Barbie lança projeto contra diferenças de gênero para "empoderar" meninas


Nesta terça-feira (9), a fabricante fabricante de bonecas Barbie apresentou o projeto “Brecha do Sonho” que tem como objetivo quebrar padrões de diferenças entre meninos e meninas.

Através de campanhas de conscientização voltadas para adultos, a marca vai tentar mostrar a importância de incentivar as meninas a desenvolver interesse por áreas consideradas “masculinas”.

Segundo um estudo de pesquisadores de universidades de Nova Iorque, apresentados no estudo, nos primeiros anos de vida as garotas não conseguem distinguir profissão e gênero, mas a partir dos 5 anos elas deixam de se identificar com cientistas, presidentes e astronautas, por exemplo, profissões representantes geralmente por homens.



“A Barbie quer que todas as garotas alcancem seu potencial e acreditamos que empoderá-las desde cedo é muito importante para que isso seja possível”, disse a diretora-geral e vice-presidente sênior da Barbie, Lisa McKnight.

Outro dado apresentado pela marca é que os pais pesquisam no Google “meu filho é talento?” muitas vezes mais do que “milha filha é talentosa?”. Outro dado: os adultos presenteiam mais os garotos com brinquedos científicos que as garotas.

A campanha promoverá o chamado “empoderamento feminino”, visando mostrar que a mulher pode desempenhar qualquer papel na sociedade, exercer qualquer profissão.

“Dizer a uma menina que ela pode ser qualquer coisa é apenas o começo: ver que ela pode ser qualquer coisa faz toda a diferença”, disse a empresa.



Para isso, a Barbie se compromete a todo ano apresentar em destaque dez exemplos femininos de empoderamento.

No Brasil a Barbie é fabricada pela Mattel que já comercializa bonecas que representam profissões predominantemente masculinas como policial, astronauta, desenvolvedor de jogos, entre outros.

Comentário:

Mais uma vez o que vemos é uma campanha baseada unicamente nos pressupostos da ideologia de gênero, sem qualquer fundamentação científica. Os adeptos do construtivismo social, ou seja, de que às diferenças sexuais e de gênero são resultados exclusivamente da cultura, baseadas na forma como meninos e meninas são educados, estão completamente equivocados.

Às diferenças de gênero são resultantes das diferenças sexuais, que têm início desde a vida intrauterina. Meninos e meninas possuem preferências diferentes porque são, de fato, diferentes. Há inúmeros estudos comprovando tal fato. Alan S. Miller e Satoshi Kanazawa, por exemplo, dois renomados pesquisadores adeptos da psicologia evolucionista, escreveram um livro reunindo fundamentos para essa realidade chamado "Por que os Homens Jogam e Mulheres Compram Sapatos".

Além da obra citada, sendo ela um pequeníssimo exemplo da vasta literatura disponível que contraria a "logica" apresentada no projeto da Barbie, outros dados extremamente relevantes o leitor poderá encontrar no documentário conhecido no Brasil como "O Paradoxo da Igualdade", elaborado pelo sociólogo Harald Eia. Assista a primeira parte abaixo:



Fonte: Tudo Mulher
Comentário: Will R. Filho

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