[VÍDEO] Psicóloga revela estratégia do "kit gay" denunciado por Bolsonaro no Jornal Nacional

[VÍDEO] Psicóloga revela estratégia do "kit gay" denunciado por Bolsonaro no Jornal Nacional

Após a entrevista do candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, no Jornal Nacional, onde o mesmo fez a denúncia do "kit gay", a psicóloga que é referência nacional no combate à ideologia de gênero gravou um vídeo confirmando a denúncia e desmentindo a narrativa da grande mídia.

A psicóloga Marisa Lobo explicou, entre outras palavras, que a compra e distribuição do livro "Aparelho Sexual e Cia: um guia inusitado para crianças descoladas", foi realizada de forma estratégica, como um "golpe", de forma que o material pudesse chegar nas escolas sem precisar passar, necessariamente, pelo Ministério da Educação (MEC).



"O MEC entrou com esse livro através do Ministério da Cultura... Sim, ele foi comprado pelo Ministério da Cultura e foi destinado para as bibliotecas públicas", disse Marisa, referindo-se à aquisição feita em 2011.

Para a psicóloga, que é candidata a deputada federal pelo Paraná, disse que o objetivo da compra e inserção nas bibliotecas públicas foi tornar o livro acessível aos professores e alunos. "Esse livro foi indicado para crianças. Esse livro foi colocado, sim, nas bibliotecas públicas", reforça Marisa, explicando que a crítica da grande mídia ao dizer que Bolsonaro "mentiu", chamando sua denúncia de "fake news", na verdade, é para criar polêmica com o candidato.

Comprado pelo MEC ou pelo MinC?


Marisa Lobo explica que o livro foi na verdade comprado pelo Ministério da Cultura (MinC) e não pelo Ministério da Educação (MinC), como disse Bolsonaro. Todavia, ainda que o candidato possa ter errado no tocante ao ministério, a essência da denúncia é verdadeira, visto que, segundo Marisa Lobo, a intenção da compra e distribuição nas bibliotecas era/é justamente fazer chegar o material nas escolas. Veja abaixo o vídeo publicado no canal Verdade Política:



Outro ponto polêmico foi a afirmação de Jair Bolsonaro sobre o "9º Seminário LGBT Infantil". Mais uma vez a grande mídia se aproveitou da forma literal do candidato se expressar para querer lhe imputar "fake news". De fato, nunca houve um seminário dessa natureza - na maneira como o título - sugere.



Entretanto, ocorreu, sim, entre os dias 15 e 16 de maio o 9º Seminário LGBT, tendo como tema "Infância e Sexualidade". Na prática, o título pode não corresponder literalmente à denúncia de Bolsonaro, mas o conteúdo do evento, sim! Veja abaixo a descrição do deputado Jean Wyllys acerca do seminário, segundo informações publicadas na época pela Câmara:

"Tem o tema e o lema. O lema vai ser 'Todas as Infâncias são Esperança'. Em torno desse tema a gente quer discutir o próprio reconhecimento de uma sexualidade infantil, proteger as crianças que escapam dos papéis de gênero definidos pela sociedade da violência", disse Wyllys.

O que o ex-BBB disse foi que o 9º Seminário LGBT visou discutir e - defender - pautas relacionadas à sexualidade infantil baseadas, sim, na ideologia de gênero e homossexualidade. Ele prossegue:



"A gente sabe que tem muita criança que sofre violência doméstica terrível, são queimadas, são espancadas porque não se enquadram em papéis de gênero. Ou seja, aquele garoto que, com 6, 7 anos de idade, quer brincar de boneca e os pais batem". [grifo nosso].

Portanto, é óbvio que embora o tal seminário não tivesse em seu título a definição de "infantil", ele claramente abordou a infância sob a perspectiva da ideologia de gênero e dos interesses do movimento LGBT.

Não podemos afirmar de modo literal que se tratou de um evento infantil, de fato, mas que a intenção foi promover o ativismo LGBT relacionado à infância, o que torna compreensível e fundamentada a denúncia do candidato Bolsonaro, já que crianças sozinhas não poderiam organizar tal evento.


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