que eu beba cafeína'. No entanto, sua mãe não se importa que ela esteja sexualizando seu filho desde muito novo”, diz um comentário.

Outro internauta escreveu: “Bem-vindo a 2018, onde nós sexualizamos às crianças", enquanto outra pessoa comentou: "Ele é apenas um garotinho, lhe chame como quiser... você sabe que ele está sendo usado como um modelo para pessoas incrivelmente doentes e distorcidas, que Deus nos perdoe por permitir isso ...".

O número de "dislikes" é muito maior do que o de curtidas no vídeo do programa divulgado no Youtube, assim como os comentários (veja no final do texto).

Comentário:

Esta semana publicamos um estudo feito por uma cientista comportamental da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, apontando que 86,7% dos jovens que se declaram "transgêneros" ou "transexuais" sofreram "influência social". Caso não tenha lido, acesse aqui.

O caso acima, da criança chamada Desmond Napoles, é mais uma evidência dessa realidade. A fala da mãe, em especial, deixa isso ainda mais evidente.

É importante entender uma coisa: Crianças que apresentam comportamento divergente do seu sexo biológico frequentemente são vítimas do meio em que vivem, especialmente do tipo de relação que possuem com seus pais.


Em todos os casos de "crianças transgêneros", quando o contexto de vida da criança é analisado sem qualquer viés ideológico, mas puramente pelo prisma da análise comportamental, levando em consideração teorias do desenvolvimento sexual, por exemplo, como a psicanalítica e a behaviorista, fica evidente que a criança foi "modelada" direta ou indiretamente para assumir tal identidade.

Em alguns casos há relatos de assédio sexual, que pode ser consumado por violência física ou mesmo psicológica. O abuso psicológico consiste na indução de pensamentos, falas, sugestões, acusações, que aos poucos vão minando a capacidade de desenvolvimento cognitivo sadio e espontâneo da criança, fazendo com que ela assuma a "identidade" que lhe foi atribuída pelo discurso.

O fato de Desmond Napoles, por exemplo, com apenas 8 anos (quando nem mesmo sua personalidade estava amadurecida, muito menos sua sexualidade e cognição) participar caracterizado de uma marcha do orgulho gay, sugere claramente que ele sofreu abuso psicológico praticado por seus pais, ou mãe apenas (difícil saber com precisão).

Um abuso que parece ainda estar sendo praticado e absurdamente reforçado pela mídia e movimentos sociais que usam a criança como instrumento de manipulação ideológica em prol dos próprios interesses. Senhoras e senhores, isso é espantoso e gravíssimo!

A sociedade minimamente consciente, diante de casos como esse (que já é uma realidade no Brasil), precisa repudiar esse tipo de promoção indevida da erotização e manipulação infantil, rejeitando qualquer conteúdo que faça apologia a essas cenas, vídeos e produções. Prive seus filhos de ver isso e sempre que tiver a oportunidade, demonstre a sua indignação.



Comentário: Will R. Filho

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