Bolsonaro marca o início de uma nova era política, econômica e cultural para o Brasil


O dia 28/10/2018 se tornou histórico para o Brasil. Isso, porque, a população resolveu por fim a uma alternância de poder político-ideológico que vinha dominando o país desde a segunda redemocratização da República, em 1985. De lá para cá, os governos Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma apenas se revesaram, mantendo velhas práticas administrativas e uma luta pelo poder que resultou no desmanche da moralidade política e bilhões desviados dos cofres públicos.

A eleição de Jair Messias Bolsonaro para a Presidência do Brasil em 2018, no entanto, representa o grito de "basta" de milhões de brasileiros que cansaram dos velhos marajás da política nacional. Colocaram no poder um homem que contraria boa parte da lógica administrativa do "politicamente correto", e que apesar de estar na vida pública há 30 anos, sempre foi um ponto fora da curva, rejeitado pelo grande sistema.


A sinceridade marcou a campanha de Jair Bolsonaro. A naturalidade com que o então candidato afirmou não dominar certos conteúdos, como economia, foi crucial para conquistar a confiança da população. Dizer que depende de uma equipe capacitada e que seu papel será atuar como técnico, fez com que o povo identificasse uma postura honesta no candidato.

A franqueza acerca do que pensa em pontos vitais para a população também contribuíram muito para a eleição de Jair Bolsonaro. Ser declaradamente contrário ao aborto, ideologia de gênero, descriminalização das drogas, doutrinação escolar, foi um diferencial marcante se comparado aos seus principais adversários, sempre muito receosos acerca dessas questões. Defender a família tradicional, a cultura judaica-cristã e valores conservadores também foram determinantes.

Economicamente, Bolsonaro disse ter evoluído em seus conceitos. Se aliou ao mundialmente renomado economista Paulo Guedes e de pronto anunciou um plano de Governo economicamente liberal, chamando atenção dos investidores internacionais antes mesmo da sua eleição.


O Brasil que, desde Getúlio Vargas, vinha sendo administrado por uma lógica econômica paternalista, onde quanto maior o Estado, melhor, agora almeja um horizonte contrário a tudo isso. É o Estado que precisa diminuir. Estatais deficitárias serão privatizadas. Cargos que servem como cabide de emprego para troca de interesses partidários serão eliminados. O Brasil, em fim, poderá espirar mais aliviado.

O renomado astronauta brasileiro, Marcos Cesar Pontes, tenente-coronel da Força Aérea Brasileira, deverá assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, função inquestionavelmente merecida para alguém da sua envergadura. Pontes é uma referência científica dentro e fora do Brasil, antes pouco destacado nacionalmente. Apenas esta possível nomeação sinaliza uma mudança de perspectiva monumental em um Governo brasileiro.

Finalmente, ao brasileiro resta aguardar para ver como Jair Bolsonaro e sua equipe de governo vai conseguir lidar com os problemas da nação. Corrupção, criminalidade, aparelhamento das repartições públicas e da grande mídia, tudo no mesmo cenário. Mas a população mostrou que está atenta e vacinada contra muita coisa ruim. Às redes sociais se consagraram como uma força que não se pode mais subestimar, e é dessa forma que muitos esperam continuar contribuindo para um Brasil melhor.

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